O WindFloat Atlantic é o primeiro parque eólico flutuante semi-submersível do mundo e fica em Viana do Castelo.
Um parque eólico português torna-se refúgio para polvos e outras 270 espécies em oito anos”. Este é o título que surgiu na imprensa espanhola e que dá destaque ao relatório de um estudo de oito anos de monitorização ambiental do parque eólico flutuante WindFloat Atlantic, em Viana do Castelo e que pretende demonstrar que parques eólicos offshore podem coexistir com a biodiversidade marinha.
Entre as principais conclusões, os investigadores observaram um aumento geral da abundância de polvos e de várias espécies de peixes, particularmente elasmobrânquios. Foram identificadas mais de 270 espécies na área do parque eólico offshore WindFloat Atlantic, pode ler-se no site da Câmara Municipal de Viana do Castelo.
“Polvos, raias, tubarões, golfinhos-comuns, orcas e um tubarão-solene fazem parte de um ecossistema que os investigadores não esperavam encontrar com tanta densidade ou variedade”, pode ler-se no jornal espanhol Ok Diario.
A Ocean Winds (OW), líder global em energia eólica offshore e joint venture detida em partes iguais pela EDP Renewables e pela ENGIE, revelou os resultados do estudo sobre o primeiro parque eólico offshore flutuante semi-submersível do mundo, localizado a cerca de 20 quilómetros da costa de Viana do Castelo.
O relatório conclui que a variabilidade natural sazonal e interanual são os principais factores que moldam as comunidades marinhas em todos os níveis tróficos. Embora tenham sido observadas diferenças espaciais entre a área do WindFloat Atlantic e os locais de controlo, particularmente em invertebrados nectobentónicos, incluindo polvos, e em comunidades de peixes, como os elasmobrânquios, a abundância global foi superior na área do projecto, como se pode ler no site da autarquia.
Em linha com estes resultados, não foram detetados impactos negativos nos níveis tróficos inferiores, como fitoplâncton e zooplâncton, enquanto foram observados efeitos ecológicos positivos nos níveis superiores, incluindo invertebrados e peixes, pode ainda ler-se nas conclusões divulgadas pela autarquia.
A monitorização ambiental abrangente de mamíferos marinhos, aves, morcegos e biodiversidade em geral registou cinco espécies de mamíferos marinhos, 33 espécies de aves, três espécies de morcegos e 52 espécies de peixes na área do WindFloat Atlantic.
O local é utilizado sobretudo como rota migratória, tendo sido observada uma maior atividade de golfinhos e botos durante a fase de operação. Apesar de terem sido identificadas algumas espécies vulneráveis e criticamente ameaçadas, não foram detetados impactos negativos significativos, como colisões de aves ou abrigo de morcegos. A diversidade de peixes revelou-se elevada, incluindo espécies de interesse comercial e de conservação, algumas das quais apresentaram maior abundância dentro da área do projeto.
Entre as principais conclusões, os investigadores observaram um aumento geral da abundância de polvos e de várias espécies de peixes, particularmente elasmobrânquios. Foram identificadas mais de 270 espécies na área do parque eólico offshore WindFloat Atlantic, pode ler-se no site da Câmara Municipal de Viana do Castelo.
“Polvos, raias, tubarões, golfinhos-comuns, orcas e um tubarão-solene fazem parte de um ecossistema que os investigadores não esperavam encontrar com tanta densidade ou variedade”, pode ler-se no jornal espanhol Ok Diario.
O relatório conclui que a variabilidade natural sazonal e interanual são os principais factores que moldam as comunidades marinhas em todos os níveis tróficos. Embora tenham sido observadas diferenças espaciais entre a área do WindFloat Atlantic e os locais de controlo, particularmente em invertebrados nectobentónicos, incluindo polvos, e em comunidades de peixes, como os elasmobrânquios, a abundância global foi superior na área do projecto, como se pode ler no site da autarquia.
Em linha com estes resultados, não foram detetados impactos negativos nos níveis tróficos inferiores, como fitoplâncton e zooplâncton, enquanto foram observados efeitos ecológicos positivos nos níveis superiores, incluindo invertebrados e peixes, pode ainda ler-se nas conclusões divulgadas pela autarquia.
A monitorização ambiental abrangente de mamíferos marinhos, aves, morcegos e biodiversidade em geral registou cinco espécies de mamíferos marinhos, 33 espécies de aves, três espécies de morcegos e 52 espécies de peixes na área do WindFloat Atlantic.
O local é utilizado sobretudo como rota migratória, tendo sido observada uma maior atividade de golfinhos e botos durante a fase de operação. Apesar de terem sido identificadas algumas espécies vulneráveis e criticamente ameaçadas, não foram detetados impactos negativos significativos, como colisões de aves ou abrigo de morcegos. A diversidade de peixes revelou-se elevada, incluindo espécies de interesse comercial e de conservação, algumas das quais apresentaram maior abundância dentro da área do projeto.

No comments:
Post a Comment