August 06, 2020

Todos os dias um e não chegam os 365 dias do ano...


João Moura: é autarca em Ourém há anos (hoje, presidente da Assembleia Municipal) e a sua empresa (Quadradoaometro) celebrou (enquanto Moura autarca) um contrato com a sua própria Câmara, de Ourém. Foi um ajuste directo de 65 mil euros, de forma camuflada, assinado pela sua esposa. Assim, tornou-se fornecedor (em nome da mulher) da Câmara de que supostamente fiscaliza os contratos (que, para ele são obviamente óptimos, quiçá perfeitos!). É deputado e dirigente máximo do PSD de Santarém.

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"Faria rir se não fosse obsceno"



Nós somos os palhaços que ainda havemos de pagar isto quando ficarem a dever a bancos. Estes da bola e não as escolas ou os hospitais é que têm o apoio dos governos.


do blog delitodeopiniao.blogs.sapo.pt - /faria-rir-se-nao-fosse-obsceno

Faria rir se não fosse obsceno

por Pedro Correia, em 06.08.20

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Esta imagem mostra o requintado interior do Bombardier Global 5000, o jacto privado com 16 lugares utilizado por Luís Filipe Vieira para ir buscar ao Brasil a mais recente equipa técnica contratada para o futebol do seu clube. 

Este "saltinho" ao Rio de Janeiro - por mero capricho do presidente encarnado, em desespero perante a perspectiva de ser derrotado nas urnas em Outubro - terá custado a Vieira a módica quantia de 230 mil euros. Ou antes: terá custado ao clube, pois a verba há-de ser inscrita numa qualquer rubrica do orçamento chumbado pelos sócios da agremiação encarnada. 

Transformado em mordomo do novo técnico, Vieira promete pagar-lhe - apesar do chumbo orçamental - uns modestos 7 milhões de euros só em salário bruto anual, acrescidos de pelo menos 100 milhões de euros em jogadores que constam da lista de compras do treinador, sempre extensa e muito dispendiosa. Tudo isto, note-se, em tempos de grave crise pandémica e num cenário de abrupta quebra de receitas geradas pelo futebol, num país mergulhado na maior queda do PIB alguma vez registada em ciclo trimestral.

Mesmo assim, Vieira ainda se atreve a proclamar que o Benfica «é um clube do povo», em jeito de slogan eleitoral. Daria até para rir se não fosse obsceno.


Estamos no meio de uma pandemia? É preciso cuidado e medidas especiais? A sério? Bem, alguém informe o governo e o ME, sff



É que o despacho para a constituição de turmas é muito claro: tudo ao molho e fé em Deus. É igualzinho ao de anos anteriores, de modo que para este governo a pandemia deve ser um hoax, como diz Trump, já que fica tudo na mesminha como a lesminha.

Entretanto fizeram sair antes de ontem um documento para que se apresentem propostas de actividade, projectos e candidaturas para a promoção do sucesso escolar, no próximo ano que é já daqui a 3 semanas, até 24 de Agosto...  sabendo que estamos todos de férias... é a gozar com isto tudo ou uma maneira de nos dizerem aquilo que já sabemos: estão-se nas tintas para as escolas e hão-se impor os seus planos quinquenais de sucesso, passinho a passinho, imitando a Rodrigues que chegava ao ponto de dizer, nos exames, coisas do género, 'às 10.20 o professor levanta a cabeça e olha para os alunos e diz, são 10.20'. 

Predam-nos para esbanjarem dinheiro no governo-versailhes e nos amigos da banca e quejandos.





(...)


Artigo 5.o

Constituição de turmas nos 2.o e 3.o ciclos do ensino básico

1 — As turmas dos 5.o e 7.o anos de escolaridade são constituídas por um número mínimo de 24 alunos e um máximo de 28 alunos.

2 — As turmas dos 6.o, 8.o e 9.o anos de escolaridade são constituídas por um número mínimo de 26 alunos e um máximo de 30 alunos.

3 — Nas escolas integradas nos territórios educativos de intervenção prioritária as turmas dos 5.o ao 8.o anos de escolaridade são constituí- das por um número mínimo de 24 alunos e um máximo de 28 alunos.

4 — Nas escolas integradas nos territórios educativos de intervenção prioritária as turmas do 9.o ano de escolaridade são constituídas por um número mínimo de 26 alunos e um máximo de 30 alunos.

5 — Nos 7.o e 8.o anos de escolaridade o número mínimo para a abertura de uma disciplina de opção do conjunto das disciplinas que integram as de oferta de escola é de 20 alunos.

6 — As turmas são constituídas por 20 alunos, sempre que no rela- tório técnico-pedagógico seja identificada como medida de acesso à aprendizagem e à inclusão a necessidade de integração do aluno em turma reduzida, não podendo esta incluir mais de dois nestas condições.

7 — A redução das turmas prevista no número anterior fica dependente do acompanhamento e permanência destes alunos na turma em pelo menos 60 % do tempo curricular.

Artigo 6.o

Constituição de turmas no ensino secundário

1 — Nos cursos científico-humanísticos e nos cursos do ensino ar- tístico especializado, nas áreas das artes visuais e dos audiovisuais, no nível secundário de educação, o número mínimo para abertura de uma turma é de 26 alunos e o de uma disciplina de opção é de 20 alunos, sendo o número máximo de 30 alunos.

2 — Nos estabelecimentos de ensino integrados nos territórios edu- cativos de intervenção prioritária, nos 10.o e 11.o anos de escolaridade, nos cursos científico-humanísticos e nos cursos do ensino artístico especializado, nas áreas das artes visuais e dos audiovisuais, o número mínimo para abertura de uma turma é de 24 alunos e o de uma disciplina de opção é de 20 alunos, sendo o número máximo de 28 alunos.

3 — Nos cursos do ensino artístico especializado, o número de alunos para abertura de uma especialização é de 15.

4 — Na especialização dos cursos do ensino artístico especializado, o número de alunos não pode ser inferior a oito, independentemente do curso de que sejam oriundos.

5 — O reforço nas disciplinas da componente de formação especí- fica ou de formação científico-tecnológica, decorrente do regime de permeabilidade previsto na legislação em vigor, pode funcionar com qualquer número de alunos, depois de esgotadas as hipóteses de articu- lação e de coordenação entre estabelecimentos de ensino da mesma área pedagógica, mediante autorização prévia dos serviços do Ministério da Educação competentes.

6 — Nos cursos profissionais, as turmas são constituídas por um número mínimo de 24 alunos e um máximo de 30 alunos, exceto nos Cursos Profissionais de Música, de Interpretação e Animação Circenses, de Intérprete de Dança Contemporânea e de Cenografia, Figurinos e Adereços, da Área de Educação e Formação de Artes do Espetáculo, em que o limite mínimo é de 14.

7 — Nos estabelecimentos de ensino integrados nos territórios edu- cativos de intervenção prioritária, nos 10.o e 11.o anos de escolaridade nos cursos profissionais, as turmas são constituídas por um número mínimo de 22 alunos e um máximo de 28 alunos, exceto nos Cursos Profissionais de Música, de Interpretação e Animação Circenses e de Intérprete de Dança Contemporânea, da Área de Educação e Formação de Artes do Espetáculo, em que o limite mínimo é de 14.

8 — Nos cursos profissionais as turmas são constituídas por 20 alu- nos, sempre que no relatório técnico-pedagógico seja identificada como medida de acesso à aprendizagem e à inclusão a necessidade de inte- gração do aluno em turma reduzida, não podendo esta incluir mais de dois nestas condições.

9 — É possível agregar componentes de formação comuns, ou disci- plinas comuns, de dois cursos diferentes numa só turma, não devendo os grupos a constituir ultrapassar nem o número máximo nem o número


10 — As turmas dos anos sequenciais dos cursos profissionais só podem funcionar com um número de alunos inferior ao previsto nos n. 6 e 7, quando não for possível concretizar o definido no número anterior


11 — Na oferta formativa de cursos científico-humanísticos de ensino recorrente deve privilegiar-se, sempre que possível, o ensino a distância no âmbito e nos termos da Portaria n.o 254/2016, de 26 de setembro. 12 — Nos casos em que o disposto no número anterior não seja pos- sível, o número mínimo de alunos para abertura de uma turma é de 30. 13 — Sempre que se verifique a desistência de alunos, comprovada por faltas injustificadas durante um período superior a duas semanas, reduzindo-se a turma a menos de 25 alunos, a mesma extingue-se e os alunos restantes integram outra turma do mesmo estabelecimento de ensino ou de outro.

(...)

Tristes aniversários - Hiroshima e Nagasaki



Hobbes e Locke traçaram um quadro da humanidade vivendo vidas breves, brutas e egoístas. Os seres humanos mantidos juntos por um ténue contrato social de mútuo benefício. 

No dia de hoje em que se assinalam 75 anos passados sobre o bombardeamento de Hiroshima onde morreram mais de 200 mil pessoas quase instantaneamente e Nagasaki (mais 80 mil), esta última porque alguns militares americanos não puderam ir à sessão do dia 6 e quiseram uma matiné só para eles passados 3 dias, esta visão da humanidade parece tristemente inegável. 

Muitos dos que sobreviveram, chamados hibakusha, desenvolveram cancros por causa da radiação espalhada pela bomba. Foram cerca de 500 mil os que morreram de doenças relacionadas pela bomba. Até hoje o Japão foi o único país que sofreu um ataque nuclear.

O pior é que, em vez de estarmos no grau 0 das armas nucleares, temos assistido ao aumento e proliferação das armas nucleares.


 


Segundo o Research Center for Nuclear Weapons Abolition at Nagasaki, havia, em Junho, cerca de 13.410 ogivas nucleares espalhadas pelo mundo, das quais a Rússia e os EUA possuem 90%.
A ameaça nuclear não é uma coisa do passado.


An atomic mushroom cloud billows over Hiroshima in 1945, right, and the aftereffects of the blast show a demolished city. The site of the now Hiroshima Peace Memorial Museum was largely spared since the blast came from directly overhead. (Photos by U.S. Army via the Hiroshima Peace Memorial Museum)

The atomic bomb cloud seen from Koyagi, Nagasaki, right, and the city's Urakami Cathedral soon after the atomic bombing. (Courtesy of the Nagasaki Atomic Bomb Museum)
Nikkei deputy editor Nozomu Ogawa and Nikkei staff photographers Yoshiyuki Tamai and Tomoki Mera contributed to this report.


A grande tragédia humana é que dependemos dos seres humanos -estes mesmos que fazem as guerras e lançam bombas terríveis só para ver como é o resultado- para sobrevivermos todos enquanto humanos.

Iniciativas que dignificam as pessoas e pensam em termos de futuro



Não sei se a prisão pode ser sempre um local de reforma ou se todo o criminoso é passível de reforma mas, podendo sê-lo, era o que devia ser, em vez de se constituir como um local de mero castigo no meio de um ambiente de violência. Esta ilha na Itália, onde prisioneiros vivem no meio da natureza e cuidam de animais em vez de estarem fechados em jaulas, é um local de reforma. 
A ilha tem quintas de animais e tinha um matadouro mas o ministro da justiça mandou retirar o matadouro porque o objectivo do projecto é fomentar a empatia, desenvolver a responsabilidade e o cuidado com os outros para a pessoa ser devolvida à sociedade com melhores ferramentas psicológicas.


Gorgona: Italy's last penal colony where 100 criminals care for 180 farm animals

The island off Tuscany is helping rehabilitate prisoners with the help of pigs, cows, sheep and goats 

Orazio, a prisoner on the island serving a sentence for murder, tends to some of the island’s goat residents.
Orazio, a prisoner on the island serving a sentence for murder, tends to some of the island’s goat residents. Photograph: Angela Giuffrida

Parangonas machistas de jornalistas que nem para noticiar uma sardinhada serviam




Juan Carlos. O factor Letizia para o "exílio", ou como a rainha quer a filha Leonor no trono
César Avó
Se é dado como certo que Juan Carlos foi empurrado para fora de Espanha pelo filho, há quem note que a rainha terá sido determinante no gesto.


Deixa ver se percebo: o ex-rei de Espanha, que já foi uma pessoa muito digna de respeito, de há uma quinzena de anos para cá comporta-se como um rei-sol que faz o que quer e lhe apetece sem se interessar por ninguém a não ser a sua pessoa, o seu prazer e suas as amantes, desde perseguir animais em extinção, desviar fundos públicos, receber subornos passando por dar centenas de milhões do erário público a amantes. Enfim, uma alforreca real, tomando o nome que o DDT dava aos nossos políticos corruptos. 
O rei actual, que já teve que lidar com outro homem guloso de dinheiro e poder na família, o cunhado, aconselha o pai a ir embora. 
No entanto, a culpada das ladroagens, dos comportamentos indignos do ex-rei é a nora, a mulher do rei actual. E porquê? Será que ela o aconselhou a ser um corrupto ordinário? Não, mas quer que a filha seja rainha. Ah, bom! Porque o pai, o actual rei, não quer que a filha seja rainha? Só a mãe quer? Ele quer passar o trono a sobrinhos ou acabar com a monarquia?
Esta 'notícia' só serve para acirrar a maledicência contra a mulher. Faz lembrar aqueles homens que mentem e aldrabam as mulheres e depois vão-se embora dizendo que a culpa é delas. Elas é que não souberam segurá-los, seja lá o que isso quer dizer. 
Também em Inglaterra aquele príncipe que desde a adolescência só diz e faz coisas estúpidas foi-se embora e voltou as costas à rainha mas a culpa não é dele, é da mulher...
Portanto, se um homem se comporta indignadamente, a culpa há-se ser de uma mulher, neste caso, da rainha. Até se dá a entender, na notícia, que o actual rei é uma pessoa sem cabeça às ordens da mulher. 

Como é que os jornalistas não têm vergonha de assinar porcarias destas num jornal nacional?

À atenção do senhor Costa




O objectivo da escola pública não é poupar dinheiro para abrir bancos.


"Todos queremos que as crianças voltem às aulas. Elas e os professores devem fazer isso num ambiente seguro", frisou o epidemiologista, numa sessão de perguntas e respostas transmitida pela OMS na Internet.

Questionado sobre a hipótese de pais de crianças com problemas de saúde anteriores levarem-nas à escola em caso de retoma das aulas, Michael Ryan salientou que isso depende dos planos de contingência de cada escola, aconselhando a consulta dos responsáveis escolares.

Já os professores com doenças crónicas ou outros problemas de saúde devem consultar os seus médicos sobre as precauções que devem ou não tomar ao irem trabalhar, acrescentou a responsável técnica da OMS pelo combate à covid-19, Maria Kerkhove.

A OMS pediu ainda aos jovens para assumirem as "suas responsabilidades" na contenção da transmissão do novo coronavírus.

Michael Ryan lembrou que "os idosos foram muito cuidadosos em se protegerem" quando a covid-19 foi inicialmente vista como uma doença que afetava os mais velhos ou pessoas com "certos problemas de saúde" e pediu esse cuidado aos mais jovens.

"Os jovens têm uma grande oportunidade de reduzir a transmissão através de seus comportamentos. Eles devem ter em conta a responsabilidade que têm nesse sentido", realçou o epidemiologista.

Flamboyant




Flying above the sun



August 05, 2020

Movie lines V



via 
Priyesh Tripathi 

Movie lines IV




“We are not free in what we do, because we are not free in what we want. We can't overcome what's deep within us.”
— The Stranger, Dark.

(via the best movie lines)

Movie lines III



BoJack Horseman

Movie lines II



Bruce almighty

Movie lines



 The curious case of Benjamin Button (2008)

O Primeiro Encontro de Gadamer com Heidegger


O Primeiro Encontro de Gadamer com Heidegger

O meu primeiro encontro com Heidegger em Freiburg transcorreu de maneira extremamente estranha. Dirigi-me à sala na qual ele tinha o seu horário de atendimento e percebi que havia vozes na sala. Assim, retirei-me e fiquei esperando no corredor. Então, a porta se abriu e uma pessoa foi levada para fora por um homem muito pequeno de olhos pretos. Eu disse para mim mesmo: “Que pena, ainda tem alguém lá dentro”. E continuei esperando. Somente depois de um longo tempo procurei escutar de novo junto à porta, não ouvi mais vozes, bati e entrei. O pequeno homem moreno que não correspondia de maneira alguma às minhas expectativas era Martin Heidegger. Quando comecei a conversar com ele e vi os seus olhos, compreendi sem qualquer comentário que fenomenologia tinha alguma coisa em comum com a visão. Nesses olhos não havia apenas perspicácia penetrante, mas antes de tudo também fantasia e força intuitiva. Durou muito tempo até que aprendesse a desenvolver em mim, nos limites de minhas possibilidades, essa força intuitiva fenomenológica que se tornou hoje quase totalmente desconhecida. Naturalmente, passei a frequentar a preleção semanal de uma hora dada por Heidegger sobre ontologia, os pós-seminários oferecidos por ele sobre Aristóteles e sobre “Investigações Lógicas”, assim como o seminário sobre o livro 6 da “Ética a Nicómaco” e um seminário aos sábados sobre o escrito de Kant sobre a religião, organizado juntamente com Julius Ebbinghaus. Todos esses cinco cursos foram determinantes e inesquecíveis para mim.


— GADAMER, Hans-Georg. “Hermenêutica em Retrospectiva: Heidegger em Retrospectiva”, Vol. I. Rio de Janeiro: Editora Vozes, 2007, p. 11 e 12. Tradução de Marco Casanova.
Foto: Gadamer a esquerda e Heidegger, a direita.

via Martin Heidegger in Art

Citação deste dia



" Um livro autêntico não é jamais impaciente. Ele pode esperar séculos para despertar um eco vivificante."

Jorge Luís Borges















apontamentos

bocas da senhora ex-socas... ele-ó-ele

cancio.jpg



 

 

Acabo de comprar este livro sobre Salazar



Em pré-venda. Só chega em Setembro. Já passaram quase 50 anos do 25 de Abril e continuam todos com medo de fazer um ou vários estudos sobre o político que mais marcou o nosso século XX, o que mostra a fragilidade da democracia portuguesa que não aguenta visões díspares de pessoas e assuntos. Há uma censura velada sobre certas pessoas e assuntos. 
Nesse sentido, ainda bem que este autor não é português senão lá vinham os do costume chamar fascista ao homem. Por outro lado, um não-português terá, talvez, mais dificuldade em compreender os portugueses e alguns dos seus processos mentais.
Se há vantagem em deixar passar tempo sobre as figuras históricas para se ser mais objetivo, também há vantagem em não deixar passar demasiado tempo, para que os documentos e os testemunhos vivos não desapareçam todos.
Seja como for, a única coisa que li de Salazar, para além de alguns dos seus discursos e do livro daquela francesa que era amante dele às escondidas, foi o livro de Franco Nogueira, que é interessantíssimo, porque sabe muito pormenores do tempo em que foi ministro dele, mas por outro lado, sendo ele um grande admirador de Salazar, falta-lhe distância e imparcialidade.



Não sei bem o que pensar disto...



Estava aqui a ler os Caracteres de Teofrasto onde ele descreve as idiossincrasias pouco simpáticas de diversos tipos de pessoas, desde o arrogante ao sumítico e dou por mim a reconhecer-me em pequenas coisas numa data deles... mas não em todos, felizmente: o adulador, o distraído, o falso e outros afins são caracteres que me são estranhos.





Leituras pela manhã - do we really want access to one another’s unmediated thoughts?



A Zulu saying: Umuntu ngumuntu ngabantu, or ‘A person is a person through other people.’ This captures a subtle balance between individual and community. We are never sole individuals; nor are we mere cells in a slime mould. We are social beings first and foremost.

Mark Dingemansein, The space between our head - Brain-to-brain interfaces promise to bypass language.