July 20, 2020

Por que havemos de ser unicamente humanos?



Sou entre flor e nuvem,
estrela e mar. Por que
havemos de ser unicamente
humanos, limitados em chorar?
Não encontro caminhos fáceis
de andar. Meu rosto vário
desorienta as firmes pedras
que não sabem de água e de ar.


Cecília Meireles


A imagem pode conter: oceano, céu, planta, ar livre, natureza e água

Fotografia: adaavo - instagram

Praia das Bicas, Sesimbra

via Mar da Palha

Arquitectura da cor - optimismo e esperança





Architecture of Color: The Legacy of Luis Barragán
(1902 - 1988, Mexico)


Isto a mim choca-me




Parece que a professora Isa é a única que não gosta de ler...

Como é que uma professora que ensina as primeiras letras não gosta de ler? Iram-se os comentários nas redes sociais.
-----------------------------------

Como é que um professor pode ensinar sem nenhum entusiasmo por aquilo que ensina? Um professor que diz aos alunos que não gosta do que vai ensinar, desvaloriza a disciplina e, por consequência, desmotiva-os imediatamente. Tendo em conta que esta é uma professora da escola primária, isso ainda é mais sério, porque sendo mais velhos, portanto, menos dependentes do professor, os alunos podem aguentar muito bem um professor desmotivador, mas enquanto são muito novos imitam muito os educadores, de modo que isto faz mossa no entusiasmo e vontade de aprender dos alunos. 
Nem sequer percebo que um professor não goste de ler. 
Um professor define-se, em grande parte, pela vontade de aprender, de perceber e de passar essa necessidade e gosto aos alunos. Ora, se ele é o primeiro a não gostar de ler, como pode aprender e passar esse gosto aos alunos?
Se calhar é uma professora que não gosta de ser professora. Isso é o que não falta e não é ilegal: pessoas que não gostam da profissão que exercem e o fazem por necessidade de sustento e nada mais. Se calhar até são a maioria dos profissionais de todas as profissões. Mas se é esse o caso desta professora, não gostar da profissão, não devia dizê-lo nem mostrá-lo para não afectar os alunos, porque mesmo que se exerça uma profissão de que não se goste, deve-se ter profissionalismo e pode-se ter brio no trabalho.
Não me choca que uma pessoa não goste da sua profissão, choca-me a falta de profissionalismo.

Porque é que ninguém já compra jornais? Porque os jornalistas são microfones dos governos e para isso já basta a porcaria da TV



A decisão das escolas da Galiza (mais abaixo) é uma resposta aos sicofantas que pululam no jornal do governo e escrevem artigos à medida dos trumpistas do regime, como este: A banhos com a realidade - Muitos pais acham que o risco é aceitável perante o dano que é ficar em casa. Será que os professores não conseguem o mesmo? David Pontes

Muitos políticos achavam aceitável o risco com o BES... os jornalistas também achavam... vê-se no que deu o seu achismo...  muitos pais e articulistas acham aceitável o risco porque não trabalham nas escolas e nem sequer percebem os riscos. 

Penso que todos os professores, mais que estes articulistas que não sabem nada de educação, a não ser o que lêem nos jornais, nem académica nem empiricamente, percebem os riscos de os alunos ficarem em casa e querem regressar às escolas. Não querem é fazê-lo com o governo a recusar-se a promover e custear condições de segurança mínimas: recusam desdobrar as turmas para que se possam cumprir as distâncias mínimas entre alunos e entre eles e o professor, desencontrar horários, não dizem quem vai pagar as máscaras e viseiras (ou é do nosso salário congelado há 10 anos que vamos pagar 100 euros por mês, como pagámos a internet e os equipamentos informáticos no 3º período?), não dizem se vai haver pessoal nas escolas em quantidade para assegurar a desinfecção dos espaços, etc.

O contrato de professor não é um contrato de soldado e até esses, que se alistam para a guerra aceitando o risco de morte como parte do seu trabalho, têm armas para se defenderem. Não vão para o trabalho desarmados e à sorte, que é o que nos estão a pedir. E porque nos pedem isto? Para não gastar dinheiro com a educação. Há sempre dinheiro para muita coisa mas nunca para a escola pública. 

Porque é que não tenho respeito nenhum por este articulista ignorante? Porque em vez de chamar cobardes aos professores, que é o que está a fazer, podia usar o espaço de um jornal nacional para chamar a atenção para a falta de condições das escolas e para o facto de governos sucessivos desprezarem a educação e a usarem apenas para poupar dinheiro e cozinhar tabelas de sucesso. Mas para isso era preciso haver substância entre as duas orelhas.


Na Galiza:

Directivos de colegios públicos rechazan el protocolo de la Xunta contra el covid por falta de medios

La dotación de medios económicos y de personal que establece a Consellería de Educación en el protocolo contra el covid-19 para el inicio del próximo curso escolar «é nula». El colectivo que aglutina a los equipos directivos de los colegios de enseñanza pública (Fegadicep) ha mostrado su rechazo a las medidas presentadas y de aplicación desde septiembre porque, junto a las deficiencias presupuestarias y de personal, entiende que la Administración gallega «trata de derivar as responsabilidades aos equipos directivos e ao profesorado».

Fegadicep se refiere a que los docentes comenzarán la actividad educativa sin que se concreten las dotaciones necesarias en lo que se refiere a las medidas de protección que recomiendan tanto el Ministerio de Sanidad como la OMS. El protocolo aconseja el uso de mascarillas e incluso pantallas protectoras, pero no se especifica si habrá remuneración para ello.

Otro aspecto que preocupa a los directivos se refiere al cumplimiento de las medidas de higiene. El documento, aseguran, no concreta si habrá asignación de personal específico para ello. Se trata, insisten, de un servicio que, en los centros de infantil y primaria prestan los ayuntamientos, que son los que contratan estos servicios. Se preguntan si van a ser las propias empresas quienes amplíen sus plantillas para limpiar los aseos tres veces al día o si, por el contrario, será el profesorado quien deba encargarse de ello. Un extra que hay que planificar también en el caso de que se detectase algún alumno o trabajador con síntomas de haber contraído el coronavirus. «Preténdese que sexa o profesorado quen limpe os espazos e material utilizado polo alumnado? Quen realiza a tarefa de limpeza do material?», se preguntan.

Tampoco se podrá cumplir la normativa en materia de distancia de seguridad en las aulas para infantil y primaria. Argumentan que las clases no tienen capacidad suficiente para separa los pupitres o para albergar a los niños de la primera etapa educativa, pues, en este caso comparten mesas comunes, sostiene Fegadicep.

La falta de renovación de equipos informáticos ya obsoletos impedirán, en el caso de que hubiese que poner en práctica de nuevo la formación telemática, que los docentes puedan normalizar esta modalidad porque, insiste el colectivo, ya han tenido que afrontarlo con medios propios.

Además, recuerdan que mantener el servicio de comedor implicaría más colaboradores y servicio de limpieza extra habida cuenta de que habría que desdoblar más turnos para los comensales. Tampoco creen operativo el transporte escolar, ya que es compartido por alumnado de distintas etapas y no resultará factible mantener las distancias de seguridad necesarias.

En definitiva, los equipos directivos integrados en la asociación, entienden que el protocolo presentado por la consellería «denota o descoñecemento do funcionamento interno dos centros e pretende desenvolver o vindeiro curso con total normalidade e a custe cero primando a función conciliadora dos centros educativos», por lo que de iniciarse la actividad académica en estas condiciones será, a su juicio, inviable en muchos casos, y «verase minimizada».

Diário de bordo



Dia de trabalho: editar (continuar) o livro/sebenta que fizemos, eu e a turma do 12º ano. Já vai atrasado... entre a cena de estar às escuras por causa das obras da fachada do prédio e as maleitas que não me deixam em paz (a minha sorte é que encontro ex-alunos em todo o lado. Na sexta, assim que entrei lá no hospital dei de caras com a I. que foi aluna há 3 anos. Veio logo ajudar-me) atrasei-me bastante. No problem... resolvi não tomar o medicamento que me deixa zombie e como estou motivada para este trabalho, hoje adianto isto.

“The master is a beginner that never gave up.”
― Avina Celeste

Afeganistão: mais uma traição do Ocidente



Há poucos dias vi uma entrevista a um dos líderes dos Talibãs na Al Jazeera. Foi só propaganda e mentiras. A certa altura o entrevistador perguntava-lha sobre os direitos das mulheres. Ele respondeu que são a favor da total liberdade das mulheres, mas sempre dentro da lei da Sharia. Dizia, 'o que se vê lá fora passar-se com as mulheres, aqui nunca se passará. Já tivemos uma mulher a trabalhar no aeroporto e outra no ministério da administração interna. Já chega. Esta é a nossa cultura e é esta a liberdade que as mulheres podem ter.' Portanto, eles gabam-se publicamente de não ligarem um átomo à Carta dos Direitos Humanos e terem intenção de tratar as mulheres como escravas, mas o Ocidente resolveu vir dali embora fazendo acordo com eles e não quer saber do caos que lá deixa.



Kabul-based Twitter user Ejaz Malikzada, 26, said the message had gained traction as Afghan social media users sought to remind foreign powers not to sacrifice achievements on human rights made in the last few decades.
“By participating in this hashtag I want to tell those foreigners who insist on starting peace talks in Afghanistan, they have ignored or forgotten the crimes and violence committed by the Taliban against Afghan people,” he said.
Though millions of Afghans have no access to Twitter, for many, social media movements allow people to voice their concerns and share their grief from remote parts of the country.
The Taliban has carried out attacks that have killed thousands of civilians around the country as they waged an insurgency since their ouster from power.

During their 1996-2001 rule they enforced their strict interpretation of Islamic law under which women were barred from education or leaving the house without a male relative.

Isto dói porque é tudo verdade



Acima de tudo, muita arrogância, falta de visão e políticas de cortes nos serviços públicos. O pior é que, mesmo com o que sabemos hoje acerca dos efeitos catastróficos dos cortes nos serviços públicos -sobretudo para beneficiar o sector financeiro- eles vão continuar, exactamente pelas mesmas razões: arrogância e falta de visão.


Europe Said It Was Pandemic-Ready. Pride Was Its Undoing.
NYT

The coronavirus exposed countries’ misplaced confidence in faulty models, vaunted health systems and their own wealth.
Europe’s downfall presaged the chaos in the U.S. Now it is grappling with how a continent considered among the most advanced failed so miserably.

LONDON — Prof. Chris Whitty, Britain’s chief medical adviser, stood before an auditorium in a London museum two years ago cataloging deadly epidemics.

From the Black Death of the 14th century to cholera in war-torn Yemen, it was a baleful history. But Professor Whitty, who had spent most of his career fighting infectious diseases in Africa, was reassuring. Britain, he said, had a special protection.

“Being rich,” he explained.

Wealth “massively hardens a society against epidemics,” he argued, and quality of life — food, housing, water and health care — was more effective than any medicine at stopping the diseases that ravaged the developing world.

...
Barely a month later, the continent was overwhelmed. Instead of providing aid to former colonies, Western Europe became an epicenter of the pandemic. Officials once boastful about their preparedness were frantically trying to secure protective gear and materials for tests, as death rates soared in Britain, France, Spain, Italy and Belgium.

Many European leaders felt so secure after the last pandemic — the 2009 swine flu — that they scaled back stockpiles of equipment and faulted medical experts for overreacting.


But that confidence would prove their undoing. Their pandemic plans were built on a litany of miscalculations and false assumptions. European leaders boasted of the superiority of their world-class health systems but had weakened them with a decade of cutbacks. When Covid-19 arrived, those systems were unable to test widely enough to see the peak coming — or to guarantee the safety of health care workers after it hit.

European Union checks of each country’s readiness had become rituals of self-congratulation. Mathematical models used to predict pandemic spreads — and to shape government policy — fed a false sense of security.
...

Held in high esteem for its scientific expertise, Europe, especially Britain, has long educated many of the best medical students from Asia, Africa and Latin America. On a visit to South Korea after a 2015 outbreak of the coronavirus MERS, Dame Sally Davies, then England’s chief medical officer, was revered as an expert. Upon her return home, she assured colleagues that such an outbreak could not happen in Britain’s public health system.

Now South Korea, with a death toll below 300, is a paragon of success against the pandemic. Many epidemiologists there are dumbfounded at the mess made by their mentors.

...
“They thought they could be more clever than other countries,” said Prof. Devi Sridhar, an epidemiologist at the University of Edinburgh. “They thought they could outsmart the virus.”

Sir David King, a former British chief science officer, said, “The word ‘arrogance’ comes to mind, I am afraid.” He added: “What hubris.”

...
Some experts now say Europe learned the wrong lesson from the swine flu.

“It created some kind of complacency,” said Prof. Steven Van Gucht, a virologist involved in the Belgian response. “Oh, a pandemic again? We have a good health system. We can cope with this.”

It also coincided with Europe’s worst economic slump in decades. French legislators were furious at the cost of buying millions of doses of vaccines and faulted the government for needlessly stockpiling more than 1.7 billion protective masks.
To cut costs, France, Britain and other governments shifted more of their stockpiles to “just in time” contracts. Health officials assumed that even in a crisis they could buy what they needed on the international market, typically from China, which manufactures more than half the world’s masks.

By the start of 2020, France’s supply of masks had fallen by more than 90 percent, to just 150 million.

“The idea of a government warehousing medical supplies came to seem outdated,” said Francis Delattre, a French senator who raised alarms about dependence on China. “Our fate was put into the hands of a foreign dictatorship.”

“France has a superiority complex,” Mr. Delattre added, “especially when it comes to the health sector.”


European health officials recognized the vulnerability of national stockpiles. In response, the European Union in 2016 solicited bids to build a continent-wide repository. But the initiative fizzled because Britain, France and other large countries thought they had the situation covered. Belgium later destroyed tens of millions of expired masks from its own stockpile and never replaced them.
...
The Doctors’ Association UK, an advocacy group, later said it received more than 1,300 complaints from doctors at more than 260 hospitals about inadequate protective equipment. At least 300 British health workers eventually died after contracting Covid-19.

“We worry that some died because of a lack of personal protective equipment,” said Dr. Rinesh Parmar, the group’s chairman. “It was very shortsighted to think that supply lines would continue to China.”
...
In Belgium, a shortage of masks became so desperate that King Philippe personally brokered a donation from the Chinese tech company Alibaba.
...
In France, President Emmanuel Macron tacitly acknowledged the depletion of the government’s stockpile at the beginning of March by requisitioning all the masks in the country.

But he still insisted France was ready. “We are not going to stop life in France,” his spokeswoman assured radio listeners. Ten days later, Mr. Macron declared a state of war and ordered a strict lockdown.


The British scientists and officials nonetheless thought they knew better than other countries like China and South Korea.

Much of northern Italy was already locked down.

Testifying that day before a parliamentary committee, Professor Whitty, the chief medical adviser, was steady and comforting. Slightly hunched over a table in a small hearing room, he told lawmakers to place their trust in Britain’s modelers.


They were “the best in the world,” he said. “We will be able to model this out, as it starts to accelerate, with a fair degree of confidence.” ... Mr. Johnson was even more sanguine. “It should be business as usual for the overwhelming majority of people,” he said that day in a television interview.
...
Britain, Spain, Belgium, France and Italy have now reported some of the highest per capita death tolls in the world. More than 30,000 people have died in France, and Mr. Macron has admitted his government was unprepared.

“This moment, let’s be honest, has revealed cracks, shortages,” he said.
...After 44,000 coronavirus deaths in Britain, officials continue to defend their actions. ... Several scientific advisers have sought to distance themselves from his policies.

Professor Ferguson said in an interview that the decision not to intervene earlier was made by the government and health officials — not the modelers.


Other scientists say the intensive care reports in early March should have been reason enough to lock down without waiting for more testing or models. But there is another lesson to learn, said Dr. André, who spent years fighting epidemics in Africa before advising Belgium on the coronavirus.

“They keep on telling countries what they should do, very clearly. But all these experts, when it happens in your own countries? There’s nothing,” he said.

“One lesson to learn is humility.”


Trump has no philosophy



...

DER SPIEGEL: Trump, though, has similar conflicts with a number of other world leaders. Could it be that he simply has a problem with women?

Bolton: I do think that is a factor. But he has a problem with a lot of democratically elected leaders, male or female
. He seems to have better relations with authoritarian figures than with many who are elected in democratic countries.

DER SPIEGEL: How would you explain that?

Bolton: Part of Trump's difficulty with international affairs is his lack of any philosophical basis.
He has no philosophy. That was a complicating factor across the board. I am a conservative Republican. He is not. But he's not a liberal Democrat either.

...

DER SPIEGEL: Why does Trump show no interest in cooperation with America's long-time partners?

Bolton: There is a constant effort by political commentators in the U.S. and Europe to understand Trump or to define a Trump Doctrine. Stop wasting your time! There isn't any Trump Doctrine. The decision you get in the morning on an issue could be different in the afternoon, largely dependent on political considerations.
He is primarily interested in his reelection. [aren't they all?]

...

DER SPIEGEL: Will Germany and the rest of Europe have to be responsible for their own national security and defense in the future?


Bolton: Europe should view Trump as an anomaly in American politics. What Trump does is not a policy, and because it doesn't reflect a philosophy, it is not going to be that hard to get back to normal.


--------------------------------------------------------------

Estou de acordo com tudo menos com a conclusão. Não me parece que se possa ver Trump como uma anomalia, daqui para a frente. Se Trump ganhar as eleições, o segundo mandato dele será pior, agora que já está muito à vontade no cargo. Como os EUA são uma espécie de bússola que organiza os interesses no planeta, os regimes autoritários vão sentir-se mais fortes e serão mais ousados. Isso deixa de ser uma anomalia para passar a ser a norma. Se perder, Biden vai desfazer o que ele fez e daí para a frente arriscamo-nos a que cada presidente eleito do partido contrário desfaça o que o outro fez, à maneira do que se passa cá no rectângulo com os ministros da educação que assim que são eleitos vão logo desfazer tudo o que o anterior fez e com essa política mantêm as escolas num constante desequilíbrio, desde que a Lurdes Rodrigues, uma espécie de Trump da educação, esteve na pasta. A anomalia que ela foi tornou-se a norma que todos imitam.
Seja de uma maneira ou de outra, as consequências de Trump ter sido presidente dos EUA não desaparecem. É muito difícil travar forças de entropia uma vez postas em movimento. 

Tingidos de sangue



Jessie Arms Botke , (1883 - 1971) Demoiselles Cranes and Lotus, 1934

there's more than one kind of revolution




Perguntas





July 19, 2020

Almost there



Bather. Salvador Dali. 1924.

Tomorrow...




Deixa ver, se o homem tivesse morto a mulher em Beja já não era condenado?



Dantes os jornais empregavam jornalistas que sabiam escrever. Just saying...

Homem condenado a 20 anos de prisão por matar ex-mulher em Braga

Great advice - think like a tree




Free falling



É mais ou menos isto. Estou completamente drogada. Sexta fui parar à urgência do hospital. Um dos medicamentos que me passaram faz náuseas e sensação de cansaço extremo, o outro põe-me KO em 5 minutos. Só durmo. Nem consigo raciocinar.












By Sam Jack Gilmore

Time




Topos II



photo by Jay Maisel



Topos




Lucio Fontana
Concetto spaziale, Attese, 1968
waterpaint on canvas

July 17, 2020

Migalhas deixadas para trás



Aqueles edifícios em que nenhum fotografia consegue reproduzir o ambiente e atmosfera que se sente quando estamos no seu perímetro, mesmo antes de termos entrado lá dentro.

by by.ManuTony 24