O crescimento destes grupos de religiosas alucinadas advém directamente dos grupos de alucinados extremistas woke que defendem o fim dos direitos das mulheres, a pedofilia camuflada em cuidar da identidade sexual de crianças, etc. O jornal chama-lhes conservadoras de extrema-direita mas, no seu afã de dizer mal do Chega, falha em notar que são iguais aos extremistas de esquerda que defende constantemente nas suas páginas, em tudo, excepto no nome. Umas e outras podiam perfeitamente fazer parte da polícia dos costumes do Irão: a mesma energia, os mesmos métodos, o mesmo objectivo: a submissão das mulheres a grupos de homens com base numa ideologia/religião de versão obscurantista - umas com a máscara da virtude da inclusão, outras com a máscara da virtude da resistência a um movimento de perversão de valores tradicionais. Este é um dos jornais que promove o extremismo obscurantista woke que defende o fim dos direitos das mulheres, mas ainda não acordou para o seu obscurantismo e só o vê nos outros.
Rita Matias foi entrevistada pela influenciadora brasileira Lorena Gato, que vive em Portugal e se define nas redes sociais como "Embaixadora do Reino de Deus - vivendo contra a cultura do mundo. Sabedoria feminina, fé e relacionamento".
A brasileira esteve em Portugal no evento de pré-lançamento e gravou vários vídeos. "Tudo que a mídia apresenta, o que é apresentado na escola, nos livros, é uma imagem de opressão que não corresponde aquilo que eu e tu vivemos na nossa vida. Nós queremos conservar o amor, as famílias saudáveis, nós queremos conservar a nossa identidade de podermos ser mulheres, de podermos ver homens com orgulho de ser homens", disse a deputada do Chega à influenciadora.
Outra brasileira que integra o movimento é Juliana Marques, que é "psicanalista, mentora de feminilidade e relacionamentos", de acordo com a bio no Instagram. Juliana afirmou que "há muito tempo eu não participava de um evento com tanto propósito, com tanta entrega, com tanto transbordo que a gente sentir aquela vontade de querer continuar de quase gritar yes, era isso que tava [tava? Do verbo tavar? A jornalista não sabe traduzir discurso oral em escrita?] faltando", disse.
Diário de Notícias
