O pior ministro logo a seguir à Rodrigues que perseguiu professoras grávidas, que só sabia dizer mal de professores, interferir no trabalho e anquilosar tudo. As piores medidas que estragaram a qualidade e o rigor da educação vinham todas assinadas por ele. Transformou a escola numa validação de afectos. E o que dizer da sua relação com os sindicatos? Ele fez exactamente o mesmo que este ministro: transferiu para os professores e sindicatos as consequências das suas decisões. Se ele pudesse tinha ilegalizado manifestações, greves, tudo. É um hipócrita e um sonso e vê-lo aqui a defender professores e sindicatos faz-me rebolar a rir. Porque no te callas?
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d) Procurar bodes expiatórios ou teorias da conspiração. Não foram os professores classificadores que resistiram à mudança. Se dúvidas houvesse de que os professores se adaptam, recuemos a março de 2020 quando fizeram das tripas coração para se adequarem ao desconhecido imposto pela pandemia. Não são os sindicatos. Já houve anos mais complicados, com greves a pairar sobre épocas de exames ou grande turbulência social, e isso não gerou desconfiança sobre a qualidade das notas ou alterações ao calendário. Não foram os serviços do Ministério da Educação. Trabalhei com centenas de técnicos e professores dos serviços e sei que não há nenhuma máquina a boicotar ministros, nem este nem outros. Há dedicação e um esforço imenso para responder às orientações políticas. Não foram os diretores que dão a cara todos os dias (eleitos, não nomeados). Não foi o Governo anterior, cujo projeto de desmaterialização de provas (não isento de problemas) foi descontinuado para se investir neste modelo de digitalização de provas em papel. Pela minha parte, estarei disponível para esclarecer sobre o que foi feito nos Governos que integrei –(...)- João Costa Expresso




