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Por isso foi importante que cerca de 600 pessoas tivessem feito uma caminhada-protesto de Setúbal até à Comenda no dia 21 de Junho, que juntou cidadãos de vários pontos do país e turistas estrangeiros.
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Por isso é importante que mais pessoas adiram à nova caminhada-protesto neste domingo, 19 de Julho (10h, frente ao restaurante Restinguinha, à saída da cidade), com piquenique comunitário e o objectivo de se criar um cordão humano.
Os promotores da acção — Maria Prata (Reabrir a Galé), Viriato Soromenho Marques (professor e ambientalista), Dunas Livres, Daniela Rodrigues (Bloco de Esquerda, Setúbal) — “exigem”: “Fim da impunidade dos novos donos da Comenda pelas agressões e intimidações ao Parque Natural da Arrábida e à população, (...)
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Depois de várias notícias e tomadas de posição de alguns organismos públicos e até do Governo, estranha-se o silêncio do Parque Natural da Arrábida, do Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas e da Administração dos Portos de Setúbal e Sesimbra, SA. Será que o assunto não lhes diz respeito?
Em vários países, como Albânia, Itália, Grécia, Espanha, Turquia, empreendimentos turísticos tentam restringir cada vez mais o acesso às praias apenas a quem tem poder económico. Os cidadãos estão a mobilizar-se para impedir que isso aconteça. Lutam pelo que lhes é devido. Façamos igual.
Rita Pimenta in Arrábida: tudo o que é belo não é para vender
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Esta senhora que escreve este artigo inflamado é copydesk do Público e escreve sobre assuntos de família e estilo de vida. Excepto quando lhe pedem para ser megafone do BE.
O assunto das 5 praias da Arrábida que a Herdade da Comenda quer para si está em tribunal. A Câmara de Setúbal já votou contra a privatização das praias e a favor de uma série de iniciativas legais para a impedir. Aliás, quando os donos vedaram partes da propriedade que incluem caminhos públicos foi a acção da Câmara que fez reverter a situação. Apesar de saberem isso, na semana passada o Expresso trazia um artigo do BE a dizer que a Câmara de Setúbal estava feita com o capitalismo para prejudicar o povo.
Este artigo fala como se todos estivessem desinteressados menos o BE, promotores da iniciativa de fazer caminhadas e gritar nos jornais. A caminhada anterior, como aqui é dito, juntou 600 pessoas, a maioria, pelos vistos, turistas portugueses e estrangeiros. Já não têm militantes.
Querem fazer barulho para dar nas vistas porque estão moribundos e na AR já não têm nenhuma influência. E porquê? Por causa deste MO. São como o PCP. Têm uma cassete que despejam, mas quando têm poder para ajudar não o fazem. A Câmara de Setúbal esteve anos nas mãos do PCP. O que fez o seu Presidente? Nada. Disso esta gente não se queixa. Só gritam quando as pessoas se fartam e vão votar em outros a ver se melhoram a sua vida. Como se pode dar alguma credibilidade a estas pessoas?
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