I’m disappointed… That I didn’t find this for over three weeks. The reading of Epstein atrocities every day. pic.twitter.com/zQGWweeFzD
— MAGA Cult Slayer🦅🇺🇸 (@MAGACult2) April 9, 2026
I’m disappointed… That I didn’t find this for over three weeks. The reading of Epstein atrocities every day. pic.twitter.com/zQGWweeFzD
— MAGA Cult Slayer🦅🇺🇸 (@MAGACult2) April 9, 2026
We need a social revolution to make women feel safer
— John Cleese (@JohnCleese) April 9, 2026
Many women do not feel safe
We must do something about it https://t.co/WxzsMQEtGA
"My mum reported me missing. The call operator said she wasn't allowed to describe them as Asian males - and that she should be glad I was learning a different culture."
— Andrew Gold (@AndrewGold_ok) April 2, 2026
Fiona Goddard was abused for five years while the police watched.
This is her story 👇 pic.twitter.com/BpV3QDSuiP
O coração do Islão não é nenhum Deus mas sim é a escravatura das mulheres. A esquerda quer importá-los.
Dear Feminists,
— Mr. Star Spangled MAGA (@4thOfJuly365) March 24, 2026
This is called Forced Marriage. pic.twitter.com/z5li69eR13
Sweden’s Minister of Environment, the 30-year-old Swedish-Iranian Romina Pourmokhtari, lectures some progressive journalists about the cruel nature of the Islamic regime in Iran.
— Visegrád 24 (@visegrad24) April 9, 2026
She says the Islamists there have legalized child marriage and mutilate women before executing them. pic.twitter.com/98T3pt785A
A esquerda quer importar esta 'cultura'.
22-year-old woman in burqa brutally beaten by group of men in Rabat village, Takhar Province, Afghanistan. This is Islam.
— Defend the West (@real_DefendWest) April 9, 2026
Thoughts?pic.twitter.com/Jl5NtwpYtb
Aqui há umas semanas, depois de Orban ter mandado raptar ucranianos e roubar os valores que transportavam e pertencem à Ucrânia, e ainda ameaçar a Ucrânia, a UE pregou um raspaste público a Zelensky por ele ter dito que podia dar o endereço de Orban aos militares ucranianos. Fiquei chocada. Não com a resposta de Zelensky mas com a reacção da UE. A lealdade e defesa dos parceiros da União não pode ser incondicionada, pois nesse caso não somos parceiros mas um gang. A Ucrânia está a defender a Europa da Rússia, Orban está a laborar para a destruição da UE e da Ucrânia. Quem é que aqui é nosso parceiro? Porque é que a UE tem sempre desculpas para encaixar a traição de Orban e é lesta a passar reprimendas a quem nos defende? A Ucrânia está a defender-se de uma guerra. Não é uma guerra de computador ou uma guerra virtual, é uma guerra onde todos os dias morrem pessoas, civis, crianças, onde a vida está um caos, cidades inteiras desapareceram. Alguém imagina Berlim e Hamburgo desapareceram, em escombros? Paris ou a Cote D'azur serem apenas pó e lama? Estocolmo? Veneza? Orban está do lado do inimigo a congeminar a queda de Zelensky e da Ucrânia. Mas a UE não se vê como uma cópia de Trump quando adopta as estratégias de humilhação dele em relação a Zelensky? Se Orban está cada vez mais afoito na defesa de Putin contra a UE e contra a Ucrânia é porque a UE deixa-o fazer o que quer e como quer. Numa situação de guerra é preciso agir rapidamente para anular as forças de bloqueio e de destruição. E Orban é a principal na UE.
The newly leaked audio of Péter Szijjártó taking direct orders from Sergey Lavrov is completely indefensible.
— Joni Askola (@joni_askola) April 8, 2026
This is a clear case of treason against his own country and Europe.
He needs to stand trial and be judged for selling out to Moscow https://t.co/oA9PCwIgco
Qual é a diferença entre o seu discurso e o de Alice Weidel? E qual é a diferença entre os discursos destes dois e o de Trump? Nenhuma diferença. Ele não se dá conta do ridículo que é falar contra Trump e a direita imperialista e depois repetir palavrinha por palavrinha as palavras de Weidel e de Trump quanto à Rússia, pondo-se no ponto de vista imperialista daqueles dois? O que tem mais piada é ele ter escrito um livro sobre tecno-feudalismo e apresentar-se com o discurso da extrema-direita de apoio a Putin, o Warlord, e à sua visão de imperialismo feudal.
Yanis Varoufakis is a recurring guest commentator on the BBC.
— Vatnik Soup (@P_Kallioniemi) April 8, 2026
Here he is being interviewed by Russian state media RT and blaming Europe, not Russia, for the “forever war” in Ukraine. pic.twitter.com/r1ROefg5nc
O oposto não é verdade.
BUDAPESTE, 7 de abril (Reuters) – O vice-presidente dos EUA, JD Vance, criticou duramente na terça-feira o que classificou de «vergonhosa» interferência da União Europeia nas eleições da Hungria, ao mesmo tempo que manifestou abertamente o seu apoio ao primeiro-ministro Viktor Orbán, um aliado próximo tanto do presidente Donald Trump como do presidente russo Vladimir Putin, poucos dias antes da votação.
O juiz do caso do médico Gerhardt Konig que planeou matar a mulher numa caminhada em Honolulu está há 20 minutos a dar instruções ao júri com definições legais pormenorizadas e complexas. Não é possível que se lembrem daquilo tudo e mesmo que depois tenham acesso ao documento, são dezenas de páginas com pormenores legais... Há quem tenha muita fé no próximo.
https://www.youtube.com/watch?v=_30jalCTggw
A minha aposta é que o júri leve 2 horas a declarar-lo culpado de todas as acusações. Há tanta prova contra ele, mas tanta... e a história dele é ridícula e contrária a todas as evidências que corroboram o testemunho da mulher dele, que ele planeou, matar pela razão de que não querer os custos de um segundo divórcio também com dois filhos, com mais outra pensão alimentar, etc.
De facto, é verdade aquela frase de que os homens têm medo de que as mulheres se riam dele mas as mulheres têm é medo de que eles as matem, que foi o que este tentou fazer e se não fossem as duas enfermeiras apanharem-no no acto, era mais uma morte 'acidental' e um marido inconsolado...
Hoje é o último dia. O advogado de acusação fez as suas alegações finais. Foi muito bom a partir das evidências para o plano e não o contrário. Agora está o advogado da defesa a fazer alegações. Está em modo desesperado a tentar levantar dúvidas razoáveis à enorme quantidade de evidências. E fá-lo mal. Não é convincente.
por beatriz j a, em 07.04.09
Quatro atletas e um emplastro. Onde está o emplastro?
Yanis Varoufakis is at a conference in Moscow dancing to a sonf in which the only words are “Yanis Varoufakis.”
— Visegrád 24 (@visegrad24) April 6, 2026
This is the man who has been lecturing Western leader for years, accusing them of having an immoral foreign policy. pic.twitter.com/cuENO3Z6jq
Isto é como Trump querer a ajuda da UE ao mesmo tempo que manda o Vancing Queen à Hungria apoiar Orban a minar a UE.
🚨ZELENSKYY: Many nations want to partner with Ukraine now, but we will work only with those, who support our sovereignty, independence, and respect our people.
— Kateryna Lisunova (@KaterynaLis) April 6, 2026
“Many different nations now want to partner with Ukraine on security, but we're open to working with all who support… pic.twitter.com/q5uq72U8eO
Algumas turmas requerem que o professor trabalhe incansável e constantemente, com determinação, na imposição de regras de convivência comum e na gestão de expectativas, apenas para chegar a um nível de comportamento mínimo aceitável de respeito (uns pelos outros e pelo professor) dentro da sala de aula (sem o qual nenhuma experiência de aprendizagem é possível), nível esse de que outras turmas partem naturalmente sem grande esforço.
Às vezes, nessas turmas completamente impreparadas para a aprendizagem académica, onde uma parte grande do tempo é passado a educar e regular as competências sociais dos alunos, têm lá um aluno excepcional, do ponto de vista académico e também pessoal. São alunos cujo potencial nunca será plenamente desenvolvido, nem de perto nem de longe, naquele contexto. Têm excelentes notas, sim, mas fazendo o mínimo pois estão numa turma onde se trabalha para conseguir chegar ao mínimo. Se estivessem em outra turma onde o mínimo dos mínimos é o máximo dos máximos da sua, teriam outro nível de aprendizagem e de oportunidades futuras. A injustiça dessa situação chega a causar maior stress que a gestão da turma com essas características descritas.
Já quando entram no secundário, alunos que vêm com classificações de 5 a todas as disciplinas mostram, muitas vezes, falhas ao nível do pensamento analítico, organização conceptual, gestão de expectativas, etc. Quando falamos com os seus professores anteriores, dizem-nos, 'essa aluna/o estava numa turma tão má, com um comportamento tão mau, cheio de problemas disciplinares que nem sei como conseguiu manter-se focada apesar de tudo.' Como geralmente os alunos potencialmente excelentes não estão em turmas assim tão más, esse prejuízo nota-se menos, mas existe. Se depois entram numa turma de comportamento e preparação académicas normal, rapidamente ajustam as suas expectativas e progridem, mas se entram numa das outras turmas, estragam ali o potencial do seu futuro. Isto custa muito ver acontecer.
É por isto que hoje-em-dia muitos pais, podendo, tiram os filhos da escola pública. Não estão dispostos a que os filhos sejam cobaias em experiências sociais onde se junta tudo ao molho e à balda nas mesmas turmas com o pretexto ideológico da pseudo-inclusão.
O sistema educativo público existe, não apenas para introduzir as crianças e jovens na sociedade portuguesa (cultural, laboral, etc.) mas também para que possam evoluir nas suas potencialidades globais e interesses, enquanto pessoas. Queremos que a educação pública seja um canal de equidade social, onde os menos favorecidos social e economicamente possam ter acesso a uma aprendizagem que se traduza depois em oportunidades. Só que isso não é possível no modo como a escola está organizada, que é aritmeticamente: dividir o número de alunos por x turmas de x alunos cada, indiferenciadamente, incutir-lhes a ideia de que devem ir todos para a universidade, estudem ou não estudem, venham ou não às aulas, etc.
Uma maioria de alunos não gosta do estudo e não o pratica (aliás com o apoio dos pais que se queixam de ter de acompanhar os filhos no estudo). Tudo que tem que ver com estudar, com compreender conceitos abstractos, fundamentos teóricos, é um sacrifício enorme tirado a ferros. Sempre foi assim, só que agora piorou com as redes sociais e o mundo digital de um contínuo entretenimento como ideal de vida, que os forma como seres intelectualmente passivos, o que é oposto do que devem ser academicamente.
Portanto, estou de acordo em:
1º- Refazer os cursos profissionais. Muitos alunos que definham em cursos de prosseguimento de estudos e que irão engrossar o número dos nem-nem, prosperam em cursos profissionais. Temos falta de trabalhadores em muitas áreas, temos alunos que seriam bons num curso desses, mas dada a organização do sistema, estão em turmas de prosseguimento de estudos a fazer quase nada e, pior, a sabotar as oportunidades dos alunos que querem estudar;
2º - Os alunos deviam ser divididos, a partir de uma certa idade e consoante o seu percurso escolar até então, em alunos 'de desempenho Proficiente' e alunos 'de desempenho Avançado'¹. Esta classificação poria alunos em turmas de nível diferente, com expectativas diferentes quanto ao tipo de curso a seguir - resguardando sempre a possibilidade de um aluno num percurso poder passar do nível proficiente para o nível avançado se alterasse o seu nível de desempenho.
Esta prática permite não sacrificar os alunos com maior potencial de aprendizagem avançada no altar da inclusão fictícia, permite orientar alunos que nunca passarão do nível proficiente para cursos mais adequados às suas competências, permite que estes alunos sintam a escola como útil às suas aspirações de vida prática e, em geral, permite à própria educação pública cumprir o seu desígnio.
Muito são contra esta ideia alegando que no tempo de Salazar quem ia para essas escolas eram os alunos pobres e que agora iria acontecer o mesmo mas, na realidade, há imensos alunos com muito potencial entre os economicamente desfavorecidos cuja inclusão em turmas de alunos desinteressados no conhecimento e no estudo, são o maior obstáculo ao seu desenvolvimento e ao acesso a oportunidades que podiam ter. Alguns são alunos que nem sabem ainda o potencial que têm para o estudo, de tal maneira andaram sempre em turmas onde só se pode trabalhar para os mínimos. São sacrificados no ideal da igualdade, que não existe.
As pessoas não são iguais. Existem num largo espectro de interesses e capacidades teóricos e/ou práticos. Qualquer professor que trabalhe com alunos numa escola, onde apanha de tudo, sabe isto perfeitamente e a ideia de que, se os professores forem bons todos os alunos passam a querem estudar e aprender é um mito de efeitos castradores para muitos alunos: os que se interessam pelos conhecimentos e não conseguem progredir em turmas de desinteressados e os desinteressados no estudo que não conseguem tirar utilidade da escola num curso prático para o qual estão vocacionados.
Porém, como a seguir ao 25 de Abril a esquerda rotulou os cursos profissionais como fascistas e descriminadores -o que se percebe, à época- esses cursos nunca mais se livraram do rótulo de cursos discriminatórios. É uma pena. Este ano tinha um aluno numa turma de prosseguimento de estudos a fazer nada, desinteressado de tudo. Ainda no 1º período mudou para um curso profissional. Está contentíssimo e com boas notas. O professor de matemática, que dá aulas a ambas as turmas, diz que ele nem parece o mesmo. Já tem um estágio acordado para o ano que vem e está entusiasmado.
Os alunos são pessoas reais, não são entidades abstractas, categorias de ideologias em disputa. Se queremos resolver os problemas temos que olhar os factos e partir daí.
É claro que os cursos universitários também teriam de reorganizar-se. Neste momento, a maioria dos cursos universitários, por conta da mediocridade da escola pública e da degradação da própria universidade, já não serve o seu propósito de avançar o conhecimento para benefício de todos (veja-se o ataque à ciência fundamental²) e dedica-se apenas a treinar alunos a ter acesso a profissões onde possam fazer muito dinheiro.
Não digo que estes cursos de ensinar a ganhar dinheiro devem acabar, mas digo que deve haver, nas universidades, uma divisão, a certa altura do percurso do alunos, entre os que querem esse tipo de curso e os que querem avançar o conhecimento porque uns e outros requerem estudantes diferentes, com interesses e perfis diferentes.
------------------² - A visão constante dos políticos é a de que temos de investir apenas em tecnologia, apesar de termos uma ou outra universidade excelente na investigação de ciência fundamental (da qual depende a tecnologia), como podemos ler aqui nesta notícia do Público: Trabalho desenvolvido no Técnico premiado pela Sociedade Europeia de Física. “no panorama europeu, este historial coloca o IPFN, o IST e a Universidade de Lisboa em segundo lugar em número de distinguidos com este prémio, apenas atrás da Universidade de Oxford”, com a atribuição deste prémio a Pablo Bilbao a constituir “não só um reconhecimento individual de excelência, mas também um testemunho da força e continuidade da escola de física de plasmas em Portugal”.