Os ingleses levaram tanto tempo a falar contra as violações de raparigas inglesas com medo dos islamitas e medo de serem cancelados pela esquerda que agora que começaram a falar e a querer saber, estão num ponto de ruptura interna: ingleses contra ingleses. Temos que pôr os olhos em Inglaterra e tirar lições para não chegarmos a este estado. Não permitir aqui enclaves. Nenhum sítio pode ser capturado por islâmicos e transformado numa ilha onde os portugueses e outros não-islâmicos não entram com medo. Ou ter a polícia a esconder os números e os dados dos crimes, para não ofender os criminosos ou para o povo não falar contra os criminosos.
Na Dinamarca separam os grupos e não deixam que cresçam até dominarem cidades como acontece na Suécia, Inglaterra, França, Holanda. Total intolerância à lei da sharia. Em Birmingham há um projecto de lei para prender até 6 anos qualquer um que exponha a bandeira inglesa publicamente. As outras bandeiras -islâmicas, da Palestina, Paquistão, etc- são bem vindas. Parece uma piada mas não é.
Nas escolas devia ser proibido usar hijabs como já acontece em França, depois de rapazes islamitas entrarem nas escolas tapados e decapitarem professores ou atacarem-nos à faca ou entrarem atrás de raparigas para violações.
Devíamos adoptar o código de Singapura que proíbe e restringe discursos, pregações e grupos religiosos considerados intolerantes para com outras religiões ou grupos sociais, ou ameaçadores à coesão e equilíbrio social do país. Expulsam-nos.
A má imagem dos islamitas não se deve a saber-se dos seus crimes. Deve-se a cometerem os crimes graves e a serem acobertados por governos e pela justiça em muitos países.
'There has been an organised cartel operating under our noses acquiring compromising materials of our politicians in order to blackmail them.'
— GB News (@GBNEWS) September 1, 2026
'That is a conspiracy theory.'
Maajid Nawaz and Kevin Craig clash over the Government's refusal to release data on migrant crime. pic.twitter.com/SvYxWMT0rY

