July 08, 2020
A sério??
Sexta vou ter que fazer um teste ao COVID-19 (pelos vistos é obrigatório para cenas com anestesia geral). Andei a perguntar e disseram-me que enfiam um pau de meio metro pelo nariz acima até ao córtex somatossensorial e sai-se daquilo mais alucinado que o Pedro Nuno Santos dos comboios. Quem inventa estes exames médicos devia ser obrigado a fazer um por dia. Já me estou a imaginar assim.
Fartei-me de rir a ler este artigo acerca da indecência dos banhistas na era vitoriana
... que iam para a praia, quando ir a banhos se tornou uma moda entre as práticas aconselháveis à saúde, e se atiravam todos nus para dentro de água, homens e mulheres misturados, ali mesmo à vista dos Paterfamilias. Isto é só um excerto. O artigo está cheio de descrições cómicas.
There is something worrying about what happens to grown men and women once they reach the sea-shore: “both ladies and gentlemen seem determined to set all rules and regulations at defiance”. In fact, it’s the ladies who really worry him: “It is certainly extraordinary that English women, who are held up to the whole world as patterns of modesty and delicacy, should, when they get to the sea, seem entirely to change their natures”. The seaside, he implies, brings out a concerningly frivolous and ungovernable side of women.
Three years later, in August 1857, the Observer’s unnamed seaside reporter (can it be the same person?) has gone back to the south coast, having rounded up a spate of recent references in the press to “the indecent manner in which the bathing is conducted in these places”. The local authorities in Margate and Ramsgate are refusing to take the problem seriously – complainers are “London grumblers who, if they are so easily offended, had better stay away”. But Dover has really tried, passing a resolution that “all bathing, except from a machine, should be strictly prohibited”. The locals don’t like it, however, arguing vociferously that bathing is beneficial to health, and, more pertinently, that “as much indecency is practised where machines are used as when bathing takes place from the beach”. The resolution is rescinded.
The Observer simply can’t understand why male sea-bathing isn’t confined to a beach further off – a good ten minutes’ walk or so. As it is, the houses on the front at Dover are so close to the beach that “no modest female can pull aside the blind until after seven in the morning, unless she wishes to see some three or four hundred naked men and boys, engaged in all sorts of antics, but a few yards from the houses”.
The debate doesn’t go away, and as more and more breaches of decorum are lovingly detailed, a suspicion arises that the sight of 300 or 400 naked men and boys, not to mention antics in shallow water around bathing machines, far from being a deterrent, might in fact be one of Dover’s main attractions. Certainly, the Local Board thinks so, responding briskly to the complaint: “If ladies are so shocked, why do they crowd about the machines during the bathing hour?”
By the 1860s, the problem is out of control. Men in “nature’s costume” and women (“we can hardly call them ladies”) in “loose bathing dresses, which really hide but few of their charms” show a “total want of modesty which seems to pervade all classes”. Some of the spectators bring opera glasses. The country, the Observercries, is in moral decline: “Is it to be wondered at that the tone of their minds becomes lowered, and that the business of the Divorce Court so rapidly augments that it is thought that no single judge can get through the numbers of cases?”
...
The next day, Paterfamilias writes about bathing costumes – he’s been reading the correspondence in London newspapers about this and is in total agreement. “The women wear a bathing costume, is it true; but what a costume! I won’t describe it. Everybody knows how scant it is, how short it is, how it clings to the figure.” Men are still making no attempt to be decent. What is urgently needed is “some costume for both sexes” which does more than “the primitive fig-leaves did for our common parents”. If only suitable garb could be seen as fashionable, the whole problem would be resolved. That same August, for example, a periodical entitled Era, offers an overview:
...Indecency would seem to be a chronic vice among the English nation; for every year for the last quarter of the century, no sooner do the summer months fairly set in, and sea-bathing becomes not only fashionable but wholesome and necessary, than journals are deluged with letters from indignant fathers of families, from foreigners, calling attention to the indecent manner in which sea- bathing is practised in England, and praising the superior manner in which they do this kind of thing in France.
From the 1870s onwards, borough councils introduced regulations to ensure proper social distancing. A Folkestone byelaw states that there must be a distance of 40 yards between any bathing machine used by a woman and one being used by a man. Strict bathing times are laid down. Between 8 o’clock and sunset, no person should “undress or dress upon and bathe from any part of that portion of the sea shore”, unless wearing “some suitable dress or covering, proper and sufficient to prevent any indecent exposure of his or her person”. Bathing from a boat has to take place at least 400 yards from the shore. Brighton doubles its fines for offenders from 20 to 40 shillings. Dover Swimming Club, the stated aims of which were “to encourage sea-bathing, to promote swimming and to further the cause of decency”, petitioned for the extension of its morning bathing time from 7 to 8 a.m. They weren’t after an unconditional extension: just “one groin [sic] to the east of the Yacht Club”.For instance, we are foolish and perhaps, prudish enough, to fancy that for a gentleman stark naked to bathe a lady (wearing, it is true, a bathing dress) in the presence of a score of other naked men close by is not quite proper, and yet this scene occurred at Margate last Tuesday at about half-past eleven in the morning, in the presence of several spectators.
Jane Darcy
July 07, 2020
Este Pedro Nuno Santos vai-nos custar muito dinheiro...
Será que foi comprar aquilo ao ferro-velho? E será mesmo verdade que ele disse aquilo de ser tão bom que até vai ensinar os Estados estrangeiros como se faz um negócio? Isto é um nível de alucinação muito acima do de Medina e tudo... estou assustada que este fulano disponha de dinheiros públicos.
CP. Compra de carruagens é "grande negócio ao alcance de muito poucos"
A CP - Comboios de Portugal comprou 51 carruagens à Renfe por 1,6 milhões de euros.
O ministro das Infraestruturas e Habitação, Pedro Nuno Santos, disse esta segunda-feira que o negócio que a CP - Comboios de Portugal fez com a Renfe, com a compra de 51 carruagens por 1,6 milhões de euros, foi um "grande negócio",
Vivemos numa época filosófica - aproveite-se
Heraclito dizia que o logos — a razão que governa o mundo, digamos assim — habita os seres humanos, mas na maior parte permanece adormecido.
Uma maioria de pessoas vive apressada, esgota-se nas acções-rotinas do dia-a-dia, nos afazeres, no consumo, nas metas e objectivos próximos, nos projectos em curso, nos prazeres e desejos imediatos, no quotidiano da vida sem mais. Vive adormecida. De repente, a pandemia criou uma situação-limite, de vida e de morte, que obrigou a parar e nessa paragem a razão acordou, liberta do quotidiano desenfreado e começou a ponderar sobre: a urgência da vida, as prioridades (família, as pessoas), a relação com o meio ambiente, a relação com os outros animais, a relação com o trabalho, o valor da ciência, a garantia de verdade, o valor da educação, o vazio do consumismo, a dignidade humana, a responsabilidade ética para com os outros, a procura de verdade no meio do excesso de informação, a ética política, a necessidade dos outros, a inter-conexão de todos, a solidão, o equilíbrio e a brevidade da vida.
Todas estas questões são agora discutidas em todo o lado, desde as redes sociais aos meios de comunicação, todos os dias. Ora, o que são estas questões senão questões filosóficas? É nas situações de ruptura com o quotidiano que as questões filosóficas se impõem e a razão acorda. Que se seja capaz de mudar as agulhas das linhas por onde correm os comboios da vida comum antes que a razão se adormeça de novo.
O Presidente e a AR suicidaram-se juntamente com a oposição - só nos restam os juízes para não ficarmos à mercê do autoritarismo governativo
O Governo tem vindo sistematicamente a legislar através de resoluções do Conselho de Ministros, que não necessitam da promulgação do Presidente da República.
Luís Menezes Leitão
A crise de enormes proporções que o país atravessa deveria ter conduzido a uma actuação conjunta dos diversos órgãos de soberania no sentido de a mesma ser ultrapassada. É esse o nosso modelo constitucional, onde se prevê que o estado de emergência é decretado pelo Presidente da República, após autorização do Parlamento, cabendo ao Governo apenas a sua execução. E a Constituição tem o cuidado de referir que o estado de emergência só pode alterar a normalidade constitucional nos termos previstos na Constituição e na lei, não podendo nomeadamente afectar a aplicação das regras constitucionais relativas à competência e ao funcionamento dos órgãos de soberania.
Sucede, porém, que desde que se procedeu ao levantamento do estado de emergência estamos a assistir a uma gestão da crise exclusivamente pelo Governo, sem qualquer intervenção do Parlamento e muito menos do Presidente da República. É por isso que o Governo tem vindo sistematicamente a legislar através de resoluções do Conselho de Ministros, que não necessitam da promulgação do Presidente, e através das quais se têm restringido gravemente os direitos fundamentais das pessoas, sem que nenhum outro órgão de soberania se tenha incomodado com esta situação. Especialmente preocupante é o facto de o Presidente da República, como garante do regular funcionamento das instituições democráticas, não estar minimamente preocupado com esta nova forma de aprovar diplomas, que, pelos vistos, já não necessitam da sua promulgação.
Mas a oposição no Parlamento também tem andado completamente desaparecida, parecendo que estamos com um Governo de maioria absoluta. As propostas legislativas que o Governo apresenta são sistematicamente aprovadas, independentemente das contradições que contêm, das discriminações que estabelecem ou até das graves consequências que acarretam. E, sobre isto, os partidos da oposição, se é que ainda existe alguma, dizem pouco ou nada. Um simples debate no Parlamento é para o principal partido da oposição um filme de terror, dado que nada tem a criticar ou qualquer medida alternativa a sugerir. Não admira, por isso, a proposta que apresentou de acabar com os debates quinzenais com o primeiro-ministro, um dos poucos momentos nesta crise em que se tem visto o primeiro-ministro a explicar a situação perante os representantes do povo.
Não seria de estranhar, perante uma crise gravíssima e que todos os dias aumenta, que o primeiro-ministro procurasse evitar ir ao Parlamento. Recorde-se a iniciativa de Boris Johnson de suspender o Parlamento britânico em Agosto passado, precisamente para elidir a sistemática perda de votações que estava a ter no caso do Brexit, iniciativa essa que acabou rechaçada nos tribunais. Em Portugal, no entanto, o absurdo é de tal ordem que a iniciativa de dispensar o primeiro-ministro de ir ao Parlamento não é do próprio, mas antes do líder da oposição, contribuindo este assim para a diminuição do papel do Parlamento quando o seu objectivo deveria ser o inverso.
Após o desastre militar de Dunquerque, na hora mais negra da democracia britânica, foi no Parlamento de Londres que Churchill pronunciou o seu célebre discurso anunciando: “Iremos até ao fim. Lutaremos na França. Lutaremos nos mares e oceanos, lutaremos com confiança crescente e força crescente no ar, defenderemos a nossa ilha, qualquer que seja o custo. Lutaremos nas praias, lutaremos nos terrenos de desembarque, lutaremos nos campos e nas ruas, lutaremos nas colinas. Nunca nos renderemos”. Com a enorme crise que Portugal hoje atravessa, é no Parlamento que se espera que o primeiro-ministro anuncie o resultado das batalhas que travamos, mesmo que o líder da oposição não o queira. É preciso que termine esta governamentalização do regime e que todos os órgãos de soberania voltem a assumir o seu papel constitucional.
A crise de enormes proporções que o país atravessa deveria ter conduzido a uma actuação conjunta dos diversos órgãos de soberania no sentido de a mesma ser ultrapassada. É esse o nosso modelo constitucional, onde se prevê que o estado de emergência é decretado pelo Presidente da República, após autorização do Parlamento, cabendo ao Governo apenas a sua execução. E a Constituição tem o cuidado de referir que o estado de emergência só pode alterar a normalidade constitucional nos termos previstos na Constituição e na lei, não podendo nomeadamente afectar a aplicação das regras constitucionais relativas à competência e ao funcionamento dos órgãos de soberania.
Sucede, porém, que desde que se procedeu ao levantamento do estado de emergência estamos a assistir a uma gestão da crise exclusivamente pelo Governo, sem qualquer intervenção do Parlamento e muito menos do Presidente da República. É por isso que o Governo tem vindo sistematicamente a legislar através de resoluções do Conselho de Ministros, que não necessitam da promulgação do Presidente, e através das quais se têm restringido gravemente os direitos fundamentais das pessoas, sem que nenhum outro órgão de soberania se tenha incomodado com esta situação. Especialmente preocupante é o facto de o Presidente da República, como garante do regular funcionamento das instituições democráticas, não estar minimamente preocupado com esta nova forma de aprovar diplomas, que, pelos vistos, já não necessitam da sua promulgação.
Mas a oposição no Parlamento também tem andado completamente desaparecida, parecendo que estamos com um Governo de maioria absoluta. As propostas legislativas que o Governo apresenta são sistematicamente aprovadas, independentemente das contradições que contêm, das discriminações que estabelecem ou até das graves consequências que acarretam. E, sobre isto, os partidos da oposição, se é que ainda existe alguma, dizem pouco ou nada. Um simples debate no Parlamento é para o principal partido da oposição um filme de terror, dado que nada tem a criticar ou qualquer medida alternativa a sugerir. Não admira, por isso, a proposta que apresentou de acabar com os debates quinzenais com o primeiro-ministro, um dos poucos momentos nesta crise em que se tem visto o primeiro-ministro a explicar a situação perante os representantes do povo.
Não seria de estranhar, perante uma crise gravíssima e que todos os dias aumenta, que o primeiro-ministro procurasse evitar ir ao Parlamento. Recorde-se a iniciativa de Boris Johnson de suspender o Parlamento britânico em Agosto passado, precisamente para elidir a sistemática perda de votações que estava a ter no caso do Brexit, iniciativa essa que acabou rechaçada nos tribunais. Em Portugal, no entanto, o absurdo é de tal ordem que a iniciativa de dispensar o primeiro-ministro de ir ao Parlamento não é do próprio, mas antes do líder da oposição, contribuindo este assim para a diminuição do papel do Parlamento quando o seu objectivo deveria ser o inverso.
Após o desastre militar de Dunquerque, na hora mais negra da democracia britânica, foi no Parlamento de Londres que Churchill pronunciou o seu célebre discurso anunciando: “Iremos até ao fim. Lutaremos na França. Lutaremos nos mares e oceanos, lutaremos com confiança crescente e força crescente no ar, defenderemos a nossa ilha, qualquer que seja o custo. Lutaremos nas praias, lutaremos nos terrenos de desembarque, lutaremos nos campos e nas ruas, lutaremos nas colinas. Nunca nos renderemos”. Com a enorme crise que Portugal hoje atravessa, é no Parlamento que se espera que o primeiro-ministro anuncie o resultado das batalhas que travamos, mesmo que o líder da oposição não o queira. É preciso que termine esta governamentalização do regime e que todos os órgãos de soberania voltem a assumir o seu papel constitucional.
Ainda agora comecei a ler e já tenho um problema para pensar
Li a primeira página do 1º capítulo e pensei, 'vou gostar do livro porque é exactamente isto que penso. O demasiado liso e brilhante é infantil, até me parece um bocado pornográfico: excesso de exposição seccionada e passiva que mata completamente o erotismo, naquele sentido muito lato... platónico, para abreviar'.
Problema: gosto do livro por ele ser, 'polido', quer dizer, por o autor ter uma maneira de pensar que vai ao encontro da minha e, por isso, não me oferecer resistência e não dar trabalho a pensar? Gosto do livro da mesma maneira que o depressivo-narcísico gosta de um outro que não lhe resista, como uma forma de se validar, de confirmar o seu poder? Não deveria, para ser coerente, gostar de um livro cujas ideias se me oponham e resistam e, nessa medida, me obriguem a des-subjectivar-me, condição de aprender, crescer, ampliar, etc.?
daqui:
Livros - a política e o Eros
Hoje já li dois livrinhos:
Este é um excerto de A 'Agonia de Eros'
Ainda vou ler este:
Estou tão desabituada de ler na minha língua que quando o faço dou por mim a tragar um livro num instante. Bem, se não for muito complexo e obrigar a paragens para organizar ideias e pensar antes de continuar.
Leituras pela manhã - Steps to an Ecology of Mind
For Bateson, mind existed as part of an integrated system that also involved elements of the world. He gives the example of a lumberjack cutting down a tree with an axe. Bateson argues that any definition of this woodcutter’s mental processes that doesn’t also include the axe, the tree, and the feedback loop back to the human body, is both incomplete and dangerously misleading. Although Bateson doesn’t make this comparison, his view is aligned with Heidegger’s concept of being-in-the-world, which allowed the German philosopher to bypass many of the paradoxes and problems created by out tendency to divide our schemas into subject and object.
As Bateson saw it, these narrow definitions of selfhood weren’t just problems related to philosophy but could easily turn into crises in the environment. People who see their mental existence as operating against the world take very different courses of action — hostile, exploitive, narcissistic — than those who understand their connectedness to their environment and social network.
Gregory Bateson, Steps to an Ecology of Mind (1972)
July 06, 2020
Estava aqui a pensar
... como seria se estivéssemos nesta pandemia e não tivéssemos a internet e o YouTube. Fui dar com este cover do White Rabbit dos Jefferson Airplane - vieram-me logo à memória e aos sentimentos recordações de sítios, pessoas e experiências. É uma grande sorte uma pessoa ter crescido ao mesmo tempo que a música rock nascia, crescia e evoluia, no contexto de uma revolução cultural de expansão, de liberdade. Uma revolução do amor, a única revolução que não se dedica à destruição e à vingança e deixa uma estrutura de aceitação do que é diferente.
É claro que este guitarrista não é o Craig Chaquico, que tira um som da guitarra equivalente a vários... humm... fumos... ahah mas não interessa. A Rachael Price, que canta esta música num contexto muito diferente do de então, consegue, mais a banda, recriar o ambiente emocional da música, se bem que não o psicadélico.
Fui à procura do original e encontrei-os num programa de TV de 1967, antes do Woodstock, quando já se falava nisso e se sabia que iria ser uma coisa em grande, como se vê no fim, nas perguntas e respostas aos músicos. Tão sinceros e puros na sua entrega à revolução à música. Espíritos livres. É como eu me lembro dessa época, que chegou a aqui um bocadinho mais tarde. Há muito jazz na voz da Grace Slick.
Uma boa notícia para variar - 70 mil aves poupadas à morte por máquinas assassinas
Proibida colheita mecânica noturna de azeitona
A apanha de azeitona feita com recurso a máquinas, durante o período noturno, contribui para o aumento da mortalidade das aves e, por isso, passa agora a ser proibida, adiantou esta segunda-feira o ministério do Ambiente e da Ação Climática. As conclusões são de um estudo sobre os impactos das culturas intensivas e superintensivas de olival em áreas de regadio feito, uma análise feita pelo Instituto Nacional de Investigação Agrária e Veterinária para o Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF).
De acordo com o estudo, avançou o ministério do Ambiente e da Ação Climática em comunicado, “a apanha mecânica noturna em olivais superintensivos provoca de forma significativa a mortalidade de aves e que as medidas de mitigação testadas, concretamente os processos de espantamento ensaiadas, se revelaram ineficaz.
a Quercus referiu que cada “época de colheita de azeitona representa a morte de um número mínimo de 70 mil aves, mas que poderá atingir um máximo de 100 mil aves”.
Onde andam as traças?
Dantes, há uns 10 ou 15 anos, se abria um pacote de farinha e o deixava durante um par de meses na despensa, na embalagem original de papel, em vez de passá-la para um frasco hermético, quando lá ia e abria o pacote, encontrava traças enormes lá dentro. Agora? Pode ficar dois anos que quando se abre não tem bichos. Quer dizer, dantes a farinha estava viva, com organismos activos e agora deve ser só químicos e está tudo morto de qualquer maneira. Por isso o pão dantes era óptimo. Ao fim de uma semana ou dez dias ainda se comia muito bem sem ser torrado. Agora o melhor de todos não passa de assim-assim e ao fim de um dia está duro como pedra.
China em Hong-Kong
É preciso admirar os habitantes de Hong-Kong que não se deixam abater por coisa alguma que saia daquele partido repressivo chinês. Povos educados por décadas de ensino obrigatório e de ligação ao mundo via internet dão muito trabalho aos governos.
Chiça
Caraças! O tipo ainda não estava completamente desactivado e apareceu outra vez. Fui ao Tor e ele é que disse o nome da besta e pôs-me um programa a correr o disco que o descobriu logo. Chiça! Só me apetece dizer palavrões! Aquilo chama-se worlddata web daemon e estava escondido. Este aqui já não me engana.
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