Aqui? Telenovelas, comentadores de futebol.
Aqui? Telenovelas, comentadores de futebol.
@AlinejadMasih
Ele não está errado. Ao mesmo tempo que se educam as crianças e adolescentes na ideia de que são especiais, únicos no mundo, que os seus sentimentos são a verdade da vida e merecedores de toda a validação e serventia de adultos, sejam os pais, os professores ou o lojista do bairro, é-lhes inculcada a ideia de que a cultura em que nasceram é ofensiva e odiosa e que são vítimas de pais e avós esclavagistas. Nasceram com essa mancha indelével pela qual se devem desculpar eternamente. O resultado é uma juventude perdida que ao mesmo tempo que se odeia a si mesma e tem vergonha da sua cultura, vitimiza-se, não tem critérios de pensamento ou de acção e vai atrás de qualquer grupo que os valide emocionalmente. Quem beneficia com isto? Os extremistas, predadores manipuladores. Entretanto importamos em massa pessoas educadas na ideia de que os seus povos eram constituídos por pessoas puras, sem história e sem maldade e que foram estragados pela cultura do europeus, que é odiosa. Também esses são educados para se verem como eternas vítimas que devem ódio e intolerância à cultura que os recebe e às pessoas dessa cultura. Ambos se juntam-se pelo ódio e o vazio, o sentimento de serem uns coitadinhos, umas vítimas sem agência a quem os outros devem eterna serventia e cujo dever é a destruição da cultura opressora. Quem beneficia com isto? Os extremistas, predadores manipuladores.
🚨"A lot of people engage in performative activism because they're completely numb."@arthurbrooks reveals the uncomfortable truth behind modern outrage: why we use performative activism to escape digital numbness, and how grievance culture is keeping us miserable. pic.twitter.com/ibpCrQPESz
— TRIGGERnometry (@triggerpod) July 27, 2026
Querem que o mundo comece com eles para que ninguém se lembre de como havia beleza, prosperidade e esperança. Este rapaz chinês comove-se por ver artefactos chineses antigos. durante a Revolução Cultural o partido comunista chinês destrui uma grande parte da História chinesa.
🚩Un Chinois a fondu en larmes en voyant que d’anciens artefacts chinois avaient été préservés par les Britanniques.
— TBnews (@TBNewsFr) July 8, 2026
Durant la Révolution culturelle, le Parti communiste chinois a détruit une grande partie de l'histoire chinoise. Il est très triste que ce soient des non-Chinois… pic.twitter.com/rUfflw6TDY
As sociedades podem ter muitas etnias diferentes e cada uma não tem que rejeitar a herança dos seus antepassados, mas todas têm que abraçar o projecto da sociedade para a qual querem imigrar. Grupos estanques com culturas opostas em valores a querem mudar as leis e os próprios fundamentos das sociedades estão destinados ao desastre. Logo, não devemos aceitar pessoas que não estão dispostas e abraçar os nossos valores e modo de vida e até querem destrui-lo. Isto é óbvio. Não por acaso, todos os que não querem integrar-se, resistem a que as raparigas estudem depois de entrarem na puberdade, no pressuposto que as raparigas são sempre submissas aos rapazes e, por isso, podem escapar ao seu controlo e fazer uma revisão racional da sua herança cultural.
In this historical clip, @KonstantinKisin explains the important difference between multicultural and monocultural societies. pic.twitter.com/mr6r2zMqx1
— John Anderson AC (@JohnAndersonAC) July 1, 2026
«E, ao mesmo tempo — tal é a tragicomédia da nossa situação —, continuamos a clamar por essas mesmas qualidades que estamos a tornar impossíveis. É quase impossível abrir uma revista sem deparar-se com a afirmação de que o que a nossa civilização precisa é de mais “determinação”, ou "dinamismo", ou "abnegação", ou “criatividade”. Com uma espécie de simplicidade medonha, removemos o órgão e exigimos a função. Criamos homens sem peito e esperamos deles virtude e iniciativa. Rimos da honra e ficamos chocados ao encontrar traidores no nosso meio. Castramos e exigimos que os castrados sejam fecundos.»
— C. S. Lewis (1898–1963), “The Abolition of Man”
É claro que não foi nada do calibre extraordinário deste bailarino do outro mundo, mas foi bom. O que também foi bom foi ver imensas famílias com crianças - sobretudo raparigas, mas não só.
O bailado clássico é dança mas também é teatro e é música clássica e ver tantas crianças e adolescentes entusiasmados com o ballet é animador porque nos concertos de música clássica e nas óperas vê-se pouca gente nova. Até já no cinema se vê pouca gente nova. Pouquíssimas crianças. É uma pena.
A ópera e a música clássica, tal como a literatura e a história, se não são passadas de geração em geração, perdem-se. Seria uma pena perder toda a música, a dança, o canto e a cultura clássica em geral para influenciadores do Tik Tok e outras redes sociais e para os sons manicurados do Spotify.
Oh my God FINALLY an excuse to post one of the most INSANE Mikhail Baryshnikov performances from Don Quixote…
— Nicole Nichelle (@alamanecer) March 7, 2026
Baryshnikov never relied on a body double OR a butt double either, Sir Chalamet… ballet is not 4 the weak!! ☕️🩰pic.twitter.com/l1VR6QAfzz
Guillaume Erner fala-lhe aqui do seu último livro, Lire entre les lignes, sur les traces de l'esprit européen. Remontando ao mito da Europa, o filósofo analisa os fundamentos culturais da integração europeia, que teriam precedido quaisquer considerações geográficas, políticas ou económicas.
Segundo Wismann, a Europa nasce da separação com a Ásia, num acto cultural e não num acto político e durante muito tempo (desde Heródoto) a Europa era referida como o Ocidente por comparação com o Oriente - o 'Grande Ventre' que é a China.
Na Europa, a situação de uma comunidade de línguas diferentes obriga a que cada um se desprenda da naturalidade linguística -significante/significado- em que se encerrava como coisa evidente. Então, a diversidade que leva ao descentramento é o primeiro gesto europeu em oposição a civilizações unitárias que invocam constantemente a origem pura para manter as tradições. A Europa é como a música onde o mesmo e o outro coabitam na harmonia as sua dissonâncias particulares. É uma renovação constante da identidade pela alteridade.
Uma conversa muito interessante sobre a filosofia, a cultura, a política, a economia, a música, a Europa - e o futebol.
Organize aí um crowdfunding e divulgue-o em sítio onde todos possam contribuir, cada um na sua possibilidade. Alinho e contribuo.
Hoje estava na sala de profs à conversa com três colegas de artes. Estávamos a comentar a ausência de uma política de valorização do património artístico contemporâneo que temos. Os espanhóis, por exemplo, valorizam imenso o seu património. Nós, em comparação, temos pouca coisa, mas o que temos é bom, só que está 'escondido', quer dizer, em sítios onde só duas ou três pessoas sabem. O museu Berardo é muito desprezado. No entanto, tem muitas peças que aparecem regularmente em todos os grandes livros e artigos internacionais sobre o género. Depois, há uma pequena galeria que tem um desenho de Cocteau, um pequeno museu que tem um Dali, outro que tem três Picassos, etc. Há muita coisa dispersa que devia ser reunida num grande museu de arte do século XX e contemporânea para que pudesse ser apreciada, pois estando as obras dispersas por 500 sítios, acabam por 'perder-se' e nem ser apreciadas. Por exemplo, podia acabar-se a ala do palácio da Ajuda e fazer lá um museu em continuidade. Os outros países valorizam tudo. Por exemplo, vamos a Paris ao museu Picasso e a certa altura já não se aguenta, tanta pintura a metro. Ao contrário dos poetas que deitam fora os esboços dos poemas e só publicam a obra final, os pintores guardam as obras preparatórias todas, que no caso de Picasso são, sei lá... 5.500 que depois põem num museu. Nós não valorizamos nada porque não temos uma política cultural porque os governantes não querem saber da valorização cultural. Não temos muito e o que temos anda escondido, disperso, não-visto, não-apreciado. Vêm muitos turistas ao país que têm uma cultura de museus e iriam ver essas coisas.
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No Núcleo Arqueológico da Rua dos Correeiros há vestígios fenícios, romanos, islâmicos, medievais, pré e pós-pombalinos. Classificado como Monumento Nacional desde 2015, reabre ao público com uma nova museologia que ajuda a contar 2500 anos de Lisboa.
John Cleese retira-se do evento da União de Cambridge por causa dos 'wokes'
Comediante diz que está 'a colocar-se na lista negra' depois de outro orador ter sido banido por imitação de Hitler
John Cleese retirou-se de um evento na União de Cambridge, dizendo que ele próprio se punha "na lista negra" antes de "outra pessoa o fazer".
E já agora, senhor ME: mande pagar o que me devem, sff!