É claro que não foi nada do calibre extraordinário deste bailarino do outro mundo, mas foi bom. O que também foi bom foi ver imensas famílias com crianças - sobretudo raparigas, mas não só.
O bailado clássico é dança mas também é teatro e é música clássica e ver tantas crianças e adolescentes entusiasmados com o ballet é animador porque nos concertos de música clássica e nas óperas vê-se pouca gente nova. Até já no cinema se vê pouca gente nova. Pouquíssimas crianças. É uma pena.
A ópera e a música clássica, tal como a literatura e a história, se não são passadas de geração em geração, perdem-se. Seria uma pena perder toda a música, a dança, o canto e a cultura clássica em geral para influenciadores do Tik Tok e outras redes sociais e para os sons manicurados do Spotify.
Oh my God FINALLY an excuse to post one of the most INSANE Mikhail Baryshnikov performances from Don Quixote…
— Nicole Nichelle (@alamanecer) March 7, 2026
Baryshnikov never relied on a body double OR a butt double either, Sir Chalamet… ballet is not 4 the weak!! ☕️🩰pic.twitter.com/l1VR6QAfzz

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