July 14, 2026

Porque acorrem os eleitores aos extremos políticos?

 


Os eleitores desesperados, considerando os partidos moderados do establishment como os arquitectos deliberados da sua ruína, acorreram aos milhões aos extremos políticos. O que diz esta atriz sobre a Alemanha, serve à Inglaterra, a Portugal, à Espanha, à Bélgica, à Hungria, etc., etc., etc.


 «ESTÃO SEMPRE A MENTIR-NOS.» E ela tem toda a razão...
🇩🇪 A atriz alemã Tina Ruland quebra o silêncio sobre a actual classe política e as suas palavras estão a causar um verdadeiro estrondo na Alemanha. 💥
Neste vídeo explosivo, ela expõe algumas verdades difíceis:
Os políticos esqueceram-se de quem manda: «O soberano somos nós. Nós somos os seus empregadores.»

Impunidade zero: Ela critica os escândalos estatais (como o caso das máscaras), em que os responsáveis saem impunes ou até recebem promoções.
 
A ascensão dos extremos: «A culpa não é dos cidadãos — a culpa é dos partidos tradicionais que seguem políticas desastrosas. O voto de frustração é apenas uma consequência lógica. »
O fim da honra: uma crítica mordaz ao enriquecimento pessoal e aos «paraquedas dourados» vitalícios para os representantes eleitos.
Um diagnóstico que ressoa muito além das fronteiras da Alemanha...

Seja na Alemanha, em França ou noutro local da Europa, acha que a ruptura entre o povo e a classe política se tornou irreversível? 👇

Está explicado

 

Que versão foi respondida pelo alunos? À beira do fim do prazo, escolas recebem novo pedido de informação

“Nós já tínhamos detectado este ano que, por lapso, no início do caderno de respostas dos alunos não aparecia um sítio para se identificar qual a versão a que estava a ser respondida. Para corrigir esse lapso, foi enviado um documento que os alunos deviam preencher com essa indicação”, diz Cristina Mota. “Essa folha devia seguir juntamente com o caderno para digitalização.” Não terá acontecido.

https://www.publico.pt/

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Todos nós que estivemos a vigiar exames ficámos a olhar para o caderno de resposta dos alunos à procura do sítio onde escrever a versão da prova. Não havia e deram uma folha à parte para cada aluno escrever a versão da sua prova, cheia de porcarias de círculos que nós, professores, temos de andar a pintar a azul ou preto (calculo que a porcaria do programa não leia números e só leia bolas pintadas). Logo ali, percebemos que ia haver barraca com centenas de milhar de provas com folhas soltas lá dentro a indicar a versão da prova em vez dessa indicação vir no próprio caderno de respostas e ninguém percebeu a lógica desse procedimento.

Está explicado, quem mandou fazer ou desenhou os cadernos de resposta não sabe que têm versões.

De cada vez que se sabe mais uma cena dos exames as coisas ficam um bocadinho piores.


Ensinar a curiosidade...

 


A curiosidade é importante? Uau! Se não o dissesse nunca nos passaria pela cabeça... Obrigada por esse 'conselho' aos professores sobre a importância da curiosidade. 

Deixem-me contar uma pequena história elucidativa. Aqui há uns anos, fui DT de uma turma do 10º ano. Ao fim de duas semanas já nós, professores, tínhamos percebido que a turma era boa, tinha potencial, tinha três ou quatro alunos muito bons e poucos alunos fracos - também três ou quatro. Para melhorar a situação, os pais iam todos às reuniões, eram pessoas interessadas e a grande maioria era colaborante. 

A meio de Novembro entrou um rapaz novo para a turma, transferido de outra turma da mesma área. Estava a trabalhar a Filosofia de uma maneira completamente diferente: estava a seguir o manual. Expliquei-lhe o que estávamos a fazer, dei-lhe os testes de diagnóstico de atitudes e comportamentos importantes para o sucesso nas disciplinas, metodologia, etc. Inclui a EE dele no grupo dos pais da turma e enviei-lhe as informações todas. Na reunião de pais do segundo período, a que já veio, já no fim da reunião, tomou a palavra para fazer uma cena, porque o filho tinha tido má nota no 1º período: que ele não sabia estudar, que eu não enviava apontamentos aos alunos por email, nem PPs, etc. Disse à senhora que tirava duas semanas logo no início do ano para ensinar aos alunos como estudar, como fazer um plano de estudo para todas as disciplinas, etc. Chamou-me mentirosa, disse que o filho não tinha nada disso. Com uma enorme paciência de santo (hoje-em-dia temos de nos mentalizar para aturar estes pais - obrigada, Lurdes Rodrigues) disse à senhora que ele entrou tarde na turma mas ainda a tempo de fazer um trabalho sobre estas metodologias -mais não disse porque não falo de alunos em particular em frente dos pais todos. Diz ela, 'não é isso o que o .... diz', ao que lhe respondi, 'isso, é um assunto que terá de esclarecer com ele e tirar daí ilações'. Isto tudo com muita calma por fora mas por dentro, não digo o que estava a pensar...

Em suma, no fim da reunião, há sempre EE que ficam para fazer perguntas sobre os seus educandos em particular. Vi que ela e o marido estavam à espera para falar comigo. Então que queria ela? Começou por pedir desculpa (insultou-me em público mas pede desculpa em privado...), disse que não queria ofender-me, que não foi por mal (então, foi por bem?) mas que ela e o marido estavam preocupados porque o filho não estudava nada de nada (Ah!!) e não sabiam o que fazer porque ele não ligava nenhuma ao que eles diziam. 

Perguntei-lhe qual a disciplina que ele gosta? Nenhuma. Quais os interesses dele fora da escola? Nenhum, não se interessa por nada. Só joga no computador e na playstation. Então e quando é que ele começou a desinteressar-se e a deixar de ser curioso? Não sei, foi a resposta, nunca repararam - acham que os filhos são um software que corre sozinho. Mas o que é que os senhores faziam com ele quando ele era criança, quando queria saber e fazia perguntas? Jogos em família, levavam-no a algum sítio, liam-lhe histórias? Não. Nunca. Nem se lembravam de ele fazer perguntas e, como ele sempre teve boas notas na escola deixaram-no sempre à solta, entregue a si mesmo.

É claro que isto não é verdade porque os miúdos todos, quando entram ali nos três anos desatam a querer saber tudo sobre tudo e antes disso são curiosos com as mãos, mas se os pais guilhotinam essa curiosidade porque não têm paciência para dar seguimento à curiosidade e irrequietude dos filhos, eles  refugiam-se nos telemóveis, nos jogos, na TV. Não sei, porque não tenho experiência de trabalhar com crianças, até que ponto os professores do 1º ciclo conseguem contrariar os maus hábitos que os miúdos trazem de casa já nessa idade: passividade, necessidade de imagens digitais, desinteresse pelo mundo natural e social extra-ecrã, desmotivação, incapacidade de ultrapassar frustrações, chantagem emocional, resistência ao esforço individual, etc.

Resultado. A EE perguntou-me o que é que eu podia fazer para o filho se interessar por estudar e mostrar interesse fosse pelo que fosse. Disse-lhes que ia tentar algumas estratégias e que, dado ele estar numa turma boa, talvez isso ajudasse mas que não faço milagres. 

Isto hoje em-dia é muito comum. Os pais põem telemóveis nas mãos dos filhos para não terem que se chatear e depois, quando eles chegam ao 10º ano vêm perguntar-nos, depois de nos chamarem nomes por causa das notas deles (durante o básico qualquer um tira boas notas porque é proibido exigir resultados aos alunos), se podemos activar a curiosidade e interesse que eles mesmo embotaram nos seus filhos.

A curiosidade não é uma técnica que se ensine, como ensinar a resolver equações. É uma capacidade como a linguagem e desenvolve-se da mesma maneira: imitando os adultos que nos rodeiam. Há uma janela de intervalo para a desenvolver, tal como acontece com a linguagem, após a qual, o mais que se consegue são rudimentos e, com muita dificuldade. 

O desenvolvimento da curiosidade começa desde o nascimento e é em casa que primeiro se desenvolve, respondendo positivamente ao interesse que os miúdos naturalmente têm pelo mundo. Planear iniciativas de desenvolvimento de interesses. Se os filhos vêem os pais agarrados ao telemóvel e à TV é o que passam a valorizar. A escola primária vem a seguir e paralelamente ao trabalho dos pais: reforça-a, desenvolve-a e ramifica-a para outras áreas - estão a perceber a importância dos professores que primeiro lidam com as crianças terem condições para trabalhar com os alunos? É ali que se faz a sementeira.

Portanto, senhor Norton, escusa de vir ensinar o Padre Nosso ao vigário e vá antes pregar para outras paróquias: a dos pais e a dos decisores políticos, sendo que uns descuram o interesse natural da criança pelo mundo e outros descuram as condições de trabalho dos professores do 1º ciclo.


Ensinemos a curiosidade

Pedro Norton

E a boa notícia é esta: a curiosidade não é um dom. Por mais extraordinários que pareçam ser (e foram) Plínio ou Diderot, o vírus da curiosidade não lhes foi inculcado à nascença. Não sei se o esforço foi deliberado ou se lhes bastou, como tantas vezes basta, sentir a alegria contagiosa da curiosidade de um pai, de um professor ou de um avô. Mas sei – até porque sei o muito que devo ao meu próprio pai – que a curiosidade de que fizeram prova terá sido fruto de um paciente ensinamento. Que é, aliás, o mais gratificante e o mais valioso de todos os ensinamentos. Precisamente porque abre caminho a todos os demais ensinamentos.

6. Numa altura em que a escola parece por vezes perdida num labirinto burocrático e processual, numa altura em que, malgrado os esforços bem-intencionados de muitos, parece bloqueada por forças contraditórias que se anulam e ameaçam fazer perder o sentido último do seu propósito, talvez não seja má ideia regressar a esta ideia simples: ensinemos a curiosidade.


Exames - O problema não foi técnico, foi político



(...) 
A história desta crise não começou este ano.

Em 2025, o exame de Filosofia serviu de projeto-piloto para a classificação digital. Os professores classificadores relataram inúmeros problemas: itens trocados, folhas de continuação desaparecidas, digitalizações incorretas, respostas que apareciam e desapareciam do ecrã e outras anomalias difíceis de compreender num sistema destinado a suportar um processo crítico. A principal conclusão parecia evidente: antes de generalizar o modelo, seria necessário um extenso trabalho de correção, validação e teste.

Importa também desfazer um equívoco que marcou o debate público.

O problema não foi político. Foi técnico.

A tecnologia falha. Sempre falhou e continuará a falhar.
(...)
Apesar de tudo, continuo otimista.

Portugal dispõe de excelentes engenheiros, excelentes especialistas em avaliação educacional e excelentes professores. Não falta competência ao país; faltou, desta vez, a capacidade de a mobilizar no momento certo. Os cargos distribuídos pelos boys do sistema pagam-se caro, sobretudo nos momentos de crise.

João Marôco, https://www.publico.pt/
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O problema não foi técnico, foi político, como o próprio o diz: 

1º - Houve o recurso a uma empresa-boy amadora e sem referências neste tipo de trabalho, apesar de "Portugal dispor de excelentes engenheiros, excelentes especialistas em avaliação educacional e excelentes professores."

2º - Houve um teste piloto com os exames de Filosofia feito com um ano de antecedência onde tudo correu mal como agora (a propósito: ontem disseram-me que no ano passado as notas do exame de Filosofia foram todas redondas o que, a ser verdade, é uma coincidência tão grande que não parece ser coincidência) e, no entanto, o responsável do Ministério tomou a decisão política de manter tudo na mesma, sem sequer ter a prudência de pedir a "excelentes engenheiros, excelentes especialistas " que verificassem, independentemente, a causa de tantos problemas técnicos.

Isto já impressiona muito mal, mas pior que este desastre, anunciado há um ano, foram as explicações algo infantis do ministro, a fazer lembrar as desculpas dos alunos quando fazem as coisas mal: os professores agrafaram provas em cim do código; talvez não faltem folhas de continuação e o caso será os alunos não porem ponto final nas frases; os professores classificadores não foram bem escolhidos; os pais foram imprudentes e outras patetices do género.

Se tivesse havido a decisão política de averiguar quem é a firma escolhida por outro governo para o trabalho e se após os erros do ano passado tivesse havido a consciência de que não estavam à altura e a decisão política de ir buscar técnicos especialistas competentes, o ministro não estaria agora neste aperto.

Cada vez menos surpreendente


A ex-diretora da Amnistia Internacional, ex-relatora da ONU para a liberdade de expressão, vai integrar o Grupo Islâmico de Estados como nova representante do Bangladesh na ONU. Irene Zubaida Khan, prima da esposa do primeiro-ministro, deixou a Amnistia no meio de um escândalo, tendo recebido 900 000 dólares. Conflito de interesses: a ONU ainda a lista como sua relatora para a liberdade de expressão,

July 13, 2026

Nocturna

 






Sempre bonito, o amarelo

 

Uma amiga brasileira esteve há muito pouco tempo na China. Foi com um grupo de reformadas, acho. O guia era o tradutor deste livro. Trouxe de lá um chá maravilhoso que partilhou comigo e emprestou-em este livro de poemas. Cai neste.




Kaja Kallas, isso não chega



Vai falar com os teus colegas europeus e diz-lhes para darem armas de defesa à Ucrânia e diz-lhe para decidirem, na NATO, que têm de fechar os céus da Ucrânia. 


What?! Isto é outro nível...

 

https://www.nytimes.com/2026/07/13/us/politics/israel-mahmoud-ahmadinejad-iran.html?eafs_enabled


Coisas boas

 

Em apenas uma semana, a Ucrânia destruiu ou imobilizou 105 navios russos que operavam nos mares de Azov e Negro.

Foram precisos 3 anos para a ONU admitir que o Hamas rouba a comida em Gaza

 

Rouba a ajuda humanitária para poder acusar Israel de deixar os palestinianos à fome, de genocídio e outras mentiras.




🎯

 

 

Tinham que começar pelos jornais

 

Teriam que começar pelos jornais, cuja maioria vive de ler redes sociais e depois reproduzir conteúdos com manipulações e notícias enviesadas. E escândalos para os cliques. Tirando o Sol, o CM e alguns jornais novos que surgiram como o Página Um, que têm ainda jornalismo de investigação e fazem o seu trabalho de questionar os poderes, o resto são redes sociais com com linguagem mais cuidada. A irresponsabilidade dos jornais é melhor que a das redes sociais? 



David Pontes: “É preciso ter tribunais a julgar a irresponsabilidade das redes sociais”

A crise dos media é o tema deste episódio.

Ana Sá Lopes e
Tiago Orato

Público

Exames - outras questões

 

A plataforma não tem possibilidade de fazer uma busca. Um professor quer rever a classificação de três respostas já classificadas (uma situação que acontece sempre por diversas razões) e não tem maneira de ir directo a essas respostas. Tem que andar a ver todas as respostas e às vezes, tendo perdido nisso mais de uma hora, não as encontra.

As respostas chegam tão espaçadas no tempo -com dias de intervalo- que a ideia da correcção ser mais objectiva por o professor classificar as respostas no mesmo modo cai completamente por terra. 

As respostas chegarem a 3 ou 4 dias do fim do prazo na ordem de centenas tira qualquer possibilidade de cuidadoso rigor na correcção.

Deviam adiar a 2ª fase para Setembro. Já agora o trabalho de turmas, horários e matrículas está atrasado com estes atrasos causados pelos problemas dos exames. Não podendo resolver esta catadupa de problemas até lá, voltar ao teste em papel até tudo estar resolvido. Senão, transferem para a 2ª fase os problemas da 1ª fase.

Levem o ano que vem a preparar como deve ser a próxima época de exames.

As notícias de andarem pessoas alheias e estranhas aos exames a 'visitar' os pacotes abertos de exames é grave.


Para onde vai o dinheiro? Em que se investe? Um exemplo

 

Na agricultura para melhorar a economia, a vida das pessoas e chamar gente a essa área? Não. Deixa lá estar a agricultura na miséria. Vamos antes desperdiçar 6 milhões em mudar a percepção das pessoas sobre a agricultura. E sobre a diversidade. Cheira a terra fresca? Não. Cheira a primismo.

 

"Resiliência da banca, sim. Mas a que preço?"

 

Este artigo é uma resposta a um artigo de Vítor Bento (www.publico). Muito resumidamente, o que diz este senhor, António Mendonça Pinto, é que a recuperação da banca portuguesa deve-se mais ao BCE que ao mérito da banca portuguesa e que os lucros recentes da banca se devem a procedimentos temporários que a banca transformou, por interesse, em definitivos, como o caso das comissões que cobram - ainda critica as comissões cobradas por serviços inerentes ao trabalho de qualquer banco e as que se referem a serviços inexistentes. Diz ainda que a banca tem serviço a fazer no que concerne ao apoio à vida económica do país, à poupança, etc. 

Portanto, digo, eu, haja humildade, haja consciência do que custaram ao país em empobrecimento da população e desenvolvimento e haja decência para contribuir para o desenvolvimento do país e não procurarem dinheiro fácil com práticas duvidosas.


Resiliência da banca, sim. Mas a que preço?

Não esqueçamos os custos nem confundamos os lucros com mérito.

António Mendonça Pinto

Afinal os imigrantes já são 1 milhão e 600 mil?!

 

Não admira que os serviços públicos estejam nesta miséria.


PSD forçou o adiamento da votação de um requerimento do PS para que o Parlamento ouvisse o Instituto Nacional de Estatística (INE) a propósito das inúmeras implicações da revisão das estimativas da população em Portugal, que conta agora com 11.424.031 pessoas residentes, das quais 1.597.539 são estrangeiros. -https://sol.iol.pt/politica/noticias

Exames - dá ideia que o Eduqa e o JNE não pensaram no assunto e não coordenaram procedimentos

 

E depois tentam atirar as culpas para cima de outros. É inútil porque as perguntas dos classificadores e as respostas dos supervisores estão gravadas e calculo que os classificadores, dada esta enorme barraca e tentativa de sacudir a água do capote, façam print screen de todas as trocas de mensagens.

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EDUQA "COLOCOU EM CAUSA" A "CREDIBILIDADE" DE PROFESSORES
Na semana passada, tal como alertou o MEP, alguns docentes foram orientados a classificar respostas incompletas com as informações que tinham, caso não lhes fosse entregues as folhas de continuação até dia 14. Num fórum da plataforma, um supervisor pediu aos professores que aguardassem o envio das páginas em falta. Porém, acrescentou que, se isso não acontecesse até “ao fim do processo”, os docentes teriam de “classificar [as perguntas dos exames] com os dados" de que dispõem. Noutro caso, um supervisor deixou uma resposta idêntica, depois de um docente questionar, no fórum da plataforma, o que deveria fazer caso as folhas de continuação não aparecessem: "Deve aguardar a colocação da folha em falta. Se, por alguma razão, isso não acontecer, deverá classificá-la com os elementos que lá constam para poder concluir o processo".

Este sábado, o EduQa - Instituto de Educação, Qualidade e Avaliação negou a denúncia feita pelo MEP, afirmando que "as orientações emitidas" pelo Instituto de Educação, Qualidade e Avaliação (Eduqa) e pelo Júri Nacional de Exames (JNE) "não contemplam a situação descrita" pelo movimento.

Consequentemente, o MEP decidiu responder às declarações do EduQa, este domingo, e tornar públicas as mensagens partilhadas pelos supervisores com os professores. De acordo com o movimento, o comunicado do EduQa evita responder à questão que esteve na origem da denúncia do MEP. “Porque motivo nada refere sobre as indicações transmitidas aos classificadores de que, caso as folhas de continuação não fossem disponibilizadas até ao final do processo de classificação, deveriam classificar os itens apenas com a informação disponível?”, aponta o documento partilhado com as redações.

De acordo com o comunicado do MEP, "ao permitir que fosse transmitida para a opinião pública a ideia de que a Missão Escola Pública divulgou informações falsas, quando existiam orientações escritas exatamente no sentido denunciado, o EduQa colocou injustamente em causa a credibilidade de um grupo de professores que, desde o primeiro dia, tem procurado contribuir para a transparência e para o rigor da avaliação externa".


July 12, 2026

Russos percebendo os custos do imperialismo

 

Começaram as teorias da conspiração


 Isto porque todos sabem que a Rússia é um Estado Terrorista.