June 03, 2026

"This is a world war"

 


Putin chegou ao Forúm Económico de S. Petersburgo

 




Porque é que os extremistas crescem

 

Em França, 72% da população afirma que «a criminalidade está fora de controlo»
por Hugh Fitzgerald

Os dados mais recentes revelam que mais de 7 em cada 10 franceses acreditam que a criminalidade está fora de controlo. E todos sabem que foram os muçulmanos, tanto os migrantes como os filhos de migrantes, que provocaram esta onda de criminalidade. Os muçulmanos representam 10% da população francesa, mas 70% dos reclusos nas prisões francesas. E é por isso que o Partido da Frente Nacional, agora liderado por Jordan Bardella, disparou para o primeiro lugar nas sondagens. A Frente Nacional promete impedir a entrada de migrantes muçulmanos no país, cortar os subsídios sociais e impor requisitos de trabalho a quem os recebe, acabar com os programas de reagrupamento familiar e deportar os migrantes, na sua esmagadora maioria muçulmanos, que sejam condenados por crimes.

Não se trata apenas do medo generalizado de que «a criminalidade está fora de controlo» em França. Existe também, entre 40% dos franceses, o medo de uma guerra civil, que presumivelmente oporia os franceses autóctones e os migrantes não muçulmanos aos migrantes muçulmanos.
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O multiculturalismo só é possível entre culturas compatíveis em termos de valores fundamentais e o islamismo não é compatível com os valores das democracias europeias. As sociedades podem ser perfeitamente multi-raciais mas multi-culturais, só até certo ponto. Haverá sempre algumas excepções de culturas que defendem e praticam a degradação dos seres humanos e, em particular, das mulheres. E o islamismo é o maior exemplo desta excepção. O islamismo devia ser reconhecido como religião extremista, totalitária e violenta e ser tratado como tal até se reformar ao ponto de poder conviver com outras culturas. E todos os defensores e propagadores da sharia, essa ideologia de degradação do humano, em particular das mulheres, deviam ser imediatamente expulsos.

Em França têm medo de uma guerra civil entre islamitas e não islamitas, mas em Inglaterra, devido à ocultação dos crimes islamitas contra raparigas inglesas e à censura (com despedimentos e prisão) de qualquer crítica ao islamismo, já estão na guerrilha civil urbana.

Vivemos num tempo de ilusão de massas, em modo auto-cegueira e negação das evidências sobre o perigo dos islamitas, sobre os homens serem mulheres, sobre a Rússia ser um país respeitável com quem se pode falar.

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O democrata socialista pró-palestiniano Adam Hamawy, que mantém ligações a um terrorista da Al-Qaeda conhecido como o «Sheikh Cego», venceu as primárias democratas para o 12.º distrito congressional de Nova Jérsia. O distrito é um bastião democrata, o que lhe dá boas hipóteses de vencer as eleições gerais e de se mudar para Washington, DC https://thepostmillennial.com/breaking-muslim-socialist-with-ties-to-blind-sheikh-terrorist-wins-democrat-primary-in-new-jerseys-12th-district#google_vignette

Quando não houver petróleo não há bombas

 

Os artigos do Público dizem muito de quem os escolhe para publicar





Pena suspensa para Ricardo Salgado: “Não havia outra solução para este caso”


Professor de Direito Mário Monte não corrobora a teoria da defesa: se Ricardo Salgado não fosse julgado “gerar-se-ia um sentimento muito grande de impunidade na sociedade portuguesa”

O professor de Direito da Universidade do Minho Mário Monte entende que os juízes que suspenderam a pena de cadeia a Ricardo Salgado decidiram de forma correcta: “Não havia outra solução para este caso. Sofrendo da doença de Alzheimer, não podia ser tratado de outra forma pela justiça”, observa, por muito que possa haver quem não compreenda a decisão.

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Portanto, um professor de Direito diz que a decisão foi correcta e essa é a verdade e quem não concorda é porque não compreende as coisas. lol

Depois no resto do artigo diz que a pena foi curta -13 anos é pouco para alguém que é descrito como viciado em crimes financeiros-; que não foi decidida nenhuma medida de acompanhamento como se faz para outros presos de pena suspensa e que isso é problemático se a doença dele for um teatrinho (que ele não acredita que seja e eu acho muito mais provável que seja); que outras pessoas na situação dele, não tendo dinheiro para tantos médicos dispostos a gerar relatórios de Alzheimer teriam outra decisão; que a decisão beneficiou o arguido... 

Enfim, ele argumenta contra a decisão, dizendo que foi a decisão certa. E, nunca, em altura nenhuma fundamenta as suas opiniões.


June 02, 2026

"Deixei de compreender o mundo chamado, civilizado"

 

Todos os dias a Rússia aponta os mísseis a civis e não há resposta adequada do Ocidente, como por exemplo, fechar o céu da Ucrânia, como fizeram em Israel. Só lamentação.

Há uma dúzia de anos o mundo ocidental teve de juntar-se para combater o califado do ISIS/Daesh, um grupo grupo Sírio e Iraquiano de decapitadores, assassinos e esclavagistas sexuais incivilizados. Foram precisos 5 anos para derrotá-los. Espalharam o terror por toda a região e capturaram milhares de europeus. Agora dá-se-lhes dinheiro e suporta-se um dos seus líderes mais terríveis e uma grande parte dos políticos ocidentais de esquerda luta ferozmente para que os que restaram venham para a Europa como refugiados e tenham aqui poder político e religioso.

Deixei de compreender o mundo ocidental. 


June 01, 2026

Corrupção na ONU - Quem não está surpreendido ponha a mão no ar 🙋

 

Um novo relatório da UN Watch expôs um esquema sistemático de corrupção envolvendo autoridades de direitos humanos da ONU. Segundo a investigação, 13 dos 59 relatores especiais da organização apresentam conflitos de interesse, recebem financiamento de regimes autoritários e demonstram viés ideológico, apesar da obrigação de manter neutralidade. 
O relatório de 104 páginas, intitulado “From Rights Defenders to Ideologues” (“De Defensores dos Direitos a Ideólogos”), afirma que esses funcionários receberam milhões de dólares da China, Rússia e Qatar, enquanto utilizavam seus cargos para promover agendas políticas, condenar Israel e elogiar ditaduras com histórico documentado de violações de direitos humanos. 
Entre os exemplos citados está o de um relator que recebeu US$ 1,3 milhão da China, Rússia e Catar enquanto se recusava a condenar abusos de direitos humanos nesses países. Outro chegou a afirmar que o Hamas não é uma organização terrorista, ao mesmo tempo em que condenava Israel. fonte: UN Watch

https://unwatch.org/un-watch-exposes-systemic-corruption-at-un-human-rights-council-in-new-report/

Russos descobrindo os custos do imperialismo

 


Russos percebendo os custos do imperialismo

 

Russos percebendo os custos do imperialismo

 


Um machista encapotado?




Há muitos que parecem defender os direitos das mulheres até os vermos a desenvolver o raciocínio sobre o tema. O artigo é uma salganhada que mistura a realidade com imaginação e frases de literatura.

Primeiro diz que há um mito segundo o qual uma mulher não pode ser preserva e cruel. Devo ser muito ignorante porque ouvi falar desse mito... nem nunca ouvi alguém dizer que uma mulher não pode ser cruel e perversa como um homem, mas deve ser algo lá da família dele ou dos amigos, sei lá. 
Depois fala como se as mulheres afirmasse a igualdade entre homens e mulheres. Quem afirma isso são os homens biológicos trans. As mulheres falam em igualdade de direitos, não em serem iguais aos homens.
Depois diz que é por causa do mito da mulher terna que estes casos são populares: não, não é por isso. É por serem raros e ainda mais raros quando comparados com os números da violência masculina.
Nunca ouvi nenhuma mulher invocar ser mulher para não ir à tropa ou à guerra. A maioria das pessoas que conheço se puder escapar a uma guerra é o que faz, independente de ser homem ou mulher. Mas lá está, deve ser algo lá da família dele ou dos amigos, sei lá. 
Que a maioria dos maus-tratos aplicados às crianças são-no por mulheres é uma mentira descarada. Os números da violência doméstica não mentem, em todo o mundo e são consistentes.
Enfim, os homens querem muito que as mulheres sejam declaradas igualmente violentas mas os números não enganam, por muito que doa à ilusão ideológica machista.

Um caso, três mitos

Henrique Raposo
Expresso 

Em segundo lugar, o caso estilhaça a ideia errada de que a mulher não pode ser violenta. O machista gosta sempre de representar a mulher como uma santa cuidadora e que por isso deve ser ela a cuidar de crian­ças e velhos. Ou seja, está aqui em jogo a construção social do “género” feminino, cuidador, doce, terno, versus a construção social do “género” masculino, mais agressivo e por isso menos cuidador. É por esta razão que os casos que envolvem mulheres agressivas são tão populares e mediáticos. Este caso não é apenas um crime, é a desconstrução deste pilar invisível da ordem social. Mas, se somos feministas a sério e até ao fim, então temos de assumir que uma mulher pode ser tão perversa e cruel como um homem. A igualdade não é só para as virtudes, também é para os defeitos da espécie humana.

Ou seja, está aqui em jogo a construção social do “género” feminino, cuidador, doce, terno, versus a construção social do “género” masculino, mais agressivo e por isso menos cuidador. É por esta razão que os casos que envolvem mulheres agressivas são tão populares e mediáticos.

Chamava-se a isto coerência. Na era da igualdade entre homens e mulheres, na era da (desejada) exacerbação do feminismo enquanto igualdade, seria inconcebível que as mulheres invocassem agora a alínea do “género” frágil e inadequado à guerra. Curiosamente, é isso mesmo que muitas alegadas “feministas” estão a invocar.

(...) Esquecem que os maus-tratos aplicados às crianças são praticados na maioria dos casos por mulheres. 

E isto leva-nos ao terceiro mito, desafiado por autoras como Janina Ramirez em livros como “Femina”: a modernidade tem sido moderna para os homens, não para as mulheres; antes da alegada modernidade do século XIX, as mulheres tinham mais liberdade e as construções sociais do género não eram tão segregadas.

As mulheres desapareceram da linguagem oficial

 


Há uma casa de banho para homens, outra para pessoas com deficiência e outra para todos. E a das mulheres? As mulheres já não existem? São o que um homem quiser?

As mulheres desapareceram da linguagem oficial. Se as mulheres não existem na lei, então também deixam de se aplicar todas as leis de descriminação de género, de protecção às grávidas, às vítimas de violência doméstica, etc. Todas as leis que foram feitas para mulheres. Na Austrália já é assim. Os homens biológicos trans têm mais direitos de gravidez que as mulheres, a quem chamam, 'mulheres cis', para parecer que há muitos tipos de mulheres e eles -homens- são apenas mais um tipo. As mulheres de esquerda são agora a favor de perderem os seus direitos para homens. Pessoas que não pensam.

Na Europa há uma epidemia de violência contra as raparigas

 

Em outros países também há mas nunca deixou de haver. Aqui estava a diminuir já há muito tempo. Regressou em força. Os números crescem exponencialmente e são assustadores. 

Quanto a mim esta epidemia de violência contra as raparigas e as mulheres deve-se primeiramente à religião islâmica que se infiltrou no Ocidente e apela abertamente à violência contra as raparigas e mulheres, sem nenhum incómodo das autoridades e até com conluio na ocultação dos factos e desculpação dos criminosos. Todos os dias vejo uma dezenas vídeos novos, seja de líderes islâmicos nas mesquitas europeias a apelar ao apedrejamento de mulheres ou à sharia mais outros de violadores de raparigas que foram desculpados pelo tribunal - o de ontem foi porque a violação só durou 11 minutos, o que o juiz considerou pouco tempo. 

Homens que até há uma dezena ou duas de anos escondiam a sua violência, agora exibem-na publicamente como uma medalha ao peito, porque a narrativa dominante é que as mulheres não existem enquanto tal, têm liberdade a mais e foi-se longe demais em considerar as mulheres seres humanos iguais em direitos aos homens. 

Antes de ontem, na Holanda, um polícia raivoso atirou com enorme violência uma grávida ao chão, sem nenhuma provocação. Ontem foi em Espanha (vídeo abaixo)

A outra religião que aproveitou a boleia deste epidemia de violência foi a cristã evangélica que partilha essas ideias sobre as mulheres e as difunde publicamente desde a Casa Branca - sendo o Brasil um outro grande exportador de violência dessa religião contra as mulheres. São colonizadores, só que em vez de cobiçarem países para explorar, cobiçam a exploração e submissão de mulheres. 

Infelizmente, muitas homens de esquerda que se consideram progressistas são grandes apoiantes deste regresso ao machismo duro e, pior ainda, muitas mulheres também o são. Mesmo o Papa, que já teve palavras de apoio à religião islâmica, ainda não teve uma palavra para condenar o barbarismo do islão contra as crianças, as raparigas e as mulheres. Não sei se é hipocrisia de velho macho, cegueira dogmática ou puro desinteresse pela vida e destino de metade da humanidade.


A ideologia woke ressuscitou o machismo puro e duro

 


É preciso ter conversas sérias sobre os assuntos

 

Em vez de bloqueá-las automaticamente com insultos de vitimização para intimidar e impedir a discussão das ideias: islamofóbico, racista, transfóbico, etc. Ontem publiquei aqui uma citação engraçada -acho- que põe em destaque a complexidade do conceito de identidade. A frase brinca com as afirmações categóricas de que qualquer pessoa imigrante que consiga um cartão de cidadão de um determinado país -naquele caso o holandês- é indistinguível de um holandês imerso na sua cultura de muitas gerações. É evidente que não é. Eu morei em Bruxelas uns anos. Mesmo que tivesse lá ficado permanentemente e tivesse ganho um cartão de cidadã daquele país, nunca seria uma belga, mas sim uma portuguesa na Bélgica. É certo que não estive lá a criar violência e a tentar inverter os valores democráticos europeus e isso faz diferença com muitos que para lá foram, antes e depois de mim. Acontece que a esquerda, que costumava ser capaz de abarcar a complexidade dos temas, agora é dogmática e sistematicamente censura qualquer debate racional sobre os temas. Em Inglaterra, um polícia chamado a resolver uma questão de violência, deixou um inglês esvair-se em sangue porque o criminoso queixou-se de ser vítima de racismo e a auto-censura, por medo, de ser visto como racista cegou-o completamente para o facto do rapaz estar a morrer a seus pés. Então, ontem, assim que publiquei a anedota, apareceu logo um comentador (que não percebeu a anedota) com perguntas que insinuam eu ser racista e estar a defender que há verdadeiros holandeses e falsos holandeses. Precisa-se de pessoas que pensem com racionalidade e de regresso aos debates a partir de factos. A ideologia, se não é baseada em factos e escrutinada racionalmente, em nada difere de uma religião.


Bom dia

 


Setúbal


May 31, 2026

Porque é que os EUA não autorizam a produção de Patriot pelos ucranianos?

 

Os ucranianos vão ganhar esta guerra e os EUA vão ficar de fora de qualquer negócio que pudessem fazer. 

A luta de Pahlavi contra a República Islâmica

 

Prince Reza Pahlavi: What we are witnessing is not a sign of the Islamic Republic's strength, but rather a sign of the free world's inability to comprehend the true nature of the threat it faces.

"Tomámos Paris em 3 horas" (um alauakebar)

 

São sempre os mesmos. Só sabem destruir. Vêm com os seus comportamentos de violência tribal e dominação de machos com total ausência de controlo de impulsos e a cabeça cheia de uma ideologia do séc.VII.


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Desde 2022 que a Irlanda vende alumínio aos russos para bombardearem a Ucrânia

 

(já perdia a conta às vezes que os nossos governos nos disseram que devíamos ser como a Irlanda que tem uma economia a crescer. Pois, vendem-se a qualquer um de qualquer maneira...)

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https://kyivindependent.com/data-reveals-irish-alumina-factory-exporting-more-product-to-russia-than-government-claimed/

Os dados revelam que a fábrica de alumina irlandesa exporta mais produto para a Rússia do que o governo afirmava.

No primeiro trimestre de 2026, 83 % das exportações de alumina da Irlanda tiveram como destino a Rússia, de acordo com dados obtidos pelo Irish Times. Este valor ascende a 200 619 toneladas, o maior volume de exportações desde o início da guerra em grande escala em 2022.

Em contrapartida, apenas 0,6% (143 toneladas) das exportações de alumina foram para países da UE, e as restantes 40 000 toneladas foram enviadas para países fora da UE.

A Aughinish Alumina é propriedade da empresa russa Rusal, o segundo maior produtor de alumínio do mundo. A alumina produzida na Irlanda é enviada para fundições na Rússia, onde é transformada em alumínio e depois vendida a fabricantes de armas, de acordo com uma investigação anterior do Irish Times.

Martin afirmou, a 29 de maio, que incluir a fábrica na 21.ª ronda de sanções da UE seria «contraproducente», prejudicando mais a economia europeia do que a russa — apesar das provas de que a fábrica está a fornecer materiais para a produção de armas utilizadas contra a Ucrânia.