Ironia: os novos progressistas que odeiam os valores europeus passam as férias a visitar maravilhados as obras que esses valores construíram. Jeremy Tate (citado de cabeça)
Ironia: os novos progressistas que odeiam os valores europeus passam as férias a visitar maravilhados as obras que esses valores construíram. Jeremy Tate (citado de cabeça)
Este é um programa com um guru, Jeffrey Sachs, um economista que foi conselheiro do primeiro-ministro russo da Rússia pós-soviética e 3 crentes.
https://www.racket.news/p/a-true-shock-economist-jeffrey-sachs
Não há ali ninguém que lhe faça uma pergunta difícil, digamos assim. Pelo contrário, há um embasbacamento porque ele tem histórias dos anos 90 quando era conselheiro de russos. Ele diz que tentou que os EUA e os países do G7 dessem dinheiro à Rússia como deram a países da Europa no pós-guerra mas que os EUA recusaram porque já pensavam em destruir a Rússia.
No programa passam um excerto de uma entrevista de Zelensky, descontextualizado, para parecer que as intenções dele são destruir a Rússia a mando dos EUA.
Os EUA são o demónio que causou esta guerra porque os russos após a queda do muro só queriam a paz e a amizade com o Ocidente e os EUA impediram essa paz porque queriam controlar e dominar a Rússia e já tinham em mente uma guerra total com a ex-URSS.
Percebo que pessoas que pouco lêem sobre a História do século XX sobre estes países e não se informam sobre os factos correntes a não ser com os seus gurus e nas redes sociais se deixem levar por esta conversa porque o homem tem um ar de idoso competente e esteve por dentro de muitas situações nessa época enquanto conselheiro.
É claro que, se estiverem por dentro dos factos históricos, detectam muitas mentiras: os EUA queria muito a Ucrânia na NATO? Os EUA juntaram-se à Alemanha para impedir que a Ucrânia se juntasse à NATO. Nos 90 houve promessas formais a Gorbachev de que nunca alargaria a NATO? Sabemos ser mentira pelo próprio Gorbachev.
Enfim, é uma sequência de verdades (as histórias pessoais que ele viveu) com meias verdades (a Rússia no início dos anos 90 precisava de ajuda) e mentiras gritantes, para concluir que Putin é um homem de respeito, que Zelensky é um boneco nas mãos da CIA e que os EUA são os culpados de tudo o que a Rússia faz.
Por exemplo, cita muitas iniciativas militares dos EUA (erradas, é verdade) e nenhuma das invasões da Rússia aos países vizinhos desde os anos 90.
De vez em quando vejo um programa de propaganda de um servo de Putin para estar por dentro das suas manipulações e não ser apanhada desprevenida.
Aqui está uma pessoa chateada porque numa exposição de trabalhos escolares o filho dela não teve boa nota porque terá sido a única mãe a não fazer o trabalho do filho (é o que pensa, não o que sabe) e vem para um jornal nacional fazer queixinha da professora e dos outros pais.
Como se isso não chegasse, apesar de reconhecer que não percebe nada de educação (escolar) resolve dizer aos professores como devem trabalhar e que formações devem fazer, partindo da sua experiência "enquanto mãe e aluna", e que trabalhos de casa os alunos devem ter e aconselha a usar o ChatGPT porque em sua opinião, os pais fazerem os TPCs dos filhos é a mesma coisa que usar o ChatGPT. E fala em paradigmas da educação sem perceber um boi do que está a dizer e, portanto, diz disparates.
Imagine-se que eu, enquanto mãe e doente de muitos médicos, apesar de não perceber nada de medicina, fosse para um jornal queixar-me dos TPCs que os médicos me passam (rotinas de exercícios, medicação, etc.) ou passaram ao meu filho de cada vez que esteve doente, ou dizer aos médicos como tratar os doentes, que formação devem fazer, como mudar o paradigma da medicina, etc., ou ainda, como tratar doentes com cancro, pois tenho muita experiência dessa doença ou de outras que também tenho. Rídiculo, não?
Pois, só que em relação à educação escolar todos, porque já foram alunos e têm filhos e acham sempre que os seus filhos são vítimas, que os professores não vêem a sua excepcionalidade, pensam que a profissão de professor não é uma especialidade e qualquer um pode dizer como se deve trabalhar. E dizem isso aos filhos, o que lhes causa grande prejuízo, mas não percebem. É por isso que depois ficam admirados, como o ME, quando ouvem dizer que os professores são bons numa certa especialidade. Não estavam à espera, porque afinal, não só não deram grandes notas aos seus princípes como é uma profissão que qualquer um entende como fazer e pode fazer.
Há jornais que em nada diferem do pior das redes sociais. Estão no fundo da caverna. Continuem assim que vão bem.Urge formar professores e depois criar, nas diferentes disciplinas, módulos de literacia em inteligência artificial para que os alunos percebam como a usar criticamente — até porque, como bem sabemos, as alucinações do sistema não são propriamente raras. E depois, e isto é o mais importante, é preciso reformular o paradigma e alterar o tipo de trabalhos e exercícios pedidos. Há anos que o nosso ensino se baseia no “copiar / colar”. Porque mesmo sem ChatGPT, já tínhamos o Google e a Wikipédia e os trabalhos que são pedidos, e mesmo as perguntas nos testes, andam muito mais à volta do “escreva sobre” do que do “analise, reflicta ou dê uma opinião fundamentada”. Além disso, temos pouco o hábito de realizar avaliações orais e debates em ciclos menos avançados — e estes são exactamente os desafios onde não há inteligência artificial que valha.
Não sei muito de educação — na verdade, não sei nada. Mas sei, por experiência própria enquanto aluna e enquanto mãe, que o nosso ensino vive preso a uma lógica onde a repetição é valorizada em detrimento da compreensão e onde continua a pedir-se aos alunos que reproduzam informação em vez de a analisarem criticamente. É por isso que fico sempre surpreendida quando ouço especialistas que falam da inteligência artificial como se ela fosse a mãe de todos os males: é que trabalhos feitos sem reflexão, ausência de pensamento crítico e dependência de respostas fáceis já existiam muito antes do ChatGPT. A inteligência artificial não veio criar um problema, mas destapar um sistema de ensino que não acompanhou o mundo e que se tornou vulnerável.E pronto, já divaguei. Porque o meu objectivo inicial era só descarregar a indignação que senti depois de sair de uma exposição com trabalhos supostamente de crianças, mas que foram feitos por adultos.Carmen Garcia, https://www.publico.pt (excerto)
A Russian woman is going viral posting anti-Putin rants, today saying that the money they spend on war for a single day could fix the teeth of every pensioner in Russia, and that she doesn't need Ukraine and isn't giving her son's to "Putin's ass" just to come home in a bodybag.… pic.twitter.com/yWk7yLBpRK
— Jay in Kyiv (@JayinKyiv) May 2, 2026
Mais de 95 mil pedidos para realização de junta médica e quase um ano de espera
Já não tem a dimensão da pós-pandemia, mas, apesar das diversas medidas que têm sido implementadas nos últimos anos, o problema persiste. “O tempo médio de espera para a realização de juntas médicas de avaliação de incapacidade situa-se actualmente em cerca de 48 semanas para a primeira atribuição de atestado de incapacidade multiuso e em aproximadamente 56 semanas no caso das juntas médicas de reavaliação”, adianta ao PÚBLICO a Direcção Executiva do SNS (DE-SNS).------
O facto de Trump ter retirado 5000 soldados americanos da Alemanha logo após ter falado com Putin é mera coincidência?
Sobretudo se desfilarem o exército e armas. Não faça como da outra vez que se inibiu de atacar o exército de Putin e o seu bando de mafiosos durante as marchas militares de comemorações.
In Russian Samara, the May 9th parade was officially canceled due to possible drone strikes.
— Anton Gerashchenko (@Gerashchenko_en) May 1, 2026
The stage and other arrangements were already installed but now are being dismantled.
Looks like it's Ukraine that makes decisions about Russian parades now 😁 https://t.co/pfOh3Xar8Z pic.twitter.com/ycnIZHYSBE
Zelenskyy approved new drone strikes on Russia.
— Tymofiy Mylovanov (@Mylovanov) May 1, 2026
Zelenskyy: Ukrainian drones — our long-range sanctions.
1,500 km range is no longer news. Russia’s oil sector, military logistics, production are legitimate targets.
If Russia doesn't want diplomacy, it must be imposed on it. 1/ pic.twitter.com/4zDnVkPczz
Macron:
Estamos a organizar a coligação dos dispostos a garantir a segurança na Ucrânia sob comando franco-britânico.
Os europeus devem assumir mais responsabilidade pela sua própria defesa, manter a interoperabilidade da OTAN e ser capazes de agir em conjunto.
Este exercício demonstrou que os europeus podem, de forma credível, levar a cabo em conjunto uma operação desta envergadura, com a França como nação-quadro.
Essa é uma mensagem clara para os nossos parceiros ucranianos e para todos os exércitos europeus que sabem que podem participar nessas missões.
Em fevereiro de 2022, poucos especialistas acreditavam que a Ucrânia iria resistir, mas os ucranianos resistiram, inovaram e defenderam o seu território passo a passo com fortaleza de espírito. Nenhum equipamento fará isso por vocês. No final, a vitória continua a depender das pessoas.
Para apoiar Putin. Uma coisa é a Europa liderar no financiamento da Ucrânia, pois é um país europeu, outra muito diferente são os EUA abandonarem a Ucrânia para apoiar o invasor.
History doesn’t forget moments like this.
— Shaun Pinner (@ShaunPinnerUA) May 2, 2026
Donald Trump’s administration looks away, no funding, no leadership, just echoing Kremlin talking points as Russia commits atrocities in plain sight.
Turning a blind eye isn’t neutrality, but it is complicity.
🇺🇸 🇺🇦 “Why are we… pic.twitter.com/7Nuje6Om2X
Fui ler o artigo pensando ir encontrar professores criminosos,que cometeram crimes contra alunos. Sendo 800 em 120 mil professores, são 0,6 %, mas mesmo assim, 800 professores criminosos contra alunos... Li o artigo e afinal, a maioria dos 800 processos são para obrigar os professores a darem as notas que os pais querem; um processo deveu-se a uma professora ter gritado com um aluno; uma professora foi perseguida e obrigada a pôr baixa pela própria escola, porque muitas direcções têm medo dos pais. Porém, lemos o título e parece que os professores são um bando de criminosos. Já vi este artigo em duas redes sociais com comentadores/pais a chamar nomes aos professores. Gostava de saber a porcentagem de processos em outras profissões. Enfim, continuem assim que vão bem na campanha para levarem professores para as escolas.
Os primeiros 20 países são todos, excepto um, da Europa, quase todos da Ocidental. Portugal está em 10º, sendo o primeiro do nível 2, 'sim, há liberdade de imprensa, mas...' RU, no 18º; Espanha no 29ª; Austrália no 33º; Grécia no 86º. Tem interesse porque são governos de esquerda e deviam, segundo as narrativas de esquerda acerca de si mesma, ser os maiores apoiantes da liberdade de imprensa - que está indissociavelmente ligada à democracia. Os regimes islamitas, elogiados pela esquerda como o ideal de civilização dos direitos humanos aparecem no fim da tabela - perto dos regimes comunistas ou pró-comunistas.
https://rsf.org/en/index?year=2026
«Os Estados autoritários, os poderes políticos cúmplices ou incompetentes, os agentes económicos predatórios e as plataformas online insuficientemente regulamentadas são os principais responsáveis pelo declínio global da liberdade de imprensa», afirmou Anne Bocande, diretora editorial da RSF, num comunicado.
Bocande afirmou que a inacção perante tais ameaças aos meios de comunicação social constitui uma forma de aprovação.
O relatório salientou que menos de 1% da população mundial vive num país onde a liberdade de imprensa foi classificada como «boa», uma descida em relação aos 20% registados em 2002, descrevendo o jornalismo como cada vez mais criminalizado a nível mundial.
Outrora um mercado modelo para a liberdade de imprensa, os EUA registaram um declínio nos últimos anos, atribuído ao presidente dos EUA, Donald Trump, e à postura hostil da sua administração para com os repórteres. Trump rotulou os meios de comunicação críticos de «notícias falsas», intentou ou ameaçou com ações judiciais contra empresas de comunicação social e brincou com a possibilidade de os repórteres serem alvejados.
Em toda a região da Ásia-Pacífico, as perspetivas eram sombrias, com a análise que acompanha o índice a projetar um declínio ainda maior da liberdade de imprensa no futuro, alimentado por leis repressivas e táticas aprendidas com regimes repressivos.
«As táticas de censura e propaganda desenvolvidas pelos regimes autoritários regionais, com a China à cabeça, estão agora a espalhar-se muito para além das suas fronteiras», afirma o relatório. A China ocupou o 178.º lugar no índice, ficando apenas à frente da Coreia do Norte e da Eritreia, um pequeno país costeiro africano onde não existem meios de comunicação independentes, de acordo com o índice.
Os países europeus ocuparam posições mais favoráveis, com a Noruega no topo do ranking global, seguida pelos Países Baixos, Estónia, Dinamarca e Suécia. As suas classificações devem-se, em grande parte, a proteções legais robustas.
A RSF elabora o seu índice anual há 25 anos, avaliando 180 países e territórios, desde os mais livres até aos mais opressivos. O grupo, fundado em Montpellier por quatro jornalistas em 1985, defende a promoção dos direitos dos jornalistas a nível global.
“Os americanos já não estão interessados em manter a ordem global às suas próprias custas. Durante oitenta anos, a Marinha dos Estados Unidos garantiu a segurança dos mares para todos. Essa era acabou. A partir de agora, se quiseres que o teu petróleo chegue ao destino, terás de garantir tu próprio a sua segurança.” — Peter Zeihan
Sejamos claros: não existem taxas de trânsito em Ormuz. O parlamento iraniano apresentou um “projecto de lei” e a câmara de eco irresponsável das redes sociais tratou-o como um facto consumado. Não se trata de uma portagem.
Porque é que o Irão cobraria aos seus parceiros como a China, a Índia ou o Paquistão? Além disso, os canais de águas profundas de Ormuz situam-se em águas de Omã, não iranianas.
A razão pela qual o tráfego de petroleiros abrandou não é porque o Irão tenha fechado um “portão”, mas porque os Estados Unidos não têm pressa em fornecer seguros marítimos. Nenhum armador se atreve a navegar sem seguro, mesmo com escolta militar. Os americanos estão deliberadamente a arrastar os pés — é o “detox” em acção, forçando os europeus a assumir finalmente o esforço principal.
Pode discutir-se se o plano de Trump é “bom” ou “mau”, mas não se pode discutir os resultados. Está a alcançar um enorme sucesso no Irão e a projectar um poder inegável em direcção à China.
Falando da China: depois de ter interrompido as importações de petróleo dos EUA seis meses antes da eleição de Trump, Pequim voltou a comprar petróleo americano. Porquê? Porque Ormuz está, na prática, “fechado” devido à falta de seguros e, com a Venezuela e o Irão fora de jogo, os chineses perceberam que não têm outras opções.
WEISSWORD in https://weissword.
“Há sessenta e um dias o Presidente Trump iniciou unilateralmente a guerra no Irão. Não tinha uma estratégia coerente. Recusou apresentar o caso ao povo americano ou consultar o Congresso. Não apresentou qualquer prova de uma ameaça imediata e ignorou os conselhos de especialistas militares e de inteligência que o alertaram para as consequências. Hoje, o nosso país encontra-se numa posição estratégica pior. O Estreito de Ormuz estava aberto. Agora está fechado. Treze militares perderam tragicamente a vida e mais de 400 ficaram feridos. Perdemos dezenas de aeronaves, sofremos danos significativos nas nossas bases na região e consumimos uma quantidade alarmante do nosso arsenal de mísseis. O moral e a prontidão das forças, especialmente entre unidades e navios sobrecarregados, como o porta-aviões USS Gerald R. Ford, foram afetados. Os preços da gasolina e dos fertilizantes dispararam em todo o mundo. As famílias americanas estão a suportar o custo de uma guerra com a qual nada queriam ter a ver e da qual nada ganharam.”Amanhã assinalam-se 60 dias desde que Trump informou o Congresso de que tinha iniciado ações militares contra o Irão. Ao abrigo da Lei dos Poderes de Guerra de 1973, após 60 dias o presidente tem de pôr fim às hostilidades ou obter aprovação do Congresso. No seu testemunho de hoje, Hegseth tentou argumentar que o prazo de 60 dias é suspenso durante um cessar-fogo, apenas para o senador Tim Kaine (D-VA) assinalar que a lei não diz isso.
“A decisão de hoje por esta maioria ilegítima do Supremo Tribunal constitui um golpe contra a Lei do Direito de Voto e foi concebida para minar a capacidade das comunidades de cor em todo o país de elegerem o candidato da sua escolha”, disse aos jornalistas na quarta-feira Hakeem Jeffries (D-NY), líder da minoria na Câmara. “Mas não estamos aqui para recuar. Estamos aqui para reagir.”Trump, entretanto, quer ainda mais. A sua conta nas redes sociais publicou hoje:
“Quanto abuso pode o Senado Republicano suportar por parte dos lunáticos da esquerda radical, sob a forma de senadores democratas, antes de EXPLODIR (TERMINAR!) O FILIBUSTER e aprovar medidas a um ritmo recorde, incluindo a Lei Save America, que seria impensável sem o fim do filibuster?? Sem o filibuster, [p]oderíamos aprovar uma lei atrás de outra. Poderíamos aprovar leis e medidas que nunca sequer sonhámos aprovar. E sabem mais uma coisa? Não perderíamos durante 50 anos.”As próximas eleições estão claramente no pensamento de Trump. Hoje, numa intervenção na NewsMax, disse:
“É um problema eu não estar no boletim de voto. E tenho de convencer — toda a gente diz que se eu estivesse no boletim ganharíamos por uma vitória esmagadora. Tenho os melhores, alguns dos melhores números nas sondagens que alguma vez tive.”
Kaja Kallas:
— Anton Gerashchenko (@Gerashchenko_en) April 30, 2026
Russia does not want to engage in any kind of dialogue. We should not humiliate ourselves by saying, "please, we beg you to talk to us."
Instead, we should put them in a position where they move from pretending to negotiate to actually negotiating. pic.twitter.com/mbpKqHduVY
E como consegue navegar no meio da esquizofrenia de tantos líderes medrosos.
Pressure on the regime and its enablers is essential to stop this war.
— Sviatlana Tsikhanouskaya (@Tsihanouskaya) April 30, 2026
Belarus must not be used as a launchpad for Russia. Our people have made their choice: we do not want war, and we stand with Ukraine.
A free Belarus is essential for a just and lasting peace in Europe. https://t.co/f9QMpQQZTl
E não falo apenas do mafioso putin-lover da Casa Branca. Também os europeus, dia sim, dia não mudam a trajectória da sua política. Primeiro choram com medo de fazer um exército europeu não vá Trump zangar-se com eles - parecem Trump a lidar com Putin. Depois exigem que a Ucrânia se deixe aniquilar pelos russos: ora não podem atacar as fontes do petróleo, ora têm que arranjar as tubagens que a Rússia destrói co mísseis para continuarem a vender petróleo a inimigos, ora pedem para a Ucrânia render-se e dar territórios a Putin, ora pedem que a Ucrânia pague aos russos!!! Que líderes cobardes e mendazes! Assim não vamos lá.
Partners asked Ukraine not to attack Russian oil terminals due to the war in the Middle East, but I told them "no", — Zelensky in an interview with Newsmax
— Beefeater (@Beefeater_Fella) April 30, 2026
What else was said?
▪️Russia is not in a strong position and is not winning the war. Ukraine is currently in the best… pic.twitter.com/5sQU8AwIEY