September 12, 2020

Afinal o PS tem um candidato a presidente. E não é a Ana Gomes

 


Costa e o apoio a Vieira: "A liberdade de expressão existe em Portugal"

O primeiro-ministro não quis alongar-se em comentários sobre o facto de estar na comissão de honra da recandidatura do presidente do Benfica. Vice-presidente Varandas Fernandes contra ataca falando em perseguição a Vieira.

Onde acaba o mar e começa o céu?

 



Joel Santos - Photography

Madeira-Porto-Santo

Planos

 


Uma vez que é sempre melhor ver as coisas pelo lado positivo, não vou perder mais tempo a chatear-me e vou considerar este ano de baixa forçada um ano sabático -mal pago, com cortes, mas enfim... Como diz o meu amigo A., em vez de ficar chateada, é melhor encarar isto como uma oportunidade para fazer o estudo, as leituras e a escrita que tenho atrasadas, mais a mais porque, de qualquer maneira, vou ficar mais ou menos em reclusão e, já agora, aproveito o tempo de modo útil e satisfatório. Tenho tanta coisa começada a escrever e que quero muito acabar e está de lado há tanto tempo porque a profissão de professor é esgotante e não deixa margem para uma pessoa se dedicar a escrever coisas que exigem concentração. Vou passar a fazer uma lista das leituras obrigatórias mensais. Essa coluna da fotografia, tirando os 2 livros de baixo, que são para estudar Hegel (estou muito motivada para isso e vou acompanhar uma aulas online e ler uns artigos que já tenho de lado) é para ser lida até ao fim de Setembro. Tem aí leituras que me interessam para a compreensão das dinâmicas histórico-sócio-políticas e outras de entretenimento como os livros de ficção científica.

Paralelamente, como tenho que fazer um certo número de horas de formação em cada x anos vou aproveitar para fazer formações em áreas que me interessem ou que sejam úteis. Já encontrei 6 que interessam, todas a começar já em Outubro.




'Sevandija'

 


Fui dar com esta palavra que não conhecia e quer dizer, 'parasita, verme'. 

O escritor português Sérgio Luís de Carvalho, autor de Dicionário de Insultos (2014, Planeta), diz que, "Insultar é importante, porque é uma sauna para a alma. Traz um alívio. Todos precisamos fazer isso de vez em quando. Se não faz, tem algum problema."

Isto vem a propósito de, nestas férias de praia em que passávamos o tempo quase todo fechados em casa, à conta do covid, numa tarde de indolência, já não sei a propósito de quê, eu, o meu filho, a namorada e um sobrinho pusemos-nos a ver quem encontrava mais insultos, por ordem alfabética, com a particularidade de termos de tentar encontrar insultos que não caíssem na ordinarice e pudessem ser ditos em tom composto e erudito. Por exemplo, energúmeno, sacripanta, labroste, etc. Há letras, como o 'J' ou o 'H', muito difíceis para o insulto. 

Evidentemente que estamos todos a muitas léguas de distância do Fialho de Almeida que sabia insultar com uma erudição impecável. Ora veja-se o que escreve neste livrinho, 'Os jornalistas e outras pasquinadas':











Ou este trecho aqui:












daqui:




Questões

 

Porque razão o fecho das escolas durante quatro meses -o tempo que em muitos países duram as férias de Verão- causou um impacto, classificado como 'brutal'? Que diz isso, não da escola, mas das famílias? 

O 'impacto brutal' na saúde mental das crianças deve-se ao fecho das escolas ou sobretudo à má qualidade da vida das famílias? A vida das pessoas é tão má: sem tempo, sem recursos e sem possibilidades que a escola passou a ser o socializador primário das crianças, na ausência do qual se afundam em problemas mentais?



Covid-19: Estudo sobre saúde mental na China revela impacto brutal nas crianças


Trabalho com um total de 1241 alunos entre os 9 e os 15 anos revelou um “aumento significativo” dos problemas de saúde mental associados ao fecho e reabertura das escolas. Apesar das limitações, este estudo realizado na China e outros artigos publicados antes podem ajudar outros países que estão agora a lidar com o regresso às aulas.


Quietude

 




Quiétude

September 11, 2020

En mai fais ce qu'il te plait

 


Estive a ver este filme que é passado nos primeiros anos da Segunda Guerra, quando as estradas de França eram atravessadas por colunas de famílias que tinham abandonado as suas quintas e casas à pressa, com poucos pertences, às vezes uma carroça, um carro velho, em filas de quilómetros, com os filhos, em direcção ao Sul, na esperança de fugirem à guerra e começarem uma vida melhor. Isso pôs-me a pensar no que levaria se tivesse que sair à pressa só com uma maleta na mão, deixando tudo para trás. Depois lembrei-me que isso já me aconteceu... LOL... em 75.

Lembro-me de o meu pai entrar em casa com o tio D. e os copcons atrás de metralhadora, estando eu na outra ponta do corredor e da minha mãe me dizer, 'vá acordar os manos [os meus dois irmãos mais novos, com 5 e 8 anos, que estavam a dormir], faça uma mala para eles e outra para si e espere no largo perto da porta de trás [da cozinha]'. Então, acordei os meus irmãos, fiz uma mala para eles e deixei-os com a C., a cozinheira, que entretanto entrou pela casa adentro, veio ter comigo e disse-me, 'vá fazer a sua mala que eu tomo conta deles'. Lá fui ao primeiro andar, onde era o meu quarto, agarrei numa mala, pus lá dentro os discos todos, cartas de amigos (tinha tido uma hepatite no ano anterior e os amigos escreveram-me montes de cartas com beatas de cigarros lá dentro), um poster que tinha na parede e três ou quatro livros. Depois pensei, 'se a mãe me manda abrir a mala e vê que só tenho discos e livros ainda levo um tabefe, de modo que fui a uma gaveta e tirei umas calças e uma camisa que estendi em cima das coisas para parecer que era tudo roupas. Depois desci, peguei na P. ao colo e com o Z. agarrado à minha camisa, fui esperar onde me mandaram. Nessa noite, que ficámos em casa da avó umas horas, antes de vir para Lisboa, a minha mãe perguntou-me, 'fez a mala dos seus irmãos?' - Fiz. 'E trouxe roupas para si? É que não sei se acabámos de perder tudo o que tínhamos'. - Sim, sim, trouxe roupas 😁 Agora, quando me lembro disto, dá-se sempre vontade de rir  ahah   é que é mesmo coisa de miúdos. O meu irmão vinha com um saco com os carrinhos todos e não também não queria saber de roupas.

Mas enfim, lembro-me dos discos todos que trouxe mas não dos livros. Devo ter trazido livros que andava a ler... seja como for, estava a ver este filme e pus-me a pensar, 'se tivesse que sair à pressa e deixar tudo, mas pudesse levar um livro, que livro é que levava?' Pois, não sei... não é fácil responder a isto. 


Nocturna - Schwanengesang

 







Com unhas e dentes

 




Luís.Filipe.Parrado‬ ‪in "Entre a carne e o osso"‬

Today's convo

 


“I opened my mouth, almost said something. Almost. The rest of my life might have turned out differently if I had. But I didn’t.” 

~Khaled Hosseini, The Kite Runner

Blast from the past





Os banhos nas termas de Caracalla, em Roma ca. 212 CE, segundo recriação de um artista. Os banhos eram alimentados, por assim dizer, pelo rio Aniene e trazidos para Roma pelo aqueduto Aqua Marcia, o mais longo dos onze aquedutos romanos clássicos que traziam água para Roma, com mais de 90 km de extensão.


 via.history leak

Happy birthday Mr. Arvo Pärt









Gostava que o ME falasse clara e oficialmente



... em vez de dizer coisas em reuniões ou seminários, porque sabermos as notícias por jornais, onde cada um diz sua coisa, ou por blogs, não é oficial. 

Li a notícia e agora fiquei na dúvida se a declaração que entreguei em Julho serve para estes 30 dias de que falam ou se tenho que pôr baixa... chiça! Não são capazes de fazer um comunicado ou um despacho, já que gostam tanto disso? 

Olha, mandei um email ao meu director para saber o que tenho que fazer, porque estou na dúvida, mas não acho normal que ninguém nos diga nada, nem uma palavra, oficialmente, sobre no que temos que fazer e que tenhamos que andar a ler jornais e blogs para ver se temos alguma informação.

Não é como se os médicos estivessem ao nosso serviço permanente e aparecessem a correr se precisamos de uma declaração ou uma baixa e os documentos têm prazos para ser entregues. Que falta de consideração... estamos a 3 ou 4 dias de começar as aulas e ainda ninguém me disse o que tenho que fazer?


Professores de risco vão ser substituídos todas as semanas


O Ministério da Educação quer saber quantos professores pertencentes a grupos de risco vão apresentar uma declaração médica para justificar 30 dias de faltas ao trabalho, sem perda de remuneração.

À atenção do senhor Costa

 


Democracy, instead, requires treating people as citizens – that is, as adults capable of thoughtful decisions and moral actions, rather than as children who need to be manipulated. One way to treat people as citizens is to entrust them with meaningful opportunities to participate in the political process, rather than just as beings who might show up to vote for leaders every few years.

~ Nicholas Tampio in Treat People as Citizens

September 10, 2020

Blast from the past



Na Grécia Antiga, a tradição mandava que os estranhos em nossa casa fossem recebidos com hospitalidade, não fosse o caso de serem um deus disfarçado com a capacidade de conceder recompensas. Chamava-se Teoxenia, em honra do deus (teo) Zeus, às vezes chamado Zeus Xénia, protector dos hóspedes, dos viajantes.

(quando Páris violou a lei de Xénia... Bam!! Guerra de Tróia!)


imagem da net


Uma coisa boa

 


... quer dizer, se tiver algum rigor. Outro dia um médico disse-me que aqueles testes de gravidez que se fazem em casa, têm uma margem de erro de 25% quando dão negativo. É muito... Se este teste ou outro qualquer que inventem for fiável é óptimo. Estou a prever um Natal um bocado triste com reuniões de família por zoom... Nós somos uma família grande... como é que nos vamos juntar todos na mesma casa? Era preciso que todos fizessem um teste de Covid-19 na véspera (como aconteceu nos meus anos), o que é difícil... de modo que se uma pessoa tivesse um teste que pudesse dar resultados assim quase na hora, era diferente. Enfim, por outro lado, poupa-se muito dinheiro em presentes, mas não é um consolo. Este ano, nos anos do meu filho, comprei um presente pela net e mandei entregar em casa dele. Estávamos em pleno confinamento.


A 15-minute test for COVID-19 has just been approved

COVID-19 Global Health Healthy Futures SDG 03: Good Health and Well-Being Future of Health and Healthcare Healthcare Delivery Mental Health
Abbott expects to ship tens of millions of tests in September.
Image: Abbott Laboratories

Quando me vêm falar na dieta do paleolítico...

 


... I don't think so...









Vênus de Willendorf, 25000 a.C Paleolítico superior

Cada cavadela, uma minhoca...

 


Portanto, vou ter que meter baixa, mas olhe-se só os termos abusivos do SE a falar de nós, partindo do princípio que está a ser citado correctamente, como creio que está: se efectivamente [portanto está a duvidar das pessoas?] se está perante um impedimento de sair de casa... Que eu saiba quem está impedido de sair de casa são os infectados com covid-19... até vai a polícia a casa, todos os dias, ver se lá estão. 

As pessoas de grupos de risco, como eu, não estão impedidas de sair - vamos a consultas médicas, tratamentos, exames médicos. Em Agosto fui à praia - ia às 8 e meia da manhã para não apanhar ninguém a menos de 50 metros, o que aconteceu; o ortopedista aconselhou-me nadar porque estive com uma capsulite adesiva, uma das sequelas da radioterapia e fiz uma infiltração e fisioterapia porque já não mexia praticamente o braço e tinha dores horríveis. Ir à praia e nadar, o que fiz, ajudou a restabelecer-me a saúde nesse problema. Tinha que ficar com esse problema para agradar ao autoritarismo do SE?

Tenho indicações de fazer exercício e, podendo, andar a pé (de preferência na natureza), porque isso melhora-me a capacidade de oxigenação dos pulmões e fortalece o músculo do coração - o meu tumor é um trambolho inoperável, com 7cm de diâmetro, mesmo em cima do coração e estou com um edema...  não deixo de sair, podendo, em segurança, para fazer exercício que me melhora as expectativas de sobrevida, para agradar ao autoritarismo do SE.

Hoje fui à farmácia e depois comprei o jornal na papelaria ao lado, que é do tamanho de metade de uma sala de aula da minha escola e onde só deixam entrar 2 pessoas de cada vez com máscara e depois de desinfectarem as mãos. Ao supermercado nunca mais fui, desde Março, porque é um espaço fechado e sempre com muita gente, nem ao mercado, embora talvez pudesse ir a este último, porque é um espaço grande e às 9 da manhã não tem ninguém, mas antes de ir preciso de investigar as condições; no entanto, vou de vez em quando à mercearia do sr. A. onde só pode entrar uma pessoa de cada vez, de máscara, porque não vou deixar de comprar fruta e legumes para agradar ao autoritarismo do SE. 

Desde quando ir a uma farmácia ou sair para ir andar na serra ou no campo ou mesmo na cidade a horas e em sítios onde praticamente não se vê pessoas, para pôr oxigénio nos pulmões e fazer exercício é igual a estar enfiado em salas de aulas com 30 alunos todos uns em cima dos outros por longos períodos, horas seguidas? Só mesmo na cabeça deste senhor que não tem respeito pelos direitos das pessoas. 

Que ia ter que meter baixa já eu tinha percebido mesmo antes de falar com médicos, assim que me disseram o horário e vi que tinha turmas de 27 alunos e que entrava nas salas de aula, não de manhã, quando estão arejadas e limpas mas a meio da tarde. Fiquei logo chateada e revoltada (só agora me está a passar, porque não vale a pena stressar-me que isso piora a doença)  porque pedi expressamente para me darem um horário que me permitisse ir trabalhar e acho que não era difícil, bastava ter divido uma das turmas ao meio. Tinha à mesma o horário lectivo completo mas sem 27 alunos nas turmas. Há escolas que puseram todas as turmas a 20 alunos. Há professores com uma turma ou duas. Eu só precisava que me tivessem dividido uma turma ao meio e me dessem um horário com condições mínimas de segurança. Mas não houve essa consideração comigo. 

Não sei se mesmo com turmas de 16 alunos não me diriam -os médicos, não o SE ou outras pessoas sem competências médicas para me ditarem regras ou comportamentos que afectam a minha saúde e a minha possibilidade de sobreviver a este cancro-, ser à mesma um risco muito grande... não sei...  mas quem manda  no horário também não sabe e não teve essa consideração comigo. E isso ofende-me. Nunca na minha vida fiquei de baixa sem trabalhar, a não ser naquele 3º período de 2018, em que estava a morrer. Sou uma pessoa que trabalho, faço o meu trabalho com empenho e acho que merecia essa consideração. 


Professores de grupos de risco não podem optar por teletrabalho e devem meter baixa



O secretário de Estado Adjunto e da Educação, João Costa, garantiu nesta quinta-feira, num debate online promovido pelo PÚBLICO, que os professores que sejam doentes de risco para a covid-19 não poderão exercer as suas funções em teletrabalho. Caso não possam dar aulas, devem meter baixa, defendeu.

O governante, referindo-se a casos em que “efectivamente” se está “perante um impedimento de sair de casa”, disse que a “condição” que se aplica “aos professores e aos funcionários das escolas é semelhante a todas as condições, a todos os trabalhadores do sector público e privado”: “Se a minha função é compatível com trabalho não presencial, então eu posso desenvolvê-la, se a minha função é incompatível, então eu tenho de colocar baixa médica.” E acrescentou: “No caso especifico da educação, num momento em que temos aulas em regime presencial, isto significa que há uma incompatibilidade com trabalho não presencial, se tivermos transição para outros regimes, então essa condição pode ser reavaliada, em função disso mesmo. Este é o princípio base”, afirmou.

Porquê a Filosofia?

 


Partilho a resposta deste professor que acabei de descobrir por intermédio de uma partilha do Domingos Faria.


Perspectivas

 


Lê-se ali no 2º parágrafo que há quem insista em escrever, sem pudor, que João Costa chumbou dois alunos. Na verdade não chumbou mas mandou chumbar, embora de forma capciosa para parecer que não. De facto, a lei diz que os alunos com faltas injustificadas acima de um certo número, chumbam. No entanto, a verdade é que a prática, incentivada por este mesmo SE tem sido a de permitir que os alunos tenham centenas de faltas e que mesmo assim passem. Até se tiraram as faltas das pautas para o escândalo não ser visível, embora, muito capciosamente, digam que é na protecção de dados que pensam. Pois, claro... Já que se fala em lei, a lei diz que o Conselho de Turma é soberano nas decisões. Ora, neste caso, o Conselho de Turma decidiu (a meu ver, bem, pois pensou no interesse dos alunos, apesar da imprudência e falta de juízo dos pais em aconselharem os miúdos a faltar às aulas) passar os dois alunos. Ora, o SE foi a correr interferir e proferir despacho, dizendo, 'cumpra-se a lei'. Então, mas já se tinha cumprido, visto que o CT tem legitimidade para decidir. Mas ele fez questão de interferir e dizer, 'cumpra-se a lei', ou seja, faltaram indevidamente, não passam. É claro que não diz isto claramente porque é uma pessoa que diz sem dizer para não se comprometer. Um espertalhão com estas manobras que se inscrevem na prática de enviar ordens às escolas não assinadas, para se desresponsabilizarem, como tem sido reportado que aconteceu várias vezes durante este tempo escolar em pandemia. Pior, no mesmo despacho em que se diz, 'cumpra-se a lei', vai acrescentando, que está muito preocupado com o futuros dos dois rapazes. O cúmulo da hipocrisia. E vá-se lá ver... por magia, não é que depois do despacho dele o CT mudou a sua decisão...? Onde estão os despachos do SE a dizer, 'cumpra-se a lei' nos milhares e milhares de casos de alunos que passam com centenas de faltas, em claro desrespeito pela mesma lei...?

Quando esta Isabel Moreira fala em ódio à cidadania ou a pessoas que têm sexualidades diferentes, só mostra a sua limitação em perceber qualquer ideia com um bocadinho de complexidade. 

Vamos lá a ver: não sou a favor de ter uma disciplina de cidadania à parte. Não tem mérito suficiente que se sobreponha aos inconvenientes. É o mesmo que numa casa em que a mãe é proibida de trabalhar, ou de usar contraceptivos, haver uma hora por semana onde os pais falam dos direitos das mulheres... no básico sobrecarrega o horário dos miúdos, que já é carregadíssimo; no secundário, roubam horas de aulas, sendo que num e noutro caso, os temas de que se fala nessa disciplina, excepto os de organização política, já se abordam em outras disciplinas, devidamente tratados por professores que os enquadram em conhecimentos científicos, sistematizados. 

É mais importante termos uma escola que dê exemplo e incentive ao comportamento cívico de respeito por todos (independentemente de género, cor, raça, sexualidade, etc), de respeito pelos outros animais e pela natureza e, de respeito pela lei e pelos princípios democráticos do que ter uma disciplina de, 'dizer coisas'. 



artigo de Isabel Moreira, 

no Público de hoje