por beatriz j a, em 07.04.09
Quatro atletas e um emplastro. Onde está o emplastro?
por beatriz j a, em 07.04.09
Quatro atletas e um emplastro. Onde está o emplastro?
Yanis Varoufakis is at a conference in Moscow dancing to a sonf in which the only words are “Yanis Varoufakis.”
— Visegrád 24 (@visegrad24) April 6, 2026
This is the man who has been lecturing Western leader for years, accusing them of having an immoral foreign policy. pic.twitter.com/cuENO3Z6jq
Isto é como Trump querer a ajuda da UE ao mesmo tempo que manda o Vancing Queen à Hungria apoiar Orban a minar a UE.
🚨ZELENSKYY: Many nations want to partner with Ukraine now, but we will work only with those, who support our sovereignty, independence, and respect our people.
— Kateryna Lisunova (@KaterynaLis) April 6, 2026
“Many different nations now want to partner with Ukraine on security, but we're open to working with all who support… pic.twitter.com/q5uq72U8eO
Algumas turmas requerem que o professor trabalhe incansável e constantemente, com determinação, na imposição de regras de convivência comum e na gestão de expectativas, apenas para chegar a um nível de comportamento mínimo aceitável de respeito (uns pelos outros e pelo professor) dentro da sala de aula (sem o qual nenhuma experiência de aprendizagem é possível), nível esse de que outras turmas partem naturalmente sem grande esforço.
Às vezes, nessas turmas completamente impreparadas para a aprendizagem académica, onde uma parte grande do tempo é passado a educar e regular as competências sociais dos alunos, têm lá um aluno excepcional, do ponto de vista académico e também pessoal. São alunos cujo potencial nunca será plenamente desenvolvido, nem de perto nem de longe, naquele contexto. Têm excelentes notas, sim, mas fazendo o mínimo pois estão numa turma onde se trabalha para conseguir chegar ao mínimo. Se estivessem em outra turma onde o mínimo dos mínimos é o máximo dos máximos da sua, teriam outro nível de aprendizagem e de oportunidades futuras. A injustiça dessa situação chega a causar maior stress que a gestão da turma com essas características descritas.
Já quando entram no secundário, alunos que vêm com classificações de 5 a todas as disciplinas mostram, muitas vezes, falhas ao nível do pensamento analítico, organização conceptual, gestão de expectativas, etc. Quando falamos com os seus professores anteriores, dizem-nos, 'essa aluna/o estava numa turma tão má, com um comportamento tão mau, cheio de problemas disciplinares que nem sei como conseguiu manter-se focada apesar de tudo.' Como geralmente os alunos potencialmente excelentes não estão em turmas assim tão más, esse prejuízo nota-se menos, mas existe. Se depois entram numa turma de comportamento e preparação académicas normal, rapidamente ajustam as suas expectativas e progridem, mas se entram numa das outras turmas, estragam ali o potencial do seu futuro. Isto custa muito ver acontecer.
É por isto que hoje-em-dia muitos pais, podendo, tiram os filhos da escola pública. Não estão dispostos a que os filhos sejam cobaias em experiências sociais onde se junta tudo ao molho e à balda nas mesmas turmas com o pretexto ideológico da pseudo-inclusão.
O sistema educativo público existe, não apenas para introduzir as crianças e jovens na sociedade portuguesa (cultural, laboral, etc.) mas também para que possam evoluir nas suas potencialidades globais e interesses, enquanto pessoas. Queremos que a educação pública seja um canal de equidade social, onde os menos favorecidos social e economicamente possam ter acesso a uma aprendizagem que se traduza depois em oportunidades. Só que isso não é possível no modo como a escola está organizada, que é aritmeticamente: dividir o número de alunos por x turmas de x alunos cada, indiferenciadamente, incutir-lhes a ideia de que devem ir todos para a universidade, estudem ou não estudem, venham ou não às aulas, etc.
Uma maioria de alunos não gosta do estudo e não o pratica (aliás com o apoio dos pais que se queixam de ter de acompanhar os filhos no estudo). Tudo que tem que ver com estudar, com compreender conceitos abstractos, fundamentos teóricos, é um sacrifício enorme tirado a ferros. Sempre foi assim, só que agora piorou com as redes sociais e o mundo digital de um contínuo entretenimento como ideal de vida, que os forma como seres intelectualmente passivos, o que é oposto do que devem ser academicamente.
Portanto, estou de acordo em:
1º- Refazer os cursos profissionais. Muitos alunos que definham em cursos de prosseguimento de estudos e que irão engrossar o número dos nem-nem, prosperam em cursos profissionais. Temos falta de trabalhadores em muitas áreas, temos alunos que seriam bons num curso desses, mas dada a organização do sistema, estão em turmas de prosseguimento de estudos a fazer quase nada e, pior, a sabotar as oportunidades dos alunos que querem estudar;
2º - Os alunos deviam ser divididos, a partir de uma certa idade e consoante o seu percurso escolar até então, em alunos 'de desempenho Proficiente' e alunos 'de desempenho Avançado'¹. Esta classificação poria alunos em turmas de nível diferente, com expectativas diferentes quanto ao tipo de curso a seguir - resguardando sempre a possibilidade de um aluno num percurso poder passar do nível proficiente para o nível avançado se alterasse o seu nível de desempenho.
Esta prática permite não sacrificar os alunos com maior potencial de aprendizagem avançada no altar da inclusão fictícia, permite orientar alunos que nunca passarão do nível proficiente para cursos mais adequados às suas competências, permite que estes alunos sintam a escola como útil às suas aspirações de vida prática e, em geral, permite à própria educação pública cumprir o seu desígnio.
Muito são contra esta ideia alegando que no tempo de Salazar quem ia para essas escolas eram os alunos pobres e que agora iria acontecer o mesmo mas, na realidade, há imensos alunos com muito potencial entre os economicamente desfavorecidos cuja inclusão em turmas de alunos desinteressados no conhecimento e no estudo, são o maior obstáculo ao seu desenvolvimento e ao acesso a oportunidades que podiam ter. Alguns são alunos que nem sabem ainda o potencial que têm para o estudo, de tal maneira andaram sempre em turmas onde só se pode trabalhar para os mínimos. São sacrificados no ideal da igualdade, que não existe.
As pessoas não são iguais. Existem num largo espectro de interesses e capacidades teóricos e/ou práticos. Qualquer professor que trabalhe com alunos numa escola, onde apanha de tudo, sabe isto perfeitamente e a ideia de que, se os professores forem bons todos os alunos passam a querem estudar e aprender é um mito de efeitos castradores para muitos alunos: os que se interessam pelos conhecimentos e não conseguem progredir em turmas de desinteressados e os desinteressados no estudo que não conseguem tirar utilidade da escola num curso prático para o qual estão vocacionados.
Porém, como a seguir ao 25 de Abril a esquerda rotulou os cursos profissionais como fascistas e descriminadores -o que se percebe, à época- esses cursos nunca mais se livraram do rótulo de cursos discriminatórios. É uma pena. Este ano tinha um aluno numa turma de prosseguimento de estudos a fazer nada, desinteressado de tudo. Ainda no 1º período mudou para um curso profissional. Está contentíssimo e com boas notas. O professor de matemática, que dá aulas a ambas as turmas, diz que ele nem parece o mesmo. Já tem um estágio acordado para o ano que vem e está entusiasmado.
Os alunos são pessoas reais, não são entidades abstractas, categorias de ideologias em disputa. Se queremos resolver os problemas temos que olhar os factos e partir daí.
É claro que os cursos universitários também teriam de reorganizar-se. Neste momento, a maioria dos cursos universitários, por conta da mediocridade da escola pública e da degradação da própria universidade, já não serve o seu propósito de avançar o conhecimento para benefício de todos (veja-se o ataque à ciência fundamental²) e dedica-se apenas a treinar alunos a ter acesso a profissões onde possam fazer muito dinheiro.
Não digo que estes cursos de ensinar a ganhar dinheiro devem acabar, mas digo que deve haver, nas universidades, uma divisão, a certa altura do percurso do alunos, entre os que querem esse tipo de curso e os que querem avançar o conhecimento porque uns e outros requerem estudantes diferentes, com interesses e perfis diferentes.
------------------² - A visão constante dos políticos é a de que temos de investir apenas em tecnologia, apesar de termos uma ou outra universidade excelente na investigação de ciência fundamental (da qual depende a tecnologia), como podemos ler aqui nesta notícia do Público: Trabalho desenvolvido no Técnico premiado pela Sociedade Europeia de Física. “no panorama europeu, este historial coloca o IPFN, o IST e a Universidade de Lisboa em segundo lugar em número de distinguidos com este prémio, apenas atrás da Universidade de Oxford”, com a atribuição deste prémio a Pablo Bilbao a constituir “não só um reconhecimento individual de excelência, mas também um testemunho da força e continuidade da escola de física de plasmas em Portugal”.
.Mas o que estávamos era a dar ao mundo acesso total às crianças.
A única diferença é estas coisas serem agora feitas às claras, sem nenhum pudor. "Os monstros dantes andavam pelas sombras e agora andam em plena luz do dia". Fui dar com isto no outro blog que estou a copiar antes que o apaguem.
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F. A. Hayek Quotes
“Communists and Nazis clashed more frequently with each other than with other parties. They competed for the support of the same type of mind and reserved for each other the hatred of the heretic.” — Friedrich Hayek
(«Os comunistas e os nazis enfrentavam-se entre si com mais frequência do que com outros partidos. Competiam pelo apoio do mesmo tipo de mente e reservavam um ao outro o ódio que se tem pelos hereges.» — Friedrich Hayek)
Foi um acto de sabotagem de um imigrante com treino militar. É a guerra.
Serbian General officially cleared Ukraine of any involvement in the recent plot to attack Serbia’s gas pipelines.
— Yasmina (@yasminalombaert) April 5, 2026
The Serbian military’s top brass, General Đuro Jovanić, stepped up to the mic to give the official version of why their gas lines almost went up in smoke.
Summary… pic.twitter.com/GVmLRdFx06
Vejo muitas contas de pessoas da esquerda, inglesas, mas não só, a defender que a violação de raparigas e mulheres europeias por parte dos imigrantes islamitas é um preço suportável a pagar pela integração de mão-de-obra desses países islamofascistas. Dizem que a primeira geração de imigrantes vem com uma educação de violar raparigas e mulheres e em geral tratar as mulheres brancas como lixo, mas a segunda geração já está integrada. Para além do argumento ser criminoso e obsceno -defender que as raparigas e mulheres podem ser deitadas para o caixote do lixo- ainda é falso. Em Inglaterra já vão na terceira geração de imigrantes islamitas e o islamofascismo cresce de dia para dia com a cumplicidade desta nova esquerda amante de fascistas desde que sejam contra a direita ou contra judeus. Porque se tolera isto? Porque os que decidem as políticas não andam na rua a ser assediados e violados. É um problema que lhes passa ao lado.
A man in Germany tells us he as needs and the woman can't say no. I am glad we settled that. pic.twitter.com/MLDpqKr8M5
— David Atherton (@DaveAtherton20) April 5, 2026
"Il y a 70 millions de descendants d'esclaves de la traite transatlantique, et presque aucun en terre d'islam (génocide). La France a reconnu la transatlantique comme crime contre l'humanité. En terre d'islam, silence total sur la traite arabo-musulmane." [Tidiane N'diaye] pic.twitter.com/oQGjOgGe54
— Le Fascisme Islamiste Devoilé (@islamismefrance) April 6, 2026
BREAKING 🚨: 🇫🇷Macron has given BIG SHOCK to Trump.🔥
— InfoGram (@_InfoGram_) April 6, 2026
🇫🇷Macron silently sold 129 tons of French gold stored in New York and purchased an equivalent amount of gold in Europe.🔥
All of France's gold reserves are now located in Paris.🔥
Macron silently DITCHING United States 🇺🇸 pic.twitter.com/ailbXINS48
Miniature of the bedridden Charles VI, from a 15th century manuscript of Jean Froissart's Chroniques (BnF FR 2646)
What’s wrong? Well everywhere he’s . . . made of glass, you see;The chairs will be the death of him, he trembles at the bed,Fearful the one will break his bum, the other smash his head . . .—Constantijn Huygens, “Costly Folly”, 1642
🇺🇦🇷🇺 Europe starting to say it out loud
— WW3finalboss (@WW3finalboss) April 4, 2026
"We need to bring Ukraine into Europe. It's not only about us giving security guarantees to Ukraine, but also our region needs security guarantees from Ukraine because Ukraine is now the largest, most efficient and experienced military… pic.twitter.com/7FaXDgTZwN