Ontem começou a noite polar em Barrow, no Alaska. Só voltarão a ver a luz do sol em 23 de janeiro de 2021. Dois meses inteiros sem sol. Isto é depressivo.
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Ontem começou a noite polar em Barrow, no Alaska. Só voltarão a ver a luz do sol em 23 de janeiro de 2021. Dois meses inteiros sem sol. Isto é depressivo.
Djesus! Mas o homem não tem dinheiro para ir a um cabeleireiro decente e pinga tinta por tudo quanto é poro?
... sobretudo com muita risada à mistura, limpa a alma de preocupações, de tristezas e de stresses. Best Prozac ever.
Bad move already.
Instituído pelas Nações Unidas. em 2002, na 3ª quinta-feira do mês de Novembro, com os objectivos abaixo listados. Um deles, o de generalizar o estudo/ensino da Filosofia nas escolas, dado que esse passo ajuda a atingir os outro objectivos.
...mostra o que está por detrás da máscara.
Cada um vê o que quer.
Quando tratamos as pessoas com a mesma falta de respeito com que nos tratam, de repente (talvez se vejam ao espelho) rasgam as vestes como virgens ofendidas. De repente percebem (espera-se) que os outros também sabem ofender, só que escolhem não o fazer. Até o cérebro lhes explode. E mais não digo, mas fica muito por dizer.
Ponha os olhos nestes exemplos, sff. Uma pessoa dirige-se ao primeiro-ministro porque no ME ninguém gosta de professores.
Porque não se deixa fechar os restaurantes que não se aguentam e se paga o salário a todos os que lá trabalham, desde o cozinheiro ao lava-pratos? São muito poucos os restaurantes que se aguentam nesta crise. São aqueles caros que têm possibilidades para ter condições de segurança de Covid-19. Eu ando a receber emails de restaurantes onde ia com alguma regularidade a aliciar com programas de música ao vivo. Não vou, não posso, mas também, quantas pessoas podem ir ao restaurante do Ljubomir, do Avillez e outros do género, mesmo menos caros? A maioria dos restaurantes, se não lhes dão a mão a sério, vão falir.
Precisamos dos restaurantes para o ano que vem, se queremos ter, sequer a hipótese de recuperar o turismo. Se fecharmos estes espaços quebramos muitas cadeias de transmissão causadas por festarolas em restaurantes, salvamos vidas, poupamos muito dinheiro recursos ao SNS, que são precisos para outras doenças e cirurgias em falta. E damos uma hipótese aos restaurantes de sobreviverem. Nós precisamos da restauração.
Senhor Costa, faça o que tem que ser feito. .
Polémico chef fez-se ouvir este sábado no Rossio, em Lisboa.
Só leio sobre isso mas não consigo ver a entrevista. Já agora queria ver.
A miúda do lado de cá salta alto! E a miúda na ponta mais distante salta com umas ganas... Fantástica a fotografia. Está com uma dinâmica tão forte -são as pernas, os cabelos ao vento, os punhos cerrados, a total concentração no momento. Brutal. Até vemos o movimento.
via.Portugal de Antigamente
Essencialismo é uma visão do ser humano enquanto facto, categoria pré-determinada com as suas potencialidades circunscritas e, portanto, uma liberdade condicionada; existencialismo é uma visão do humano como um modo do ser, ser; dentro do modo dos seres serem, está o modo humano. Em termos filogenéticos o modo humano é uma linha com muitas estações -marcadas pelo tempo e pelo espaço- e dentro de cada estação há os modos dos passageiros serem, se serem: somos cada um de nós, nas pegadas com que escolhem marcar a nossa permanência temporária no mundo. Por exemplo, há o modo da beatriz ser humana. Este é o modo ontogenético.
Uma metáfora que vem logo à cabeça é a de Paul Valéry, em 'O Homem e a Concha'. Neste texto das Variété, Valéry reflecte e espanta-se sobre uma concha espiralada.
A concha é matéria inorgânica, é calcário. No entanto, é matéria construída por um ser vivo. O molusco, à medida que se desenvolve, vai segregando uma parte do seu manto que se calcifica. O que nos espanta a todos é que esta calcificação tem uma forma perfeita. A forma de espiral perfeita, às vezes com bicos, outras com veios, mais as cores extraordinárias e desenhos das conchas, são uma construção de um ser vivo que a habita. Portanto, o molusco teu um auto-telos e, como nós humanos, que nos construímos sacrificando partes de nós, da nossa carne e sangue físicos e emocionais, usa a concha tanto para se proteger como para se mostrar, para se projectar, como nós, para existirmos enquanto modos de ser humanos.
No entanto, percebemos que entre todas as conchas, há um padrão na sua construção. Por exemplo, as conchas todas, salvo raras excepções que são compradas a peso de ouro pelos colecionadores, são destras -os seres humanos são destros, na sua maioria. Também notamos um padrão na construção humana -reconhecemo-nos uns aos outros como humanos- mas o modo do ser que somos, desenvolver-se em humano tem uma liberdade que a concha não tem. A nossa liberdade, como dizia Sarte, é também a nossa condenação, pois não nos permite, neste caso, a perfeição que a concha, quer dizer, o molusco, consegue no seu trabalho só por estar vivo. Como Valéry faz notar, por muito extraordinário que um artista seja, jamais conseguiria construir uma concha mais bela e perfeita que a natural, justamente porque o artista é forçado à liberdade de escolher, os materiais, as cores, a composição... etc.
A vida humana não tem a necessidade do molusco, é construída em liberdade e nada está garantido ou dado à partida, nenhuma forma de espiral nos espera. Somos o que percebemos de nós, dos outros e do mundo e o que fazemos com o que percebemos, tudo isso misturado com o medo e o desejo. Todos nós gostaríamos que no final da nossa existência tivéssemos construído uma forma espiralada, perfeita, bela na sua simplicidade elegante, só que isso pertence aos seres sem o drama humano, aos deuses da infância. Nós estamos na estação intermédia que já não tem a necessidade fechada da concha mas também não tem a liberdade sem perda.
Quando lemos que Correia de Campos é um dos 'honrados'
depois lembramo-nos quem é a fulana que está a atribuir estas honras e bate certo: é aquela pessoa cúmulo de incompetência e vulgaridade que dá pelo nome de Mª Lurdes Rodrigues... e o que dizer das pessoas que aceitam estas 'honras' das mãos de pessoas daquele calibre? Este país é um circo e nós somos os palhaços que o pagamos.esta imagem não é minha
Comprei dois tomates de Inverno e um tomate coração de boi. Ainda há sol e apetece uma boa salada. Couves de Bruxelas também vieram. Começou a época e adoro. Outra coisa que adoro são ceboletas e agora neste mês estão óptimas. Tenho o frigorífico cheio delas e como-as com tudo... 😊 como passei pela minha amiga Gilda que vende chás e especiarias, fui comprar um chá e melão desidratado. Ainda trouxe um saquinho de alfazema.
Fui a pé para andar um bocado e apanhar ar. Enquanto esperava pela minha taxista para voltar para casa fui ver a agenda do telemóvel deste mês: as pintas cinzentas (consultas e exames médicos) que ainda faltam: dia 23, dia 26, dia 27... hã... 27? Que é isto? Abri para ver: é o dia do foral de D. Sancho I... o meu telemóvel é muito pespineto e tem estas iniciativas de me avisar de coisas que eu morro por saber como, em que dia foi o foral de D. Sancho I?