September 05, 2026

"A Change Is Gonna Come"

 


Uma pedrada no charco



(só acrescento que com este governo continua «tudo como dantes, quartel-geral em Abrantes»)


E a declaração de responsabilidade?

Há uma pergunta incómoda que este gráfico não faz: “Quantos destes países chegaram aqui, pelo menos em parte, seguindo o receituário que a própria OCDE promoveu durante anos?”

João Marôco

Há uma pergunta incómoda que este gráfico não faz: “Quantos destes países chegaram aqui, pelo menos em parte, seguindo o receituário que a própria OCDE promoveu durante anos?”

A OCDE descobriu, finalmente, o declínio das aprendizagens.

E está tão preocupada que anda a espalhar este gráfico por todas as redes sociais:




Só se esqueceu de acrescentar uma coisa: a declaração de responsabilidade.

Porque há uma pergunta incómoda que este gráfico não faz: "Quantos destes países chegaram aqui, pelo menos em parte, seguindo o receituário que a própria OCDE promoveu durante anos?"

Em Portugal, não estamos a falar de uma relação meramente académica.

A própria OCDE avaliou o projeto-piloto de Autonomia e Flexibilidade Curricular. E o então ministro Tiago Brandão Rodrigues explicou publicamente, ao BLICO, que as recomendações dessa avaliação contribuíram para o modelo que viria a ser generalizado.

Em Portugal, depois de uma longa trajetória de melhoria, a tendência inverte-se a partir de 2015. Em leitura e ciências, a queda já é visível em 2018, antes da pandemia. Em matemática, torna-se particularmente acentuada em 2022.




Não é uma prova de causalidade. A pandemia teve, certamente, um impacto importante. Mas não explica aquilo que aconteceu antes dela. E a inversão da tendência ocorre precisamente no período em que o novo paradigma curricular começa a ser generalizado — depois de o governo reconhecer a influência das recomendações da OCDE no seu desenho.

Depois vieram as extinções das provas finais do 4.º e 6.º ano, as "Aprendizagens Essenciais", a autonomia e flexibilidade curricular, a redução do peso dos conteúdos e a mudança de paradigma curricular.

O então ministro da Educação não apresentava estas mudanças como experiências marginais. Dizia que a autonomia e flexibilidade curricular eram ferramentas para melhorar as aprendizagens, combater o insucesso escolar e aumentar a equidade. E garantia que as recomendações dos peritos da OCDE tinham contribuído para o modelo que estava a ser generalizado.

Tudo apresentado como modernização, inovação e resposta às exigências do século XXI.

Mas há uma pergunta que já não pode ser evitada: o novo paradigma produziu os resultados que prometia?

A OCDE pode ter muitas virtudes. Mas uma organização que influencia tão profundamente as políticas educativas não pode recomendar um caminho, acompanhar a sua implementação e, anos depois, limitar-se a publicar o gráfico do desastre sem fazer a pergunta mais importante: "Teremos recomendado mal?"

Se correr bem, será mérito das reformas. Se correr mal, será culpa dos telemóveis, da pandemia, dos professores, dos alunos ou da sociedade.

A OCDE pode ter muitas virtudes. Mas uma organização que influencia tão profundamente as políticas educativas — e um governo que transforma essas recomendações em política pública — não pode recomendar um caminho, acompanhar a sua implementação e, anos depois, limitar-se a publicar o gráfico do desastre sem fazer a pergunta mais importante: "Teremos recomendado mal?"

E, se as recomendações estavam certas, perceber por que razão os resultados não corresponderam às expectativas. Se estavam erradas, reconhecê-lo. E, se o problema esteve na forma como foram transformadas em política pública, assumi-lo — e, mais importante ainda, corrigi-lo.

Essa é a declaração de responsabilidade que falta.

Dia 8 saberemos.

Hey, Vlad

 


Futurações

 

A Europa daqui a 100 anos.


1ª hipótese

Os países investem a sério na qualidade da educação pública: qualidade dos currículos, qualidade da formação dos professores, democratização do sistema.

Os países investem na defesa e na polícia para se defenderem das ameaças externas e aumentar a segurança interna diminuindo o crime. 

Apostam na luta contra a corrupção fortalecendo as instituições e reintroduzindo critérios de selecção por mérito.

Fecham a torneira aos imigrantes ilegais, asseguram activamente a secularidade das democracias, o funcionamento da Justiça e a rejeição dos imigrantes que têm sistemas de valores e práticas anti-democráticas e de não-integração.

Teremos menos pessoas, logo menos trabalhadores mas melhores trabalhadores. 

A aposta no bom uso da Inteligência Artificial e da robótica permite ter indústria e certos tipo de serviços com menos pessoas e, logo, menos custos, menos necessidade de certo tipo de produtos de consumo humano.

A UE une-se mais para resolver os problemas das pessoas reais.

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2ª hipótese

Os países continuam a extremar-se, tanto à direita como à esquerda, por falência da eficiência e operacionalidade dos governos do centro democrático.

Continuam a permitir a entrada massiva e descontrolada de imigração ilegal anti-democrática e anti-europeia e a sua infiltração em todas as instituições, desde a educação e a justiça até à legislação.

Permitem sociedades paralelas de imigrantes de 1ª ou 2ª geração a funcionar à margem da lei, com leis próprias anti-democráticas, anti-europeias e violadoras dos direitos humanos.

Os países governados pela extrema-esquerda evoluem para ditaduras ou autoritarismos comunistas, à maneira da China ou teocracias islâmicas, os governados pela extrema-direita evoluem para ditaduras evangélicas ou para-militares.

Eventualmente, alguns países entram em guerilha civil.

A UE desagrega-se.

A Espanha, então com uma maioria de religião islâmica infiltrada nas instituições, tenta novamente invadir e capturar Portugal.


A nova-esquerda defensora do islamismo



@visegrad24

Um estudante holandês de 14 anos ficou a lutar pela vida depois de dois adolescentes sírios, de 15 e 16 anos, o terem atacado em Grijpskerk, na Holanda.

Dion van den Berg estava a sair de uma piscina quando os dois adolescentes o atacaram com um golpe violento no pescoço.

A artéria do pescoço de Dion rompeu-se, fazendo com que um coágulo sanguíneo chegasse ao cérebro e provocasse um AVC. Ficou paralisado de um lado do corpo e foi levado às pressas para o hospital com ferimentos que colocavam a sua vida em risco.

O suspeito de 16 anos tinha-se juntado à turma de Dion alguns meses antes. A escola tinha dito aos alunos para não reagirem quando o rapaz apresentasse comportamentos preocupantes, incluindo bater nos colegas «sem motivo aparente», porque ele tinha passado por muitas dificuldades na Síria e estava a passar por um momento difícil.

Mona Eltahawy sobre as ocidentais que usam e defendem o véu

 

«As mulheres ocidentais que usam o véu contribuem para a escravização das mulheres noutras partes do mundo, para quem o véu é mandatório e uma restrição religiosa de liberdade.»

- Mona Eltahawy, uma mulher egípcia obrigada a usar o véu durante 9 anos 

 

🎯

 

As mulheres são avisadas para não irem sozinhas para países como o Afeganistão, o Irão, a Arábia Saudita e outros países islâmicos por serem extremamente perigosos. Então, porque razão se haveria de deixar vir para cá homens desses países?


A nova-esquerda, extremista

 

«Os progressistas assumem posições que os fazem parecer bem e sentir-se bem consigo mesmos — e demonstram muito pouco interesse pelas consequências reais das suas políticas para os outros, mesmo quando as suas políticas deixam um rasto de devastação.»

— Thomas Sowell


 

O islão explica-se a si mesmo

 

São estas pessoas que nova-esquerda defende nos meios de comunicação social todos os dias.


O mapa de que ele fala é este

 

Os gangs de violadores em Inglaterra operam em rede e o 'henetworkmap' publicou o mapa.

São famílias de islamitas a operar em rede e já chegaram à Irlanda. 

"O «Network Map» é a maior e mais abrangente colecção de dados sobre gangues de aliciamento e violação que existe. Trata-se de uma vasta compilação de todas as fontes disponíveis relativas a autores, famílias, empresas e figuras proeminentes, como funcionários públicos, directamente envolvidos nas actividades destes gangues. Trata-se de redes de confiança envolvidas e apoiadas por um sistema mais vasto de crime organizado, que vai desde as drogas, a violência e o tráfico até ao extremismo religioso, à corrupção e à fraude. Isto está a acontecer à escala nacional. Os dados foram verificados."



Temos que pôr os olhos em Inglaterra e tirar lições

 

Os ingleses levaram tanto tempo a falar contra as violações de raparigas inglesas com medo dos islamitas e medo de serem cancelados pela esquerda que agora que começaram a falar e a querer saber, estão num ponto de ruptura interna: ingleses contra ingleses. Temos que pôr os olhos em Inglaterra e tirar lições para não chegarmos a este estado. Não permitir aqui enclaves. Nenhum sítio pode ser capturado por islâmicos e transformado numa ilha onde os portugueses e outros não-islâmicos não entram com medo. Ou ter a polícia a esconder os números e os dados dos crimes, para não ofender os criminosos ou para o povo não falar contra os criminosos.

Na Dinamarca separam os grupos e não deixam que cresçam até dominarem cidades como acontece na Suécia, Inglaterra, França, Holanda. Total intolerância à lei da sharia. Em Birmingham há um projecto de lei para prender até 6 anos qualquer um que exponha a bandeira inglesa publicamente. As outras bandeiras -islâmicas, da Palestina, Paquistão, etc- são bem vindas. Parece uma piada mas não é. 

Nas escolas devia ser proibido usar hijabs como já acontece em França, depois de rapazes islamitas entrarem nas escolas tapados e decapitarem professores ou atacarem-nos à faca ou entrarem atrás de raparigas para violações. 

Devíamos adoptar o código de Singapura que proíbe e restringe discursos, pregações e grupos religiosos considerados intolerantes para com outras religiões ou grupos sociais, ou ameaçadores à coesão e equilíbrio social do país. Expulsam-nos. 

A má imagem dos islamitas não se deve a saber-se dos seus crimes. Deve-se a cometerem os crimes graves e a serem acobertados por governos e pela justiça em muitos países.

Isto é no Michigan

 

A Assembleia Geral da ONU vai realizar uma homenagem solene ao ditador do Qatar

 

O Islão explica-se a si próprio

 

Estas pessoas não são a extrema-direita

 

Estas pessoas são o povo que vai assistir a um jogo da bola. São as pessoas normais fartas da insegurança imposta pelos governos de extrema-esquerda através do apoio e incentivo ao constante assédio e agressividade da imigração islâmica e pró-Hamas na Europa cuja importação defendem com unhas e dentes. Uma parte da esquerda extremou-se ao ponto de defender a censura, o fim da liberdade de expressão, o fim da liberdade das mulheres e até a prisão para as vozes discordantes. No entanto, a maioria das pessoas não quer extremistas  como se vê agora em Espanha.


Europa contra a teocracia

 


Europa contra a teocracia

 

🎯

 

Só acrescento que a extrema-esquerda sente exactamente o mesmo que Trump e é tão perigosa como ele.


September 04, 2026

Aspectos a considerar

 


Qatar