January 11, 2026

Não somos obrigados a seguir a cegueira mental só porque vem de um organismo internacional

 


A nova esquerda neo-colonislista e neo-racista embarcou numa luta contra a racionalidade e liberdade de pensamento e quer impôr a todos a sua ideologia de estupidez. Segundo essa ideologia, a nossa existência está condicionada pela sensibilidade alheia, como se a sensibilidade fosse uma bússula de verdade ou de moralidade. 


Agora os museus já não têm que ver com arte e a arte não pode ser provocadora. Não, a arte tem de acomodar-se aos sentimentos e emoções de cada um (em Inglaterra, como é sabido, já se vai preso por dizer qualquer coisa que ofenda um islamita ou um homem biológico trans que se identifica como mulher).


Desde que se pertença a uma minoria (haverá um catálogo das minorias aprovadas pela esquerda neo-racista e neo-colonialista?) passa a ser possível censurar as peças no museu e até obrigar o museu a retirá-las. 

O facto da ONU, de que depende a UNESCO, estar liderada por um dos maiores paradigmas do neo-colonialismo e neo-racismo, não nos obriga a seguir a sua cegueira mental. Espero. Estes constantes absurdos de organisnos da ONU têm-lhe retirado toda a credibilidade.


Bom dia - you mad yet?

 

Enquanto o Ocidente dá dinheiro ao novo regime da Síria

 

O antigo líder do ISIS, al-Jolani, agora presidente do país, dá rédea solta aos jihadistas para perseguirem e matarem curdos. O país está infestado de jihadistas. Têm executado adultos e adolescentes, noite e dia sem parar, em Alepo. Mas como são islamitas, a esquerda aprova e cala-se.


O sofrimento dos iranianos não avança a narrativa ideológica da esquerda



⚔️ ZELENSKYY: "RUSSIA DESERVES ALL STRIKES."

 

January 10, 2026

Putin é o líder de um Estado terrorista

 

Mas os aliados não podem esperar pelo cessar-fogo para ir lá ajudar, seja por terra seja pelo ar. E a Europa tem de criar um exército coordenado comum, mesmo que não seja um único exército. E isso era para ontem. Devia ter começado há 4 anos. É tudo tão lento.


A Ucrânia ganha um processo contra os EUA

 


Ucrânia ganha processo de arbitragem de US$ 18 milhões na Suíça contra fornecedor de munições dos EUA
Tribunal suíço decidiu que empresa americana violou contrato ao entregar apenas 1/3 dos projéteis de artilharia, apesar do pagamento antecipado de 100% no início da guerra.

Kellogg compara Zelensky a Lincoln - e é uma comparação justa

 

 

O ministério da educação quer roubar dinheiro aos professores?

 

Que conversa é essa de roubar-nos o dinheiro do salário a partir de um sumário não escrito? Então um professor se vai fazer um exame médico que calha em cima de uma aula, falta à aula e não escreve sumário, justamente porque não deu a aula, mas a falta é devidamente justificada com documentos do hospital e não se perde salário. Então o ministro agora quer roubar-nos esse dinheiro? Inacreditável. Espero que os sindicatos lhes metam um processo em cima se nos vierem roubar dinheiro por serem incompetentes e vingarem-se em nós. 

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Contra “ameaças veladas”, professores dizem que associar sumários das aulas a salários é “abusivo e ilegal”
O ministério reagiu entretanto. Em respostas citadas pela Lusa neste sábado diz que a "orientação para o preenchimento dos sumários" insere-se na reforma em curso, visando assegurar "dados fiáveis" que apoiem a gestão e planeamento dos serviços.

Público



Há quem continue a enviar componentes de drones para a Rússia



A produção russa de mísseis e drones não pode existir sem componentes estrangeiros — isso precisa parar. 
— Zelenskyy


Da minha janela

 




Irão. O grande líder da religião do ódio mandou matar o povo

 

O povo pegou fogo à Casa do Ódio e da Morte.


Safo, acerca dos homens

 

Some men say an army of horse and some men say an army on foot and some men say an army of ships is the most beautiful thing on the black earth. But I say it is
      what you love.

Sappho, fragment 16

(os homens -no sentido particular e não universal do termo- acham os exército belos porque amam a violência e a guerra)

Ser lúcido a ver os outros e cego a ver-se a si próprio



Neste artigo o jornalista faz um diagnóstico muito certeiro desta esquerda cúmplice com os autoritarismos anti-Ocidente. Critica o seu dogmatismo, cegueira e incapacidade de auto-crítica. Porém, exibe exactamente os mesmos males. Defende como repugnante a hostilidade contra Trump, fazendo tábua-rasa dos seus crimes - violação de menores, cumplicidade activa com redes de tráfico e prostituição de menores, tentativa de derrube do Estado democrático, perseguição a jornalistas e políticos, roubos de Estado, bullying internacional, promessas de invadir países, etc. Mais, defende a entrada de Trump com militares, com raptos e mortes na Venezuela com o argumento de que é sempre bom derrubar um ditador, dizendo que os seus críticos se agarram a um mero "formalismo legal", como se, criticar um ditador por raptar outro ditador para lhe roubar petróleo e outras riquezas fosse um pormenor técnico insignificante no grande esquema das coisas.

Este é o grande problema dos dias que correm: a direita defende ditadores, terroristas colonialistas e proto-fascistas como Trump e outros do género e a esquerda defende ditadores, terroristas colonialistas e fascistas como os Ayatolas, o Hamas e outros do género, enquanto se acusam uns aos outros de apoiantes de ditadores. Curiosamente, ou não, ambos os lados têm grandes defensores de Putin, o paradigma do fascismo colonialista imperialista... 

Onde é que nós, aqueles que não se revêem em fascistas, sejam políticos ou religiosos, ficamos? 

Quer um dos lados vença ou o outro, ficamos sempre subjugados por fascismo. Se a Europa não se une contra estes fascismos -o de Trump, o de Putin, o dos islamitas- baseada nas ideias do ilumiminismo (autonomia, liberdade, discussão racional, crítica, Estado de Direito) e não na fé, propaganda e ideologias radicais, e se não consegue tornar-se um bastião de resistência a estes fascismos, estaremos no início de uma nova Idade Média, emparedados entre o fascismo de Trump, a ocidente, o de Putin, a leste e o de islamitas a sul.

A entrada de Trump na Venezuela, se por um lado põe problemas a Putin, por causa do petróleo, por outro, reforça a sua ideologia fascista das esferas de influência e da legitimidade da força como única diplomacia.

Infelizmente o jornalismo já não faz um bom trabalho a lutar pela democracia. Está comprometido.

Ser de esquerda faz pessoas boas defenderem coisas más

A falência da bússola moral provocada pelo dogma político leva algumas pessoas a traírem os valores iluministas que dão à Humanidade a sua decência natural.

Ricardo Simões Ferreira
Editor-Executivo Adjunto do Diário de Notícias

Foi o físico e Nobel Steven Weinberg quem disse, em 1999, uma verdade que o jornalista Christopher Hitchens viria a transformar num pilar da sua crítica: "Com ou sem religião, as pessoas boas farão o bem e as pessoas más farão o mal. Mas, para que as pessoas boas façam coisas más, é necessária a religião." E em plena terceira década do século XXI, esta realidade, mesmo com o declínio das Igrejas no Ocidente, não desapareceu – mudou de pele.

O dogma, a infalibilidade e o fascínio pelo poder inquisitório encontraram um novo hospedeiro, numa certa esquerda radical que, perante os escombros morais do seu projeto social, derrotado no século passado, prefere a cegueira voluntária à admissão do erro.

É impossível olhar para a sociedade atual e não questionar: como chegámos a este abismo ético onde indivíduos que se autointitulam "humanistas" se tornam cúmplices abjetos da continuada repressão em Cuba, do regime dos ayatollahsno Irão ou da miséria na Nicarágua? Pela transformação da política numa "religião secular", como bem diagnosticou Raymond Aron em O Ópio dos Intelectuais (publicado logo em 1955). O marxismo não é uma teoria económica, é um sistema de fé totalitário que oferece tudo, da promessa de um paraíso terrestre (a utopia) a um bode expiatório para o mal (o capitalismo), passando por um clero académico encarregue de polir a narrativa.

Assim, quando a ideologia se torna fé, a realidade (essa, a que vivemos) passa a ser uma heresia a ser suprimida. Se o socialismo real produz invariavelmente fome e cadáveres, o crente não questiona a doutrina – culpa os "traidores" ou o "bloqueio". É uma dissonância cognitiva que raia a psicose: para não admitirem que a sua bússola moral está partida, estas "pessoas boas" preferem ignorar o sofrimento de milhões. O sofrimento humano resume-se então a um detalhe estatístico, porque o que importa é a preservação do dogma.

Este é ainda o subproduto de décadas de uma "Longa Marcha" realizada nas instituições Ocidentais. Escolas e meios de comunicação foram há muito capturados por uma hegemonia que substituiu o pensamento crítico por uma dita "clareza moral" – um eufemismo para a doutrinação. Isso hoje é bem patente no ódio patológico a figuras como Donald Trump, que funciona como uma lobotomia intelectual. Se Trump ordena a captura de um criminoso como Nicolás Maduro, a esquerda no seu todo, num espasmo de hipocrisia, corre a defender o tirano em nome de um "direito internacional" que nunca evocam para as vítimas da ditadura. O antiamericanismo tornou-se o seu único mandamento, mesmo que isso os obrigue a beijar (outra vez) a mão de déspotas sanguinários.

É de um narcisismo moral repugnante. Estas pessoas não amam os oprimidos que dizem defender. Apenas odeiam o sistema que lhes permite viver em liberdade. Defender Cuba enquanto bebem um café num bairro giro de Lisboa não é solidariedade, é um luxo que se torna obsceno porque essa mesma pessoa vive num regime que nunca a obrigará a comer pão racionado. A sua solidariedade é seletiva, pois desumaniza os venezuelanos, ou os cubanos, ou os que estiverem na mira no momento, tratando-os como meras peças descartáveis de um tabuleiro geopolítico.

A captura de Maduro pelos EUA pode ser, do ponto de vista do formalismo legal, muito discutível. E o futuro daquela nação permanece, tragicamente, incerto. Mas há uma clareza moral que nenhum jurista de conveniência pode ofuscar: um tirano sanguinário, responsável por tortura e miséria sistémica, foi finalmente posto atrás das grades. E isso, dê por onde der, é sempre uma excelente notícia para qualquer ser humano que ainda possua um átomo de decência.

Se queremos chegar a ser uma Humanidade minimamente iluminada, temos de recuperar o espírito iconoclasta de Hitchens – ele próprio um homem inicialmente de esquerda. É preciso denunciar a cobardia desta gente que, em nome de uma utopia morta, prefere validar a mensagem de autocratas do que dar o braço a torcer à realidade. Enquanto os deixarmos influenciar a opinião pública e as nossas crianças, continuaremos a produzir "pessoas boas" que marcham entusiasticamente ao lado do mal.


Babar Myzomela (Myzomela babarensis)

 

Uma nova espécie de pássaro foi descoberta na Indonésia. 


James Eaton / Birdtour Asia

As três populações insulares de Banda Myzomela apresentam diferenças claras na plumagem e vocalizações dos machos, indicando o estatuto de espécie (Animalia).

January 09, 2026

Onde estão os aviões dos aliados a impedir os bombardeamentos dos russos?

 

Não sei quem precisa ouvir isso, mas destruir toda a rede elétrica de um país ao longo de quatro anos de bombardeios constantes, com o objetivo de congelar 40 milhões de pessoas enquanto as temperaturas caem para até –23 graus Celsius no meio do inverno, não deveria ser tolerado. (taxa)
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Não percebo isto. Fazem acordos para tropas na Ucrânia depois do cessar-fogo... então e antes? Se o cessar-fogo vier daqui a três anos, ficamos a ver os ucranianos desaparecer sem fazer nada? Não digam que estão à espera que Trump ajude os ucranianos...

Encarar a realidade - uma liga de malfeitores

 

A Arábia Saudita a quem Trump -que faz acordos com Putin- deu chaves para entrar no Pentágono, fez acordos de armas com o Paquistão.

Já agora: não devíamos ter uma força militar de plantão nos Açores, não vá o diabo tecê-las? 

Ali Babá e um dos 40

 

Zelenskyy - encarar a realidade

 


Entrevista a Trump - um Ali Babá na Casa Branca

 

Esta semana, quatro dos meus colegas sentaram-se com o presidente Trump para uma entrevista rara e abrangente que durou quase duas horas. Ouviram uma longa chamada que Trump recebeu de Gustavo Petro, presidente da Colômbia. Assistiram, juntamente com o presidente, a um vídeo de um agente de imigração a matar a tiros uma mulher de 37 anos em Minnesota. Em seguida, foram conduzidos a um passeio pela residência.

Trump falou sobre o ataque do fim de semana passado à Venezuela e o seu desejo de anexar a Gronelândia. E deixou claro que poderia — e iria — continuar a usar o poder americano para obter lucro e supremacia política.

O presidente Trump não se conteve.

Sentado atrás da sua secretária no Salão Oval, onde mantém um modelo dos bombardeiros B-2 usados no ataque do ano passado ao programa nuclear do Irão, Trump disse ao The New York Times que os Estados Unidos continuariam no comando da Venezuela enquanto ele quisesse — talvez por anos. Disse que não ficaria satisfeito com nada menos do que a «propriedade» da Gronelândia. Disse que a Europa precisava «se comportar» e que a OTAN era inútil sem os Estados Unidos.

E disse que não se sentia limitado por nenhuma lei, norma, controle ou equilíbrio internacional.

Questionado pelos meus colegas se havia algum limite à sua capacidade de usar o poderio militar americano, ele disse: «Sim, há uma coisa. A minha própria moralidade. A minha própria mente. É a única coisa que pode me impedir».

«Não preciso do direito internacional», acrescentou.

Foi o reconhecimento mais directo até agora da visão de mundo de Trump: apenas a força nacional deve ser o factor decisivo quando os interesses das nações colidem. 

Trump parecia encorajado pelo sucesso da sua recente operação na Venezuela. Rejeitou as normas da ordem pós-Segunda Guerra Mundial, que os Estados Unidos ajudaram a estabelecer, como um fardo desnecessário.

Questionado se as suas ações poderiam servir de precedente na Ucrânia ou em Taiwan, ele descartou a ideia. O presidente Xi Jinping, da China, disse ele, não ousaria atacar Taiwan durante o seu mandato.

«Ele pode fazê-lo depois de termos um presidente diferente, mas não acho que o fará comigo como presidente», afirmou.

Reunimos mais alguns destaques da entrevista abaixo. Pode acompanhar a nossa cobertura aqui.

Venezuela

Trump disse que esperava que os Estados Unidos governassem a Venezuela e extraíssem petróleo das suas enormes reservas durante anos, insistindo que o governo interino do país — liderado por partidários leais ao agora preso Nicolás Maduro — está «a dar-nos tudo o que consideramos necessário».

«Vamos reconstruí-la de uma forma muito lucrativa», disse Trump. «Vamos usar petróleo e vamos extrair petróleo. Estamos a baixar os preços do petróleo e vamos dar dinheiro à Venezuela, que precisa desesperadamente dele.»

Groenlândia

Trump falou sobre os seus planos para a Groenlândia, que é controlada pela Dinamarca, um aliado da OTAN.

Na sua opinião, não era suficiente exercer o direito dos EUA, ao abrigo de um tratado de 1951, de reabrir bases militares há muito fechadas naquele enorme território.

«A propriedade é muito importante», disse Trump. «Porque é isso que sinto ser psicologicamente necessário para o sucesso. Acho que a propriedade dá-lhe algo que não se consegue com um contrato de arrendamento ou um tratado. A propriedade dá-lhe coisas e elementos que não se conseguem apenas assinando um documento.»

Quando questionado sobre qual era a sua maior prioridade, obter a Gronelândia ou preservar a OTAN, Trump recusou-se a responder diretamente, mas reconheceu que «pode ser uma escolha».

Ucrânia

Trump disse aos meus colegas que estava pronto para se comprometer com o envolvimento dos Estados Unidos na defesa futura da Ucrânia, mas apenas porque estava confiante de que a Rússia não tentaria invadir o país novamente. «Tenho a forte convicção de que eles não voltariam a invadir, ou eu não concordaria com isso», disse Trump.

Os comentários de Trump foram mais longe do que antes, sinalizando a sua abertura para assumir tal compromisso, pelo menos num papel de apoio.

Eles também mostraram que Trump continuava convencido do desejo professado pelo presidente Vladimir Putin pela paz, apesar da relutância demonstrada pela Rússia em acabar com a guerra após quase um ano de negociações com os Estados Unidos. “Acho que ele quer fazer um acordo”, disse ele.

O tiroteio do ICE

Na quarta-feira, poucas horas antes da entrevista, um agente da Imigração e Alfândega atirou numa mulher de 37 anos em Minneapolis. Trump disse que ela estava em falta porque tentou «atropelar» o agente.


By Katrin Bennhold in NYT