February 02, 2026

Toda a gente sabia


Mas ainda agora fingem que não sabem e mentem todos os dias nos jornais e na TV.

Na guerra, mais do que as palavras, importam os actos

 




🇺🇦Ukrainian Holocaust Survivors

 

🎯

 

Sempre que se fala em mexer na Constituição aparece Jorge Miranda a dizer que é proibido

 

Como foi um dos fazedores da Constituição actual, pensa-se uma espécie de founding father e não quer que lhe mexem. Só que, a Constituição não é um texto dogmático, não é uma Bíblia a ser adorada, é um texto com princípios fundamentais, sim, mas não supra-temporais. Assim, se muitos dos seus princípios mantém a sua actualidade, outros estão desactualizados. Por exemplo:
É garantido o direito de asilo aos estrangeiros e aos apátridas perseguidos ou gravemente ameaçados de perseguição, em consequência da sua atividade em favor da democracia, da libertação social e nacional, da paz entre os povos, da liberdade e dos direitos da pessoa humana (art. 33.º, n.º 8) e a lei define o estatuto de refugiado político (art. 33.º, n.º 9);
Este artigo foi escrito num tempo em que não havia imigração em massa de milhões de pessoas que alegam ser refugidos, não o sendo, na maior parte dos casos e não faz sentido sermos obrigados a asilar criminosos (traficantes de pessoas, de droga, fugitivos à justiça) e imigrantes com agendas político-religiosas, apenas para que Jorge Miranda possa dizer que fez uma Constituição perfeita. Isso não existe e todos os textos constitucionais de democracias têm emendas, acrescentos, etc. Só uma ditadura pode manter completamente inalterável os seus textos fundamentais legais, pela razão de não agir tendo em conta a lei.

Jorge Miranda alega que mexer na sua Constituição é regressar a Salazar. É uma argumentação completamente demagoga e sem tino.
publico.pt

A Constituição e a eleição de 8 de Fevereiro


Nunca votarei num candidato que defende a prisão perpétua, não aprecia a estabilidade democrática trazida pela Constituição de 1976 e pretende revogar os limites materiais de revisão constitucional.
(...)

4. É em face de tudo isto que eu nunca votarei num candidato que:

Parece apelar a Salazar, a três Salazares;
Defende a prisão perpétua;
Não aprecia a estabilidade democrática trazida pela Constituição de 1976;
Pretende revogar os limites materiais de revisão constitucional;
Tem cartazes a secundarizar refugiados e emigrantes;
O seu partido faz um populismo nacionalista semelhante ao de outros partidos na Europa;
Concorda com o narcisismo e o expansionismo contrário ao direito internacional de Donald Trump.

Saúde mental: uma questão de perspectiva

 




Acho que esta citação é inventada, mas gosto dela 😁

 

"Há uma diferença decisiva entre os portugueses e os espanhóis. É que os portugueses são mais sábios do que parecem. Já os espanhóis parecem mais sábios do que são."

Napoleão Bonaparte

Portugal por aí



Nascente do Rio Alviela.

February 01, 2026

Público: mais um artigo enganoso de propaganda a imigrantes ilegais




Este é um artigo grande que faz deste senhor uma vítima até chegarmos ao fim e nos dizerem que ele nasceu em Portugal mas os pais não o legalizaram, dizem-nos que por várias razões mas não as explicam o que é suspeito (os pais também seriam ilegais), ele próprio podia ter-se legalizado mas não o fez, entretanto andou a cometeu crimes, foi condenado, andava por aí a guiar sem carta, fugido à polícia que tentava notificá-lo e não conseguia apanhá-lo... enfim, agora vem para os jornais queixar-se de injustiça da polícia e de "estar num limbo jurídico" e o jornal fala da polícia como se fossem seus carrascos. Este indivíduo tem 40 anos de idade e ainda foge à polícia. E tem 11 anos de prisão. 11 anos de prisão não se dão por dá cá aquela palhinha. Onde vão buscar estas pessoas que escrevem estes artigos? Porque razão havemos de ser um asilo de imigrantes ilegais e ainda por cima de pessoas que se dedicam ao crime? Mas querem destruir o país como a Inglaterra fez? O problema da imigração ilegal e do crime na Europa, sobretudo de islamitas, já é dado como exemplo negativo em todo o mundo, inclusive nos próprios países islamitas.


------------
Mas vamos à origem da situação que levou Bruno Furtado a ter de pagar uma multa por condução sem habilitação. Nascido em Portugal, filho de cabo-verdianos, Bruno Furtado está num limbo jurídico. Não consegue tirar a carta porque não tem nem nacionalidade portuguesa, nem autorização de residência. O seu passaporte de Cabo Verde, país onde nunca viveu nem visitou, não lhe vale de muito em Portugal sem o papel da regularização.

Por várias razões, os pais de Bruno Furtado não trataram da nacionalidade portuguesa; tinham de comprovar que já estavam a viver há vários anos em Portugal, e a trabalhar, mas quando ele nasceu tinham acabado de chegar.

Durante uns anos teve autorização de residência permanente, que caducou – e Bruno Furtado não a renovou, algures entre o período em que foi para um centro educativo entre os 13 e os quase 16 anos. Mais tarde, por volta dos 21, Bruno Furtado cumpriu pena de prisão por cúmulo jurídico de vários crimes, mas há anos que está reinserido socialmente e, portanto, esse “processo está fechado”, vinca a advogada.

A verdade é que o centro educativo onde esteve poderia ter desencadeado o processo para a obtenção da nacionalidade como alguém que nasceu em Portugal, lembra a advogada. Agora, já não o pode fazer pela via da aquisição porque foi condenado a uma pena de prisão efectiva superior a três anos.

Em paralelo, Bruno Furtado está a tratar da renovação da autorização de residência, mas afirma que na Agência para a Integração, Migrações e Asilo (AIMA) não lhe dão indicação sobre onde está o seu processo. De resto, no filme Complô, vê-se mesmo Ghoya a falar com uma funcionária que tratava dos processos a dizer que não tem conhecimento do mesmo.

Diz a Direcção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais ao PÚBLICO que comunicava ao Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, e agora à Agência para a Integração, Migrações e Asilo, "todas as situações de todos os reclusos que se encontram irregulares no país" e que "facilita através dos serviços de tratamento prisional, os contactos com a AIMA, ainda no decurso da reclusão com vista à regularização das das situações".

Mas Bruno Furtado diz que não foi assim.

January 31, 2026

Está tudo metido nesta pocilga de pedófilos

 

Orquestrada pelo KGB. E continuam nos cargos como se nada fosse. 

Quanto mais se sabe pior fica

 

Putin mencionado mais de 1.000 vezes nas gravações de Epstein.

 

🎯 Mesmo

 


Não há a noção de como isto é patético?

 

O que estão os aliados a fazer?

 



Enviaram para lá tropas com ajuda humanitária? Engenheiros e técnicos que ponham a electricidade a funcionar? Mísseis capazes de rebentar com todas as bases aéreas militares russas? O que estão a fazer? É que nem há notícias acerca disso. 

----------------------------
@olgatokariuk

É chocante como há pouca cobertura sobre a catástrofe humanitária que se desenrola na Ucrânia devido à destruição da sua rede energética pela Rússia. 
Estão -20 °C lá fora e metade do país sofreu hoje um apagão total. 
Os comboios do metro deixaram de funcionar hoje em Kiev e Kharkiv. Há semanas que se verificam apagões contínuos, muitas vezes sem aquecimento nem água corrente nas casas das pessoas. 
As pessoas adoecem e morrem por causa disso. Enquanto isso, os russos riem e pedem mais ataques para punir a Ucrânia por sua relutância em se render. São ataques que afectam milhões de civis em meio ao inverno mais rigoroso em décadas. São crimes contra a humanidade que a Rússia está confiante de que vai conseguir escapar impune. Não podemos permitir que isso aconteça.

Ukraine ran out of Patriot missiles to intercept Russian ballistic…

 


😁

 



WEll, well, well

 

Educação: impor a mediocridade a todos


Este professora americana com mais de três décadas de experiência de ensino preocupa-se, como todos nós que estamos no ramo da educação escolar, com a degradação das capacidades e desenvolvimento cognitivos dos alunos que vêm sendo demonstradas a nível mundial há mais de duas décadas, de modo consistente e gradual, num vector negativo.

Ela sintetiza aqui os pontos principais do artigo de Jared HorvathWe Gave Students Laptops and Took Away Their Brains que acompanhou a publicação do seu livro, The Digital Delusion. Horvath mostra e explica o efeito devastador dos ecrãs no desenvolvimento cognitivo e linguístico das crianças e dos jovens e propõe algumas estratégias de reversão desse fenómeno.






Uma das estratégias que ele propõe dirige-se aos pais e consiste em aconselhá-los a desconfiar das «inovações» que os governos querem impor na educação e que em geral não passam de soluções fáceis como, vamos dar um tutor digital a cada um que é igual a apenas darem acesso a uma OpenAI qualquer, para problemas complexos, muitas vezes por cedência a lobbies de empresas tecnológicas - isto digo eu. 

Horvath propõe que essas inovações sejam sujeitas a escrutínio de evidências como em qualquer projecto científico - antes de fazerem dos filhos cobaias com intuitos economicistas, sem respeito nenhum pela educação, dignidade e projecto de vida autónoma dos alunos.

Há outras estratégias propostas: ler em papel, fazer anotações. O acto de anotar um texto, construir notas de um texto ou de uma discussão oral obriga a um trabalho complexo do cérebro que engloba quase todas as áreas do córtex, nomeadamente a tarefa de seleccionar a informação relevante, organizá-la conceptualmente, apresentá-la numa sequência lógica e pertinente, encadear raciocínios de modo lógico, utilizar o vocabulário adequado, etc. Estar a ler num ecrã dispensa todo esse trabalho e pôr uma plataforma de IA a fazer trabalho por si e a dar as respostas é uma burrificação de todas as potencialidades. É como dizer: não é preciso usares o teu pensamento que a IA faz isso por ti, deixa-o aí inerte ou usa-o para te divertires. Não é preciso pensares.

Ontem dei-me ao trabalho de ouvir um podcast, que é uma coisa que detesto porque não é possível passar por cima das gorduras das conversas como se faz num texto, pela razão de ter curiosidade no assunto e querer saber de novidades na área em questão: a inteligência. A tese da psiquiatria especialista é a de que uma pessoa inteligente e muito boa numa área tende a ser muito boa em muitas outras áreas, ao contrário do que em geral se intui. 

O estudo da inteligência ainda está na pré-história, ainda se baseia em teorias do início do século XX não desenvolvidas ou testadas e várias razões que ela apresenta para a sua tese não me convenceram porque fui capaz, não sendo nenhuma especialista no assunto, de pensar imediatamente em variáveis que não foram consideradas. 

Seja como for, o que me parece é que pessoas que são bastante boas numa área, em geral tendem a pensar que também serão boas em outras áreas só por serem inteligentes naquela, esquecendo que são bons na sua área porque têm conhecimentos sólidos e experiência. De maneira que quando tentam entrar em outras áreas, faltando-lhes os conhecimentos e a experiência cometem imensos erros, dos quais não se apercebem porque partem do pressuposto que a sua inteligência basta.

É assim que vemos governantes decidir sobre assuntos dos quais pouco ou nada sabem como se fossem peritos nessas áreas. Podia acontecer rodearem-se de peritos com provas dadas, mas não, rodeiam-se de 'peritos' da sua confiança política e em consonância com os seus interesses. 

No nosso país, o último ministro da educação que fez um trabalho com mérito foi o Roberto Carneiro - que nem sequer gostava de professores. Carneiro tinha respeito pela educação e embora a sua visão da educação tenha um fundamento cristão era virada para o futuro, aberta e pluralista, mas humanista, com respeito pela autonomia da pessoa e não uma manipulação tecnocrata e meramente pragmática de engenharia social como foi apanágio de todos os que se lhe seguiram, até aos dias de hoje. Nesse sentido, investiu na educação: na riqueza do currículo escolar e na na formação continua dos professores. O empobrecimento do currículo escolar foi decidido por Crato (os alunos só têm que saber português e matemática era o seu lema) que se julga um especialista em educação; a destruição da formação contínua dos professores e até da própria, iniciada pelo anterior ministro (caso típico de se pensar um ás em todas as áreas por ter tido sucesso como linguista), está agora em plena destruição por este ministro.

O actual ME, como os anteriores, porque são professores universitários com uma carreira de sucesso, convencem-se que também serão bons em outras áreas, nomeadamente a educação escolar, a psicologia do desenvolvimento, as estruturas cognitivas, os instrumentos digitais, etc. 
É assim que decidem com critérios economicistas sem pensar ou sequer perceber o impacto que as suas medidas de merceeiro terão no futuro das crianças e jovens, logo, do país. 

Mesmo quando todos os indícios e evidências desde há mais de 20 anos são consistentes a mostrar os efeitos negativos da educação com ecrãs no desenvolvimento da linguagem e capacidades cognitivas vão impô-lo e já começaram a chamar retrógrados aos que advertem sobre os seus perigos, irreversíveis, no desenvolvimento linguístico e cognitivo.

Copiam as priores práticas -como as de Inglaterra cuja educação está um desastre- em vez de olharem para a reversão deste erro em países que consistentemente estão à frente nos índices de competências e conhecimentos dos alunos, como Singapura, Suécia, Finlândia, China.

Se a associação de pais deste país fossem composta por pessoas interessadas na educação dos filhos em vez de sicofantas de ministros, adoptavas algumas das estratégias propostas por Horvath, de cada vez que um governo vem impor mediocridade ao sistema de educação, seja com tutores digitais, seja com empresas a colocarem a leccionar nas escolas pessoas que fizeram uma cadeira de qualquer coisa num curso de qualquer coisa.

Por exemplo, de cada vez que anunciam a imposição de mais tempo de ecrã, perguntar: 'essa medida já foi validada por evidências?'; 'há países que melhoraram o desempenho dos seus alunos nos testes internacionais depois de a adoptar?', 'há evidências de prejuízo no desenvolvimento dos alunos e na sua saúde mental?' etc. Não havendo respostas positivas não deixar que se faça dos alunos cobaias de experimentos economicistas que lhes estragam a vida a eles e o futuro a nós todos enquanto país. 

Americanos ajudam Putin a matar ucranianos de frio

 


Como não conseguem ganhar a guerra de maneira nenhuma, nem mesmo com bombardeios a hospitais, maternidades, prédios cheios de civis a dormir... estão a tentar matá-los com o frio. Os americanos ajudam.

------------
🇺🇸 Ajuda energética dos EUA à Ucrânia fica paralisada durante onda de frio intenso 🇺🇦
A ajuda energética dos EUA destinada à Ucrânia, avaliada em cerca de US$ 250 milhões segundo fontes da Reuters, continua sem ser liberada devido a confusão burocrática e disputas internas.
Uma crise que se agrava: a decisão da administração Trump de encerrar efetivamente a USAID deixou os fundos em limbo, enquanto a Ucrânia sofre com temperaturas abaixo de zero e ataques devastadores da Rússia à sua rede elétrica. | Reuters