August 17, 2026

Mais uma razão para a Europa dar tudo o que pode à Ucrânia, já



A Coreia do Norte já entrou na guerra. Estão à espera que a China passe de fornecer armas e boicotar a Europa financiando os islamitas para destabilizar e dividir para declarações claras de guerra?

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The Atlantic:

«Uma das análises mais detalhadas desta possibilidade, pelo menos no domínio público, provém de um obscuro instituto de investigação em Praga chamado Centro Europeu de Valores para a Política de Segurança. O seu diretor, Jakub Janda, de 35 anos, contou-me que começou a estudar a ideia de uma guerra em «dois teatros de operações» na Europa e na Ásia depois de o instituto ter aberto uma delegação em Taipé, em janeiro de 2022. Na altura, o risco de um ataque coordenado da Rússia e da China parecia remoto ou, como disse Janda, «não era uma grande preocupação».

Isso começou a mudar no mês seguinte, quando os tanques russos entraram na Ucrânia. Putin tinha visitado Pequim menos de três semanas antes de ordenar a invasão. Desde então, fez pelo menos mais quatro visitas à China, e está prevista outra para novembro. Ao longo deste período, a China tornou-se o principal fornecedor de tecnologia para a indústria de armamento russa, ao mesmo tempo que apoiou a economia russa através da compra de petróleo e gás. Embora não tenham um pacto de defesa mútua, a Rússia e a China realizam exercícios militares regulares para ajudar a manter as suas forças em sincronia. O primeiro exercício militar a simular um ataque conjunto de ambos os países teve lugar no instituto de Janda na primavera de 2024. Encontrar especialistas com conhecimentos de base suficientes para participar revelou-se difícil para ele. A maioria das instituições de investigação e dos think tanks tem equipas separadas, especializadas nas suas próprias regiões, afirmou ele. «Trabalham em silos, com diferentes áreas de especialização.»

Com o passar do tempo, os participantes compreenderam a forma como as guerras na Ásia e na Europa se poderiam sobrepor e reforçar mutuamente. O instituto já realizou cerca de 20 rondas de simulações de guerra sobre este tema, reunindo especialistas de vários países, incluindo o Japão e a Coreia do Sul. Os resultados têm sido particularmente alarmantes, afirmou Janda, para os europeus. Em quase todos os cenários de duas frentes que estudou, os EUA dão prioridade à ameaça chinesa e transferem recursos militares da Europa para a Ásia, deixando os seus aliados da NATO a defenderem-se sozinhos contra a Rússia.

Num caso hipotético, a China inicia a guerra gradualmente, proibindo a exportação de matérias-primas para o setor de defesa europeu. Mantém o embargo durante cinco meses, tempo suficiente para que as fábricas europeias fiquem sem stocks e deixem de produzir armas. Em seguida, a Rússia, com acesso total aos recursos chineses, invade um aliado da OTAN na Europa Oriental.

Todos os cenários da série de Janda revelaram a necessidade de unidade ocidental. No caso de um ataque chinês a Taiwan, por exemplo, os EUA poderiam exigir que a Europa impusesse sanções severas à economia chinesa, cortando efetivamente o comércio. «Mas os governos europeus não querem fazer isso», afirmou Janda, descrevendo como essa premissa se revelou entre os especialistas. «O problema das capitais europeias é que Taiwan fica longe. Querem concentrar-se na ameaça da Rússia, e é isso que me assusta.»

Se a Rússia e a China agirem em uníssono enquanto os EUA discutem com os seus aliados, as hipóteses de uma vitória ocidental numa guerra em duas frentes começam a parecer sombrias. Por outras palavras, o lado que sai vencedor tende a ser aquele que age com um objetivo comum e se mantém unido ao longo do tempo.»


Coisas que agora são consideradas de direita


E anti-progressistas:


O jornalismo de investigação
O rigor académico
A discordância científica
A natureza
Os factos
A biologia
A cortesia
A pontualidade
A liberdade de expressão
Os direitos das mulheres 
A racionalidade
A objectividade
A auto-suficiência
A contenção emocional
A gratificação adiada
A resistência à frustração
O conhecimento da História
O amor ao seu próprio país
A desconfiança de ideologias totalitárias
A luta contra as religiões extremistas
A condenação de regimes bárbaros e incivilizados
A defesa do direito das crianças a não serem sexualizadas por adultos

Magdalen Burns em 2018 viu o mundo em 2026

 

Homens que dizem sentir-se mulheres incitam ao ódio às mulheres que não aceitam o fascismo ideológico trans. Magdalen Burns enumera todas as consequências de não se combater estes homens misóginos que têm como objectivo o controlo, submissão e apagamento das mulheres da vida social, o fim dos direitos das mulheres e até da sua liberdade de expressão em poderem falar de si mesmas enquanto mulheres. Exorta as mulheres a não terem medo dos misóginos. Exactamente onde estamos. 


LGB Alliance Switzerland

 

LGB Alliance Switzerland - Sounds about right



EUA num caminho de perdição

 

Sendo-se americano, o que se pode fazer? De um lado têm Trump e os seus epsteins, do outro os democratas da nova-esquerda unineuronal que defende o crime, o fim dos direitos das mulheres às ordens de homens com fetiches porno e outras inanidades.

Quando confrontados com a realidade vitimizam-se

 

Um pai machista contra a própria filha

 

Diz que prefere e vive bem com a filha ficar em último lugar na competição se ficar em primeiro implicar não incluir um rapaz que quer competir na equipa feminina e vai ficar traumatizado. Então e a opinião e a vida da filha não conta? Ele é dono dos direitos humanos da filha para dá-los a um rapaz qualquer? A besta machista trai a própria filha. Ele prefere que ela perca? Então e a filha? A vida e a competição não são dela? Ele vive bem com isso? Não lhe cabe a ele escolher com o que a filha pode viver. É assim que vemos que o movimento trans de homens que querem ser mulheres não passa de misóginos e machistas sem respeito nenhum pelas mulheres, nem que sejam as filhas.

Este tipo é um conhecido activista da nova-esquerda machista e unineuronal que se auto-intitula, 'progressista'.

Espero que a Ucrânia não vá nisso

 

JD Vance pediu à Ucrânia que suspendesse os ataques a petroleiros que utilizassem portos russos


Os EUA atraiçoam a Coreia do Sul porque Trump gosta mais de Kim Jong

 

E porque quer vingar-se da Coreia do Sul não se juntar à sua Guerra com o Irão. Qualquer doa os EUA estão sem amigos como a Rússia. Continuem por esse caminho que vão bem.

Só a Europa ainda não percebeu que os terroristas do Kremlin estão em guerra consigo


Roman Sheremeta 🇺🇸🇺🇦

Está a acontecer algo muito estranho em toda a Europa.

No espaço de uma única semana, os países da NATO assistiram a uma série notável de incidentes envolvendo a produção de munições, infraestruturas energéticas, instalações militares e operações dos serviços secretos russos.

Deixem-me começar pelo que sabemos.

🇵🇱 POLÓNIA
A 7 de agosto, os serviços de segurança polacos detiveram um cidadão russo, recrutado pelos serviços secretos russos, cuja missão era assassinar um homem com dupla nacionalidade americana e ucraniana – em Varsóvia.
O primeiro-ministro Donald Tusk anunciou ontem esta notícia. Segundo ele, esta é a primeira vez que alguém, agindo sob ordens russas, tentou matar um cidadão americano no território de outro país da OTAN.

🇩🇪 ALEMANHA
A 6 de agosto, foi encontrado um drone com explosivos perto de uma pista do aeroporto de Leipzig/Halle – junto a um avião de carga da companhia ucraniana Antonov Airlines. Dois dias depois, foram avistados dois drones sobre a base da Bundeswehr em Mechernich.
Também não é um rumor.

🇮🇹 ITÁLIA
Um incêndio no departamento de compressão de pólvora da fábrica da KNDS Ammo Italy, em Colleferro, a sudeste de Roma, foi seguido por uma enorme explosão. Não houve vítimas mortais. A fábrica produz munições de artilharia de 155 mm fornecidas à Ucrânia através de parceiros europeus.

🇳🇱 PAÍSES BAIXOS
No espaço de poucas horas, no maior porto da Europa: um incêndio num transformador, uma grande falha de energia, um encerramento de emergência na refinaria da ExxonMobil em Botlek e, em seguida, uma explosão na refinaria e terminal da Gunvor Energy que causou a morte de um trabalhador e feriu seis.

Não me surpreenderia se a Rússia fosse responsável por todos estes «acidentes».

Escrevi sobre este problema há dois anos. Na altura, a Europa já estava a passar por uma onda extraordinária de incidentes suspeitos:

🇱🇹 Incêndio numa loja da IKEA em Vilnius.
🇬🇧 Um ataque incendiário a um armazém ligado à Ucrânia, em Londres.
🇩🇪 Planos de sabotagem contra alvos militares e industriais na Alemanha.
🇨🇿 Tentativas de atacar infraestruturas na República Checa.
🇪🇪 Um ataque ao carro do ministro do Interior da Estónia.
🚆 Tentativas de perturbar os sistemas ferroviários europeus.
📦 Mais tarde, dispositivos incendiários enviados através de redes logísticas europeias – incluindo dispositivos que detonaram ou se incendiaram na Alemanha, na Polónia e no Reino Unido.

Na altura, podia argumentar-se que se tratava de incidentes isolados.

Hoje, sabemos muito mais. Investigadores e tribunais europeus relacionaram múltiplas operações de sabotagem diretamente com redes organizadas ou coordenadas pelos serviços secretos russos.

O padrão era real. Simplesmente foi identificado tarde.

É esse o plano. A guerra híbrida funciona mantendo-se abaixo do limiar a partir do qual qualquer incidente isolado obriga a uma resposta. Cada evento, considerado isoladamente, pode ser negado. Só a sequência de eventos o denuncia.

Por isso, quando surge, numa semana, mais um conjunto extraordinário de explosões, incêndios, drones, falhas de energia e operações de inteligência por toda a Europa, talvez devêssemos deixar de tratar cada incidente como se existisse num vácuo.

A Europa já não se pode dar ao luxo de partir automaticamente do princípio de que se trata de acidentes e coincidências.

A Rússia está a travar uma guerra híbrida contra a Europa. Sabotagem. Incêndios criminosos. Ciberataques. Planos de assassinato. Interferência no GPS. Ataques à logística e às infra-estruturas críticas.

Estas não são ameaças teóricas. Já aconteceram.


Mas que raio é isto? Alguém pode explicar?

 

Coisas boas II

 

Coisas boas


O problema da Ucrânia está em a Rússia, apesar de já só ter 4 amigos, saber que dois deles são decisivos: a China e os EUA. 



A Coreia do Norte também está em guerra com a Europa

 

Todos os dias há pessoal norte-coreano e mísseis balísticos norte-coreanos envolvidos em ataques contra um país europeu. Todos os dias. No entanto, não se ouve falar do assunto na Europa - esperam que seja a Ucrânia a lidar com tudo, sozinha?

Porque não dão armas à Ucrânia para que acabe de vez com os terroristas do Kremlin?

Porque não fazem o mesmo na Ucrânia?

 

Russia-Ukraine Daily News

@rvps2001

🇷🇴 Um piloto espanhol de um caça F-18, em missão de patrulha aérea da #OTAN, abateu um drone que violava ilegalmente o espaço aéreo nacional romeno, sendo esta a quarta aeronave não tripulada que o país abateu este ano, informou no domingo o Ministério da Defesa da Roménia.

Portugal por aí



Notícias de Lafões 

São Pedro do Sul reforça apoio ao mundo rural e cria prémio para novos produtores

A Câmara Municipal de São Pedro do Sul acaba de aprovar o projecto do Regulamento Municipal de Apoio ao Desenvolvimento Rural. Longe de ser apenas mais um documento burocrático, este é um dos mais abrangentes planos municipais nesta área, juntando numa só estratégia sete sectores vitais para a região: pecuária, pastorícia, apicultura, vitivinicultura, produção biológica, caça e o apoio a novos produtores. Para quem quer começar do zero, há uma novidade: um prémio de instalação de 1.000 euros para novos produtores pecuários, com o objectivo de atrair ‘sangue novo’ para o sector.



August 16, 2026

Que raio vem a ser isto?


Emoções correctas??? Mas que raio vem a ser isto? Uma nova versão da juventude hitleriana? As escolas servem para domesticar as crianças nas ideologias dos políticos? Isto é fascismo.



Bruxelas quer que as escolas avaliem as crianças quanto às emoções «correctas». Afirma que a UE transforma estudos financiados em «melhores práticas» e apresenta-os como o que as escolas europeias devem fazer, sem consulta pública.

Shahram Sadeghi

 

Enforcado hoje de manhã depois do Azan, na República Islamofascista do Irão.



"A vida esconde nos lugares mais simples sua grande beleza" - Neruda

 


E nós temos o direito de a ouvir e também falar

 

@AlinejadMasih

Esta era eu quando era pequena, obrigada a usar o hijab. E esta sou eu depois de me ter libertado.

No Irão, diziam-me: usa o hijab ou serás expulsa da escola. Se resistires, podes ser detida, espancada, açoitada, presa ou morta às mãos da Polícia da Moral.

Depois, vim para o Ocidente e disseram-me: tem cuidado ao contar a tua história, pois pode causar «islamofobia».

Sou uma mulher do Médio Oriente. Vivi sob a ideologia islâmica. Tenho todo o direito de a temer, de a criticar e de falar sobre ela.

Não nos silenciem em nome da tolerância. Deixem-nos falar.

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Uma sociedade só pode ser tolerante se não deixar de existir enquanto tal. E existir enquanto sociedade implica coesão e essa é uma força intrínseca que não vem naturalmente como a chuva. Tem de ser alimentada, mantida e preservada com cuidado. O excesso de tolerância é submissão e rendição. Eventualmente, morte.