May 28, 2026

Estive a ver a interpelação ao governo sobre a reforma laboral

 

O governo tem razão quando diz que temos uma das legislações mais rígidas da Europa e que a flexibilização ajuda na competitividade. O que não diz é que nesses países onde há muita flexibilidade nos contratos de trabalho, há uma rede de segurança social extremamente robusta e eficaz que apoia os trabalhadores quando ficam desempregados, durante bastante tempo. Se não querem ter bons serviços públicos de segurança social não podem querer ter trabalhadores em situação completamente instável e precária.


Escrita cursiva e aprendizagem

 



Um estudo publicado em janeiro de 2024 na revista científica «Frontiers in Psychology» analisou algo que a maioria dos investigadores na área da educação não tinha examinado com atenção: não apenas quais as regiões cerebrais que se ativam durante a escrita, mas também como essas regiões comunicam entre si em tempo real.

Os investigadores F. R. (Ruud) Van der Weel e a professora Audrey L. H. Van der Meer, da Universidade Norueguesa de Ciência e Tecnologia em Trondheim, recolheram dados de EEG de 36 estudantes universitários utilizando um conjunto de sensores de 256 canais — uma das ferramentas de imagem cerebral mais detalhadas disponíveis fora de uma ressonância magnética. As palavras apareciam num ecrã. Por vezes, os estudantes escreviam-nas à mão utilizando uma caneta digital num ecrã táctil; outras vezes, digitavam-nas num teclado. 

Os investigadores analisaram então não apenas quais as regiões que se activavam, mas também a extensão com que se conectavam entre si durante cada intervalo de cinco segundos. The Times of Israel

«Demonstramos que, ao escrever à mão, os padrões de conectividade cerebral são muito mais elaborados do que ao digitar num teclado», afirmou van der Meer. «Sabe-se que essa conectividade cerebral generalizada é crucial para a formação da memória e para a codificação de novas informações e, portanto, é benéfica para a aprendizagem.» 

Quando os alunos escreviam à mão, a actividade coordenada espalhava-se por regiões associadas ao movimento, à visão, à integração sensorial e à formação da memória — trabalhando em conjunto simultaneamente. Quando os mesmos alunos digitavam num teclado a mesma palavra, esse padrão coordenado estava praticamente ausente.

The Investigative

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Isto é só rir...





O Ministério Público defendeu esta terça feira um cúmulo jurídico de entre 10 e 11 anos de prisão para Ricardo Salgado e que o cumprimento da pena deverá ser suspenso face à doença de Alzheimer do ex-banqueiro.

Rui Batista sublinhou que “a decisão mais importante que o tribunal terá de tomar tem a ver com a suspensão ou não da execução da pena”, defendendo que o tribunal deverá optar pela suspensão da execução da pena aplicada ao ex-presidente do Banco Espírito Santo (BES) face ao relatório pericial conhecido na semana passada e que indica que Ricardo Salgado está incapaz de compreender o cumprimento de uma pena de prisão.

"Seria um ato inútil sujeitar a uma pena alguém que não a entende", acrescentou o procurador do Ministério Público.

Expresso
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Salgado vai descansar para casa porque não entende a pena. Essa é boa! Ele não entende mas entendemo-la nós, que somos os injustiçados. Sócrates também não entende que queiram condená-lo. Devemos também
livrá-lo de penas, dado que ele não as percebe? A justiça e a punição devem, ou não, contribuir para uma sociedade justa? Pode uma punição que injustiça as vítimas contribuir para uma sociedade justa? Pode? Ao fim de 10 ou 15 anos ou lá o que é, nós todos pagámos (e ainda pagamos) a subtracção de biliões ao erário público e os prevaricadores estão em casa a gozar dos bens subtraídos. 

Era a isto que Aguiar-Branco se referia quando falava em excesso de escrutínio?

 

Megaoperação da Judiciária visa autarquias socialistas, sede do PS alvo de buscas

No centro de investigação a ajustes directos estão ex-presidente da junta Miguel Coelho e assessor Duarte Moral, que está entre os cinco detidos. Em causa estão contratos no valor de dois milhões.

Público


Não somos islamofóbicos por não querermos isto na nossa terra

 

Antuérpia. Putos da escola assediam raparigas no autocarro por não estarem cobertas com hijabs e terem pele à mostra.


Não somos islamofóbicos por não querermos isto na nossa terra

 

Crianças pequenas a ser ensinadas a decapitar animais e a sujar as mãos de sangue ao som de alauakebares. O islão é uma ideologia que ensina a violência, a depravação sexual e o culto da morte. Os moderados são os que já se afastaram da religião.


Quem foi que disse que uma sociedade com um sistema de segurança social não é compatível com migração em massa?

 

Falsos pressupostos

 


Idade da reforma vai subir para os 66 anos e 11 meses em 2027

Esperança de vida aos 65 anos, no período 2023-2025, foi estimada em 20,19 anos para o total da população, indica o INE.
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Nem toda a gente tem essa esperança de vida aos 65 anos. Eu não tenho. só por milagre. E não é só isso. Assim que a esperança de vida sobe dois meses o governo vem logo cativá-los para o trabalho?

Está tudo doido?

 

PPC chamou prostituto a Montenegro? Entrou em modo Trump? Vai chamar piggys às mulheres de quem não gosta?

E diz que os portugueses não gostam de políticos sem carácter. Talvez seja verdade mas também não gostamos de políticos de mau carácter que se rodeiam de incompetentes que cortam a vida aos outros e depois chamam-lhes mariquinhas e mandam-nos emigrar.


Macron responde aos dois palhaços do Kremlin que passam a vida a ameaçar todos com armas nucleares

 

Toma lá um submarino nuclear. A França dispõe de armas nucleares táticas aéreas, que podem ser lançadas a partir dos seus caças Rafale.
Macron assinou acordos com países como a Grã-Bretanha, a Alemanha e a Polónia, tornando possível que os jactos aterrem nas suas bases, num plano a que chama «dissuasão avançada». Os aviões deslocam-se em segredo pela Europa, criando uma ambiguidade estratégica que obrigará Putin a pensar duas vezes antes de atacar. Os aliados realizarão exercícios nucleares conjuntos.


O que se passa esta semana na Ucrânia? Sanções de longo alcance

 


O que se passa hoje em relação à Ucrânia?

 

Merkele deseja que a Ucrânia tenha mais outros 5 anos de guerra. A sério...?


O que se passa hoje na Ucrânia?

 

A Ucrânia está em vantagem na guerra. Esta é a altura de atirar com tudo para cima dos russos.


O líder, de facto, do mundo livre

 

Porque é que russos abertamente pró-Putin continuam a ser convidados para eventos europeus?

 

Como provocar uma polémica inexistente só para ter mais likes?

 

28 de maio de 1926. A data que a direita radical pode tentar resgatar
Alexandra Tavares-Teles

Cem anos depois, a data que abriu caminho à ditadura continua colada ao Estado Novo, mas pode hoje servir à direita radical como linguagem de combate à “partidocracia”, ao parlamentarismo e aos políticos ... DN
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Não há nenhuma polémica à volta desta data nem consta que alguém, alguma vez, tenha sugerido comemorá-la, mas esta 'jornalista' acha que há aqui espaço para abrir uma polémica e ganhar likes. E isto vem na página da frente da edição online como se fosse uma grande notícia.

Denúncia da situação de milhares de professores do profissional



A Fenprof vai denunciar junto da Comissão Europeia a situação de milhares de professores do ensino profissional de escolas particulares, que acusa de “práticas abusivas” e de impor horários de trabalho "excessivos e desregulados".
"A realidade vivida nas escolas continua marcada pela manutenção de práticas abusivas e pela ausência de soluções estruturais", acusa a Fenprof que revelou esta terça-feira que vai reunir-se, na próxima semana, com a representação em Portugal da Comissão Europeia.
O encontro tem como objetivo denunciar uma situação “inaceitável, que perpetua a precariedade, fragiliza a Escola Pública e desrespeita milhares de profissionais”, escreve a Federação Nacional dos Professores, que lembra que tem vindo a denunciar o agravamento da situação laboral dos professores das escolas profissionais no ensino privado.

Entre os problemas apontados pela maior estrutura sindical docente, estão os “horários de trabalho excessivos e desregulados”mas também "abusos nos calendários escolares, com prolongamento indevido de atividades letivas e avaliações para além do que é exigido e seria aceitável no restante ensino secundário".

A Fenprof acusa ainda as escolas de obrigar os professores a repor aulas não dadas por motivos de doença ou por greve e de manter um modelo “assente na precariedade de milhares de técnicos especializados” que exercem funções docentes permanentes "sem estabilidade, carreira ou direitos equiparados aos restantes professores".

A federação considera que as condições de trabalho destes professores se degradaram "acentuadamente na última década, com a aplicação de uma sobrecarga horária letiva aos professores, chegando esta a um total anual de 880 horas".

A Fenprof exige melhores salários e que estes profissionais sejam integrados na carreira do Contrato Coletivo de Trabalho (CCT) do Ensino Particular e Cooperativo e que lhes seja contabilizado o tempo de serviço em falta, relativo ao período de caducidade do CCT que ocorreu entre 2015 e 2022.
"O financiamento público canalizado pelo Estado para as escolas privadas deve reverter, obrigatoriamente, na melhoria das condições de quem nelas trabalha", defende a Fenprof em comunicado divulgado hoje.
Os Sindicatos da federação denunciam ainda o "recurso sistemático e abusivo a técnicos especializados", pedindo o combate à precariedade, investimento público “estável e sustentado” e a modernização de equipamentos e infraestruturas.

A negociação de um Contrato Coletivo de Trabalho para o EPC que respeite as especificidades do ensino profissional é outra das lutas da Fenprof, que pede que seja atualizado o financiamento das turmas do ensino profissional privado, equiparando-o aos custos das turmas das escolas públicas.


May 27, 2026

Well, well, well

 

Olha o que está em 1º lugar.

🎯

 

"Os americanos medem o custo da guerra em vidas humanas, os russos medem-no nos gastos totais da nação"




Trechos interessantes das memórias do Comandante Supremo das Forças Aliadas, General Dwight D. Eisenhower (posteriormente Presidente dos Estados Unidos entre 1953 e 1961), sobre o Marechal Georgy Zhukov:

«Durante as várias horas que passámos juntos no avião, o Marechal Zhukov e eu discutimos frequentemente operações militares... Uma grande revelação para mim foi a sua descrição do método russo de atacar através de campos minados. Os campos minados alemães, cobertos pelo fogo defensivo inimigo, eram obstáculos tácticos que nos causavam pesadas baixas e muitos atrasos. Romper através deles era sempre difícil, apesar de os nossos engenheiros terem inventado todos os dispositivos mecânicos imagináveis para a remoção segura de minas.

O marechal Zhukov comentou casualmente comigo: ‘Existem dois tipos de minas: antipessoal e antitanque. Quando nos deparamos com um campo minado, a nossa infantaria prossegue o ataque como se ele não existisse. Consideramos as baixas causadas pelas minas anti-pessoal equivalentes às baixas que teríamos sofrido se os alemães tivessem defendido aquele sector com forças concentradas em vez de campos minados. A infantaria em avanço não detona as minas anti-tanque, por isso, assim que atravessam o campo minado e asseguram o lado oposto, os engenheiros avançam e abrem faixas por onde os veículos podem passar...»

Conseguia imaginar vividamente o que teria acontecido a qualquer comandante americano ou britânico que tentasse utilizar tais tácticas, e tinha uma ideia ainda mais clara do que os homens de qualquer uma das nossas divisões teriam dito se tivéssemos tentado integrar tais práticas na nossa doutrina táctica...

Os americanos medem o custo da guerra em vidas humanas, enquanto os russos o medem nos gastos totais da nação.

Tanto quanto pude perceber, Zhukov pouco se importava com os métodos que considerávamos essenciais para manter o moral das tropas americanas: rotação sistemática de unidades, oportunidades de descanso e lazer, licenças curtas e, acima de tudo, o desenvolvimento de métodos destinados a evitar expor os homens a riscos de combate que não fossem absolutamente necessários. Tudo isto, prática comum no nosso exército, era praticamente desconhecido no exército dele.

...A diferença fundamental entre as atitudes americanas e russas em relação ao tratamento das pessoas ficou ilustrada noutro incidente. Numa conversa com um general russo, mencionei o difícil problema de cuidar de um grande número de prisioneiros de guerra alemães — um problema que enfrentámos em várias fases da guerra. Observei que dávamos aos prisioneiros alemães a mesma ração alimentar que aos nossos próprios soldados.

«Por que fariam isso?», exclamou Zhukov, espantado.

Respondi que, em primeiro lugar, o meu país estava obrigado a fazê-lo nos termos das Convenções de Genebra. Em segundo lugar, milhares de militares americanos e britânicos estavam prisioneiros em campos alemães, e eu não queria dar a Hitler qualquer pretexto para os tratar ainda pior do que já os tratava.

Zhukov ficou ainda mais surpreendido com esta resposta e exclamou: «Mas por que razão se preocuparia com soldados capturados pelos alemães?! Já eram prisioneiros e já não podiam lutar!»

Os excertos são citados de Dwight D. Eisenhower, Crusade in Europe, The Johns Hopkins University Press, 1997 (publicado pela primeira vez em 1948), pp. 468–470.


Curiosamente, na tradução russa das memórias de Eisenhower (edição de 2000), estas passagens — aparentemente de particular interesse para os leitores russos — foram removidas.

Todos aqueles que gritam «podemos fazê-lo novamente» devem lembrar-se de que seriam enviados para combater utilizando os métodos e tradições de Zhukov.

@OlenaRohoza