Vítor Marques
Grifo-eurasiático (Gyps fulvus)
Alentejo
1/11/2026
Então os russos andam a matar crianças ucranianas e a destruir tudo, a violar raparigas e crianças, a torturar presos, a atacar cidades europeias e depois ao fim da tarde juntam-se todos com eles para jogar hockey e beber umas cervejas?
A Associação de Hóquei no Gelo anunciou que a Finlândia não irá jogar contra a Rússia no campeonato mundial de hóquei no gelo e afirmou ainda que está a reunir outros países numa frente unida para impedir o regresso da Rússia. Esta foi a única atitude correcta a tomar; qualquer outra teria sido simplesmente errada. Logo após a decisão do TAS, propus que a Finlândia começasse a reunir outras nações do hóquei no gelo em torno de uma ameaça comum de boicote. Se um número suficiente de grandes países do hóquei no gelo se recusar a jogar contra a Rússia, a implementação da decisão na sua totalidade poderá tornar-se impossível. Agora é crucial manter a posição e conseguir o maior número possível de países a aderir. Agora, a Finlândia pode dar o exemplo a todo o mundo do hóquei no gelo.
Vihdoinkin johtajuutta! 🇫🇮 Jääkiekkoliitto ilmoitti, ettei Suomi pelaa Venäjää vastaan jääkiekon MM-kisoissa ja kertoi myös kokoavansa muita maita yhteiseen rintamaan Venäjän paluun estämiseksi. Tämä oli ainoa oikea linjaus, kaikki muu olisi ollut yksinkertaisesti väärin. Esitin heti CAS:n päätöksen jälkeen, että Suomen pitää ryhtyä kokoamaan muita jääkiekkomaita yhteisen boikottiuhan taakse. Jos riittävän moni suuri jääkiekkomaa kieltäytyy pelaamasta Venäjää vastaan, koko päätöksen toteuttaminen voidaan tehdä mahdottomaksi. Nyt on tärkeää pitää linja ja saada mahdollisimman moni maa mukaan. Nyt Suomi voi näyttää esimerkkiä koko jääkiekkomaailmalle.
— Henri Vanhanen (@HenriVanhanen) November 2, 2026
Brilliant Zelensky! "If you want us to stop attacking refineries for a month, give us Patriots for a month." 👏👏 https://t.co/7kPrAs1P7d
— TeinaPosts. (@RafaMorgan64) November 2, 2026
Aquela senhora à direita no ecrã chama mentiroso ao superintendente e diz-lhe que a polícia não agiu da mesma maneira com manifestações de professores e de bombeiros e dá a entender que é um tratamento de discriminação para com estes manifestantes. Mas desde quando é que os professores cuspiram para cima da polícia, atiraram garrafas à polícia, chamaram-lhe todos os nomes, incentivaram à violência sobre pessoas do governo, à destruição do Estado, etc. ou provocaram a política para lhes bater? Alguma vez ameaçaram abancar ali no espaço público indefinidamente até lhes apetecer sair? Mas alguma vez os professores se manifestaram com indignidade como estes manifestantes? Então e a outra em frente dela é uma professora que esteve em manifestações e não diz nada? Engole esta mentira ofensiva com a maior cobardia? Onde vão buscar estas pessoas incapazes de seriedade? É por isso que não ligo a TV para ver estas figuras lastimáveis da nova-esquerda unineuronal.
O superintendente Bastos Leitão tem toda a razão. A justiça conseguiu enrolar ainda mais este imbróglio. A racionalidade está ao preço da habitação.🥸 https://t.co/KDKheTdRsc
— dono da c🅾️🅾️perativa ™ (@donocooperativa) November 2, 2026
Um indivíduo com passaporte holandês mas muito longe de ser um holandês, com uma cabeça maometana bem enfiada no século VII. Um islamita fanático com ódio às mulheres e ao Ocidente.
Os portugueses, infelizmente, nunca tiveram bons salários. Havia uma classe média a crescer rapidamente nos anos anteriores ao 25 de Abril mas o 25 de Abril retrocedeu essa trajectória. Uma revolução só não atinge os que se fixam no poder imediatamente a seguir. Atinge os outros todos. Não havia dinheiro, o PCP e outros partidos revolucionários rapidamente destruíram a agricultura, a indústria e os serviços. A inflação era brutal. Havia racionamento de comida.
Como sabemos, em todos os países comunistas com economia revolucionária o povo é deixado na pobreza para não se poder revoltar contra a ditadura que impõem.
Andámos muitos anos, ao contrário do que diz esta geração, com grandes dificuldades em tudo. Tudo funcionava mal ou nem sequer funcionava. Ninguém no Estado aspirava à competência ou à justiça. Aspiravam ao poder total. Porém, como rejeitámos a ditadura dos comunistas e dos revolucionários, aos poucos as coisas foram melhorando e perto do passar do século, tínhamos serviços públicos a funcionar bem e a chegar a toda a gente.
A importância dos serviços públicos está em que, mesmo que as pessoas não ganhem muito dinheiro de salário, os serviços essenciais não são impeditivos de se ter uma vida. Pode-se ter um filho sem ter que se endividar por um hospital particular para evitar ter o filho na rua e morrer um ou outro; pode pôr-se o filho na escola pública que há lá professores suficientes para as aulas, para apoios, para projectos, para aconselhamento, etc.; pode-se ir para a faculdade porque há bolsas de estudo e o curso não custa dinheiro em propinas; pode-se ficar doente que há hospitais que cuidam de nós quase gratuitamente com médicos suficientes e enfermeiros suficientes; pode-se ir comer fora porque há muita oferta barata, paralela à cara; se se tem um problema com as finanças, há lá funcionários para ajudar. Poupar dinheiro compensa. Os bancos não nos roubam à descarada.
Ou seja, pode-se arriscar alugar ou comprar uma casa com um empréstimo e ter um filho ou dois, porque o resto da vida não é cara, a não ser a quem queria ter luxos.
Agora, todos os serviços básicos custam como luxos: a escola que já só funciona com explicadores porque não há professores; a saúde que mata porque não há médicos para atenderem, nem medicamentos e tem que ir-se a um hospital particular; não há bolsas de estudo; se se tem um problema com as finanças está-se tramado a não ser que se conheça alguém que conheça alguém ou que tenha dinheiro para um advogado. Etc.
O que sustenta as democracias são as instituições a funcionar segundo a lei e democraticamente e os serviços públicos a apoiarem as populações. Os políticos agindo com um mínimo de honestidade e honra. Nessa situação, ninguém fica à espera que o governo seja um papá que oferece a casa, o carro, etc., porque só não tem acesso aos serviços públicos quem não quer. Todos têm acesso a uma vida digna e quem quer mais que trabalhe para isso.
Foi isso que se destruiu. Primeiro com Sócrates, mas sobretudo nos anos da troika. Despediram-se pessoas e destruíram-se os serviços públicos como se não houvesse amanhã e nunca mais precisássemos deles outra vez. Depois Centeno/Costa aprofundaram a troika e foram além da troika com as cativações. Pararam o investimento. Mataram os serviços públicos. Estava tudo parado e morto.
Comparo esses anos da troika e de Costacenteno à quimioterapia. A químio, como não distingue as más células das boas, para apanhar as células tumorais e impedir que se multipliquem à maluca, ataca a medula e atinge todas as células. Impede a divisão celular e a replicação do ADN, ou seja, fecha a fábrica das células que é o princípio da vida e atinge os tecidos saudáveis. Aos poucos e poucos o corpo volta a funcionar mas se o tratamento for demasiado agressivo ou agressivo e demasiado prolongado morre-se do tratamento.
Foi isso que fizeram ao país. Para travar a dívida fecharam o país e mataram os serviços públicos essenciais. Para compensar, distribuíram subsídios à vez a certos grupos e tiraram a outros, mas nunca puseram o país a funcionar de novo. Por exemplo, na educação, mandaram passar toda a gente para não terem de reinvestir a construir o que destruíram; na habitação para poderem não construir nenhuma casa, ou quase nenhuma, legislaram que os proprietários é que seriam a segurança social dos inquilinos, na saúde contrataram tarefeiros baratos e por aí fora.
É preciso mudar a lei do trabalho em algumas situações pois de outro modo ninguém se arrisca a fazer contratos permanentes com os trabalhadores. É preciso voltar a introduzir uma cultura de esforço e de responsabilidade na educação. São precisas muito mais coisas, claro, mas acima de tudo, é preciso restaurar os serviços públicos a um nível de qualidade que dê às pessoas segurança para arriscarem viver, porque nos dias que correm, se investes numa casa já não podes investir num filho. Se investes num filho, não tens dinheiro para a casa. Se investes em ambos não tens dinheiro para a saúde.
Esta 'rainha' podia estar nas manifestações do Rossio e do Porto. Tem a mesma energia. Quer os fins sem querer os meios. Quis ser rainha mas não quer o sentido de responsabilidade e dever que isso implica. Pensa que ser rainha é só aparecer bem vestida quando lhe apetece e não chove. Cumprir o dever mesmo quando implica desconforto ou sacrifico, sobretudo se os implica, é o cargo, o resto é só folclore. A nossa nova-esquerda também quer estar no poder mas não quer cumprir o dever que isso implica. Não quer o trabalho de contribuir para a melhoria da vida das pessoas. Só quer mesmo estar sentada no poder. Os nossos jovens querem casa em Lisboa e no Porto, embora o país seja mais que Lisboa e Porto, tenha muita cidades e muito campo abandonado, mas não estão para trabalhar o necessário para o conseguir. Querem ter um bom emprego com um bom salário, já. Não daqui a 10 ou 15 anos depois de muito esforço e trabalho. Não. Querem já. Estudaram, fizeram o 12º ano ou até têm uma licenciatura mas como não arranjam trabalho com bom salário na sua área de interesse, já, não trabalham. Não se adaptam. Exigem que o governo lhes cuide da vida como faziam os pais, querem que o Estado seja uma continuidade dos pais. Onde o Estado falhou foi nos serviços públicos (e em importarem de repente mais de um milhão de pessoas), não nisto.
The absolute INDIGNITY of it all. Camilla is classless. Doesn’t check in with her husband…just completely walks off in her own clueless world. Charles RAGING at her is the cherry on top. The Windsor temper on full display. Well, I guess these two ended up with the marriage they deserved.
— The Royal Family Revealed (@royalfamilyrevd) November 2, 2026
Das ruas, das casas, das situações. É só querermos. É possível enfiar Putin na caixa de lixo de onde saiu. É uma questão de decisão.
Please remember: decline can always be reversed. 2007 vs 2026 (Wroclaw, Poland) https://t.co/MncpMFHpWu
— The Culturist (@the_culturist_) November 2, 2026
An utterly horrific Russian attack on the settlement of Komyshuvakha in the Zaporizhzhia region. Since this morning, the settlement has been hit several times by aerial bombs. The strikes targeted a school used for humanitarian purposes – people were receiving humanitarian aid there. After the first aerial bomb strike, there was a double-tap strike with nine more bombs, specifically targeting the shelter where people were taking cover. Tragically, 18 people have already been reported killed. My condolences to their families and loved ones. Five people have been injured. A rescue operation is underway at the site, and the search for people continues. It is extremely difficult. Military forces, first responders, and special services are involved. The Russians could not have been unaware that every week, local residents who had remained in Komyshuvakha received humanitarian aid at that very location. And this is further proof that Russia wants no de-escalation and no real justice. After the humanitarian operation in Oleshky, there was a moment when the next steps could have shown that progress toward peace was possible. With these killings, Russia is sending an entirely opposite signal: Russia is counting on more killings. There must be a response to this – a response from the world. A strong and tough response. A response to Russia. And support for Ukraine. We must protect lives. Thank you to everyone who is helping!
— Volodymyr Zelenskyy / Володимир Зеленський (@ZelenskyyUa) November 2, 2026
Respeitadores do Estado democrático e do direito dos outros andarem no espaço público sem serem agredidos.
Afinal não era "paisana" nenhum. Era só 1 cidadão como nós. Absolutamente pidesco. No dia em que isto deixar de ser pacífico....🥸 https://t.co/4pDvbPXOmQ
— dono da c🅾️🅾️perativa ™ (@donocooperativa) November 2, 2026
Estamos entre os 20 países do mundo que mais receitas tiram do turismo. E, tendo em conta o nosso PIB, tiramos muito. Somos um país pequeno. Ao contrário de outros países como os EUA ou a Itália, é um fenómeno recente, com menos de meia dúzia de anos. Convinha não o destruir com problemas de crime/insegurança e destabilizações gratuitas de gente que quer o país eternamente pobre para tirar dividendos políticos. Gente que quer o poder pelo poder.
Countries Earning the Most from Tourism (1995–2024) https://t.co/WTfdeZWB8I
— Global Statistics (@Globalstats11) October 31, 2026
À medida que passam os séculos, alguns países, estejam em fase de riqueza ou de dificuldade, como Portugal, nunca descolam e em outros acontece exactamente o oposto. Trabalham sempre melhor. Dá que pensar.
How Long Did People Have to Work to Afford 1 kg of Food? (1500–2026) https://t.co/kdaIRPvZT4
— Global Statistics (@Globalstats11) November 1, 2026
https://t.co/JqXwvwPz0F
— Almiral Apaurin (@LexOlah) November 1, 2026
É um génio este homem. Dev ser por isso que este professor da Universidade do Minho aparece em tudo quanto é espaço de comentário. E normalmente acolitado por comunistas como ele. Ou é a Susana Peralta ou o Manuel Carvalho… Um analista de primeira água, uma lucidez impressionante. Veja-se esta pequena amostra:
— Emanuel Almeida (@VemDeMansinho) November 1, 2026
Zelensky on Putin: “I don’t know what’s wrong with him. Is he completely crazy, half crazy, or just 10% crazy? I hope he understands what he’s doing.” I don’t know how crazy Putin is either. But I do know one thing: a man who needs an entire country to suffer just to satisfy his ambitions has a serious problem — and he’s made it the world’s problem.
— AnatolijUkraine (@AnatoliUkraine) October 31, 2026
Os sindicatos dos professores franceses, que são da nova-esquerda, apelaram ao boicote das comemorações do 11 de Novembro, o dia do Armistício (de 1918), dia em que a França presta homenagem aos cerca de 1 milhão e meio de franceses que morreram a defender a Pátria. Os sindicatos dos professores alegam que a França é um país de paz e não querem os estudantes a celebrar a guerra.----