November 02, 2026

Há 22 anos Theo van Gogh, sobrinho bisneto do pintor, foi assassinado por um islamita

 

Um indivíduo com passaporte holandês mas muito longe de ser um holandês, com uma cabeça maometana bem enfiada no século VII. Um islamita fanático com ódio às mulheres e ao Ocidente.

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Há 22 anos, nesta mesma data, o cineasta holandês Theo van Gogh (na foto) ia de bicicleta para o trabalho, em Amesterdão.

Nunca chegou ao destino, pois foi assassinado por Mohammed Bouyeri, um homem muçulmano holandês-marroquino de 26 anos, que se sentiu ofendido pelo facto de Van Gogh se ter atrevido a realizar uma curta-metragem que criticava o tratamento dado às mulheres no Islão.

Bouyeri disparou várias vezes contra ele, cortou-lhe a garganta e em seguida, prendeu um manifesto jihadista de 5 páginas ao seu peito. O manifesto constituía, acima de tudo, uma ameaça de morte directa contra Ayaan Hirsi Ali, a argumentista da curta-metragem (Submission). Chamava-a de herege e de «fundamentalista incrédula» que seria «esmagada contra o diamante duro do Islão». Ameaçava também políticos holandeses, rotulando-os como estando sob o controlo de uma «conspiração judaica» e apelava à morte dos «incrédulos».

Até hoje, Ayaan Hirsi Ali continua a enfrentar ameaças de morte persistentes e necessita de protecção e segurança contínua.

Ao longo deste período, a elite liberal e quase todos os progressistas ditos «anti-racistas» e «feministas» rotularam-na a ela de «islamófoba» e fizeram eco do dogma censurador defendido pelos jihadistas, em vez de se posicionarem ao seu lado (e ao de outros como ela) contra a ideologia que ameaçava a sua vida e ceifou a de Theo.

Este crime, embora não tenha sido o primeiro crime [de ódio ao Ocidente], foi um prenúncio do que estava para vir. 

Max Klinger

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