Um indivíduo com passaporte holandês mas muito longe de ser um holandês, com uma cabeça maometana bem enfiada no século VII. Um islamita fanático com ódio às mulheres e ao Ocidente.
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Há 22 anos, nesta mesma data, o cineasta holandês Theo van Gogh (na foto) ia de bicicleta para o trabalho, em Amesterdão.Nunca chegou ao destino, pois foi assassinado por Mohammed Bouyeri, um homem muçulmano holandês-marroquino de 26 anos, que se sentiu ofendido pelo facto de Van Gogh se ter atrevido a realizar uma curta-metragem que criticava o tratamento dado às mulheres no Islão.
Bouyeri disparou várias vezes contra ele, cortou-lhe a garganta e em seguida, prendeu um manifesto jihadista de 5 páginas ao seu peito. O manifesto constituía, acima de tudo, uma ameaça de morte directa contra Ayaan Hirsi Ali, a argumentista da curta-metragem (Submission). Chamava-a de herege e de «fundamentalista incrédula» que seria «esmagada contra o diamante duro do Islão». Ameaçava também políticos holandeses, rotulando-os como estando sob o controlo de uma «conspiração judaica» e apelava à morte dos «incrédulos».
Até hoje, Ayaan Hirsi Ali continua a enfrentar ameaças de morte persistentes e necessita de protecção e segurança contínua.
Ao longo deste período, a elite liberal e quase todos os progressistas ditos «anti-racistas» e «feministas» rotularam-na a ela de «islamófoba» e fizeram eco do dogma censurador defendido pelos jihadistas, em vez de se posicionarem ao seu lado (e ao de outros como ela) contra a ideologia que ameaçava a sua vida e ceifou a de Theo.
Até hoje, Ayaan Hirsi Ali continua a enfrentar ameaças de morte persistentes e necessita de protecção e segurança contínua.
Ao longo deste período, a elite liberal e quase todos os progressistas ditos «anti-racistas» e «feministas» rotularam-na a ela de «islamófoba» e fizeram eco do dogma censurador defendido pelos jihadistas, em vez de se posicionarem ao seu lado (e ao de outros como ela) contra a ideologia que ameaçava a sua vida e ceifou a de Theo.
Este crime, embora não tenha sido o primeiro crime [de ódio ao Ocidente], foi um prenúncio do que estava para vir.
Max Klinger

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