September 05, 2026

Hey, Vlad

 


Futurações

 

A Europa daqui a 100 anos.


1ª hipótese

Os países investem a sério na qualidade da educação pública: qualidade dos currículos, qualidade da formação dos professores, democratização do sistema.

Os países investem na defesa e na polícia para se defenderem das ameaças externas e aumentar a segurança interna diminuindo o crime. 

Apostam na luta contra a corrupção fortalecendo as instituições e reintroduzindo critérios de selecção por mérito.

Fecham a torneira aos imigrantes ilegais, asseguram activamente a secularidade das democracias, o funcionamento da Justiça e a rejeição dos imigrantes que têm sistemas de valores e práticas anti-democráticas e de não-integração.

Teremos menos pessoas, logo menos trabalhadores mas melhores trabalhadores. 

A aposta no bom uso da Inteligência Artificial e da robótica permite ter indústria e certos tipo de serviços com menos pessoas e, logo, menos custos, menos necessidade de certo tipo de produtos de consumo humano.

A UE une-se mais para resolver os problemas das pessoas reais.

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2ª hipótese

Os países continuam a extremar-se, tanto à direita como à esquerda, por falência da eficiência e operacionalidade dos governos do centro democrático.

Continuam a permitir a entrada massiva e descontrolada de imigração ilegal anti-democrática e anti-europeia e a sua infiltração em todas as instituições, desde a educação e a justiça até à legislação.

Permitem sociedades paralelas de imigrantes de 1ª ou 2ª geração a funcionar à margem da lei, com leis próprias anti-democráticas, anti-europeias e violadoras dos direitos humanos.

Os países governados pela extrema-esquerda evoluem para ditaduras ou autoritarismos comunistas, à maneira da China ou teocracias islâmicas, os governados pela extrema-direita evoluem para ditaduras evangélicas ou para-militares.

Eventualmente, alguns países entram em guerilha civil.

A UE desagrega-se.

A Espanha, então com uma maioria de religião islâmica infiltrada nas instituições, tenta novamente invadir e capturar Portugal.


A nova-esquerda defensora do islamismo



@visegrad24

Um estudante holandês de 14 anos ficou a lutar pela vida depois de dois adolescentes sírios, de 15 e 16 anos, o terem atacado em Grijpskerk, na Holanda.

Dion van den Berg estava a sair de uma piscina quando os dois adolescentes o atacaram com um golpe violento no pescoço.

A artéria do pescoço de Dion rompeu-se, fazendo com que um coágulo sanguíneo chegasse ao cérebro e provocasse um AVC. Ficou paralisado de um lado do corpo e foi levado às pressas para o hospital com ferimentos que colocavam a sua vida em risco.

O suspeito de 16 anos tinha-se juntado à turma de Dion alguns meses antes. A escola tinha dito aos alunos para não reagirem quando o rapaz apresentasse comportamentos preocupantes, incluindo bater nos colegas «sem motivo aparente», porque ele tinha passado por muitas dificuldades na Síria e estava a passar por um momento difícil.

Mona Eltahawy sobre as ocidentais que usam e defendem o véu

 

«As mulheres ocidentais que usam o véu contribuem para a escravização das mulheres noutras partes do mundo, para quem o véu é mandatório e uma restrição religiosa de liberdade.»

- Mona Eltahawy, uma mulher egípcia obrigada a usar o véu durante 9 anos 

 

🎯

 

As mulheres são avisadas para não irem sozinhas para países como o Afeganistão, o Irão, a Arábia Saudita e outros países islâmicos por serem extremamente perigosos. Então, porque razão se haveria de deixar vir para cá homens desses países?


A nova-esquerda, extremista

 

«Os progressistas assumem posições que os fazem parecer bem e sentir-se bem consigo mesmos — e demonstram muito pouco interesse pelas consequências reais das suas políticas para os outros, mesmo quando as suas políticas deixam um rasto de devastação.»

— Thomas Sowell


 

O islão explica-se a si mesmo

 

São estas pessoas que nova-esquerda defende nos meios de comunicação social todos os dias.


O mapa de que ele fala é este

 

Os gangs de violadores em Inglaterra operam em rede e o 'henetworkmap' publicou o mapa.

São famílias de islamitas a operar em rede e já chegaram à Irlanda. 

"O «Network Map» é a maior e mais abrangente colecção de dados sobre gangues de aliciamento e violação que existe. Trata-se de uma vasta compilação de todas as fontes disponíveis relativas a autores, famílias, empresas e figuras proeminentes, como funcionários públicos, directamente envolvidos nas actividades destes gangues. Trata-se de redes de confiança envolvidas e apoiadas por um sistema mais vasto de crime organizado, que vai desde as drogas, a violência e o tráfico até ao extremismo religioso, à corrupção e à fraude. Isto está a acontecer à escala nacional. Os dados foram verificados."



Temos que pôr os olhos em Inglaterra e tirar lições

 

Os ingleses levaram tanto tempo a falar contra as violações de raparigas inglesas com medo dos islamitas e medo de serem cancelados pela esquerda que agora que começaram a falar e a querer saber, estão num ponto de ruptura interna: ingleses contra ingleses. Temos que pôr os olhos em Inglaterra e tirar lições para não chegarmos a este estado. Não permitir aqui enclaves. Nenhum sítio pode ser capturado por islâmicos e transformado numa ilha onde os portugueses e outros não-islâmicos não entram com medo. Ou ter a polícia a esconder os números e os dados dos crimes, para não ofender os criminosos ou para o povo não falar contra os criminosos.

Na Dinamarca separam os grupos e não deixam que cresçam até dominarem cidades como acontece na Suécia, Inglaterra, França, Holanda. Total intolerância à lei da sharia. Em Birmingham há um projecto de lei para prender até 6 anos qualquer um que exponha a bandeira inglesa publicamente. As outras bandeiras -islâmicas, da Palestina, Paquistão, etc- são bem vindas. Parece uma piada mas não é. 

Nas escolas devia ser proibido usar hijabs como já acontece em França, depois de rapazes islamitas entrarem nas escolas tapados e decapitarem professores ou atacarem-nos à faca ou entrarem atrás de raparigas para violações. 

Devíamos adoptar o código de Singapura que proíbe e restringe discursos, pregações e grupos religiosos considerados intolerantes para com outras religiões ou grupos sociais, ou ameaçadores à coesão e equilíbrio social do país. Expulsam-nos. 

A má imagem dos islamitas não se deve a saber-se dos seus crimes. Deve-se a cometerem os crimes graves e a serem acobertados por governos e pela justiça em muitos países.

Isto é no Michigan

 

A Assembleia Geral da ONU vai realizar uma homenagem solene ao ditador do Qatar

 

O Islão explica-se a si próprio

 

Estas pessoas não são a extrema-direita

 

Estas pessoas são o povo que vai assistir a um jogo da bola. São as pessoas normais fartas da insegurança imposta pelos governos de extrema-esquerda através do apoio e incentivo ao constante assédio e agressividade da imigração islâmica e pró-Hamas na Europa cuja importação defendem com unhas e dentes. Uma parte da esquerda extremou-se ao ponto de defender a censura, o fim da liberdade de expressão, o fim da liberdade das mulheres e até a prisão para as vozes discordantes. No entanto, a maioria das pessoas não quer extremistas  como se vê agora em Espanha.


Europa contra a teocracia

 


Europa contra a teocracia

 

🎯

 

Só acrescento que a extrema-esquerda sente exactamente o mesmo que Trump e é tão perigosa como ele.


September 04, 2026

Aspectos a considerar

 


Qatar

 

Aulas na Ucrânia: a cada 30 minutos fugir para um abrigo

 

Cobrança de dívidas



Roman Sheremeta 🇺🇸🇺🇦
@rshereme

O major-general russo Mykola Varpakhovych foi hoje alvejado na cabeça por um atacante desconhecido. O militar russo é responsável por um ataque aéreo contra um hospital oncológico pediátrico em Kiev, em Julho de 2024, que causou dois mortos e 16 feridos, incluindo sete crianças.

Varpakhovych é o comandante da 22.ª Divisão de Aviação de Bombardeiros Pesados da Rússia. Foi hoje alvejado nas proximidades da base aérea da sua unidade, em Engels, e encontra-se agora em estado crítico.

É responsável pelos seguintes crimes de guerra, nos quais foram mortos 91 civis ucranianos:

1. Torre de televisão de Kiev (5 mortos)
Um ataque com um míssil de cruzeiro, em março de 2022, contra a torre e a zona circundante matou cinco civis, incluindo uma menina de 12 anos.

2. Edifício de apartamentos em Odessa (8 mortos)
Oito pessoas morreram num ataque com um míssil de cruzeiro contra um edifício residencial, em Abril de 2022, incluindo três gerações da mesma família: Kira Glodan, de três meses, a mãe, Valeria, e a avó, Lyudmila.

3. Centro Comercial Amstor, em Kremenchuk (24 mortos)
Dois mísseis Kh-22 atingiram o centro comercial em junho de 2022. Morreram 24 pessoas e dezenas ficaram feridas.

4. Bloco de apartamentos em Serhiivka (21 mortos)
Três mísseis Kh-22 lançados por bombardeiros Tu-22M3 atingiram um edifício residencial e um complexo turístico em julho de 2022, perto de Odessa.

5. Bloco de apartamentos em Uman (24 mortos)
Um ataque com um míssil Kh-101 destruiu parte de um edifício de nove andares em Abril de 2023. Morreram 24 pessoas, incluindo seis crianças.

6. Hospital Pediátrico Okhmatdyt (2 mortos)
Um míssil Kh-101 lançado por um bombardeiro Tu-95MS atingiu o hospital em Kiev durante uma vaga de ataques em todo o país, em julho de 2024. Morreram duas pessoas.

7. Centro histórico de Kiev (7 mortos)
Entre as vítimas esteve uma tragédia que recebeu grande atenção pública: quatro membros da mesma família — uma mãe de 43 anos, Yevhenia, e as suas três filhas, de 7, 18 e 21 anos — foram mortas juntas dentro do seu edifício residencial. O pai, Yaroslav, foi o único sobrevivente da família.