A Europa daqui a 100 anos.
1ª hipótese
Os países investem a sério na qualidade da educação pública: qualidade dos currículos, qualidade da formação dos professores, democratização do sistema.
Os países investem na defesa e na polícia para se defenderem das ameaças externas e aumentar a segurança interna diminuindo o crime.
Apostam na luta contra a corrupção fortalecendo as instituições e reintroduzindo critérios de selecção por mérito.
Fecham a torneira aos imigrantes ilegais, asseguram activamente a secularidade das democracias, o funcionamento da Justiça e a rejeição dos imigrantes que têm sistemas de valores e práticas anti-democráticas e de não-integração.
Teremos menos pessoas, logo menos trabalhadores mas melhores trabalhadores.
A aposta no bom uso da Inteligência Artificial e da robótica permite ter indústria e certos tipo de serviços com menos pessoas e, logo, menos custos, menos necessidade de certo tipo de produtos de consumo humano.
A UE une-se mais para resolver os problemas das pessoas reais.
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2ª hipótese
Os países continuam a extremar-se, tanto à direita como à esquerda, por falência da eficiência e operacionalidade dos governos do centro democrático.
Continuam a permitir a entrada massiva e descontrolada de imigração ilegal anti-democrática e anti-europeia e a sua infiltração em todas as instituições, desde a educação e a justiça até à legislação.
Permitem sociedades paralelas de imigrantes de 1ª ou 2ª geração a funcionar à margem da lei, com leis próprias anti-democráticas, anti-europeias e violadoras dos direitos humanos.
Os países governados pela extrema-esquerda evoluem para ditaduras ou autoritarismos comunistas, à maneira da China ou teocracias islâmicas, os governados pela extrema-direita evoluem para ditaduras evangélicas ou para-militares.
Eventualmente, alguns países entram em guerilha civil.
A UE desagrega-se.
A Espanha, então com uma maioria de religião islâmica infiltrada nas instituições, tenta novamente invadir e capturar Portugal.