Showing posts with label nova-esquerda. Show all posts
Showing posts with label nova-esquerda. Show all posts

September 09, 2026

Como se espalhou a desconstrução daqueles franceses

 

Espalhou-se pelas universidades. Estes franceses eram professores universitários. Marcuse, um alemão da Escola de Frankfurt foi para os EUA ensinar. Levou outros atrás dele. É nas universidades que se ensina a ideologia da nova-esquerda.

Para ouvir/ver o podcast na totalidade: https://youtu.be/dW6-tzswJgw


September 08, 2026

Guterres é especialista em gerar conflitos

 

Se vamos falar em devoluções, espero que Guterres diga à Turquia para devolver Constantinopla aos gregos. E para os árabes pagaram pelos milhões de homens africanos que transformaram em eunucos e as mulheres em escravas de harém. E aos turcos para pagarem as mulheres europeias que raptaram e escravizaram e vendiam nos mercados. Se é para fazer contas ao passado, vamos ver todas as colunas do haver e do dever e não apenas umas escolhidas a dedo pela nova-esquerda neo-racista. E antes disso desmantelar os mercados de escravos que ainda existem nos países islamitas. Guterres é especialista em gerar conflitos, em alimentar racismos e em por todos contra todos. 


A Grã-Bretanha não deve pagar nem um cêntimo em reparações pela escravatura

O papel da Grã-Bretanha no comércio de escravos foi insignificante em comparação com o das nações árabes e africanas.
A pressão sobre os contribuintes britânicos para que comecem a desembolsar dinheiro para financiar reparações pela escravatura histórica de africanos por parte de alguns dos seus antepassados está a aumentar. Em fevereiro, a União Africana adotou uma resolução proposta pelo seu defensor das reparações e presidente do Gana, John Dramani Mahama, que identifica a escravatura como um crime contra a humanidade. Em março, a Assembleia Geral da ONU aprovou a resolução do Gana que descreve a escravatura transatlântica como «o crime mais grave contra a humanidade» e apela às reparações como «um passo concreto para corrigir os erros históricos».
«O ponto de partida é a verdade e a reconciliação… já não vivemos numa sociedade em que se questionam noções como o privilégio branco.» 

Mas a ideia de que a Grã-Bretanha deva pagar reparações é histórica e moralmente ridícula. Baseia-se numa narrativa caricaturalmente simplista — e até racista — de brancos a explorarem negros.
 
No entanto, tal como indicado pelo subtítulo do livro de Martin Plaut, de 2025, Unbroken Chains: A 5,000-year History of African Enslavement (Correntes Inquebráveis: Uma História de 5 000 Anos de Escravatura Africana), os africanos já se dedicavam a escravizar outros africanos há séculos antes de os comerciantes europeus terem aparecido pela primeira vez ao largo da costa da África Ocidental, em meados do século XV. Aqueles que não consumiam em sacrifícios humanos, os africanos vendiam primeiro aos romanos e depois aos árabes. E quando os portugueses, espanhóis e britânicos chegaram em busca de escravos africanos, não precisaram de se aventurar no interior para os caçar. Limitaram-se a esperar na costa que os traficantes de escravos africanos os trouxessem.

Estima-se que os europeus tenham transportado 12,75 milhões de africanos através do Atlântico para as Américas. Destes, cerca de um quarto foi levado pelos britânicos. A Caricom (uma organização de Estados das Caraíbas) e a União Africana fazem questão de divulgar esses números. Outros números, porém, procuram ocultar — em particular, os nove milhões de africanos levados para o Mediterrâneo e os 12 milhões de africanos transportados para o Mar Vermelho, o Golfo Pérsico e a região a oeste da Índia. Esses africanos foram primeiro escravizados por outros africanos e depois vendidos aos árabes.
Vamos fazer o que os defensores das reparações não fazem: ser justos e colocar o envolvimento britânico na devida perspectiva. Em 1804, estimava-se que existissem 45 milhões de escravos em todo o mundo, dos quais a quota britânica nas Índias Ocidentais era de pouco mais de um por cento. De um total de, pelo menos, 41 milhões de escravos africanos comprados e transportados através do Atlântico, do Saara e do Oceano Índico, os comerciantes britânicos compraram pouco menos de oito por cento, enquanto os árabes foram responsáveis por 37 por cento. 
Mas os verdadeiros escravizadores e comerciantes de quase 100% eram outros africanos. Na década de 1850, o povo fulani, do que é hoje o norte da Nigéria, geria vastas plantações que empregavam quatro milhões de escravos em simultâneo — mais do que o total transportado para as Américas pelos britânicos em mais de 140 anos.
Além disso, ao contrário de qualquer outra nação africana, os britânicos arrependeram-se do seu envolvimento no comércio de escravos e na escravatura e, no início do século XIX, estiveram entre os primeiros povos da história do mundo a aboli-los. 
Utilizaram então o seu domínio imperial para suprimir o comércio de escravos, sobretudo na própria África. O historiador beninês Abiola Félix Iroko escreveu que «quando o comércio de escravos foi abolido [pelos britânicos], os africanos opuseram-se à abolição». De facto, segundo Plaut, muitos deles continuam a opor-se a ela. Hoje em dia, o comércio e a instituição de escravatura continuam vivos e de boa saúde na Mauritânia, no Mali, no Níger, no Sudão e na Líbia.
spiked-online. (excertos)

 

September 05, 2026

O islão explica-se a si mesmo

 

São estas pessoas que nova-esquerda defende nos meios de comunicação social todos os dias.


August 26, 2026

O que os líderes europeus estão a fazer às raparigas e às mulheres

 

«A vítima mais recente de quem estou a cuidar foi violada durante várias horas por três sírios. Eles urinaram encima dela, cobriram-na de fezes, espancaram-na e deram-lhe pontapés. Esta menina tem 10 anos. 10 anos!», afirmou Michael Kyrath. 
«Estes agressores não podem ser reabilitados através de terapia, nem que seja apenas porque a formação dos nossos terapeutas está adaptada à socialização da Europa Central e não a imigrantes islâmicos... Isso significa que nem sequer somos capazes de reabilitar estas pessoas.»


August 22, 2026

É difícil ver notícias

 

Quem é que deixa um indivíduo destes ficar a tomar conta dos filhos pequenos?

A nova-esquerda unineuronal da Nova Zelândia

 

As vítimas de violação de homens que dizem sentir-se mulheres têm de falar deles usando os pronomes femininos do modo que eles querem para não ofender os seus sentimentos. Ordens de juízes suínos.

August 08, 2026

O monstro violador é um mito, uma demonização... afinal, a violação é um espectro

 

Estes são os novos rostos dos partidos Green, uma mistura de nova-esquerda, transfascismo e islamitas radicais. Os islamitas são a favor dos trans homens que se dizem sentir mulheres, porque é o que já fazem nos seus países, onde as mulheres não andam no espaço público e são substituídas por rapazes vestidos e mascarados de mulher com quem os homens fazem sexo. 

August 03, 2026

Onde estão as mulheres que tentam imigrar para a Europa? São mortas a bordo pelos homens por bruxaria

 

Precisamos imenso destes imigrantes.



E destes: 


E também precisamos imenso destas pessoas à frente das instituições europeias, porque é óbvio que estas massas de milhões de imigrantes que agora vivem aqui são refugiados de guerra a precisar de protecção.


August 01, 2026

Sánchez soube com antecedência da invasão de Ceuta mas escolheu deixá-la acontecer

 

Quem organiza e quem paga isto e a quem? E com que fim?