August 17, 2026

EUA num caminho de perdição

 

Sendo-se americano, o que se pode fazer? De um lado têm Trump e os seus epsteins, do outro os democratas da nova-esquerda unineuronal que defende o crime, o fim dos direitos das mulheres às ordens de homens com fetiches porno e outras inanidades.

Quando confrontados com a realidade vitimizam-se

 

Um pai machista contra a própria filha

 

Diz que prefere e vive bem com a filha ficar em último lugar na competição se ficar em primeiro implicar não incluir um rapaz que quer competir na equipa feminina e vai ficar traumatizado. Então e a opinião e a vida da filha não conta? Ele é dono dos direitos humanos da filha para dá-los a um rapaz qualquer? A besta machista trai a própria filha. Ele prefere que ela perca? Então e a filha? A vida e a competição não são dela? Ele vive bem com isso? Não lhe cabe a ele escolher com o que a filha pode viver. É assim que vemos que o movimento trans de homens que querem ser mulheres não passa de misóginos e machistas sem respeito nenhum pelas mulheres, nem que sejam as filhas.

Este tipo é um conhecido activista da nova-esquerda machista e unineuronal que se auto-intitula, 'progressista'.

Espero que a Ucrânia não vá nisso

 

JD Vance pediu à Ucrânia que suspendesse os ataques a petroleiros que utilizassem portos russos


Os EUA atraiçoam a Coreia do Sul porque Trump gosta mais de Kim Jong

 

E porque quer vingar-se da Coreia do Sul não se juntar à sua Guerra com o Irão. Qualquer doa os EUA estão sem amigos como a Rússia. Continuem por esse caminho que vão bem.

Só a Europa ainda não percebeu que os terroristas do Kremlin estão em guerra consigo


Roman Sheremeta 🇺🇸🇺🇦

Está a acontecer algo muito estranho em toda a Europa.

No espaço de uma única semana, os países da NATO assistiram a uma série notável de incidentes envolvendo a produção de munições, infraestruturas energéticas, instalações militares e operações dos serviços secretos russos.

Deixem-me começar pelo que sabemos.

🇵🇱 POLÓNIA
A 7 de agosto, os serviços de segurança polacos detiveram um cidadão russo, recrutado pelos serviços secretos russos, cuja missão era assassinar um homem com dupla nacionalidade americana e ucraniana – em Varsóvia.
O primeiro-ministro Donald Tusk anunciou ontem esta notícia. Segundo ele, esta é a primeira vez que alguém, agindo sob ordens russas, tentou matar um cidadão americano no território de outro país da OTAN.

🇩🇪 ALEMANHA
A 6 de agosto, foi encontrado um drone com explosivos perto de uma pista do aeroporto de Leipzig/Halle – junto a um avião de carga da companhia ucraniana Antonov Airlines. Dois dias depois, foram avistados dois drones sobre a base da Bundeswehr em Mechernich.
Também não é um rumor.

🇮🇹 ITÁLIA
Um incêndio no departamento de compressão de pólvora da fábrica da KNDS Ammo Italy, em Colleferro, a sudeste de Roma, foi seguido por uma enorme explosão. Não houve vítimas mortais. A fábrica produz munições de artilharia de 155 mm fornecidas à Ucrânia através de parceiros europeus.

🇳🇱 PAÍSES BAIXOS
No espaço de poucas horas, no maior porto da Europa: um incêndio num transformador, uma grande falha de energia, um encerramento de emergência na refinaria da ExxonMobil em Botlek e, em seguida, uma explosão na refinaria e terminal da Gunvor Energy que causou a morte de um trabalhador e feriu seis.

Não me surpreenderia se a Rússia fosse responsável por todos estes «acidentes».

Escrevi sobre este problema há dois anos. Na altura, a Europa já estava a passar por uma onda extraordinária de incidentes suspeitos:

🇱🇹 Incêndio numa loja da IKEA em Vilnius.
🇬🇧 Um ataque incendiário a um armazém ligado à Ucrânia, em Londres.
🇩🇪 Planos de sabotagem contra alvos militares e industriais na Alemanha.
🇨🇿 Tentativas de atacar infraestruturas na República Checa.
🇪🇪 Um ataque ao carro do ministro do Interior da Estónia.
🚆 Tentativas de perturbar os sistemas ferroviários europeus.
📦 Mais tarde, dispositivos incendiários enviados através de redes logísticas europeias – incluindo dispositivos que detonaram ou se incendiaram na Alemanha, na Polónia e no Reino Unido.

Na altura, podia argumentar-se que se tratava de incidentes isolados.

Hoje, sabemos muito mais. Investigadores e tribunais europeus relacionaram múltiplas operações de sabotagem diretamente com redes organizadas ou coordenadas pelos serviços secretos russos.

O padrão era real. Simplesmente foi identificado tarde.

É esse o plano. A guerra híbrida funciona mantendo-se abaixo do limiar a partir do qual qualquer incidente isolado obriga a uma resposta. Cada evento, considerado isoladamente, pode ser negado. Só a sequência de eventos o denuncia.

Por isso, quando surge, numa semana, mais um conjunto extraordinário de explosões, incêndios, drones, falhas de energia e operações de inteligência por toda a Europa, talvez devêssemos deixar de tratar cada incidente como se existisse num vácuo.

A Europa já não se pode dar ao luxo de partir automaticamente do princípio de que se trata de acidentes e coincidências.

A Rússia está a travar uma guerra híbrida contra a Europa. Sabotagem. Incêndios criminosos. Ciberataques. Planos de assassinato. Interferência no GPS. Ataques à logística e às infra-estruturas críticas.

Estas não são ameaças teóricas. Já aconteceram.


Mas que raio é isto? Alguém pode explicar?

 

Coisas boas II

 

Coisas boas


O problema da Ucrânia está em a Rússia, apesar de já só ter 4 amigos, saber que dois deles são decisivos: a China e os EUA. 



A Coreia do Norte também está em guerra com a Europa

 

Todos os dias há pessoal norte-coreano e mísseis balísticos norte-coreanos envolvidos em ataques contra um país europeu. Todos os dias. No entanto, não se ouve falar do assunto na Europa - esperam que seja a Ucrânia a lidar com tudo, sozinha?

Porque não dão armas à Ucrânia para que acabe de vez com os terroristas do Kremlin?

Porque não fazem o mesmo na Ucrânia?

 

Russia-Ukraine Daily News

@rvps2001

🇷🇴 Um piloto espanhol de um caça F-18, em missão de patrulha aérea da #OTAN, abateu um drone que violava ilegalmente o espaço aéreo nacional romeno, sendo esta a quarta aeronave não tripulada que o país abateu este ano, informou no domingo o Ministério da Defesa da Roménia.

Portugal por aí



Notícias de Lafões 

São Pedro do Sul reforça apoio ao mundo rural e cria prémio para novos produtores

A Câmara Municipal de São Pedro do Sul acaba de aprovar o projecto do Regulamento Municipal de Apoio ao Desenvolvimento Rural. Longe de ser apenas mais um documento burocrático, este é um dos mais abrangentes planos municipais nesta área, juntando numa só estratégia sete sectores vitais para a região: pecuária, pastorícia, apicultura, vitivinicultura, produção biológica, caça e o apoio a novos produtores. Para quem quer começar do zero, há uma novidade: um prémio de instalação de 1.000 euros para novos produtores pecuários, com o objectivo de atrair ‘sangue novo’ para o sector.



August 16, 2026

Que raio vem a ser isto?


Emoções correctas??? Mas que raio vem a ser isto? Uma nova versão da juventude hitleriana? As escolas servem para domesticar as crianças nas ideologias dos políticos? Isto é fascismo.



Bruxelas quer que as escolas avaliem as crianças quanto às emoções «correctas». Afirma que a UE transforma estudos financiados em «melhores práticas» e apresenta-os como o que as escolas europeias devem fazer, sem consulta pública.

Shahram Sadeghi

 

Enforcado hoje de manhã depois do Azan, na República Islamofascista do Irão.



"A vida esconde nos lugares mais simples sua grande beleza" - Neruda

 


E nós temos o direito de a ouvir e também falar

 

@AlinejadMasih

Esta era eu quando era pequena, obrigada a usar o hijab. E esta sou eu depois de me ter libertado.

No Irão, diziam-me: usa o hijab ou serás expulsa da escola. Se resistires, podes ser detida, espancada, açoitada, presa ou morta às mãos da Polícia da Moral.

Depois, vim para o Ocidente e disseram-me: tem cuidado ao contar a tua história, pois pode causar «islamofobia».

Sou uma mulher do Médio Oriente. Vivi sob a ideologia islâmica. Tenho todo o direito de a temer, de a criticar e de falar sobre ela.

Não nos silenciem em nome da tolerância. Deixem-nos falar.

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Uma sociedade só pode ser tolerante se não deixar de existir enquanto tal. E existir enquanto sociedade implica coesão e essa é uma força intrínseca que não vem naturalmente como a chuva. Tem de ser alimentada, mantida e preservada com cuidado. O excesso de tolerância é submissão e rendição. Eventualmente, morte.

🔥 Bum! Barabum!

 

The Gatekeepers of Eastern Europe

 

A escolha do título e não saber fazer perguntas


Nesta entrevista com o presidente da Deco, em vez de escolherem para título a questão -que apenas aflorou- do conflito de interesses do seu presidente, tema por demais importante no nosso país cheio de casos de corrupção justamente por isso, escolhe para título uma frase dele que não tem que ver com a pergunta que lhe fazem mas que tem a ver com a linha editorial do jornal: a vitimização das pessoas, divididas em oprimidos e opressores.
À pergunta sobre a reforma da habitação no que respeita aos despejos de quem não paga a renda, o presidente da Deco responde que as pessoas que não estão a pagar a renda não são bandidos ou delinquentes. Que tem isso que ver com o assunto? Por ventura a pessoa que compra uma casa, com sacrifício, usando as suas poupanças, para arrendar e ter um complemento de reforma, tem obrigação de alojar pessoas de borla só porque não são bandidos e nunca mataram ninguém? Os senhorios são o Estado e têm obrigação de fazer de Segurança Social dos outros cidadãos? 

“As pessoas que não pagam a renda não são bandidos”

Entrevista com João Nabais, presidente da Deco
Expresso

Receber dinheiro de empresas que a Deco pode ter de confrontar não cria um conflito?
Tem toda a razão, é um perigo. Eu posso ter uma parceria com uma grande empresa e ela até me paga porque estou a prestar-lhe um serviço. Mas é só isto. Não estou — e nunca o poderei fazer — a dizer “esta empresa tem os melhores produtos”. Se assim fosse, estaria a violar os meus princípios e os meus valores. A Deco é independente. Tenho que estar atento e não deixar que esta proximidade com empresas ou associações possa levar à perda de independência ou de objetividade da parte da Deco. Esta questão é uma questão central da nossa vida. Dou-lhe outro exemplo de formas de financiamento novas: nós fazemos a segmentação das queixas em função dos sectores de atividade. Tenho para oferecer a uma empresa um pacote com as queixas no seu sector ou relativamente à sua empresa. É um produto a vender, como é evidente. E parece-me legítimo, porque isto tem a ver com a minha atividade de proteção do consumidor. Se eu puder transmitir às empresas ou às associações este capital de queixa, também estou a proteger o consumidor, porque estou a contribuir para que a empresa preste um melhor serviço.

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No campo da habitação, a Deco reconhece como legítimo reduzir a morosidade dos processos de despejo, mas alerta que a reforma não pode limitar-se a responder ao incumprimento. Considera que o Governo está a proteger mais os proprietários do que os inquilinos?
Eu acho que está. Criou-se um mito: os poderes públicos estão a ser demasiadamente complacentes com quem prevarica e o grande prevaricador é o arrendatário. A Deco não escolhe lados nesta matéria. Há muita gente que, em dadas situações, não paga porque não pode mesmo pagar. Qual é a solução? É avançar para o despejo? É acelerar o despejo? Ou é criar condições para que essa pessoa venha a pagar ou arranje uma solução alternativa? De certeza que a solução não é acelerar os despejos. Nós não podemos admitir que as pessoas que não estão a pagar a renda são bandidos, ou são delinquentes.

 

Não ter entendimento para fazer perguntas pertinentes



Esta senhora pergunta, a propósito dos mais de 70 mil (não 60 mil como ela diz) rapazes e homens (não homens, mulheres e famílias, como ela diz, pois havia pouquíssimas mulheres e quase nenhuma família) marroquinos e de outras zonas da África, É errado, e deve ser castigado, o desejo de um povo a procurar lugares onde possa ter um futuro digno? Isto é não saber fazer perguntas, pois a pergunta que interessa é: temos obrigação de receber e acolher dezenas de milhar de imigrantes ilegais que não sabemos quem são nem ao que vêm e que no passado têm causado grande perturbação e fractura nas sociedades europeias? Não, não temos. Vejamos, se eu dissesse que a China tem o direito de preservar a sua cultura e ter cuidado com quem deixa entrar no país, todos concordariam. Porém, se dissermos que a Europa tem o direito de querer preservar a sua cultura e valores que tanto custaram a construir, isso é considerado pela nova-esquerda, racismo, intolerância, impiedade, etc. 

Por acaso se lhe aparecerem 30 imigrantes ilegais, marroquinos, sudaneses, etc., à porta de sua casa a pedir abrigo, comida e atenção, ela tem obrigação de os receber? Pelo seu discurso, teria que ter. Então, ofereça a sua casa a 20 ou 30 imigrantes ilegais arbitrários, quer dizer, terá de os receber, alimentar, vestir e providenciar dormida, sem saber se são criminosos, violadores ou vitoriosos com esperança. Deixe passar seis meses ou um ano e depois então, venha falar da sua experiência. Gostava que ela fosse morar por um ano ou dois para um desse enclaves europeus onde já vigora a sharia e as autoridades são todas islâmicas, constituídas por esses  vitoriosos, orgulhosos e cheios de esperança. E se tem filhas que as leve a morar consigo.

Agora, não atire essa experiência para cima de outros, sabendo que está a salvo, só para se sentir moralmente superior.

Os marroquinos vieram vitoriosos, orgulhosos e cheios de esperançaViemos para trabalhar, para construir uma nova vida. Em Marrocos não há trabalho? Vinte marroquinos, sudaneses, etc. disseram em frente das câmaras das TVs que vierem para trabalhar. Estava à espera que dissessem o quê? Viémos porque sabemos que nos dão casa, comida, um cheque por mês e ainda temos raparigas sozinhas a andar na rua? Sabe esta senhora que das poucas raparigas que viram alguns foram violadas no caminho? Que estes vitoriosos, orgulhosos e cheios de esperança já fizeram violações em Ceuta, destruíram lojas, roubaram, atacaram com facas - um dos crimes com facas está na internet e vê-se um dos vitoriosos, orgulhosos e cheios de esperança a degolar um transeunte?

Imaginei o interior de Portugal a compor-se com gente construindo empreendimentos em diversas ­áreas, a progredir economicamente, recorrendo aos recursos de cada zona. Há tantas aldeias abandonadas pelo interior do país. Se não fosse ridículo era só patético mas penso que o objectivo do discurso dela é aparecer como virtuosa cheia de amor humano pela humanidade por contraste aos outros todos xenófobos.

E chama a isto uma epopeia. Estas pessoas são os optimates do país...


A verdadeira epopeia dos marroquinos

Isabela Figueiredo
Escritora, vencedora do Prémio Urbano Tavares Rodrigues

É errado, e deve ser castigado, o desejo de um povo a procurar lugares onde possa ter um futuro digno?

No final de julho, quando os marroquinos, os tais 60 mil, chegaram em massa a Ceuta, vindos de Marrocos a nado e enfrentando perigos, alegrei-me. Os seus sorrisos ao sair do mar, cansados, mas caminhando assertivos pela praia, depois nas ruas, ainda capazes de correr, gritando “Espanha, Espanha”, vitoriosos, orgulhosos e cheios de esperança, contagiaram-me. Tanta juventude, coragem e motivação. Chegaram sozinhos ou com a família. Explicaram-se para as câmaras de televisão: “Viemos para trabalhar, para construir uma nova vida. Em Marrocos não há trabalho.”

Era um grande feito. Pensei que as suas razões contagiariam o mundo. O amor e a compaixão pelo outro venceriam. Qual amor, qual compaixão? Os habituais canais de televisão falavam em crise. Eu só via oportunidade. Homens e mulheres na força da idade, a maior parte muito jovens, clamando por mudança. Imaginei o interior de Portugal a compor-se com gente construindo empreendimentos em diversas ­áreas, a progredir economicamente, recorrendo aos recursos de cada zona. Há tantas aldeias abandonadas pelo interior do país.