June 11, 2026

Os islamitas do Irão executam milhares de raparigas e depois vendem o cabelo delas

 

Quem fazia isto eram os nazis. Vender o cabelo, a pele, etc.


No more bridge over troubled waters

 


Quando um serviço funciona bem na UE conspiram para destruí-lo?

 


Querem melhorar o serviço opa querem tirar poder a quem o exerce com inteligência e sem subserviência? Porque não fazer o oposto e consolidar os seus poderes, dado que Kaja Kallas exerce muitíssimo bem o seu cargo? Porque não dar mais proeminência ao cargo e fazer dele um ex-libris da UE daqui para a frente? Um cargo de projecção da voz europeia? Ou a França e a Alemanha estão aqui numa luta de galos?

França e Alemanha estão a discutir propostas para uma reformulação do serviço diplomático da União Europeia (UE) para melhorar a resposta do bloco a crises geopolíticas, informa o Financial Times esta quinta-feira.

Paris, Berlim e outras capitais estão a considerar opções que incluem a retirada de poderes à chefe da diplomacia da UE, Kaja Kallas, e do seu Serviço Europeu para a Acção Externa (SEAE), que custa mil milhões de euros por ano, devolvendo-os à Comissão Europeia e aos Estados-membros, informou o FT, citando cinco altos funcionários a par das discussões.
https://cnnportugal.iol.pt/uniao-europeia/kaja-kallas/franca-e-alemanha-querem-reduzir-o-poder-de-kaja-kallas-e-ponderam-desmantelar-o-servico-diplomatico-da-uniao-

Coisas que todos os anos ficam mais absurdas na educação

 

Estamos no final do ano cheios de trabalho com avaliações para fazer, relatórios, reuniões de notas, muitas vezes, como este ano, aulas suplementares por causa de feriados e greves e o ME entende de valor enviar uma calhamaço de 220 páginas chamado, Norma 2, para lermos daqui até começarem os exames que são já daqui a uma semana. Este ano reforçou esse absurdo com mais um calhamaço -Norma 3- com 80 páginas. Todos os anos isto fica mais absurdo! Há professores que têm 7 turmas, ainda estão a acabar de corrigir e classificar testes.

Desde que os exames deixaram de ser avaliações pedagógicas e passaram a ser burocracias jurídicas, cada vez isto fica mais absurdo. Não tem valor pedagógico, não torna a classificação mais objectiva, apenas mais uniformizada nos patamares mínimos.


Uma viagem à cidade dividida

 



Ronald Reagan em Berlim

O Presidente e a Cidade Dividida

Por Jens Schöne
[…]


Reagan e os seus conselheiros tinham reconhecido que ele possuía uma importante fragilidade enquanto candidato e que essa teria de ser resolvida antes de avançar para uma nova candidatura presidencial: a sua falta de experiência em política externa. 

No plano interno, o seu mandato como governador tinha-lhe conferido credenciais suficientes, mas, em matéria de política externa, era praticamente desconhecido. 

Por essa razão, foram planeadas duas viagens em 1978, cada uma com vários dias de duração: uma ao Leste Asiático (Japão, Taiwan e Hong Kong), na primavera, e outra à Europa, no final do ano. O principal objetivo destas deslocações não era adquirir conhecimentos detalhados sobre os países e locais visitados, mas antes enviar um sinal aos potenciais eleitores. Jimmy Carter tinha demonstrado a sua aptidão para a política externa em Berlim, com grande impacto público, e agora Reagan deveria seguir-lhe o exemplo.

Depois da Grã-Bretanha e da França, a República Federal da Alemanha foi a última etapa da digressão europeia de Reagan. A 30 de novembro, reuniu-se com o chanceler Helmut Schmidt. Em seguida, encontrou-se com o líder da oposição, Helmut Kohl, que mais tarde fez uma observação significativa sobre esse encontro:
«As nossas conversas duraram mais tempo do que o inicialmente previsto. Chamou-me a atenção que ele praticamente nada sabia sobre a Europa, mas possuía uma qualidade rara entre os políticos: a capacidade de ouvir. Estava muito interessado na questão da divisão da Alemanha.»
Seguiram-se outras conversações, incluindo uma com o presidente da câmara governante de Berlim Ocidental, Dietrich Stobbe, que se encontrava na capital federal, Bona, na qualidade de presidente interino do Bundesrat. Nessa mesma noite, Reagan, a sua mulher Nancy e os seus acompanhantes voaram para o aeroporto de Tempelhof, em Berlim, instalaram-se no Hotel Kempinski, na Kurfürstendamm, e prepararam-se para o dia intenso que os esperava.

A viagem de Reagan não passou despercebida em Berlim Oriental. Mais de uma semana antes do seu início, já era tema de documentos ultrassecretos do Ministério para a Segurança do Estado (MfS). Neles, para além da visita a Bona (e do voo subsequente para Munique), registavam-se também os restantes planos de viagem de Reagan:
«Além disso, este cidadão dos EUA visitará WB [Berlim Ocidental] em 01.12.78.»
Os serviços secretos consideravam-se preparados e pretendiam não deixar nada ao acaso — o que torna ainda mais surpreendente o que viria a acontecer.

A sexta-feira, 1 de dezembro de 1978, começou chuvosa. Dietrich Stobbe, que entretanto regressara de Bona à cidade dividida, convidou Ronald e Nancy Reagan, bem como vários dos seus acompanhantes (incluindo os conselheiros mais próximos de Reagan, Richard Allen e Peter Hannaford), para uma visita privada de autocarro pela cidade. Por volta das 10h30 da manhã, o grupo chegou ao Checkpoint Charlie, a passagem fronteiriça no centro da cidade, exatamente como John F. Kennedy fizera quinze anos antes. Olhares vigilantes observavam os seus movimentos a partir do lado oriental da cidade:
«Ao mesmo tempo, cerca de 10 civis chegaram noutro autocarro […]. Uma mulher e um homem foram filmados pela equipa de câmara acima mencionada sob a placa do sector e mesmo em frente ao edifício do posto de controlo.»
Embora as identidades dessas pessoas não sejam explicitamente mencionadas, os serviços de segurança sabiam perfeitamente com quem estavam a lidar.

Outra paragem foi feita no lado ocidental da Porta de Brandemburgo. Kennedy também ali estivera e, menos de uma década após essa primeira visita, Reagan proferiria precisamente nesse local o seu discurso mais famoso. 

Segundo recordaram os seus acompanhantes, Reagan ficou profundamente impressionado pela visão do Muro e manifestou a esperança de que tivesse de existir uma forma de o derrubar. Por volta do meio-dia, o grupo chegou ao quartel-general norte-americano em Dahlem, onde almoçou com militares. Na breve intervenção que fez, Reagan voltou a deixar clara a sua posição:
«Espero que nunca pensem nele [o Muro] como algo permanente.»
Segundo os seus acompanhantes, Reagan ficou profundamente impressionado pela visão do Muro.

O espetacular itinerário da tarde só pode ser reconstruído com a ajuda dos testemunhos que sobreviveram, nomeadamente os de Allen e Hannaford. Embora o MfS mantivesse Reagan sob vigilância, certamente não contava com uma possibilidade: a de ele entrar em Berlim Oriental. É provável que Reagan tenha manifestado esse desejo de forma espontânea no quartel-general norte-americano, decidindo depois agir em conformidade. 

Acompanhado pelos seus dois conselheiros e respectivas esposas, partiu para o lado oriental da cidade em dois automóveis conduzidos por motoristas fardados, mas as agências de segurança não lhes prestaram mais atenção. Os documentos de arquivo até agora encontrados apenas registam a passagem da fronteira. Às 14h22, Reagan atravessou o Checkpoint Charlie e, às 15h18, regressou a Berlim Ocidental, «sem incidentes».

Se acreditarmos nos relatos dos seus acompanhantes, a visita teve um impacto duradouro sobre ele. Os testemunhos que sobreviveram são contraditórios e, em alguns pontos, pouco convincentes, mas os elementos essenciais são claros: o grupo percorreu uma paisagem urbana sombria, cheia de terrenos vazios e ruínas da Segunda Guerra Mundial, até chegar à Alexanderplatz. Ali visitaram lojas de uns armazéns, onde os americanos ficaram impressionados com a escassez da oferta de produtos. Enquanto as mulheres permaneceram na loja, os homens dirigiram-se à praça e observaram um homem a ser revistado e assediado por polícias fortemente armados, aparentemente sem qualquer motivo. Segundo os dois conselheiros, esta cena ficou profundamente gravada na memória de Reagan e reforçou o seu compromisso anti-comunista. Mais tarde, referiu-se a ela várias vezes.

Depois de regressar a Berlim Ocidental, Reagan tinha ainda um último compromisso nesse dia: uma visita à editora Axel Springer. Também aí existia uma recordação vívida da divisão da cidade e das suas consequências por vezes bárbaras. A sede da empresa, situada praticamente junto ao Muro, dava para o local onde Peter Fechter, de 18 anos, tinha sido abatido por guardas fronteiriços da Alemanha Oriental, em Agosto de 1962. Peter tentava atravessar a faixa da morte que separava as duas partes da cidade quando foi atingido por vários disparos. Acabou por morrer lentamente, em público, esvaindo-se em sangue enquanto lançava apelos desesperados por ajuda.

Este episódio foi relatado a Reagan ao final da tarde de 1 de dezembro de 1978 e deixou nele uma profunda impressão.

[…] Reagan podia sentir-se satisfeito; a sua visita a Berlim tinha sido proveitosa. Quando regressou muitos anos mais tarde, fê-lo em circunstâncias muito diferentes e com consequências de grande alcance.

Jens Schöne, Ronald Reagan in Berlin. The President and the Divided City, Berlim, 2026. Publicação conjunta da Fundação Arquivos Ernst Reuter e do Comissário de Berlim para a Reavaliação da Ditadura do SED.

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Para ler na íntegra pode fazer-se o download gratuito aqui: https://bebra-wissenschaft.de/vzgesamt/titel/ronald-reagan-in-berlin-2.html

June 10, 2026

Sanções de longo alcance

 

Zelensky will join the G7 summit on June 16

 


Espanha, no espaço de umas horas


Precisamos muito de imigrante extremamente violentos nas nossas sociedades. Todos os dias vejo umas 20 ou 30 notícias destas em cidades europeias no espaço de uns minutos nas redes sociais.


Barcelona.


País Basco

 


Ibiza

 


Barcelona (ontem) - um asilado islamita cortou a garganta a uma mulher no meio da rua em plena luz do dia.

Coisas que me deixam siderada

 


As fábulas de Esopo têm estado em circulação contínua, pelo menos desde o século V a.C.



O Lobo e o Cordeiro

Num pequeno córrego, um lobo faminto estava bebendo água quando um cordeiro chegou mais abaixo e começou a beber também. O lobo olhou com olhos sanguinários e mostrou os dentes, dizendo: "Como ousas roubar a água onde bebemos?".

O cordeiro respondeu humildemente: "Eu estou abaixo de onde você bebe, não poderia sujar a sua água." O lobo, ainda mais furioso, continuou: "Então por que você está me insultando? Seu pai me ofendeu há seis meses!" O cordeiro respondeu: "Há um engano, eu nasci apenas três meses atrás, então ainda não existia e não tenho culpa." O lobo retrucou: "Você é culpado pelo estrago que fez ao pastar no meu campo."

O cordeiro disse: "Isso não é possível, pois ainda não tenho dentes." Sem mais argumentos, o lobo pulou sobre o cordeiro e o devorou.

Esopo

 Moral da história: Quem está determinado a usar a força física e agredir o outro, não responde a nenhum tipo de lógica ou argumentação.

 

Polina Raiko - uma ucraniana que começou a pintar aos 69 anos


Nunca é tarde para começar uma paixão. 


A história de uma artista ucraniana que transformou a dor em beleza e a sua casa num universo mágico.

DARYA ZORKA


Polina Raiko foi uma extraordinária artista ucraniana que começou a pintar aos 69 anos. Nunca teve qualquer formação artística. Na verdade, a sua educação limitou-se a apenas 4 anos de escola primária. A sua vida foi marcada por muitas dificuldades: o Holodomor, a Segunda Guerra Mundial, anos de trabalho físico exaustivo, um marido abusivo e a perda de todos os seus familiares. Quando, no final da sua vida, ficou completamente sozinha, Raiko pegou num pincel e começou a pintar. As paredes e os tetos da sua casa tornaram-se a sua tela. As pinturas coloridas tornaram-se o seu refúgio contra a solidão e a dor. Pássaros encantadores, flores, animais e os retratos dos seus entes queridos cobriram cada centímetro quadrado da casa. Em poucos anos, ela criou um mundo inteiro – o universo mágico de Polina Raiko.




https://daryazorka.substack.com/p/polina-raiko-ukrainian-artist


🎯 Inglaterra

 



Bom dia

 




Irena Buzarewicz

Inglaterra: abate de disciplinas inteiras por falta de professores

 

As escolas secundárias estão a reduzir os horários e a eliminar disciplinas inteiras do currículo devido à falta de professores especializados, segundo revelaram responsáveis pelo ensino à BBC Scotland News. Mais informações: https://bbc.in/49NjYrF


Dado que aqui no rectângulo imitamos muito a Inglaterra nas políticas educativas públicas, no que tem de pior e estamos a sofrer as consequências desse seguidismo, isto é o que nos espera. Continuem assim que vão bem.


"As democracias não funcionam sem história"

 


June 09, 2026

O Afeganistão é um lugar de selvagens


 

É o islamismo na sua face mais animalesca. Enterraram as mulheres, tratam-nas como cabras, os porcos dos homens vendem as filhas a pedófilos, os pedófilos violam rapazinhos. E a ONU do Guterres em silêncio - só falam dos palestinianos. E outro dia os talibãs foram recebidos em Bruxelas - foram pedir dinheiro por cada afegão recambiado para o seu país. É preciso organizar uma arca de Noé para tirar de lá as raparigas das mãos das bestas. Deixem-nos uns com os outros, ponham um redil à volta deles e que fiquem lá até desaparecerem todos. Só falam de sexo e de matar mulheres. Não são só os talibãs. Aquilo são duas dezenas de milhão de homens que não mexem um dedo para ajudar as raparigas e as mulheres naquela situação de escravidão e tortura. No início do século XX o Afeganistão foi um dos primeiro países onde as mulheres conseguiram o direito ao voto. Agora são um inferno de bárbaros. São selvagens e é preciso tratá-los como tal. Os islamitas podem ser uma maioria de moderados mas o Islão é uma ideologia extremista e é um culto de morte e sexo. Os líderes são debochados. Só falam em sexo, em violar mulheres, as mulheres têm que cobrir-se porque eles são como cães de rua, sem educação e auto-controlo e até depois de morrer a sua grande aspiração são deboches de sexo e violar virgens. A outra aspiração é decapitar pessoas. Aqui é uma gente que ainda não entrou na evolução para sapiens sapiens. É preciso muito cuidado em trazer essa cultura extremamente violenta para aqui.


Do it, Zelenskyy

 

E atira uns para cima do Kremlin. Sem preocupações. É onde está a hidra. É preciso cortar-lhe as cabeças e queimar os cotos.


A Inglaterra tem pessoas que pensam mas... estão fora dos governos

 


Biologia sexual III

 

Biologia sexual II

 


Biologia sexual