Em algumas escolas onde estes temas já eram trabalhados e tinham sido criadas soluções nada parece, contudo, ter mudado. O PÚBLICO falou com directores escolares que tendem a minimizar o impacto prático do veto presidencial. Na Escola Secundária Almeida Garrett, em Vila Nova de Gaia, por exemplo, há muito que, por exemplo, se um aluno diz não se sentir confortável em utilizar a casa de banho destinada aos rapazes, o director dá autorização para que possa ir à das raparigas e isso nunca causou problemas, como contava Paulo Mota, em Janeirode 2024, numa reportagem do PÚBLICO. Agora, questionado sobre o que mudou começa por dizer que considera que é "completamente desprezível o facto de se vetar ou se promulgar normas deste teor.»
O direito a SER é universal e devo confessar que, quando este direito é violado por algum/a aluno/a, sou muito assertivo e exigente para com quem prevarica."
Concordo com estas soluções de ter casas-de-banho e balneários individuais:
(...) na Escola Básica do 2.º e 3.º ciclosFrei João, em Vila do Conde: (...) Actualmente são três casas de banho assim, individuais, "que podem ser usadas por qualquer pessoa", além das tradicionais, com cabines, que encontramos em todas as escolas, como conta Paula Lobo, professora e presidente do Conselho Geral do agrupamento.
Há também dois balneários individuais: alunos que os pretendam usar, seja por não se sentirem confortáveis nos colectivos, seja por razões de saúde ou de deficiência, devem informar a escola e passam a ter acesso aos mesmos.Andreia Sanches, www.publico
Não concordo com esta imposição, às raparigas, de rapazes biológicos em casas de banho e balneários das raparigas e penso que os pais devem mexer-se contra estas ideias misóginas para salvaguarda da saúde e segurança das suas filhas.
O direito a querer viver como se fosse uma rapariga/mulher não pode ser feito à custa da destruição dos espaços, da segurança e dos direitos das raparigas. Os alunos trans têm os direitos de todos os seres humanos, mas isto de querem invadir os espaços das raparigas e forçá-las a abdicarem de espaços seguros onde estão vulneráveis não é um direito humano, é uma exigência de privilégio misógino de poderem anular os direitos das mulheres para satisfazer as suas fantasias e/ou problemas de identidade.
A expressão, o direito a SER, é vazia de sentido. Uma coisa é o direito a sentir-se subjectivamente como isto ou aquilo, outra é o direito a SER, que invoca uma realidade objectiva. Direito a SER o quê? Uma gato, um ser invisível, um egípcio do tempo dos faraós? Imagine-se que eu dizia sentir-me um homem negro. Depois exigia ter os direitos das vítimas de racismo... E como é que ia a um médico tratar-me seja do que for exigindo que me tratassem segundo esse sentimento subjectivo tão distante da realidade? Há pouco tempo «um homem biológico com o direito a SER» fez queixa de um hospital por não o terem atendido na unidade de ginecologia-obstetrícia. Seria como eu fazer queixa de um barbeiro por se recusar a fazer-me a barba e isso violar o meu direito «a SER um homem com barba»...
Qual é o requisito necessário para se ser uma mulher trans? Ser um homem.
O mundo não se desorganiza nem a classificação dos seres vivos, das doenças, dos sexos, etc. se deita fora porque um rapaz biológico diz que quer ser uma mulher e quer que as mulheres sejam forçadas a inclui-lo nos seus espaços e grupos específicos. Isto é extremamente misógino.
Os movimentos trans que promovem o fim ou anulação dos direitos das raparigas e das mulheres para satisfazer as fantasias de homens biológicos com problemas de identidade é misógina até ao tutano.This is the only way to get men out of the female changing rooms. Women need to cancel membership en masse https://t.co/izkg06iXJ1
— AM Scanlon (@amscanlon) November 4, 2025
Homens biológicos em prisões femininas a abusarem de mulheres;
Identidade versus realidade: esse ponto de vista enfatiza uma distinção entre a “identidade” de uma mulher e sua “realidade”. Reconhecer a «realidade» de ser mulher é visto por alguns como necessário para compreender as vulnerabilidades específicas que as mulheres enfrentam, que muitas vezes são moldadas por factores biológicos, históricos e sociais que diferem dos dos homens.
Impacto na violência: O argumento é que, se «mulher» é percebida apenas como uma questão de identidade e carece de uma realidade tangível e partilhada, isso pode minar os esforços para lidar com a violência. Isso pode levar a uma situação em que a violência enfrentada pelas mulheres não seja consistentemente reconhecida ou combatida pela sociedade.
Já me aconteceu o seguinte em duas ocasiões: numa viagem a Barcelona e noutra a Lisboa, esta aquando de uma das nossas manifestações.
ReplyDeleteComo as mulheres são mais demoradas, por norma, na casa de banho, em ambas as circunstâncias muitas foram à dos homens. Quando olhei para trás, vi-as na fila atrás de nós. Isto inibe. Houve até um colega de História que ficou tão incomodado que teve de fazer o seu xixi no matagal perto, pois não o conseguiu perante olhares femininos.
Isto é verídico. Se aconteceu connosco, como será com miúdas e mulheres em geral ao terem de conviver com homens num momento de intimidade? Isto para não falar nos riscos que envolve.
Mas o que mais me deixa atónito é ver a quantidade de gente que defende e apoia estas coisas. Uma pessoa em mil condiciona as outras 999.
Pois.
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