March 05, 2026

Transgenerismo MTF


Diana Alastai

Falamos muito sobre a natureza parafílica do transgenerismo MTF (Male-to-Female), mas também precisamos falar sobre os parafílicos em geral, agora que esses homens têm acesso ilimitado aos espaços femininos.

As parafilia não vêm sozinhas; noventa por cento dos homens que se excitam com o crossdressing têm mais de um fetiche, e a média é de 3 a 5. O voyeurismo e o exibicionismo são comuns, mas também há uma forte ligação entre o travestismo e o sadismo sexual.

Os estudos a que me refiro admitiram ter usado uma amostra pequena por necessidade, mas Dietz e Hazelwood descobriram que 40-60% dos violadores sexualmente sádicos e assassinos em série que estudaram também eram travestis. Precisamos de falar sobre isso.

Se voltarmos atrás e lermos livros sobre homicídios em série impressos no final dos anos 90/início dos anos 2000 (ou seja, os livros escritos pelos agentes do FBI que realmente inventaram o perfil comportamental), a ligação entre o travestismo e a violência sexual é discutida abertamente.

Os estudos realizados por Hazelwood, Dietz, Ressler e Douglas eram — e ainda são — considerados o padrão ouro para a investigação de homicídios sexuais em série, mas as discussões atuais sobre as suas descobertas evitam deliberadamente a ligação entre o travestismo e a violência sexual.

A ideologia de género abriu as portas aos espaços femininos, e o tipo de homens que aceitaram o convite para invadir um espaço onde sabem que não pertencem são precisamente aqueles de quem as mulheres devem ter mais cuidado.

No comments:

Post a Comment