“Europe does not have ‘no-go’ zones.”
— Adam Zivo (@AdamZivo) September 10, 2026
- The Economist
Meanwhile, in reality: https://t.co/JH6M98cqlp pic.twitter.com/oJwLCiEfbw
“Europe does not have ‘no-go’ zones.”
— Adam Zivo (@AdamZivo) September 10, 2026
- The Economist
Meanwhile, in reality: https://t.co/JH6M98cqlp pic.twitter.com/oJwLCiEfbw
A Inglaterra pede ao povo para ser dócil, para tentar não saber e não falar dos muçulmanos que iam fazer mais um ataque terrorista para não ofender islamitas.
British police are begging the public “not to speculate” after five Muslims tried to carry out a terrorist attack on a military base.
— Benny Johnson (@bennyjohnson) September 27, 2026
They’re more concerned that people might insult Islamic extremist terrorists than they are about the actual problem. They are terrified of…
Com o encontro entre Lavrov e Wadephul, o governo alemão volta a revelar a sua falta de estratégia e a sua auto-ilusão. O que considera uma iniciativa diplomática é interpretado pelo Kremlin como mais uma prova da fraqueza e da credulidade da Alemanha.
Mit dem Treffen zwischen Lawrow und Wadephul stellt die deutsche Regierung wieder einmal ihre Strategielosigkeit und Selbsttäuschung zur Schau. Was sie als diplomatische Initiative betrachtet, wird vom Kreml als weiterer Beweis Deutschlands Schwäche und Leichtgläubigkeit gewertet pic.twitter.com/oLQMz3pbSP
— Jessica Berlin (@berlin_bridge) September 27, 2026
Sou contra terapias de conversão mas a terapia de conversão mais violenta e criminosa de todas é aquela que convence uma criança ou adolescente que está no corpo errado e que para ficar bem no corpo certo tem de mutilar-se, deixar de falar aos aos pais, à família, aos amigos e adoptar novas relações sociais com psiquiatras, médicos que o enchem de medicamentos perigosos ou até pornógrafos e pedófilos. Ao pé destas terapias de conversão, as conversas e rezas são histórias da carochinha.
Este mulher foi barrada de um ginásio por se queixar contra a presença de um homem nos balneários a espreitar mulheres a despirem-se. De cada vez que se queixa de isso acontecer, que é todos os dias, é assediada pela segurança que protege os pervertidos. Agora iniciou um movimento de protesto e pressão para reverter as leis que retiraram segurança às raparigas e mulheres para permitir que pervertidos tenham o seu dia de gratificação sexual nos espaços das mulheres.
As mulheres têm de juntar-se e fazer grupos de pressão e grupos de vigilância. Uns para fazer mudar estas leis misóginas contra as mulheres e outros para impedir que raparigas e mulheres sejam ameaçadas, assediadas e violadas nos seus espaços por pervertidos que dizem ser mulheres.
This fight is for all WOMEN ! Last October, I reported men repeatedly showing up in the women's locker room at my gym. I reported it four times. Nothing was done. Then, instead of protecting me, they walked me out with police and terminated my membership.
— Tish Hyman (@listen2tish) September 21, 2026
I've spent the last ten… pic.twitter.com/s3chJzAFya
Women, listen up. It's time to face reality and fight back smart.
— Tish Hyman (@listen2tish) September 27, 2026
Locker rooms. Showers. Shelters. The places we need privacy most are the places we're losing it.
We're organizing state by state. DM me TRUTH to join.#UnitedInTruth #WomensSpaceshttps://t.co/7ttaFcCktT pic.twitter.com/EMIHuHaR9i
Women are 51% of the population, yet laws allow men to enter women's intimate spaces, posing a danger. The law isn't on our side. We need lawyers and professional women to unite and fight for our rights. Please comment time preference and zone. I want as many women on this call… pic.twitter.com/MM4s3AnExM
— Tish Hyman (@listen2tish) September 16, 2026
This happened to me. Four times in two weeks, I turned around in that bathroom and there was a man standing there. I reported it every single time. Nothing was done. I stood there naked and vulnerable, telling him to leave, and he wouldn't. Staff said their hands were tied. Other… pic.twitter.com/XcVYireJA9
— Tish Hyman (@listen2tish) September 21, 2026
"Female is real, and it's sex, and femininity is unreal, and it's gender.
— Genevieve Gluck (@WomenReadWomen) January 17, 2024
For that to become the given identity of women is a profoundly disabling notion."
— Germaine Greerpic.twitter.com/qXut9m4C6L
Anna Maria Junus
Considero chocante que tantas pessoas — incluindo mulheres — pensem que é aceitável que os homens entrem nos vestiários femininos e vejam mulheres e raparigas nuas sem o seu consentimento, e que as mulheres e as raparigas não devam ter o direito de recusar tal situação e tenham de a aceitar.
Nora Calder
«Inclusão» é uma palavra que estou sinceramente a começar a detestar; é usada como arma para eliminar limites legítimos. As exclusões existem por uma razão
Excluímos os adultos dos espaços infantis. As pessoas embriagadas de conduzir. Os espectadores do campo de jogo. As pessoas não qualificadas de certas profissões. E os homens dos espaços exclusivos para mulheres.
Uma fronteira não é ódio. A privacidade, a dignidade, a segurança e a justiça dependem da exclusão.
Se a vossa versão de «inclusão» exige que eu negue a realidade biológica, isso não é inclusão. É uma exigência de submissão. Declino.
-Alex
Os predadores gravitam em torno de meninas de 10 a 16 anos.
As meninas nessa faixa etária são violadas a uma taxa quatro vezes maior do que a população em geral.
MORGAAN SINCLAIR, PH.D.
RAINN significa Rede Nacional contra Violação, Abuso e Incesto. Eles recolhem, analisam e relatam dados sobre abuso sexual de homens e mulheres de todas as idades. A versão resumida de uma enorme base de dados de informações mostra as suas informações, diretamente da RAINN:
Disparidades de género na violência sexual
Os dados da RAINN mostram que as mulheres têm uma taxa mais elevada de violência sexual do que os homens e os rapazes. Uma em cada seis mulheres nos EUA foi vítima de tentativa ou consumação de violação ao longo da vida. Meninas e mulheres jovens entre 10 e 16 anos têm quatro vezes mais chances do que a população em geral de serem vítimas de violência sexual. Um em cada 33 homens já sofreu tentativa ou consumação de violação sexual ao longo da vida, e uma em cada dez vítimas de violação sexual é do sexo masculino.
Então, o que temos aqui? Temos predadores sexuais incentivados a ir para uma ilha, que existe essencialmente fora da lei, onde podem violar mulheres nessa faixa etária — e com todas as pessoas dessa faixa etária, trata-se, no mínimo, de estupro de vulnerável — fora de qualquer alcance possível da lei.
Essa armadilha para extorquir controlo, acesso, dinheiro, influência e possível chantagem russa (Putin quase certamente envolvido) baseava-se no tráfico e exploração de meninas jovens. E Epstein montou o seu «estábulo» de meninas exactamente na faixa etária que mais atrai predadores, que estão interessados em duas coisas: sexo e obediência, exatamente o que Andrew Tate diz que lhe é devido. E Epstein, que controlava totalmente essas meninas, fornecia ambas as coisas.
Depois violam as mulheres. O Canadá de Carney é um dos países mais estúpidos e misóginos, depois da Inglaterra e da Austrália, onde a nova-esquerda alinha com homens para apagar mulheres, e a polícia e a justiça estão metidos nisto.
"There's nothing we can do." This is what workers at community pools tell Canadian mothers who protest there's a man in their daughter's change room.
— Ms Terfy Teacher (@TerfSchool) September 21, 2026
And that is because of Bill C-16.
Throughout Canada, all men are legally welcome to undress in any female space if they… https://t.co/3KB2Vy578R
Este aqui assaltou o padrasto, tirou-lhe um olho, rasgou-lhe a orelha à dentada, e tentou violá-lo. O padastro atirou-se de um 3º andar para lhe escapar. O homem que diz ser mulher só quer a paz mas o pai não usou o pronome certo... É claro que as raparigas e as mulheres querem muito incluir este homem que diz ser mulher na sua casa-de-banho e nos balneários e, quem sabe, a fazer de babysitter dos seus filhos.
Trans retard Aurora Naomi La Fey arrested in Brazil this week after allegedly biting off his stepdad’s ears, gouging his eyes and raping him. Victim fell from 3rd floor balcony trying to escape; both eyes later removed.
— Retard Finder (@IfindRetards) September 25, 2026
How many of these violent incidents before everyone… pic.twitter.com/aO5lLtf7i3
💬 Yaklaşık 30 yıl boyunca kadın gibi yaşamaya çalışan İsviçreli Chris Brönimann:
— Mesele LGBT (@meselelgbt) September 27, 2026
─ Ameliyattan önce sahip olduğum sağlıklı bedenimi sadece bir günlüğüne yeniden alabilmek için neler vermezdim. Böyle bir gün artık hiçbir zaman olmayacak.
─ 19 yaşındayken "trans" bir kadınla… pic.twitter.com/uPZ4RWc1B5
Em terreno favorável, campanha de Lula pede vitória já na primeira volta
A uma semana da primeira volta das eleições presidenciais, as sondagens mantêm o cenário de incerteza. Em São Luís, apoiantes do PT quiseram mostrar-se presentes e optimistas na reeleição.
https://www.publico.pt
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Há tantos anos reduzidos a dois candidatos. Um louco da extrema-direita evangelista e um esclerosado de 80 anos, da extrema-esquerda putineira, com uma ganância de poder imensa, que desde 1989 que concorre para ser Presidente, que já lá esteve uma dúzia de anos e ainda quer mais.
O Brasil tem mais de 200 milhões de habitantes e só existem estes dois estafermos para liderar o país? Como é que o Brasil chegou aqui? E o povo aceita este estado do coisas como se fosse normal.
Um cristão norte-americano chamado Aaron Hutchings viajou até ao Paquistão para libertar uma família de 140 anos de escravidão, pagando cerca de 4000 dólares pela sua liberdade.
A família permaneceu presa ao trabalho forçado durante várias gerações na indústria de fornos de tijolos do Paquistão, depois de um antepassado ter contraído um empréstimo na década de 1880.
A servidão multigeracional persiste no Paquistão, apesar de ter sido proibida em 1992. O sistema gira em torno do «peshgi» (adiantamentos ou empréstimos) concedidos pelos proprietários das fábricas aos trabalhadores, muitas vezes para emergências, casamentos ou doenças.
Os salários são extremamente baixos e os proprietários acrescentam juros elevados, multas arbitrárias e contas manipuladas. Isto torna o reembolso quase impossível.
As dívidas são tratadas como obrigações familiares e passadas para os filhos e netos. As crianças começam frequentemente a trabalhar com apenas 4 ou 5 anos para ajudar a «pagar a dívida».
As estimativas sugerem que centenas de milhares de pessoas estão escravizadas nos mais de 20 000 fornos de tijolos do Paquistão.
O Paquistão proibiu o trabalho forçado em 1992, mas a aplicação da lei é extremamente fraca devido à corrupção e à influência política dos proprietários dos fornos.
As famílias não podem simplesmente fazer as malas e partir sem enfrentar riscos graves. O sistema baseia-se na coação para além da própria dívida.
Os proprietários das fábricas ou os seus jamadars (intermediários) recorrem frequentemente a guardas armados, violência física ou ameaças contra o trabalhador e a família que fica para trás. Os familiares que ficam para trás podem ser mantidos como reféns.
A polícia colabora frequentemente com os proprietários e os fugitivos podem ser detidos sob falsas acusações, espancados ou devolvidos à força à fábrica.
Os trabalhadores carecem frequentemente de documentos, educação, competências alternativas ou locais seguros para onde ir. As mulheres e as raparigas enfrentam riscos acrescidos de abuso sexual ou casamento forçado como «recompensa».
No Paquistão, poucos se preocupam com estas famílias. Muitas vezes, é preciso que europeus e americanos venham para ajudar a resgatar as famílias da escravatura.
Tal como a Marinha Britânica travou uma guerra contra os traficantes de escravos de todas as nacionalidades após 1808, capturando 1600 navios negreiros e libertando 150 000 escravos.
A Christian man from the U.S. named Aaron Hutchings traveled to Pakistan to free a family from 140 years in slavery, paying around $4000 for their freedom.
The family had remained trapped in bonded labour for generations in Pakistan’s brick kiln industry after an ancestor took a… pic.twitte— Visegrád 24 (@visegrad24) May 23, 2026
Estás doente e vais ao médico mas não tens a merde do pano na cabeça e ninguém te atende porque a tua submissão é o que importa, não a tua pessoa e a tua vida.
This is what enforced hijab looks like.
— Masih Alinejad (@AlinejadMasih) September 9, 2026
In a clinic, a woman refuses to provide medical care to another woman because she is not wearing a hijab.
“I’m in charge here. You have to wear a hijab,” she tells her.
The woman refuses, drops her appointment number, and walks out.… pic.twitter.com/1fYD82hYvd