September 05, 2026

A nova-esquerda, extremista

 

«Os progressistas assumem posições que os fazem parecer bem e sentir-se bem consigo mesmos — e demonstram muito pouco interesse pelas consequências reais das suas políticas para os outros, mesmo quando as suas políticas deixam um rasto de devastação.»

— Thomas Sowell


 

O islão explica-se a si mesmo

 

São estas pessoas que nova-esquerda defende nos meios de comunicação social todos os dias.


O mapa de que ele fala é este

 

Os gangs de violadores em Inglaterra operam em rede e o 'henetworkmap' publicou o mapa.

São famílias de islamitas a operar em rede e já chegaram à Irlanda. 

"O «Network Map» é a maior e mais abrangente colecção de dados sobre gangues de aliciamento e violação que existe. Trata-se de uma vasta compilação de todas as fontes disponíveis relativas a autores, famílias, empresas e figuras proeminentes, como funcionários públicos, directamente envolvidos nas actividades destes gangues. Trata-se de redes de confiança envolvidas e apoiadas por um sistema mais vasto de crime organizado, que vai desde as drogas, a violência e o tráfico até ao extremismo religioso, à corrupção e à fraude. Isto está a acontecer à escala nacional. Os dados foram verificados."



Temos que pôr os olhos em Inglaterra e tirar lições

 

Os ingleses levaram tanto tempo a falar contra as violações de raparigas inglesas com medo dos islamitas e medo de serem cancelados pela esquerda que agora que começaram a falar e a querer saber, estão num ponto de ruptura interna: ingleses contra ingleses. Temos que pôr os olhos em Inglaterra e tirar lições para não chegarmos a este estado. Não permitir aqui enclaves. Nenhum sítio pode ser capturado por islâmicos e transformado numa ilha onde os portugueses e outros não-islâmicos não entram com medo. Ou ter a polícia a esconder os números e os dados dos crimes, para não ofender os criminosos ou para o povo não falar contra os criminosos.

Na Dinamarca separam os grupos e não deixam que cresçam até dominarem cidades como acontece na Suécia, Inglaterra, França, Holanda. Total intolerância à lei da sharia. Em Birmingham há um projecto de lei para prender até 6 anos qualquer um que exponha a bandeira inglesa publicamente. As outras bandeiras -islâmicas, da Palestina, Paquistão, etc- são bem vindas. Parece uma piada mas não é. 

Nas escolas devia ser proibido usar hijabs como já acontece em França, depois de rapazes islamitas entrarem nas escolas tapados e decapitarem professores ou atacarem-nos à faca ou entrarem atrás de raparigas para violações. 

Devíamos adoptar o código de Singapura que proíbe e restringe discursos, pregações e grupos religiosos considerados intolerantes para com outras religiões ou grupos sociais, ou ameaçadores à coesão e equilíbrio social do país. Expulsam-nos. 

A má imagem dos islamitas não se deve a saber-se dos seus crimes. Deve-se a cometerem os crimes graves e a serem acobertados por governos e pela justiça em muitos países.

Isto é no Michigan

 

A Assembleia Geral da ONU vai realizar uma homenagem solene ao ditador do Qatar

 

O Islão explica-se a si próprio

 

Estas pessoas não são a extrema-direita

 

Estas pessoas são o povo que vai assistir a um jogo da bola. São as pessoas normais fartas da insegurança imposta pelos governos de extrema-esquerda através do apoio e incentivo ao constante assédio e agressividade da imigração islâmica e pró-Hamas na Europa cuja importação defendem com unhas e dentes. Uma parte da esquerda extremou-se ao ponto de defender a censura, o fim da liberdade de expressão, o fim da liberdade das mulheres e até a prisão para as vozes discordantes. No entanto, a maioria das pessoas não quer extremistas  como se vê agora em Espanha.


Europa contra a teocracia

 


Europa contra a teocracia

 

🎯

 

Só acrescento que a extrema-esquerda sente exactamente o mesmo que Trump e é tão perigosa como ele.


September 04, 2026

Aspectos a considerar

 


Qatar

 

Aulas na Ucrânia: a cada 30 minutos fugir para um abrigo

 

Cobrança de dívidas



Roman Sheremeta 🇺🇸🇺🇦
@rshereme

O major-general russo Mykola Varpakhovych foi hoje alvejado na cabeça por um atacante desconhecido. O militar russo é responsável por um ataque aéreo contra um hospital oncológico pediátrico em Kiev, em Julho de 2024, que causou dois mortos e 16 feridos, incluindo sete crianças.

Varpakhovych é o comandante da 22.ª Divisão de Aviação de Bombardeiros Pesados da Rússia. Foi hoje alvejado nas proximidades da base aérea da sua unidade, em Engels, e encontra-se agora em estado crítico.

É responsável pelos seguintes crimes de guerra, nos quais foram mortos 91 civis ucranianos:

1. Torre de televisão de Kiev (5 mortos)
Um ataque com um míssil de cruzeiro, em março de 2022, contra a torre e a zona circundante matou cinco civis, incluindo uma menina de 12 anos.

2. Edifício de apartamentos em Odessa (8 mortos)
Oito pessoas morreram num ataque com um míssil de cruzeiro contra um edifício residencial, em Abril de 2022, incluindo três gerações da mesma família: Kira Glodan, de três meses, a mãe, Valeria, e a avó, Lyudmila.

3. Centro Comercial Amstor, em Kremenchuk (24 mortos)
Dois mísseis Kh-22 atingiram o centro comercial em junho de 2022. Morreram 24 pessoas e dezenas ficaram feridas.

4. Bloco de apartamentos em Serhiivka (21 mortos)
Três mísseis Kh-22 lançados por bombardeiros Tu-22M3 atingiram um edifício residencial e um complexo turístico em julho de 2022, perto de Odessa.

5. Bloco de apartamentos em Uman (24 mortos)
Um ataque com um míssil Kh-101 destruiu parte de um edifício de nove andares em Abril de 2023. Morreram 24 pessoas, incluindo seis crianças.

6. Hospital Pediátrico Okhmatdyt (2 mortos)
Um míssil Kh-101 lançado por um bombardeiro Tu-95MS atingiu o hospital em Kiev durante uma vaga de ataques em todo o país, em julho de 2024. Morreram duas pessoas.

7. Centro histórico de Kiev (7 mortos)
Entre as vítimas esteve uma tragédia que recebeu grande atenção pública: quatro membros da mesma família — uma mãe de 43 anos, Yevhenia, e as suas três filhas, de 7, 18 e 21 anos — foram mortas juntas dentro do seu edifício residencial. O pai, Yaroslav, foi o único sobrevivente da família.

"O momento em que percebi que Putin era um sociopata" - Mikhail Khodorkovsky




O momento em que percebi que Putin era um sociopata

Como Putin sacrificou crianças pelo poder

Mikhail Khodorkovsky

Em setembro de 2004, terroristas tomaram a Escola n.º 1 de Beslan, uma cidade no sul da Rússia. Fizeram cerca de mil crianças, familiares e professores reféns e exigiram a retirada das forças russas da Chechénia.

O cerco durou três dias. Durante todo esse tempo, os alunos e professores foram mantidos em condições exíguas e insalubres, sem água nem comida e sem acesso a casas de banho. A televisão estatal mentiu deliberadamente ao público, afirmando que havia apenas 350 reféns — apesar de saber perfeitamente que eram mais de 1100 e que os reféns eram obrigados a beber a própria urina em vez de água.

Foi também um momento decisivo para a actual diretora da RT, Margarita Simonyan, que ganhou notoriedade pelas suas transmissões durante o ataque e cujos «talentos» foram então notados.

A certa altura, tornou-se claro que havia fortes possibilidades de se conseguir uma negociação bem-sucedida para salvar as crianças através da mediação do líder independentista checheno Aslan Maskhadov.

Mas, para Putin, que se apresentava como um novo líder jovem e enérgico, entrar em diálogo com alguém como Maskhadov significaria imediatamente «perder a face».

Por ordem de Putin, as forças russas dispararam armas termobáricas directamente contra o edifício da escola, que estava minado, detonando explosivos e provocando um incêndio de enormes proporções e mortal. A sua principal prioridade era destruir os terroristas. Salvar as crianças vinha em segundo lugar — se é que vinha sequer tão acima na lista.

Abandono e cinismo

No momento em que as câmaras foram desligadas, os sobreviventes ficaram sem assistência. O Estado que tinha reduzido a escola a destroços não gastou um único rublo para tratar os seus ossos fraturados e as suas cicatrizes de queimaduras.

Tive de intervir pessoalmente, a partir da minha cela na prisão, para coordenar e financiar a sua reabilitação médica, porque as autoridades federais os tinham abandonado por completo. Como se isso não bastasse, quando os pais receberam essa ajuda financeira, o Estado enviou-lhes notificações para pagamento de impostos sobre o dinheiro recebido.

O cinismo político daquele momento foi simplesmente espantoso. Putin utilizou o hediondo ataque contra crianças como justificação para abolir a eleição directa dos governadores regionais.

Na realidade, evidentemente, esta proposta nada tinha que ver com segurança. A única razão para acabar com as eleições dos governadores era destruir o federalismo e garantir a si próprio um poder e uma imunidade vitalícios.

Durante duas décadas, Putin boicotou Beslan nos aniversários da tragédia. Em datas marcantes, como o 10.º e o 15.º aniversários, viajou para a Mongólia para celebrar uma batalha ocorrida um século antes. Em 2023, designou o dia 3 de setembro como «Dia da Vitória sobre o Japão» — um novo feriado criado inteiramente para apagar da memória pública a dor da Ossétia.

O regime tem tratado sistematicamente as famílias enlutadas com enorme crueldade. Em 2016, a Golos Beslana («Voz de Beslan») — uma organização de mães que perderam os filhos — organizou um protesto público.

Vestiam T-shirts com uma mensagem simples e devastadora:

«Putin é o carrasco de Beslan.»

Exigiam respostas sobre o motivo pelo qual o assalto à escola tinha sido conduzido daquela forma. Em vez de respostas, foram recebidas com detenções, multas e condenações a trabalho comunitário.

Oito anos mais tarde, por ocasião do 20.º aniversário, em 2024, Putin encenou uma apressada visita televisionada à cidade enlutada.

Ele estava tão mal preparado e demonstrava tão pouca empatia que, perante as câmaras, chegou a indicar o número errado de crianças mortas, afirmando que tinham morrido 36, em vez das 186 que efectivamente morreram. Durante o resto do tempo, passou a dar lições às mães sobre imaginárias conspirações estrangeiras.

Quando as mães perguntaram por que razão a investigação oficial continuava por concluir ao fim de 20 anos, Putin respondeu que estava a «ouvir falar disso pela primeira vez» e disse-lhes que falassem com o presidente do Comité de Investigação, Bastrykin.

A sua súbita visita, depois de 20 anos de silêncio, não passou de uma operação de relações públicas e tinha um objectivo claro — distrair o país dos seus enormes fracassos militares em Kursk, durante a incursão ucraniana.

Beslan foi a prova definitiva e horrenda de que Putin é um sociopata que trata os seus próprios cidadãos como descartáveis em nome do seu poder e das suas audiências. Se é capaz de fazer isto aos seus próprios cidadãos, fará o mesmo a qualquer pessoa. É por isso que estou tão convencido de que a verdadeira ameaça à estabilidade mundial não é a sua saída do poder, mas a continuação do seu regime.


September 03, 2026

Zelenskyy's update

 

A Áustria proibiu as raparigas de usar o véu até aos 14 anos dentro das escolas



A França já proíbe há muito tempo o véu dentro das escolas e não restringe aos 14 anos, é para todas as raparigas e mulheres dentro de escolas, desde que os islamitas começaram a entrar velados dentro de escolas para atacar professores ou alunos ou até para os decapitar. Estamos em países com leis seculares. Se querem teocracia, vão para um país islâmico. Há mais de 50 para escolher. O islão é uma ideologia totalitária e até ser reformado não se pode deixar que esteja aqui a minar os valores e princípios europeus.

A Áustria aprovou uma lei que proíbe as raparigas com menos de 14 anos de usarem lenços islâmicos e véus que cubram o rosto nas escolas.
A medida entra em vigor em setembro de 2026, no início do ano letivo.
A restrição abrange escolas públicas e privadas, tanto durante as aulas como nos intervalos.
São proibidos os tradicionais véus islâmicos, como o hijab e a burca.
Aos prevaricadores, numa primeira fase, as escolas falarão com os pais e com as alunas. Se as infrações continuarem, os pais poderão ser multados entre 150 e 800 euros (cerca de 175 a 930 dólares).
Os responsáveis governamentais afirmam que a lei promove a igualdade entre homens e mulheres e protege as crianças mais jovens contra uma exposição precoce à pressão e fanatismo religiosos.

 


Testemunhos

 

Se queres perceber os judeus e a sua resistência ao islamismo extremista, terrorista ouve isto

 

Quando os judeus dizem nunca mais, não estão a falar do seu genocídio mas do modo como o aceitaram com pouca resistência. Umas bolsas de resistência aqui e outras ali, mas sem significado no cômputo geral do genocídio. No geral, quase 6 milhões de judeus deitaram-se na vala, digamos assim, sem resistência e esperaram que os matassem. É isso que significa nunca mais: nunca mais nos deixaremos conduzir para a vala como cordeiros para sermos gaseados, queimados em fornos, assassinados à bala por exércitos de homens bárbaros e/ou sem alma humana. são hienas. Este soldado diz que tinha pena dos judeus que matava, e eu acredito, mas foi capaz de matar crianças de colo mais os seus irmãos e mães sem pestanejar. Vê-los a rastejar para os pais e disparar na mesma uma bala incendiária, o que num pequeno bebé o faz explodir.

Eu, se fosse judia nunca mais me deixava apanhar numa situação de vulnerabilidade, a viver em terra estranha, sem pátria onde me refugiar e onde deixasse que me conduzissem à vala com intuitos de genocídio. E se fosse atacada ripostava até ao aniquilamento dos terroristas e genocidas.

De maneira que percebo perfeitamente os israelitas não cederem ao terrorismo do Hamas, da IM e seus aliados (Qatar e quejandos) que fizeram exactamente o que este homem conta que fez durante a guerra dos nazis, no dia 7 de Outubro. Pior, porque quem matou, primeiro primeiro as raparigas, as crianças e as mulheres, às vezes em frente dos pais e os pais em frente dos filhos, sempre a gozar e a filmar e a publicar nas redes sociais. Nem um único palestiniano ajudou um único judeu. Celebraran a barbárie Não há nenhuma diferença entre o ímpeto dos islamitas extremistas que querem aniquilar os judeus e o dos nazis: é a mesma crueldade, barbaridade, espírito incivilizado, etc. 


Entrevistador: «Quando as mães tentavam proteger os seus filhos, quem era o seu alvo principal?»
«Primeiro matávamos os pais, depois as crianças. Para que os pais não vissem os seus filhos a morrer. Os pequenininhos... É monstruoso!
As crianças mais velhas sabiam o que os esperava. Deitavam-se na vala. Mas os mais pequenos tentavam rastejar até aos pais mortos. Rastejavam de gatas. Ninguém protestava. Os adultos deitavam-se na vala em cima dos mortos e esperavam que os matássemos. Alguns apontavam para o peito, para os matarmos mais depressa. Os nazis não disparavam, só organizavam o genocídio e tiravam fotografias»
Um atirador da polícia auxiliar nazi lituana fala sobre o genocídio judeu e o seu papel no fuzilamento de mulheres e crianças judias.

Traduzido do esloveno por @DrustvoHudajama