Dado que os nossos jornais estão inundados de artigos anti-semitas que normalizam o terrorismo do Hamas e a lei sharia, aqui vai uma perspectiva do outro lado.
Dado que os nossos jornais estão inundados de artigos anti-semitas que normalizam o terrorismo do Hamas e a lei sharia, aqui vai uma perspectiva do outro lado.
Em debate no Knesset, Netanyahu afirma que conversa regularmente com Putin para salvaguardar os «interesses vitais» de Israel.
«Mantemos contactos contínuos com outra potência global — a Rússia», afirma Netanyahu no plenário do Knesset. «Converso regularmente com o presidente Putin, e essa relação pessoal de muitos anos serve aos nossos interesses vitais», diz ele.
«Inclusive agora, incluindo as tentativas de nos impedir de defender a nossa fronteira norte», acrescenta Netanyahu, afirmando que «é claro que isso não vai acontecer».
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A Rússia é importante para os interesses de Israel no sentido negativo que é o de apoiar o Irão e outras ditaduras islamitas contra Israel. Porque não se alia ele à Europa? Porque vê fraqueza na Europa e ele quer estar com os fortes.Andrew Boyd -Professor universitário / Professor assistente (2013–presente) - mora em Israel (2005-presente)
Em primeiro lugar não acredito que os palestinianos aceitem o direito de Israel a existir. Já recusaram outras vezes a solução de dois Estados justamente por essa razão e na altura eram menos radicais.
Os palestinianos querem matar israelitas, sempre foi assim. Houve outro 7 de Outubro antes deste, em que terroristas palestinianos assaltaram um navio, que não recordo o nome e fizeram os passageiros reféns. Assim que entraram no navio foram à procura dos judeus e executaram-nos. Lembro-me de um numa cadeira de rodas ser executado.
Em segundo lugar a ONU de Guterres vai outra vez entrar em Gaza para 'ajudar', ou seja, vão ter gente do Hamas lá dentro novamente a organizar os palestinianos contra os israelitas.
Em terceiro lugar, o Hamas, é preciso notar, não tem um exército regular. Tem pessoas infiltradas em todos os sectores da sociedade e nas organizações internacionais que sempre que é necessário ser violento aparecem. Lembramo-nos todos de como jornalistas da Al Jazzera tinham reféns em casa e gente da UNWRA participou das monstruosidades do 7 de Outubro. Esses não vão ser desarmados porque nem sequer constam como gente do Hamas. Ora, esses vão ser os novos organizadores deste Estado da Palestina, de maneira que volta tudo ao princípio.
Nunca o Hamas ou a Irmandade Muçulmana ou a Irmandade Jihadista aceitarão ser desarmados. Passam as armas a outros não identificados.
Espero enganar-me, mas acho que não.
Entre iranianos não islamitas. A mulher vive no Canadá e pensa que o Canadá mostra sinais de radicalismo, anti-semitismo e tentativa de erradicação da identidade cultural do país, semelhante ao caminho que o Irão fez nos anos 70 e que levou a esta ditadura de quase 50 anos em que a República Islâmica canabalizou a cultura iraniana. Pensam que o Irão é como um cancro no estadio 4 que está a matar o país e que tem de ser extirpado.
King Reza Pahlavi's relationship with Israel https://t.co/3FT8rGBdGF
— Goldie Ghamari | گلسا قمری (@gghamari) September 27, 2025
O que o mundo não percebe sobre Israel
Special Briefing with Lt. Col. (res.) Jonathan Conricus and Lior Suchard https://t.co/HypVYDxek6
— StandWithUs (@StandWithUs) September 21, 2025
Não é, 'porque Israel eliminou os chefes terroristas no Qatar' mas sim, 'porque é que o Qatar protege terroristas'. Com que fim e intenção? E porque é que a ONU e a comunidade internacional protegem um Estado que protege e alimenta terroristas. Porque que dão imunidade a terroristas.
Why did Israel strike in Qatar? Take ten minutes and listen to my speech at the United Nations Security Council, in response to the accusations made by the Prime Minister of Qatar >> pic.twitter.com/sDcZ0ndEsz
— Danny Danon 🇮🇱 דני דנון (@dannydanon) September 12, 2025
New York Post
90% dos camiões de ajuda humanitária da ONU em Gaza foram saqueados por militantes armados ou palestinianos com fome antes de chegarem ao seu destino: relatório https://trib.al/pNjBiAG
Os métodos que o Hamas usa para sacrificar as crianças de Gaza em nome da Jihad e para que a imprensa global culpe Israel e demonize os judeus, ou são excelentes ou é essa imprensa global e os políticos que são medíocres.
Israel foi atacado, declararam-lhe guerra. Israel avisa os palestinianos onde vai atacar e diz-lhes qual o sítio mais seguro para irem - estamos a falar de distâncias de 5km ou 7km. O Hamas bloqueia as estradas para os palestinianos não poderem fugir. Um líder do Hamas diz publicamente que serão precisos, pelos menos 40.000 mártires para pôr o mundo contra Israel e do lado deles. O Hamas dispara Rockets que matam palestinianos. Diz na imprensa que Israel disparou e matou meio milhar de palestinianos. Guterres vem a correr gritar contra Israel para a TV, a imprensa segue-o. No dia a seguir sabe-se a verdade. Ninguém se interessa pela verdade. O Hamas rouba os canos de água de Gaza para fazer armas e culpa Israel de não ter água. O Hamas diz publicamente que não quer saber dos palestinianos porque são refugiados e não têm nenhuma responsabilidade com refugiados, a ONU que trate delles. Israel é dado como culpado. O Hamas constrói uma rede de túneis mais extensa que o metro de Londres, sob hospitais, creches, escolas, etc. Depois diz a Israel que não pode atacá-los dado terem o povo todo como refém em cima dos túneis. É aí também que tem os reféns israelitas escondidos. Israel é declarado culpado do Hamas ter túneis para matar palestinianos e ganhar força na imprensa. Desde o início da guerra já entraram 92.000 mil camiões de ajuda humanitária em Gaza. O Hamas reclama ser o único distribuidor da ajuda, com a ONU. Quando aparecem outras organizações e até se atira a ajuda do ar, para que qualquer um a possa apanhar sem ter de ir aos pontos de distribuição, a ONU e o Hamas acusam Israel de querer matar palestinianos com ajuda humanitária. Entretanto, deixam as paletes apodrecer ao sol para culparem Israel e o mundo vai atrás e culpa Israel. Nenhum dos países que fazem fronteira com Gaza se dispõe a ajudar, seja na ajuda humanitária, seja a receber palestinianos. Israel também é culpado dos outros países não ajudarem. O Hamas reclama o direito a ser ajudado pelas pessoas a quem atacou e declarou guerra e de quem assassinou e raptou civis e ainda reclama o direitos de não libertar os reféns, e de o mundo aceitar que possam asfixiar os bebés raptados e violar diariamente as mulheres que mantêm presas, não só nos túneis mas em casas de pessoal da UNWRA, ou seja, da ONU. Toda a gente acha aceitável. Os líderes do Hamas, cada um a valer biliões, vivem em hotéis de luxo no Qatar e exigem que no cessar-fogo Israel se comprometa a não os matar e apenas matar palestinianos vulgares.
Podia ficar aqui o dia todos a enumerar os crimes do Hamas desde o 7 de Outubro e mesmo assim, a imprensa, liderada pelo Hamas e pela ONU (há alguma diferença...?) culparia Israel de todos eles. É a primeira vez na história que um país atacado é declarado responsável pela ajuda humanitária do atacante, sem que mais nenhum país vizinho tenha a iniciativa de receber refugiados ou deixar entrar comida pela sua fronteira.
De facto o Hamas e os seus maiores apoiantes, os iranianos e outros islamitas extremistas, tiveram a inteligência de se infiltrar nas instituições internacionais e nacionais de muitos países europeus e estão a ganhar essa guerra dos media.
Ontem li este artigo de um tal Luís Osório
Como podem os judeus fazer o que lhes fizeram?
O que agride mais em Gaza é a circunstância deste genocídio ser feito por filhos, netos e bisnetos de quem sofreu na pele a tentativa de genocídio nazi. O que choca é compararmos as imagens dos judeus famintos em 1945 com as crianças esfomeadas na Palestina, e percebermos que são a mesma face de uma alma humana em putrefação.
🔴 "Un enfant a chanté une chanson en hébreu, et le personnel a menacé d’appeler la police et leur a sommé de descendre de l'appareil" : des enfants juifs d'une colonie de vacances expulsés d’un vol Vueling - Le témoignage choc de Karine Lamy dans #LePrime pic.twitter.com/JZq1TtbzOB
— i24NEWS Français (@i24NEWS_FR) July 23, 2025
Sentimo-nos desiludidas por outras mulheres em todo o mundo. Se a norma é acreditar nos sobreviventes e nas testemunhas, não há desculpa para ficar calado. No entanto, neste caso, foi utilizada uma norma diferente e as vítimas perderam-se na politização. O facto de tantos terem mantido o silêncio ou mesmo negado o que aconteceu foi devastador e um grave fracasso dos direitos humanos internacionais.
A violência sexual nos conflitos tem a ver com a destruição e a desumanização de uma comunidade, pelo que a ideia de que é necessário encontrar um perpetrador específico que tenha feito mal a uma vítima específica é irrelevante. Dizer ‘Quando me juntei ao Hamas, só queria assassinar mulheres e crianças, mas sou contra a violação’ é ridículo. Tudo o que foi feito no âmbito do ataque é da sua responsabilidade.O relatório apela ao Secretário-Geral da ONU para que envie uma missão de apuramento dos factos à luz dos testemunhos e para que inclua o Hamas na lista negra do relatório anual da ONU sobre os designados por utilizarem a violência sexual como arma de guerra.
Kashirin
— Ukraine Front Line (@EuromaidanPR) June 13, 2025
This is how Israel works. A missile strike was launched directly into a residential building. Even the windows were intact. The strike was aimed right at the bedroom of a member of the Iranian General Staff. That is, they literally hit the man in the forehead with a… pic.twitter.com/Mxcv5E8sGM
Os israelitas aceitaram a solução de dois Estados na partição de 1947. Os Árabes, que estão em países formados muito recentemente, a maioria dessa época entre guerras, é que nunca aceitaram. Quando se fala nos direitos do povo palestiniano, está a falar-se da história muito recente porque o que existia na Palestina (que já foi o reino de Israel muito antes de Cristo) eram hebreus, árabes e outros.
O facto de se chamar Palestina não quer dizer que lá houvesse um povo palestiniano (o que hoje é Portugal também já se chamou Hispânia mas nunca houve aqui espanhóis). De há umas décadas para cá é que começaram a chamar-lhe palestinianos como se fossem um povo à parte com uma origem e língua próprias - mas não, são árabes e falam o árabe.
Isso não lhes retira o direito de terem uma terra sua, mas a questão é que eles ( mais todos os outros árabes à volta) não aceitam que os israelitas vivam numa parte da terra. E desde a época da partição, de vez em quando juntam-se todos e fazem guerra aos judeus. E usam mártires, que é uma estratégia que faz parte da sua cultura islâmica. E de cada vez os judeus ganham a guerra e é isso que eles não engolem.
Breaking: Hamas is telling Palestinians in Gaza not to accept food delivered with Israeli involvement — warning they'll “pay the price” and face “all necessary measures” if they do.
— Eitan Fischberger (@EFischberger) May 26, 2025
Are you getting it? Hamas is literally threatening to kill people for eating — and nobody cares. pic.twitter.com/nokywxywJW
🚨BREAKING: Hamas is LOSING its grip, and it’s GLORIOUS.
— Jews Fight Back 🇺🇸🇮🇱 (@JewsFightBack) May 27, 2025
For the first time in YEARS, thousands of Gazans are lining up for humanitarian aid—and not a single grain is going to Hamas.
This is what collapse looks like.
This is what the end of a terror regime starts to look like.… pic.twitter.com/fP5Y9EY8kB
Al Jazeera is now unintentionally exposing that Hamxs has lost control in Gaza, and that many Palestinians are defying them and willing to work directly with Israel.
— Open Source Intel (@Osint613) May 27, 2025
For that alone, this is already worth it. pic.twitter.com/MdxYoosn2t
ONU: há 14 mil bebés em risco de morrer de fome em Gaza nas próximas 48 horas
O chefe da missão humanitária da ONU em Gaza apela à autorização de entrada de mais camiões com alimentos. Reino Unido, Canadá e França ameaçam Israel com sanções perante violência “desproporcionada”. (Público)
Um alto funcionário humanitário da ONU, Tom Fletcher, disse ontem à BBC que 14.000 bebés em Gaza poderiam morrer nas próximas 48 horas se não fosse permitida a entrada de ajuda mas, mais tarde, a ONU retratou-se das suas afirmações. (NYT)
As cidades arrasadas e mais de 50.000 palestinianos mortos configuram um massacre de população absolutamente inaceitável que nem sequer o argumento de sobrevivência de Israel justifica. Outros meios e outras acções haveria para atingir os mesmos fins. (A. Barreto in Público)
Votam ao lado de países como a Rússia, a Bielorrússia, Burkina Faso... países de extrema violência e que manobram para destruir democracias - até o Irão e a China se abstiveram, tal não é a vergonha da votação contrária. É claro que hoje a China já veio dizer que a aliança com a Rússia está de pedra e cal. E é claro que países que normalmente votariam a favor se abstêm com medo dos EUA.
Outro país que devia ter vergonha é Israel. Não sei se sou só eu que estou a engolir muito mal que de repente Israel, cujos problemas com os terroristas do Hamas têm na retaguarda a Rússia, que arma o Irão, tenham, não apenas parado de criticar a Rússia, como agora até venham negar que a Rússia atacou a Ucrânia e se ponham a favor da Rússia contra a Ucrânia. Uma vergonha. Para mim estão no grau zero da credibilidade. Só porque precisam do apoio dos EUA não têm que vender-se e virar porcos indignos.
Acho que o MNE esteve muito bem, em tudo o que disse. Também me parece cedo para reconhecer o Estado da Palestina porque neste momento o que existe é o Estado dos terroristas do Hamas e enquanto os palestinianos não derem passos reais para se livrarem de terroristas e mostrarem que querem e podem construir um Estado de paz, têm que ser tutelados. Esta é a realidade.
Há meia-dúzia de séculos tratámos mal os judeus por influência do fanatismo da Igreja Católica. Agora há outra religião, o Islão, uma religião de fanáticos com o culto da morte e da violência contra as mulheres que se espalhou pelo Ocidente e se infiltrou nas instituições, que exige que se trate mal os judeus, pelo crime de... serem vítimas milenares de perseguições e agressões constantes.