Os métodos que o Hamas usa para sacrificar as crianças de Gaza em nome da Jihad e para que a imprensa global culpe Israel e demonize os judeus, ou são excelentes ou é essa imprensa global e os políticos que são medíocres.
Israel foi atacado, declararam-lhe guerra. Israel avisa os palestinianos onde vai atacar e diz-lhes qual o sítio mais seguro para irem - estamos a falar de distâncias de 5km ou 7km. O Hamas bloqueia as estradas para os palestinianos não poderem fugir. Um líder do Hamas diz publicamente que serão precisos, pelos menos 40.000 mártires para pôr o mundo contra Israel e do lado deles. O Hamas dispara Rockets que matam palestinianos. Diz na imprensa que Israel disparou e matou meio milhar de palestinianos. Guterres vem a correr gritar contra Israel para a TV, a imprensa segue-o. No dia a seguir sabe-se a verdade. Ninguém se interessa pela verdade. O Hamas rouba os canos de água de Gaza para fazer armas e culpa Israel de não ter água. O Hamas diz publicamente que não quer saber dos palestinianos porque são refugiados e não têm nenhuma responsabilidade com refugiados, a ONU que trate delles. Israel é dado como culpado. O Hamas constrói uma rede de túneis mais extensa que o metro de Londres, sob hospitais, creches, escolas, etc. Depois diz a Israel que não pode atacá-los dado terem o povo todo como refém em cima dos túneis. É aí também que tem os reféns israelitas escondidos. Israel é declarado culpado do Hamas ter túneis para matar palestinianos e ganhar força na imprensa. Desde o início da guerra já entraram 92.000 mil camiões de ajuda humanitária em Gaza. O Hamas reclama ser o único distribuidor da ajuda, com a ONU. Quando aparecem outras organizações e até se atira a ajuda do ar, para que qualquer um a possa apanhar sem ter de ir aos pontos de distribuição, a ONU e o Hamas acusam Israel de querer matar palestinianos com ajuda humanitária. Entretanto, deixam as paletes apodrecer ao sol para culparem Israel e o mundo vai atrás e culpa Israel. Nenhum dos países que fazem fronteira com Gaza se dispõe a ajudar, seja na ajuda humanitária, seja a receber palestinianos. Israel também é culpado dos outros países não ajudarem. O Hamas reclama o direito a ser ajudado pelas pessoas a quem atacou e declarou guerra e de quem assassinou e raptou civis e ainda reclama o direitos de não libertar os reféns, e de o mundo aceitar que possam asfixiar os bebés raptados e violar diariamente as mulheres que mantêm presas, não só nos túneis mas em casas de pessoal da UNWRA, ou seja, da ONU. Toda a gente acha aceitável. Os líderes do Hamas, cada um a valer biliões, vivem em hotéis de luxo no Qatar e exigem que no cessar-fogo Israel se comprometa a não os matar e apenas matar palestinianos vulgares.
Podia ficar aqui o dia todos a enumerar os crimes do Hamas desde o 7 de Outubro e mesmo assim, a imprensa, liderada pelo Hamas e pela ONU (há alguma diferença...?) culparia Israel de todos eles. É a primeira vez na história que um país atacado é declarado responsável pela ajuda humanitária do atacante, sem que mais nenhum país vizinho tenha a iniciativa de receber refugiados ou deixar entrar comida pela sua fronteira.
De facto o Hamas e os seus maiores apoiantes, os iranianos e outros islamitas extremistas, tiveram a inteligência de se infiltrar nas instituições internacionais e nacionais de muitos países europeus e estão a ganhar essa guerra dos media.
Ontem li este artigo de um tal Luís Osório
Como podem os judeus fazer o que lhes fizeram?
O que agride mais em Gaza é a circunstância deste genocídio ser feito por filhos, netos e bisnetos de quem sofreu na pele a tentativa de genocídio nazi. O que choca é compararmos as imagens dos judeus famintos em 1945 com as crianças esfomeadas na Palestina, e percebermos que são a mesma face de uma alma humana em putrefação.
O que me choca é este indivíduo ter feito esta comparação.
Classificamos de genocídio os actos que se destinam, intencionalmente, a erradicar um povo da face da Terra. Ora, Israel não só não tem essa intenção, como vivem quase dois milhões de palestinianos no seu território e estão representados no Parlamento. Se os israelitas quisessem erradicar os palestinianos não os avisavam onde vão atacar e para onde podem ir em segurança, antes de atacarem.
Genocídio será o que a Rússia está a fazer, que é justamente atacar sistematicamente os civis ucranianos e ter uma propaganda interna, diária, a dizer aos russos que os ucranianos são russos, que a Ucrânia não existe e que vão acabar com eles todos.
Porque razão se diz que os Israelitas estão a cometer genocídio? Porque dois 'estudiosos', acusam um ministro israelita de ter dito, uns dias após a matança bárbara do 7 de Outubro e depois de ver as imagens do massacre, 'essas pessoas são animais, vamos acabar com eles'. Como se isto fosse uma declaração de genocídio. Os palestinianos que morreram nesta guerra, morreram no contexto da guerra, não são escolhidos como alvos. Quem os obrigou a ser alvos foram os próprios palestinianos que desenharam esta guerra de maneira a ter umas dezenas de milhar de mártires para convencer o mundo que os israelitas são o demónio. E dizem-no publicamente em entrevistas, nem sequer escondem.
Talvez este Osório não saiba que o genocídio nazi foi planeado, primeiro na imprensa (como fazem os do Hamas) e depois no governo e com recursos a cientistas para encontrar soluções de matar depressa e eficazmente, aproveitando os restos (pele, cabelo, etc.) para a indústria.
Na Alemanha nazi houve mais de mil campos de concentração. Os primeiros começaram em 1933 e eram "pequenos" campos de morte: as pessoas eram levadas para lá apenas para serem executadas e como iam ser executadas, ninguém se interessava em gastar dinheiro em alimentá-las. E se sabemos melhor o que se passou em Auschvitz-Birkenau é porque esse campo, que era na verdade um gigantesco complexo de campos, foi planeado para ser também um campo de trabalho escravo e os nazis não tiveram tempo de destruir todas as evidências e todos os presos que restavam (cerca de 60 mil), antes dos aliados lá chegarem, como fizeram nos outros campos que eram muito mais pequenos. De maneira que sobreviveram uns poucos milhares.
Os nazis arrebanham os judeus em toda a Europa para esses campos para os exterminar e enviava para Auschvitz os que podiam ser força de trabalho (embora matassem a maioria deles logo após a chegada). E às vezes, para poupar tempo, fechavam-nos em camiões e viravam o tubo de escape para dentro. Ou abriam valas e executavam-nos directamente para as valas (como os russos fazem na Ucrânia que está cheia de valas comuns.)
Onde é que os israelitas têm campos de morte, onde é que se dedicam à exterminação dos palestinianos? Quem são os responsáveis pela falta de comida em Gaza, se Gaza tem uma autoridade que se recusa a ajudar o seu próprio povo e lhe rouba os recursos, porque os instrumentaliza na jihad, apoiada pela instituição internacional apolítica mais influente do planeta?
Os palestinianos querem ressuscitar o anti-semitismo e o ódio aos judeus no mundo e estão a consegui-lo porque as pessoas, em primeiro lugar são ignorantes do que foi o Holocausto, e depois porque olham as imagens e não procuram perceber o que elas significam e os factos que as originaram e não são capazes de ajuizar para além do emotivismo imediato, que confundem com empatia. Hitler era um indivíduo emotivista que se emocionava com crianças e cães. Tinha um pastor alemão que adorava e um dia matou-o só para mostrar o que é ser-se implacável. Era um emotivista de empatia zero.
Que nome dar aos palestinianos que mandam as suas crianças morrer em nome da jihad? E a quantidade de mães, que se gabam de terem mandado para a morte 2, 3 ou 4 filhos em nome da jihad? Isso culpa de Israel? Os filhos dos dirigentes do Hamas nunca são mandados morrer, nem sequer entrar na refrega. Estão protegidos fora da Palestina.
A mim faz-me impressão a imagem ou até mais, a descrição do sofrimento e é claro que impressiona mais em crianças, mas não é por ver o sofrimento das crianças ucranianas, por exemplo, que penso que a Rússia comete crimes de guerra, que está a tentar exterminar os ucranianos e a criar condições impossíveis de vida, que os russos normais são coniventes nesta empresa e que se os deixarem vão fazer o mesmo a outros povos. É por saber dos factos, pelo conhecimento da história e das circunstâncias. O sofrimento por si só, por muito difícil que seja vê-lo não diz nada das suas causas.
Os meios de comunicação social, mesmo aqueles que costumavam ser muito credíveis, estão hoje-em-dia quase todos inundados de mera propaganda ao serviço de interesses, disfarçada de notícias e já não se pode confiar no que dizem e mostram. É preciso ir à procura de factos e das acções de cada interveniente que os explicam, pois de outro modo arriscamo-nos a nunca poder resolver os problemas e a cometer erros em cima de outros erros. Podemos chorar com as imagens mas para resolver os problemas temos que os considerar racionalmente.