February 28, 2026

O Irão bombardeia civis com os mesmos mísseis que a Rússia usa para bombardear a Ucrânia

 

Agora já sabem como é.


Directamente de Teerão

 

A notícia do fim do pedófilo teocrata trouxe felicidade. A notícia dos israelitas e americanos andarem a matar civis iranianos é mentira.

Na Rússia já vão às escolas buscar miúdos para os enviar para a guerra

 


Starmer já tem os aviões no céu iraniano: porque não faz o mesmo na Ucrânia?

 

O jornalista da SIC em França não consegue dizer a palavra 'islamitas' ou a expressão 'irmandade muçulmana'

 

Em vez disso diz que o MAI francês elevou o nível de alerta do país para vermelho por receio das 'pessoas extremistas' que estão espalhadas por França poderem retaliar os ataques contra o Irão. A submissão ao Islão é total, da parte da esquerda ocidental.

Entretanto, este ataque dos EUA ao Irão tem lados positivos e negativos. Positivo está livrar-se de um regime bárbaro e maléfico que governa com sangue a escorrer-lhe da boca e das mãos, contra tudo e todo, a começar pelo seu povo e pelas raparigas e mulheres. Coisas hediondas de fazer empalidecer um carrasco, ordenadas pelo teocrata psicopata que o governa mais os seus aliados. Portanto, por esse lado é bom.

O que é mau são estes precedentes de raptar ou matar líderes para fazer negócios e roubar petróleo. O ataque do Irão aos outros países árabes pode ser uma maneira de uns os árabes contra o terrorismo iraniano - ou não... uma guerra começada não desabe como acaba, como o estúpido do Putin percebeu tarde demais.


Ludus Captorum


Eric Chauvin
2024

No século VI, em Constantinopla, um tipo especial de torneio era realizado todos os anos como parte das comemorações do dia dos fundadores da cidade. Conhecido como Ludus Captorum, era uma competição composta exclusivamente por detidos das prisões da cidade que competiam pela sua liberdade. Era um espectáculo muito popular entre as massas, pois a maioria dos participantes não tinha experiência em conduzir carruagens e, portanto, as suas hipóteses de sobreviver ao torneio sem serem mortos ou gravemente feridos eram extremamente baixas (o facto de tantos prisioneiros terem participado voluntariamente nesta corrida diz muito sobre os horrores do seu encarceramento).


Blood and Dust não é apenas um instantâneo deste torneio, mas retrata uma prova específica em que se destaca um prisioneiro em particular.


O seu nome é Ewan e, trinta e cinco dias antes deste momento, chegou a Constantinopla vindo da ilha da Britânia para adquirir um objeto sagrado enterrado sob a Hagia Sophia durante a sua construção, cinco anos antes.  Infelizmente, os seus planos são frustrados quando ele é capturado por soldados romanos e levado ao imperador Justiniano. Ao saber que Ewan é descendente de Constantino, o Grande (que dá nome à nova capital romana), o imperador concede clemência a Ewan, mas apenas se ele renunciar à sua lealdade ao seu rei e permanecer em Constantinopla como um súbdito obediente a ele. Ewan recusa.  Após alguma reflexão, Justiniano sugere uma aposta: se Ewan vencer o Ludus Captorum, ganhará a sua liberdade. Se perder, deverá servir o imperador. Ewan aceita a aposta. 



A pintura passa-se perto do final da primeira bateria. Resta apenas uma das sete voltas, como pode ser visto pelo último ovo que permanece na posição superior. Ewan, conduzindo a carruagem mais próxima de nós, destaca-se não apenas por sua proeminência na composição, mas também por seus cabelos longos e despenteados e sua barba notável. Como todos os outros prisioneiros no torneio, ele não faz a barba nem corta o cabelo desde antes de sua prisão. Curiosamente, os outros três cocheiros vestem roupas de prisioneiros, surradas, mas estão barbeados. Isso porque Justiniano conspirou com o seu camareiro, Narses, para contratar cocheiros profissionais disfarçados de prisioneiros para derrotar Ewan, enquanto os dois assistem da cabine do imperador acima.



February 27, 2026

Pessoas

 

Por vezes o destino parece sair do seu caminho e desviar-se para ir ao encontro de certas pessoas e puxá-las para outro cenário completamente diferente daquele que representavam. Pessoas que se reinventam e reencarnam noutra personagem, despem uma pele e vestem outra que também lhes assenta como se o destino as tivesse marcado para qualquer coisa desde o início. Fascinante.


Ryuichi Kihara, do par Riku Miura e Ryuichi Kihara (carinhosamente conhecido como «Rikuryu»), o par de patinadores que electrizou a multidão ao conquistar a primeira medalha de ouro olímpica do Japão na modalidade, no dia 16 de Fevereiro, em Milão-Cotina, é um caso desses. 

A sua apresentação sob pressão extrema foi o culminar de uma jornada improvável. No entanto, essa conquista histórica talvez nunca tivesse acontecido sem um encontro casual sete anos antes. 

Uma conversa recente em Nagoya revelou o início improvável da sua carreira. Enquanto treinava para uma competição neste Inverno, Kihara apontou para o alojamento ao lado da pista de gelo onde já tinha trabalhado como estagiário e disse: «Eu costumava trabalhar aqui na recepção».

Essa história começa em 2019 quando Kihara estava à beira de desistir completamente do desporto. Duas vezes participante olímpico nos Jogos de Sochi 2014 e PyeongChang 2018, Kihara sofria de uma lesão no ombro e concussões.

Na primavera de 2019, ele e Miu Suzaki dissolveram a sua parceria. Ele voltou para a sua casa na província de Aichi e começou a trabalhar a tempo parcial na Howa Sports and Culture, a pista onde treinava quando era criança. Aos 26 anos, enquanto os seus amigos da mesma idade iniciavam as suas carreiras, Kihara estava convencido de que a sua tinha acabado.

«Não sou feito para as duplas. Vou tentar participar nos Jogos do Japão na categoria individual e depois talvez me aposente.» Yusuke Iioka, 34, que trabalhava para a empresa que opera a pista, lembra-se da entrevista de emprego desajeitada de Kihara: “Parecia que ele sentia uma sensação de inferioridade por ter feito apenas patinagem”.

As funções de Kihara incluíam distribuir patins alugados, monitorar o gelo e trabalhar no turno da noite nas instalações do alojamento. Quando crianças pequenas chegavam à pista, ele ajoelhava-se, diminuindo a sua altura de 1,75 m, para falar com elas ao nível dos olhos.

Não recebia tratamento especial por ter participado duas vezes dos Jogos Olímpicos e o seu salário por hora era o mesmo de um estudante universitário. Uma experiência humilhante que tinha um lado positivo. Os patinadores mais jovens tratavam-no como sempre, sem cerimónias e «ele conseguia conversar com eles sem fingimento e então, durante aquele período difícil, não esteve sozinho»  lembrou Iioka.

Em Junho daquele ano, a Federação Japonesa de Patinagem realizou uma selecção de duplas na antiga universidade de Kihara, a Universidade Chukyo. Yoshiko Kobayashi, 70, directora da federação, pediu a Kihara: «Não há remuneração, mas por favor, venha ajudar-nos».Kihara concordou.

Naquele dia, após cerca de três horas a ajudar os outros, Kihara estava pronto para voltar para casa. Quando estava mesmo a sair, alguém veio a correr atrás dele. Era o treinador Bruno Marcotte, 51 anos: «Ryuichi, calce os seus patins. Porque não tenta patinar com a Riku uma hora?»

Marcotte, um canadiano que há muito ajuda a desenvolver duplas japonesas, estava a treinar Miura e o seu então parceiro, que também estava a treinar na pista naquele dia. A futura parceria deles era incerta, o que levou Marcotte a abordar Kihara. Ele concordou.

No gelo, o momento decisivo aconteceu durante um levantamento com torção. Quando Kihara lançou Miura no ar, o corpo dela subiu tão alto que Marcotte exclamou instintivamente: Oh my God!

Os poucos dirigentes da federação que assistiam ficaram sem palavras.

«É assim que se sente quando se é atingido por um raio», recordou Kihara mais tarde. Foi o momento em que o seu coração voltou a ser atraído para o gelo.

«Ele redescobriu o seu amor pela patinagem naquele dia», disse Marcotte.

Um mês depois, Kihara e Miura, cuja parceria anterior havia terminado, voltaram a patinar juntos. Kihara ficou maravilhado com a confiança de Miura, lembrou Iioka: «Para a mulher, ser lançada ao ar é assustador. Há sempre um momento em que o corpo fica tenso, o que altera o peso. Mas Riku não tinha nada disso.»

Em Agosto, a nova dupla foi anunciada formalmente. Mudaram-se para o Canadá para treinar com Marcotte e começaram a sua ascensão meteórica ao topo do desporto.

A dupla rapidamente se tornou uma força dominante, conquistando um sétimo lugar inovador nos Jogos Olímpicos de Pequim de 2022 — o melhor resultado para qualquer dupla japonesa — e, em seguida, vencendo os Campeonatos Mundiais em 2023 e 2025. Chegaram a Milão Cortina como os principais candidatos ao ouro.

Apesar da preparação, um desastre aconteceu no programa curto em 15 de Fevereiro. Um erro que eles disseram nunca ocorrer nos treinos fez com que Kihara  falhasse um levantamento, deixando-os num distante quinto lugar.

Kihara não conseguiu esconder sua consternação com o resultado e a sua expressão estava sombria na área de entrevistas com a imprensa. Miura, no entanto, permaneceu calma e resoluta: «Cometemos um erro hoje, então temos que recomeçar. Se acreditarmos que podemos fazer isso, podemos.» Virou-se para Kihara, que estava à sua esquerda, e disse encorajadoramente: «Vamos concentrar-nos novamente, está bem?» Kihara prometeu voltar no dia seguinte com melhor disposição. 

«Amanhã, prometo que estaremos de volta aqui (na área de entrevistas) a conversar como o habitual ‘Rikuryu’. Por favor, esperem por nós», disse ele aos repórteres.

Precisando de uma performance impecável para chegar ao pódio, a 16 de Fevereiro, executaram todos os elementos com força e precisão. A sua velocidade característica nunca vacilou e tiveram o seu melhor desempenho quando mais importava.

Quando a sua apresentação terminou, os dois caíram de joelhos no gelo e se abraçaram. Enquanto Kihara, de 33 anos, chorava, aparentemente aliviado do peso das expectativas. A sua pontuação foi um novo recorde mundial de 158,13 pontos no programa longo. 

«Ser capaz de recuperar do erro de ontem e mostrar a força que construímos todo este tempo, é isso que me deixa mais feliz», disse Miura. Kihara, que nunca esqueceu o dia que mudou a sua vida, costuma dizer: «Sou muito grato às pessoas que me deram essa oportunidade».

Segurando a medalha de ouro, expressou a recompensa final por essa segunda chance: «Estou muito feliz por não ter desistido».

(Este artigo foi compilado a partir de matérias escritas por Kai Uchida e Hiroki Tohda - The Asaha Shimbun)


Beba poesia sem moderação




Intemporal

como a melancolia

e o crepúsculo

serei

a vontade de ser


tudo e nada

cotovia.



Escorial da verdade

que subleva

em mim a força

e o sonho,

intemporal, serei

morte e vida



Duarte Galvão, L. M. em 1953 (incompleto)


Nocturna - Long Road (música para dormir em paz)

 










👩‍⚕️💪 🇺🇦

 

Como lidar com putineiros

 

Neste caso a verdade é o cenário mais simples

 

Toda a Rússia militar e económica é um alvo legítimo

 

"muitas vezes as investigações do Congresso são um teatro político partidário"

 





DECLARAÇÃO DE ABERTURA DA SECRETÁRIA CLINTON À COMISSÃO DE SUPERVISÃO E REFORMA GOVERNAMENTAL DA CÂMARA DOS REPRESENTANTES

26 de Fevereiro de 2026

Senhor Presidente, Senhores Vice-Presidentes, Senhores Membros da Comissão... como ex-senadora, tenho respeito pela supervisão legislativa e espero que o seu exercício, tal como o povo americano, seja baseado em princípios e destemido na busca da verdade e da responsabilização.

Como todos sabemos, porém, muitas vezes as investigações do Congresso são um teatro político partidário, o que é uma renúncia ao dever e um insulto ao povo americano.

A Comissão justificou a minha intimação com base na suposição de que eu tenho informações sobre as investigações das atividades criminosas de Jeffrey Epstein e Ghislaine Maxwell. Deixe-me ser o mais clara possível. Não tenho.

Como afirmei na minha declaração sob juramento em 13 de Janeiro, não tinha conhecimento das actividades criminosas deles. Não me lembro de ter encontrado o Sr. Epstein. Nunca voei no seu avião nem visitei a sua ilha, casas ou escritórios. Não tenho nada a acrescentar a isso.

Como qualquer pessoa decente, fiquei horrorizada com o que descobrimos sobre os crimes deles. É incompreensível que o Sr. Epstein tenha inicialmente recebido uma leve palmadinha na mão em 2008, o que lhe permitiu continuar com as suas práticas predatórias por mais uma década.

Senhor Presidente, a sua investigação deve avaliar a forma como o governo federal lidou com as investigações e processos judiciais contra Epstein e os seus crimes. O senhor intimou oito autoridades policiais, todas elas responsáveis pelo Departamento de Justiça ou pela supervisão de investigações e processos judiciais contra Epstein e os seus crimes.

Dessas oito, apenas uma compareceu perante a Comissão. Cinco dos seis ex-procuradores-gerais foram autorizados a apresentar declarações breves afirmando que não tinham informações a fornecer.

Não realizou nenhuma audiência pública, recusou-se a permitir a presença da imprensa, incluindo hoje, apesar de ter defendido a necessidade de transparência em dezenas de ocasiões.

Fez pouco esforço para convocar as pessoas que mais se destacam nos arquivos de Epstein. E quando o fez, nenhum membro republicano compareceu para ouvir Les Wexner.

Esta falha institucional tem como objectivo proteger um partido político e um funcionário público, em vez de buscar a verdade e a justiça para as vítimas e sobreviventes, bem como para o público que também deseja chegar ao fundo desta questão. O meu coração parte-se pelas sobreviventes. E estou furiosa em nome delas.

Passei a minha vida a defender mulheres e meninas. Trabalhei arduamente para acabar com os terríveis abusos que tantas mulheres e meninas enfrentam aqui e em todo o mundo, incluindo tráfico humano, trabalho forçado e escravidão sexual. Por muito tempo, esses crimes foram amplamente invisíveis ou nem sequer eram tratados como crimes. Mas as sobreviventes são reais e têm direito a uma vida melhor.

No Sudeste Asiático, conheci meninas de apenas 12 anos que foram forçadas à prostituição e estupradas repetidamente. Algumas estavam a morrer de SIDA. Na Europa Oriental, conheci mães que me contaram como perderam as filhas para o tráfico e não sabiam a quem recorrer. Em vários lugares do mundo, conheci sobreviventes a tentar reconstruir as suas vidas e ajudar a resgatar outras pessoas — com pouco apoio das pessoas no poder, que muitas vezes fechavam os olhos e viravam as costas.

Se o senhor não está familiarizado com esta questão, deixe-me dizer-lhe: Jeffrey Epstein era um indivíduo hediondo, mas está longe de ser o único. Não se trata de uma sensação isolada da imprensa sensacionalista ou de um escândalo político.

É um flagelo global com um custo humano inimaginável.

O meu trabalho no combate ao tráfico sexual remonta aos meus dias como primeira-dama. Trabalhei para aprovar a primeira legislação federal contra o tráfico e fiquei orgulhosa quando o meu marido assinou a Lei de Proteção às Vítimas de Tráfico, que aumentou o apoio aos sobreviventes e deu aos promotores melhores ferramentas para perseguir os traficantes.

Como Secretária de Estado, nomeei um ex-procurador federal, Lou CdeBaca, para intensificar os nossos esforços globais contra o tráfico humano. Supervisionei cerca de 170 programas contra o tráfico humano em 70 países e pressionei diretamente líderes estrangeiros para que reprimissem as redes de tráfico nos seus países. Todos os anos, publicávamos um relatório global para destacar os abusos.

As conclusões desses relatórios desencadearam sanções contra os países que não conseguiam avançar, tornando-se assim uma poderosa ferramenta diplomática para impulsionar ações concretas.

Insisti que os Estados Unidos fossem incluídos no relatório pela primeira vez em 2011. Porque devemos manter-nos não apenas ao mesmo nível do resto do mundo, mas a um nível ainda mais elevado. O tráfico sexual e a escravatura moderna não devem ter lugar na América. Nenhum.

Irritantemente, a administração Trump destruiu o Gabinete de Tráfico de Pessoas do Departamento de Estado, cortando mais de 70% dos funcionários públicos e especialistas do serviço diplomático que trabalhavam arduamente para prevenir crimes de tráfico. O relatório anual sobre tráfico, exigido por lei, foi adiado por meses. A mensagem da administração Trump ao povo americano e ao mundo não poderia ser mais clara: combater o tráfico de pessoas não é mais uma prioridade americana sob a Casa Branca de Trump.

Isso é uma tragédia. É um escândalo. Merece uma investigação e supervisão rigorosas.

Uma comissão empenhada em acabar com o tráfico humano procuraria compreender quais as medidas específicas necessárias para corrigir um sistema que permitiu a Epstein escapar impune dos seus crimes em 2008.

Uma comissão dirigida por funcionários eleitos com um compromisso com a transparência garantiria a divulgação completa de todos os arquivos.

Garantiria que as edições legais desses arquivos protegessem as vítimas e sobreviventes, e não homens poderosos e aliados políticos.

Iria ao fundo das denúncias de que o Departamento de Justiça reteve entrevistas do FBI nas quais uma sobrevivente acusa o presidente Trump de crimes hediondos.

Intimaria qualquer pessoa que perguntasse em que noite haveria a «festa mais louca» na ilha de Epstein.

Exigiria o testemunho de promotores na Flórida e em Nova Iorque sobre por que deram a Epstein um acordo favorável e optaram por não perseguir outros que poderiam estar implicados.

Exigiria que o secretário Rubio e a procuradora-geral Bondi testemunhassem sobre por que este governo está a abandonar os sobreviventes e a fazer o jogo dos traficantes.

Procuraria os agentes na linha da frente desta luta e perguntaria-lhes de que apoio precisam.

Apresentaria legislação para fornecer mais recursos e forçar este governo a agir.

Mas isso não está a acontecer.

Em vez disso, obrigaram-me a testemunhar, sabendo perfeitamente que não tenho nenhum conhecimento que possa ajudar na vossa investigação, com o objetivo de desviar a atenção das ações do presidente Trump e encobri-las, apesar dos pedidos legítimos por respostas.

Se esta comissão estivesse realmente interessada em descobrir a verdade sobre os crimes de tráfico de Epstein, não dependeria de colectivas de imprensa para obter respostas do nosso actual presidente sobre o seu envolvimento; perguntar-lh-ia diretamente, sob juramento, sobre as dezenas de milhares de vezes em que ele aparece nos arquivos de Epstein.

Se a maioria estivesse realmente interessada, não perderia tempo com investigações aleatórias. Há muito a ser feito.

O que está a ser ocultado? Quem está a ser protegido? E porquê o encobrimento?

O meu desafio para si, Sr. Presidente, membros da Comissão, é o mesmo desafio que coloquei a mim mesmo ao longo do meu longo serviço a esta nação. Como ser digno da confiança que o povo americano depositou em si. Eles esperam habilidade política, não jogos políticos. Liderança, não exibicionismo. Eles esperam que use o seu poder para chegar à verdade e fazer mais para ajudar as sobreviventes dos crimes de Epstein, bem como os milhões de outras vítimas do tráfico sexual.

via Rachel Maddow Fans · Steve Eskey

"É quase racista: «deixa-os fazer o que querem, não são capazes de melhor»"

 

Aurora

 


Florença, por Davide


February 26, 2026

Soluções - Propostas para a agricultura

 


A agricultura é a nossa primeira linha de defesa

Um novo contrato de soberania face à encruzilhada de 2028.

Gonçalo Caleia Rodrigues
Público

Portugal encontra-se numa encruzilhada histórica definida por uma nova realidade orçamental em Bruxelas. A Comissão Europeia sinalizou claramente as suas prioridades para o pós-2027: menos “Agricultura”, e muito mais “Defesa” e “Coesão” (através do novo Fundo Único).

Perante este cenário, temos duas opções. A primeira é continuarmos a lamentar os cortes na PAC e aceitarmos o declínio do setor (o que aparenta ser a postura do Governo...). A segunda, e talvez única solução, é mudarmos radicalmente o nosso posicionamento estratégico. Se a Europa prioriza a Defesa e a Coesão, então Portugal tem de ter a inteligência política de reconhecer e classificar a Agricultura como uma ferramenta de Defesa Nacional e de Coesão Territorial.

Portugal tem de ter a inteligência política de reconhecer e classificar a Agricultura como uma ferramenta de Defesa Nacional e de Coesão Territorial

Esta mudança semântica e política não é retórica; é posicionamento.

Um país que não consegue alimentar o seu povo é um país vulnerável e refém de terceiros — logo, a soberania alimentar é Defesa.

Um território de fronteira despovoado, onde a presença humana é baixa, é um território que não é coeso — logo, a ocupação rural é Coesão Territorial.

Ao assumirmos este desígnio, deixamos de pedir “esmola” para “garantir rendimentos” e passamos a exigir investimento para “garantir o Estado”. Isto permite-nos ir buscar financiamento às rubricas mais robustas do orçamento europeu (Defesa e Coesão) para financiar infraestruturas hídricas, fixação de pessoas e gestão da paisagem.

É com base nesta premissa — de que investir na terra é armar o país contra o abandono e a dependência externa — que apresento estas seis propostas.

1. Regionalizar: ocupar o território é defender o país


A proposta europeia de um “Fundo Único” gerido centralmente pelos Estados corre o risco de criar um “funil” em Lisboa. Um Estado que concentra a decisão na capital e ignora o interior é um Estado estrategicamente vulnerável. A defesa da integridade territorial exige comando e meios no terreno.

Proposta: Comando de Proximidade. A gestão da nova PAC não pode ser um monopólio do Terreiro do Paço. Devemos garantir a criação e implementação de Planos Nacionais Regionais, nos quais a alocação de fundos é contratualizada e gerida pelas Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional e pelas Comunidades Intermunicipais.
Justificação: Isto garante que a estratégia não é desenhada na metrópole, mas por quem conhece o terreno. Descentralizar não é dividir; é garantir que existe capacidade de resposta e ocupação humana em todo o espaço nacional, evitando os “vazios” que convidam ao abandono e à insegurança.
2. Água: a independência estratégica

A nova arquitetura da PAC é omissa sobre o regadio e o Governo já fez o setor precipitar-se na escassez, não reforçando verbas no atual quadro. Num contexto de alterações climáticas, a escassez hídrica e a dependência alimentar são falhas graves de segurança nacional. Um país que não procura alcançar equilíbrio na sua balança comercial agroalimentar é um país refém. A água não deve ser paga apenas por fundos agrícolas, mas por fundos da Segurança e Coesão.

Proposta: Investimento Blindado na “Água que Une”. A execução desta estratégia deve ter a mesma prioridade que um programa de investimento militar. É imperativo blindar financeiramente a construção de barragens, charcas e sistemas de reutilização, apostando no conhecimento e na eficiência.
Justificação: A água é o recurso geopolítico mais valioso do século XXI. Levar a água ao interior é a única forma de garantir a fixação de pessoas e empresas em territórios de baixa densidade. A água é a infraestrutura crítica que segura a população e garante a nossa soberania alimentar face a crises externas.
3. Os três modelos de produção: um “exército”produtivo completo

A visão liberal de Bruxelas foca-se apenas na competitividade financeira, favorecendo as grandes escalas. Mas a defesa do território exige uma ocupação total, que a grande agroindústria sozinha não consegue garantir, financiando a ocupação territorial pelo orçamento de Segurança e Coesão.

Proposta: Uma política que integre taticamente três “corpos” de agricultores

* Modelo Tecnológico: A “força de elite” da agricultura de maior escala e mais intensiva, que garante a competitividade externa e o equilíbrio da balança comercial.
* Modelo Territorial: A produção extensiva, que assume o papel de “guardiã” da paisagem e da biodiversidade.
* Modelo Familiar: a pequena agricultura tal com a “infantaria” da coesão.

Devemos apostar num estatuto de discriminação positiva, majorando apoios não apenas pela quantidade produzida, mas pela função de ocupação do território.
Justificação: Precisamos de todos. Sem os modelos territorial e familiar, as aldeias fecham e o território fica “indefeso” e vazio. O Estado deve pagar por essa presença física que garante a continuidade da nação em cada vale e serra.
4. Os jovens: o rejuvenescimento das fileiras

Com uma população agrícola envelhecida, com média de idades a rondar os 65 anos, enfrentamos um “inverno demográfico”. Junta-se a proposta de eliminar os pagamentos a agricultores na idade da reforma. Um sector sem jovens é um sector em colapso iminente, o que representa um risco de segurança interna.

Proposta: Mobilização Nacional. Assumir a meta de 20% de jovens agricultores até 2035 como um desígnio estratégico. Devemos garantir não só terra e crédito, mas a “logística” da vida: redes de creches, habitação e digitalização.
Justificação: A fixação de jovens no interior é a garantia de continuidade do Estado. Investir na sua instalação é investir na manutenção da soberania sobre o próprio território nas próximas décadas.
5. Floresta: A Proteção Civil Preventiva

A política atual falhou e a PAC pós-2027 tende a ignorar a floresta não produtiva. O resultado é o abandono, que transforma a paisagem num barril de pólvora, ameaçando populações e infraestruturas críticas.

Proposta: Remuneração de Segurança. Mudar radicalmente o paradigma. Quem gere a floresta, limpando e sequestrando carbono, deve receber um pagamento por serviços de ecossistema, por toda a externalidade positiva criada pela atividade. Para tal devemos utilizar fundos de Proteção Civil e Ambiente para pagar aos produtores florestais.
Justificação: Não é um subsídio agrícola; é o pagamento de um serviço de segurança pública. O agricultor florestal é o agente de proteção civil mais eficaz e barato que o Estado pode ter. Pagar-lhe é investir na prevenção de catástrofes.
6. Resiliência: O Escudo Financeiro do Capital Nacional

A volatilidade climática destrói capital fixo (pomares, infraestruturas) que demora anos a repor. Basta recorrer à infeliz memória recente. O sistema atual de seguros não se adequa à necessidade e o Estado responde tarde. Permitir a destruição deste capital é enfraquecer a economia nacional.

Proposta: Seguro Universal e Fundo de Catástrofes. Implementar seguros obrigatórios e um Fundo com ativação automática baseada na ciência (dados meteorológicos), focado em reconstruir imediatamente o potencial produtivo.
Justificação: Trata-se de proteger o “capital fixo” da nação. Garantir que, após um “ataque” climático, a capacidade produtiva do país é reposta de imediato, é uma questão de resiliência e segurança económica.
Não podemos aceitar que a agricultura seja tratada como o “parente pobre” do Orçamento Europeu. Ao reclassificarmos a agricultura como um pilar de Coesão e Defesa, legitimamos o uso de fundos mais robustos para o setor.

As propostas que aqui deixo nascem da convicção de que a agricultura é muito mais do que a produção de alimentos: é a ferramenta mais poderosa que temos para manter Portugal inteiro, coeso e soberano. Porque agricultura é Defesa! Cabe-nos a nós, agora, ter a coragem política de transformar esta visão em realidade.

Isto é na Universidade de Manchester

 

Isto não é numa madrassa, é na Universidade de Manchester. A Irmandade Muçulmana já manda nas Universidades inglesas? Isto é o resultado do trabalho de normalização do islamismo e das suas leis selvagens do século VII pela esquerda ocidental. O resultado de anos de encobrimento dos crimes dos islamitas, nomeadamente dos gangs de violadores, mas não só, também da apologia e normalização de uma cultura extremamente violenta como é a islamitas, por parte dos jornais, da BBC e das estruturas do governo inglês. Ainda ontem no Parlamento inglês, Starmer disse que não percebe porque é que os ingleses são contra os islamitas. Este Verão houve problemas nas regiões com edilidade islâmica porque proibiram haver bandeiras inglesas à vista para não ofender os islamitas... que é isto senão desequilíbrio mental? 


Quem paga ao Público para fazer a normalização do islamismo e, portanto da vida sob a sharia?

 


Trump sugere enviar congressistas muçulmanas que o interromperam “de volta para onde vieram”

Público

Durante a intervenção de Trump, na terça-feira, Tlaib, norte-americana de origem palestiniana, e Omar, norte-americana de origem somali, criticaram o Presidente enquanto este destacava a política de repressão rigorosa da imigração da sua Administração e as respectivas acções de fiscalização. Ambas fizeram-se ouvir durante o discurso para acusar Trump de “matar norte-americanos”, tendo Omar chamado o Presidente de “mentiroso”​​.
(...)
Numa publicação na sua Truth Social, na quarta-feira, Trump afirmou que as duas legisladoras “tinham os olhos esbugalhados e ensanguentados, como pessoas loucas, lunáticas, mentalmente perturbadas e doentes.
(...)
Durante o discurso de terça-feira, Trump acusou também comunidades somalis nos Estados Unidos de estarem envolvidas em fraude e afirmou que “piratas somalis” saquearam o estado do Minnesota, depois de, no início do mês, ter divulgado um vídeo racista com uma representação do ex-presidente Barack Obama e da sua mulher, Michelle Obama.

----------

Criticam Trump por ser racista e proto-ditador, ao mesmo tempo que defendem uma cultura muito pior que Trump, tanto no racismo, como na ideologia ditatorial teocrática.

São incapazes mentais que não vêem esta contradição nos termos, ou estão a pagamento?

Porque é que o islamismo é uma cultura ainda pior que Trump? São extremamente racistas contra todas as pessoas do planeta que não sejam muçulmanas e estão obrigadas, pelo livro do ódio, à jihad (guerra total) contra elas. Entre os mais de 50 países islamitas, há um ou dois que não são ditaduras ferozes. A cultura muçulmana é hiper-patriarcal e na maioria dos países muçulmanos as mulheres não têm direito a ser vistas como seres humanos. São coisas, propriedade dos homens como um carro ou um animal de estimação. Em muitos desses países não tratadas como escravas sexuais. A PEDOFILIA É LEGAL e a compra e venda de crianças para violar é legal e fomentada pelo Estado. Como é que isto é melhor que Trump?

Todo este artigo é enviesado e cheio de falácias: veja-se como refere que Trump acusou comunidades somalis de fraude e, em vez de esclarecer essa acusação, conclui dizendo, na mesma frase, que Trump publicou um vídeo racista do casal Obama. Porque é que não esclareceu o caso dos somalis do Minnesota? Porque é verdade. Roubaram milhões de dólares em subsídios para uma escola de acolhimento de crianças que nunca existiu. Sim, Trump foi e é racista, mas que tem isso que ver com a fraude ao Estado do Minnesota por parte da comunidade somali? Por ventura o racismo de Trump torna aceitável a fraude de milhões de dólares ao erário público? 

Independentemente das parvoíces que Trump escreve na Truth Social, e do racismo que mostra, também eu penso que as pessoas que defendem a importação do islamismo para o Ocidente, têm problemas de objectividade, pensamento racional e independente e equilíbrio mental. 

Se falamos de palestinianas e somalis (como é o caso) endoutrinadas desde pequenas para serem escravas de homens extremamente violentos que defendem uma lei dos primórdios da época medieval, ainda se percebe, mas se são pessoas educadas nas sociedade ocidentais, livres e habituadas ao exercícios de direitos humanos é difícil perceber a não ser como incapacidade mental de ajuizar as situações.

Vejamos, se estivessem a ler um livro sobre as práticas islamitas das sociedades do século VII, ficavam chocadas, assim como ficam chocadas (espero) quando lêem sobre a pedofilia e tráfico e escravidão sexual de Epstein, mas assim que lhes dizem que são os 'coitadinhos do Hamas', de repente acham normal e querem logo importar isto para as nossas sociedades. Que é isto senão um desequilíbrio mental? 

Ou, não sendo um desequilíbrio mental, é um serviço. E se é um serviço, perguntamos: quem é que está a pagar para que certos jornais de esquerda advoguem a normalização de uma cultura hiper-patriarcal com uma lei teocrática totalitária extremamente violenta, sobretudo para as mulheres e crianças como é a lei muçulmana da sharia?

Quem é o patrocinador desta endoutrinação?

February 25, 2026

#StandWithUkraine