Israelitas usam violência sexual para forçar saída de palestinianos da Cisjordânia
Inês Chaíça
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Israelitas usam violência sexual para forçar saída de palestinianos da Cisjordânia
É por isso que não se dá ao trabalho de pôr o nome de quem está a falar para sabermos quem é a pessoa e a que título fala na TV. Agora estão, um homem e uma mulher a fazer comentários, completamente desconhecidos, para mim. Não sei se são políticos, estudiosos, jornalistas, sapateiros...
Como já se sabe quem vai à 2ª volta não sei como vão encher o resto da noite com comentários.
Este é um artigo de propaganda, calculo que ao serviço da empresa dona da plataforma digital que quer vender aos alunos, como estratégia de resolver a falta de professores sem ter de a resolver de facto e lixando o desenvolvimento dos alunos, plataformas de IA para os fazer, desde muito cedo, drogados em avatares que pensem e trabalhem por eles. Toda a propaganda permeada com os habituais ataques aos professores que não querem mudar, que são todos soviéticos, que ensinam em vez de transformar tudo em jogos e piruetas, etc. Apresentam esta propaganda com frases de ser uma coisa fantástica que recebe o melhor prémio do mundo e transformam as escolas em lounges com sofás encarnados onde os alunos jogam videogames. E afinal quem dá o prémio? Olha, o Qatar, esse país financiador de terrorismo que trabalha activamente para a destruição das democracias de valores ocidentais para impor o Islão da sharia. Isto ocupa uma página inteira do Público - que não ponho aqui na totalidade porque me parece equivalente àquelas páginas de rabos do CM.
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Pedro Santa Clara lidera o Tumo, projecto que acaba de ganhar um prémio mundial: “O problema da educação é que os resultados são medíocres, caros e a escola recusa a mudar.”
“Temos na educação um sistema soviético de planeamento central que foi experimentado na URSS para produzir pão e não funcionou”
Parece uma escola, mas não é uma escola no sentido tradicional do termo. Uma plataforma com recurso a inteligência artificial (IA) acompanha cada aluno, regista os seus progressos e dá feedback a tutores de carne e osso. O Tumo Lisboa está instalado numa antiga fábrica do chamado Beato Innovation District. As salas de paredes de vidro, com vista para o rio Tejo, estão repletas de miúdos entre os 12 e os 18 anos. Numa estão a fazer videojogos. Noutra trabalham projectos de robótica. Num lounge de sofás vermelhos, vários concentram-se nos computadores que requisitaram mal entraram nas instalações, ouve-se música pop baixinho. Num estúdio um rapaz toca bateria. Recebe-nos o rosto do Tumo Portugal, Pedro Santa Clara, professor catedrático de Finanças na Nova SBE.
O homem que faz a pergunta aqui neste vídeo não tem a mínima noção de nada relativamente à gravidez e ao parto e ao seu papel de apoio não invasivo nem agressivo. É um egoísta idiota. Pior, como as mulheres da sua família sofreram para ter filhos, ele quer que a sua mulher também sofra, por tradição. É assim que vemos a mentalidade patriarcal no dia-a-dia. Este indivíduo está convencido que a sua voz é tão importante como a da mulher no que respeita à escolha de como fazer o parto.
Na China, só em 2017 se começou a discutir este assunto depois de uma mulher em trabalho de parto muito arriscado e doloroso ter sido impedida de fazer uma cesariana pelo marido e família e ter-se atirado da janela para a morte. Nem o seu pedido nem o do médico moveram a família. Passa pela cabeça de alguém a mulher sofrer o parto e ser o marido a decidir se pode ter cuidados médicos que impeçam a dor, o sofrimento e até o risco de via? Nenhum homem aceitaria que fosse a sua mulher a decidir se pode ter anestesia e outros cuidados médicos numa operação. Isto é uma aberração.
Hoje um artigo no Público normaliza os partos em casa e adianta que ajudava a tirar a pressão dos hospitais?! Quando se defende que são as grávidas a terem de correr os riscos para que os políticos não tenham de ser competentes no seu trabalho de gerir o SNS eficazmente, já estamos perdidos, não?
É evidente que ter bebés fora de ambiente hospitalar é um grande risco no caso, sempre possível, de haver um imprevisto, algo que corra mal. A gravidez de baixo risco não significa um parto de baixo risco. São coisas diferentes. Antes das pessoas terem os filhos em hospitais morria-se muito no parto: morriam os bebés e morriam as mães.
Nos EUA as mortes à nascença têm subido muito por conta da moda, lançada por influencers, de ter partos «naturais», em casa. Naturais... se precisares de tirar o dente do siso, não vás a um dentista, com anestesia e instrumentos esterilizados. Faz isso à antiga, ao natural: ele há-de sair e se não sair arranca-o à mão.