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February 26, 2026

Quem paga ao Público para fazer a normalização do islamismo e, portanto da vida sob a sharia?

 


Trump sugere enviar congressistas muçulmanas que o interromperam “de volta para onde vieram”

Público

Durante a intervenção de Trump, na terça-feira, Tlaib, norte-americana de origem palestiniana, e Omar, norte-americana de origem somali, criticaram o Presidente enquanto este destacava a política de repressão rigorosa da imigração da sua Administração e as respectivas acções de fiscalização. Ambas fizeram-se ouvir durante o discurso para acusar Trump de “matar norte-americanos”, tendo Omar chamado o Presidente de “mentiroso”​​.
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Numa publicação na sua Truth Social, na quarta-feira, Trump afirmou que as duas legisladoras “tinham os olhos esbugalhados e ensanguentados, como pessoas loucas, lunáticas, mentalmente perturbadas e doentes.
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Durante o discurso de terça-feira, Trump acusou também comunidades somalis nos Estados Unidos de estarem envolvidas em fraude e afirmou que “piratas somalis” saquearam o estado do Minnesota, depois de, no início do mês, ter divulgado um vídeo racista com uma representação do ex-presidente Barack Obama e da sua mulher, Michelle Obama.

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Criticam Trump por ser racista e proto-ditador, ao mesmo tempo que defendem uma cultura muito pior que Trump, tanto no racismo, como na ideologia ditatorial teocrática.

São incapazes mentais que não vêem esta contradição nos termos, ou estão a pagamento?

Porque é que o islamismo é uma cultura ainda pior que Trump? São extremamente racistas contra todas as pessoas do planeta que não sejam muçulmanas e estão obrigadas, pelo livro do ódio, à jihad (guerra total) contra elas. Entre os mais de 50 países islamitas, há um ou dois que não são ditaduras ferozes. A cultura muçulmana é hiper-patriarcal e na maioria dos países muçulmanos as mulheres não têm direito a ser vistas como seres humanos. São coisas, propriedade dos homens como um carro ou um animal de estimação. Em muitos desses países não tratadas como escravas sexuais. A PEDOFILIA É LEGAL e a compra e venda de crianças para violar é legal e fomentada pelo Estado. Como é que isto é melhor que Trump?

Todo este artigo é enviesado e cheio de falácias: veja-se como refere que Trump acusou comunidades somalis de fraude e, em vez de esclarecer essa acusação, conclui dizendo, na mesma frase, que Trump publicou um vídeo racista do casal Obama. Porque é que não esclareceu o caso dos somalis do Minnesota? Porque é verdade. Roubaram milhões de dólares em subsídios para uma escola de acolhimento de crianças que nunca existiu. Sim, Trump foi e é racista, mas que tem isso que ver com a fraude ao Estado do Minnesota por parte da comunidade somali? Por ventura o racismo de Trump torna aceitável a fraude de milhões de dólares ao erário público? 

Independentemente das parvoíces que Trump escreve na Truth Social, e do racismo que mostra, também eu penso que as pessoas que defendem a importação do islamismo para o Ocidente, têm problemas de objectividade, pensamento racional e independente e equilíbrio mental. 

Se falamos de palestinianas e somalis (como é o caso) endoutrinadas desde pequenas para serem escravas de homens extremamente violentos que defendem uma lei dos primórdios da época medieval, ainda se percebe, mas se são pessoas educadas nas sociedade ocidentais, livres e habituadas ao exercícios de direitos humanos é difícil perceber a não ser como incapacidade mental de ajuizar as situações.

Vejamos, se estivessem a ler um livro sobre as práticas islamitas das sociedades do século VII, ficavam chocadas, assim como ficam chocadas (espero) quando lêem sobre a pedofilia e tráfico e escravidão sexual de Epstein, mas assim que lhes dizem que são os 'coitadinhos do Hamas', de repente acham normal e querem logo importar isto para as nossas sociedades. Que é isto senão um desequilíbrio mental? 

Ou, não sendo um desequilíbrio mental, é um serviço. E se é um serviço, perguntamos: quem é que está a pagar para que certos jornais de esquerda advoguem a normalização de uma cultura hiper-patriarcal com uma lei teocrática totalitária extremamente violenta, sobretudo para as mulheres e crianças como é a lei muçulmana da sharia?

Quem é o patrocinador desta endoutrinação?

January 18, 2026

A RTP pensa que os seus comentadores são mundialmente conhecidos

 

É por isso que não se dá ao trabalho de pôr o nome de quem está a falar para sabermos quem é a pessoa e a que título fala na TV. Agora estão, um homem e uma mulher a fazer comentários, completamente desconhecidos, para mim. Não sei se são políticos, estudiosos, jornalistas, sapateiros... 

Como já se sabe quem vai à 2ª volta não sei como vão encher o resto da noite com comentários.

January 01, 2026

Não percebo este artigo do Público a tentar fazer desaparecer o elefante no meio da sala



Polícia australiana diz que não há provas de que os atacantes da praia de Bondi integravam “célula terrorista”

António Saraiva Lima

Conclusões preliminares da investigação ao ataque contra comunidade judaica de Sydney, que fez 15 mortos, sugerem que atiradores terão “actuado sozinhos” e não receberam treino nas Filipinas.

Dois dias depois do ataque que teve como alvo uma celebração judaica e que foi rotulado pelas autoridades australianas como “anti-semita”, a AFP revelou que os suspeitos, um pai e um filho, aparentavam ter sido inspirados pelo Daesh, tendo realizado uma viagem em Novembro, que durou cerca de um mês, a Mindanau, nas Filipinas, onde actuam células terroristas ligadas ao grupo islamista.

A cooperação com as autoridades filipinas e a análise de imagens captadas por sistemas de videovigilância daquele país ajudaram a AFP a afastar o cenário de pertença ou de treino com grupos organizados. Segundo Barrett, a polícia nacional das Filipinas diz que Naveed e Sajid Akram raramente saíram do hotel onde ficaram alojados, na região de Davao.

Ainda assim, a comissária da AFP fez questão de sublinhar: “Não estou a sugerir que eles estavam lá para fazer turismo”.

O acusado já tinha sido investigado em 2019 pelos serviços secretos da Austrália por alegadas ligações ao Daesh, mas deixou de ser monitorizado por falta de provas.


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Dois indivíduos, pai e filho (bela educação...) atacaram uma multidão numa reunião tradicional judaica com armas e tentaram matar o maior número possível de judeus aos gritos de Alauakebar. Um deles, o pai, já esteve sob investigação por suspeita de pertencer ao Daesch. Ambos, não sendo pessoas endinheiradas, viajaram para um hotel nas Filipinas (onde há grupos de terroristas islâmicos) e ficaram quase sempre dentro do hotel e o autor deste artigo frisa que, por isso, não pertenciam a uma célula terrorista. Ora, mesmo que isso fosse verdade, o que pode não ser (porque podem ter ido a uma formação para terroristas iniciantes que ocorreu no hotel, ou podem ter saído às escondidas, ou podem ter decidido começar uma célula terrorista na Austrália e ir lá aprender, ou podiam ter já o plano de matar os judeus naquele dia e ir lá aprender, etc.), em que é que isso muda os factos? Dois fanáticos islamitas levaram a cabo um ataque terrorista para eliminar o máximo de judeus possível numa altura em que sabiam que iam estar muitos concentrados num mesmo local (visaram e mataram crianças como é hábito dos islamitas terroristas) aos gritos de Alauakebar. Então, o que o artigo quer dizer é que, como não pertenciam a uma célula terrorista conhecida, isso torna o ataque justificável? Menos grave? Menos motivado por islamismo extremista? Sem relação com o Livro do Ódio? Este artigo destina-se a manipular a opinião pública dizendo que o islamismo não é um fonte de crimes terroristas de ódio religioso? Não percebo este artigo do Público a tentar fazer desaparecer o elefante no meio da sala que são os, quase diários, crimes de ódio de islamitas fanáticos, seja a judeus, a cristãos ou a raparigas e mulheres.

December 29, 2025

Quanto recebem de comissão para fazer propaganda a plataformas digitais?

 


Este é um artigo de propaganda, calculo que ao serviço da empresa dona da plataforma digital que quer vender aos alunos, como estratégia de resolver a falta de professores sem ter de a resolver de facto e lixando o desenvolvimento dos alunos, plataformas de IA para os fazer, desde muito cedo, drogados em avatares que pensem e trabalhem por eles. Toda a propaganda permeada com os habituais ataques aos professores que não querem mudar, que são todos soviéticos, que ensinam em vez de transformar tudo em jogos e piruetas, etc. Apresentam esta propaganda com frases de ser uma coisa fantástica que recebe o melhor prémio do mundo e transformam as escolas em lounges com sofás encarnados onde os alunos jogam videogames. E afinal quem dá o prémio? Olha, o Qatar, esse país financiador de terrorismo que trabalha activamente para a destruição das democracias de valores ocidentais para impor o Islão da sharia. Isto ocupa uma página inteira do Público - que não ponho aqui na totalidade porque me parece equivalente àquelas páginas de rabos do CM.

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Pedro Santa Clara lidera o Tumo, projecto que acaba de ganhar um prémio mundial: “O problema da educação é que os resultados são medíocres, caros e a escola recusa a mudar.”

“Temos na educação um sistema soviético de planeamento central que foi experimentado na URSS para produzir pão e não funcionou”
Parece uma escola, mas não é uma escola no sentido tradicional do termo. Uma plataforma com recurso a inteligência artificial (IA) acompanha cada aluno, regista os seus progressos e dá feedback a tutores de carne e osso. O Tumo Lisboa está instalado numa antiga fábrica do chamado Beato Innovation District. As salas de paredes de vidro, com vista para o rio Tejo, estão repletas de miúdos entre os 12 e os 18 anos. Numa estão a fazer videojogos. Noutra trabalham projectos de robótica. Num lounge de sofás vermelhos, vários concentram-se nos computadores que requisitaram mal entraram nas instalações, ouve-se música pop baixinho. Num estúdio um rapaz toca bateria. Recebe-nos o rosto do Tumo Portugal, Pedro Santa Clara, professor catedrático de Finanças na Nova SBE.

https://www.publico.pt/

 

December 07, 2025

A mentalidade prevalecente de tratar as mulheres como cidadãs de segunda classe

 

O homem que faz a pergunta aqui neste vídeo não tem a mínima noção de nada relativamente à gravidez e ao parto e ao seu papel de apoio não invasivo nem agressivo. É um egoísta idiota. Pior, como as mulheres da sua família sofreram para ter filhos, ele quer que a sua mulher também sofra, por tradição. É assim que vemos a mentalidade patriarcal no dia-a-dia. Este indivíduo está convencido que a sua voz é tão importante como a da mulher no que respeita à escolha de como fazer o parto. 

Na China, só em 2017 se começou a discutir este assunto depois de uma mulher em trabalho de parto muito arriscado e doloroso ter sido impedida de fazer uma cesariana pelo marido e família e ter-se atirado da janela para a morte. Nem o seu pedido nem o do médico moveram a família. Passa pela cabeça de alguém a mulher sofrer o parto e ser o marido a decidir se pode ter cuidados médicos que impeçam a dor, o sofrimento e até o risco de via? Nenhum homem aceitaria que fosse a sua mulher a decidir se pode ter anestesia e outros cuidados médicos numa operação. Isto é uma aberração.

Hoje um artigo no Público normaliza os partos em casa e adianta que ajudava a tirar a pressão dos hospitais?! Quando se defende que são as grávidas a terem de correr os riscos para que os políticos não tenham de ser competentes no seu trabalho de gerir o SNS eficazmente, já estamos perdidos, não? 

É evidente que ter bebés fora de ambiente hospitalar é um grande risco no caso, sempre possível, de haver um imprevisto, algo que corra mal. A gravidez de baixo risco não significa um parto de baixo risco. São coisas diferentes. Antes das pessoas terem os filhos em hospitais morria-se muito no parto: morriam os bebés e morriam as mães. 

Nos EUA as mortes à nascença têm subido muito por conta da moda, lançada por influencers, de ter partos «naturais», em casa. Naturais... se precisares de tirar o dente do siso, não vás a um dentista, com anestesia e instrumentos esterilizados. Faz isso à antiga, ao natural: ele há-de sair e se não sair arranca-o à mão.