January 31, 2026

🎯 Mesmo

 


Não há a noção de como isto é patético?

 

O que estão os aliados a fazer?

 



Enviaram para lá tropas com ajuda humanitária? Engenheiros e técnicos que ponham a electricidade a funcionar? Mísseis capazes de rebentar com todas as bases aéreas militares russas? O que estão a fazer? É que nem há notícias acerca disso. 

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@olgatokariuk

É chocante como há pouca cobertura sobre a catástrofe humanitária que se desenrola na Ucrânia devido à destruição da sua rede energética pela Rússia. 
Estão -20 °C lá fora e metade do país sofreu hoje um apagão total. 
Os comboios do metro deixaram de funcionar hoje em Kiev e Kharkiv. Há semanas que se verificam apagões contínuos, muitas vezes sem aquecimento nem água corrente nas casas das pessoas. 
As pessoas adoecem e morrem por causa disso. Enquanto isso, os russos riem e pedem mais ataques para punir a Ucrânia por sua relutância em se render. São ataques que afectam milhões de civis em meio ao inverno mais rigoroso em décadas. São crimes contra a humanidade que a Rússia está confiante de que vai conseguir escapar impune. Não podemos permitir que isso aconteça.

Ukraine ran out of Patriot missiles to intercept Russian ballistic…

 


😁

 



WEll, well, well

 

Educação: impor a mediocridade a todos


Este professora americana com mais de três décadas de experiência de ensino preocupa-se, como todos nós que estamos no ramo da educação escolar, com a degradação das capacidades e desenvolvimento cognitivos dos alunos que vêm sendo demonstradas a nível mundial há mais de duas décadas, de modo consistente e gradual, num vector negativo.

Ela sintetiza aqui os pontos principais do artigo de Jared HorvathWe Gave Students Laptops and Took Away Their Brains que acompanhou a publicação do seu livro, The Digital Delusion. Horvath mostra e explica o efeito devastador dos ecrãs no desenvolvimento cognitivo e linguístico das crianças e dos jovens e propõe algumas estratégias de reversão desse fenómeno.






Uma das estratégias que ele propõe dirige-se aos pais e consiste em aconselhá-los a desconfiar das «inovações» que os governos querem impor na educação e que em geral não passam de soluções fáceis como, vamos dar um tutor digital a cada um que é igual a apenas darem acesso a uma OpenAI qualquer, para problemas complexos, muitas vezes por cedência a lobbies de empresas tecnológicas - isto digo eu. 

Horvath propõe que essas inovações sejam sujeitas a escrutínio de evidências como em qualquer projecto científico - antes de fazerem dos filhos cobaias com intuitos economicistas, sem respeito nenhum pela educação, dignidade e projecto de vida autónoma dos alunos.

Há outras estratégias propostas: ler em papel, fazer anotações. O acto de anotar um texto, construir notas de um texto ou de uma discussão oral obriga a um trabalho complexo do cérebro que engloba quase todas as áreas do córtex, nomeadamente a tarefa de seleccionar a informação relevante, organizá-la conceptualmente, apresentá-la numa sequência lógica e pertinente, encadear raciocínios de modo lógico, utilizar o vocabulário adequado, etc. Estar a ler num ecrã dispensa todo esse trabalho e pôr uma plataforma de IA a fazer trabalho por si e a dar as respostas é uma burrificação de todas as potencialidades. É como dizer: não é preciso usares o teu pensamento que a IA faz isso por ti, deixa-o aí inerte ou usa-o para te divertires. Não é preciso pensares.

Ontem dei-me ao trabalho de ouvir um podcast, que é uma coisa que detesto porque não é possível passar por cima das gorduras das conversas como se faz num texto, pela razão de ter curiosidade no assunto e querer saber de novidades na área em questão: a inteligência. A tese da psiquiatria especialista é a de que uma pessoa inteligente e muito boa numa área tende a ser muito boa em muitas outras áreas, ao contrário do que em geral se intui. 

O estudo da inteligência ainda está na pré-história, ainda se baseia em teorias do início do século XX não desenvolvidas ou testadas e várias razões que ela apresenta para a sua tese não me convenceram porque fui capaz, não sendo nenhuma especialista no assunto, de pensar imediatamente em variáveis que não foram consideradas. 

Seja como for, o que me parece é que pessoas que são bastante boas numa área, em geral tendem a pensar que também serão boas em outras áreas só por serem inteligentes naquela, esquecendo que são bons na sua área porque têm conhecimentos sólidos e experiência. De maneira que quando tentam entrar em outras áreas, faltando-lhes os conhecimentos e a experiência cometem imensos erros, dos quais não se apercebem porque partem do pressuposto que a sua inteligência basta.

É assim que vemos governantes decidir sobre assuntos dos quais pouco ou nada sabem como se fossem peritos nessas áreas. Podia acontecer rodearem-se de peritos com provas dadas, mas não, rodeiam-se de 'peritos' da sua confiança política e em consonância com os seus interesses. 

No nosso país, o último ministro da educação que fez um trabalho com mérito foi o Roberto Carneiro - que nem sequer gostava de professores. Carneiro tinha respeito pela educação e embora a sua visão da educação tenha um fundamento cristão era virada para o futuro, aberta e pluralista, mas humanista, com respeito pela autonomia da pessoa e não uma manipulação tecnocrata e meramente pragmática de engenharia social como foi apanágio de todos os que se lhe seguiram, até aos dias de hoje. Nesse sentido, investiu na educação: na riqueza do currículo escolar e na na formação continua dos professores. O empobrecimento do currículo escolar foi decidido por Crato (os alunos só têm que saber português e matemática era o seu lema) que se julga um especialista em educação; a destruição da formação contínua dos professores e até da própria, iniciada pelo anterior ministro (caso típico de se pensar um ás em todas as áreas por ter tido sucesso como linguista), está agora em plena destruição por este ministro.

O actual ME, como os anteriores, porque são professores universitários com uma carreira de sucesso, convencem-se que também serão bons em outras áreas, nomeadamente a educação escolar, a psicologia do desenvolvimento, as estruturas cognitivas, os instrumentos digitais, etc. 
É assim que decidem com critérios economicistas sem pensar ou sequer perceber o impacto que as suas medidas de merceeiro terão no futuro das crianças e jovens, logo, do país. 

Mesmo quando todos os indícios e evidências desde há mais de 20 anos são consistentes a mostrar os efeitos negativos da educação com ecrãs no desenvolvimento da linguagem e capacidades cognitivas vão impô-lo e já começaram a chamar retrógrados aos que advertem sobre os seus perigos, irreversíveis, no desenvolvimento linguístico e cognitivo.

Copiam as priores práticas -como as de Inglaterra cuja educação está um desastre- em vez de olharem para a reversão deste erro em países que consistentemente estão à frente nos índices de competências e conhecimentos dos alunos, como Singapura, Suécia, Finlândia, China.

Se a associação de pais deste país fossem composta por pessoas interessadas na educação dos filhos em vez de sicofantas de ministros, adoptavas algumas das estratégias propostas por Horvath, de cada vez que um governo vem impor mediocridade ao sistema de educação, seja com tutores digitais, seja com empresas a colocarem a leccionar nas escolas pessoas que fizeram uma cadeira de qualquer coisa num curso de qualquer coisa.

Por exemplo, de cada vez que anunciam a imposição de mais tempo de ecrã, perguntar: 'essa medida já foi validada por evidências?'; 'há países que melhoraram o desempenho dos seus alunos nos testes internacionais depois de a adoptar?', 'há evidências de prejuízo no desenvolvimento dos alunos e na sua saúde mental?' etc. Não havendo respostas positivas não deixar que se faça dos alunos cobaias de experimentos economicistas que lhes estragam a vida a eles e o futuro a nós todos enquanto país. 

Americanos ajudam Putin a matar ucranianos de frio

 


Como não conseguem ganhar a guerra de maneira nenhuma, nem mesmo com bombardeios a hospitais, maternidades, prédios cheios de civis a dormir... estão a tentar matá-los com o frio. Os americanos ajudam.

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🇺🇸 Ajuda energética dos EUA à Ucrânia fica paralisada durante onda de frio intenso 🇺🇦
A ajuda energética dos EUA destinada à Ucrânia, avaliada em cerca de US$ 250 milhões segundo fontes da Reuters, continua sem ser liberada devido a confusão burocrática e disputas internas.
Uma crise que se agrava: a decisão da administração Trump de encerrar efetivamente a USAID deixou os fundos em limbo, enquanto a Ucrânia sofre com temperaturas abaixo de zero e ataques devastadores da Rússia à sua rede elétrica. | Reuters


January 30, 2026

86,677 é o número de pessoas assassinadas às ordens de Khamenei - por enquanto

 

A Rússia é um Estado terrorista e devia ser banida de todas as organizações internacionais

 

O governo e o ME interessa-se imenso pelos estudantes...

 

Não querem que lhes construam residências universitárias porque... vão eles construir... um dia... talvez... O governo e o ME interessa-se imenso pelos estudantes...


Ministério da Educação recusou plano para criar residência estudantil a custo zero

Expresso

Universidade Nova, o ISCTE e o Instituto Politécnico de Lisboa (IPL) apresentaram ao Governo, há três meses, uma proposta para a criação de uma residência de estudantes na antiga sede do Ministério da Educação, na Avenida 5 de Outubro, comprometendo-se a assumir, com fundos próprios, o valor das obras, que assim não seriam suportadas pelo Estado. Mas nunca tiveram resposta. E, na semana passada, foram surpreendidos com a decisão anunciada pelo Executivo de transformar aquele edifício na sede da Universidade Aberta, recebendo em troca o Palácio Ceia e outro imóvel adjacente onde esta instituição de ensino à distância atualmente funciona, junto ao Príncipe Real, que serão vendidos em hasta pública.

A proposta apresentada pelas três instituições de ensino superior, a que o Expresso teve acesso, previa a criação de uma residência estudantil com 453 camas, aproveitando o projeto de arquitetura que foi aprovado pela Câmara de Lisboa em agosto de 2023 e que custou aos cofres públicos €700 mil, que desse modo não seriam desperdiçados. Como o projeto já estava licenciado, a obra de reconversão estaria pronta a arrancar. Avaliada em €25,2 milhões, a empreitada seria suportada por um consórcio constituído pela UNL, ISCTE e IPL, com recurso a fundos próprios e a um empréstimo ao Banco Europeu de Investimentos. O Estado teria apenas de ceder o direito de superfície do edifício, desocupado há oito anos.

Ao Expresso, o reitor da Universidade Nova de Lisboa, Paulo Pereira, frisa que “o projeto dava resposta a uma necessidade real de criação de alojamento para estudantes na cidade”, já que as três instituições são frequentadas, em conjunto, por cerca de 50 mil alunos, mas dispõem de apenas 600 camas na capital.

“Contactámos investidores privados e desenhámos um projeto realista, sem custos para o Estado, mas infelizmente não tivemos nenhuma resposta. Pelo esforço que fizemos em prol de uma solução que seria útil para todos merecíamos pelo menos uma justificação”, critica a reitora do ISCTE, Lurdes Rodrigues. “Não podemos deixar de sentir que este projeto não foi visto pelo ministro da Educação com a atenção que deveria ter”, lamenta o presidente do IPL, António Belo.

Questionado pelo Expresso, o Ministério da Educação e da Ciência (MECI) não explica por que razão não deu resposta à proposta, mas alega, agora, que a conversão do edifício numa residência gerida por instituições de ensino supe­rior públicas “não teria sustentabilidade financeira” sem a utilização de fundos do PRR e culpa o Governo PS pelos atrasos que afirma terem impossibilitado o uso daquelas verbas para este fim.


Segundo o MECI, as instituições públicas recebem atualmente €132 por cama, valor que considera não ser compatível com os preços incluídos na proposta e que variavam entre os €250 e os €750 mensais. “A racionalidade económica desta proposta só poderia fazer sentido numa iniciativa privada”, argumenta.

Confrontados pelo Expresso com esta resposta, a Nova, o ISCTE e o IPL contrapõem: “As questões colocadas pelo ministro só podem ter origem em dúvidas resultantes de uma leitura superficial da proposta — dúvidas que po­diam ter sido esclarecidas em diálogo.”

As instituições salientam que a proposta, que previa uma compensação ao Estado pela cedência do imóvel, assentava numa parceria público-privada que disponibilizava camas a um valor muito inferior ao do mercado — mais de 200 camas a €250/mês, quartos com kitchenette a €400/€500 e sete suítes para professores estrangeiros a €750. O objetivo era “disponibilizar quartos acessíveis a estudantes que, mesmo não beneficiando de ação social, têm dificuldades económicas para pagar os preços do mercado”, sublinham, lamentando a “oportunidade perdida”.

Com esta decisão do Governo, o histórico edifício da 5 de Outubro virá a acolher a Universidade Aberta, instituição de ensino à distância atualmente dispersa por três instalações próprias e arrendadas e frequentada por 13 mil estudantes em cursos de licenciatura, mestrado e doutoramento em modo remoto. “Vamos ocupá-lo na íntegra, não só com a reitoria e serviços administrativos mas com estúdios digitais, laboratórios remotos, auditório para conferências e um polo dedicado ao acolhimento de empresas ligadas às tecnologias educativas. Finalmente, teremos instalações condignas”, congratula-se a reitora, Carla Oliveira, sem adiantar o valor das obras, que será assumido pela instituição.

Em troca da antiga sede do Ministério, a Universidade Aberta dará ao Estado €5,3 milhões e os dois edifícios que detém na capital, entre eles o Palácio Ceia, na Rua da Escola Politécnica. Ambos serão vendidos em hasta pública e a receita será “aplicada na disponibilização de soluções de habitação e em residências académicas”, desconhecendo-se quando, onde e em que moldes.

Cenas

 


Uma pessoa passa o dia num enorme stress por ter que ir fazer uma cirurgia pequena mas chata e já imagina injecções, facas, cozimento, idas ao hospital para mudar pensos e o diabo a nove e depois chega lá já com cara de sofrimento e o médico olha para aquilo, toca e diz, "olhe, isto desapareceu tudo completamente, não vai ser preciso fazer a cirurgia" 😀 adorei, adorei! Desapareceu o stress todo num segundo.


Ninguém percebe a falta de engajamento dos europeus na defesa aérea da Ucrânia

 

Não vêem o que lá se passa? E se vêm porque não agem?


Baby, I can see your halo

 




January 29, 2026

Enviesamentos

 

Quarta-feira, enquanto os alunos faziam teste aproveitei para ler este livrinho de Alexandre Koyré, Réflexions Sur Le Mensonge.

Alexandre Koyré foi um filósofo da ciência bastante importante. Um judeu nascido na Ucrânia no final do séc.XIX que teve uma vida itinerante pela Rússia, Alemanha, França, Egipto e EUA.

Formou-se em França e na Alemanha. Na Primeira Grande Guerra lutou na Rússia, diz-que como espião ao serviço de França. Esteve na Alemanha até ter que fugir do nazismo. Deu aulas na universidade do Cairo, depois voltou a França, foi para os EUA, onde conheceu Arendt e outros exilados, mas vinha frequentemente a França, onde morreu, em 1964.

Enfim, este livrinho de 50 páginas versa sobre a mentira. Em particular a mentira de Estado. A manipulação, a propaganda, o populismo. Estabelece a diferença entre a mentira na democracia e no Estado totalitário. Dá muitos exemplos de Hitler. Fala de regimes totalitários e de como se usam da mentira. Faz uma antropologia da mentira. 

O que me chamou a atenção foi ele não ter, nem uma única vez, referido o caso de Estaline e da URSS. Será que ele não o totalitarismo soviético? Com certeza que vê. Será que vê mas sendo judeu e tendo vivido a situação de ter de fugir da Alemanha e da França está preso a esse modelo de totalitarismo?

Como se explica este enviesamento por parte de alguém que tão bem conhece os sintomas do totalitarismo?

O factor ambiente pesa muito no enviesamento que por sua vez pesa muito no factor, «inteligência» enquanto capacidade de ver mais longe.

Isto não pode ser. A Europa tem de traduzir as palavras em actos

 

No que depender dos EUA a Rússia reina suprema

 




Totally missing the point

 

Mas a azia maior e indisfarçável foi ver Paulo Portas a declarar apoio a António José Seguro.

Até o Paulo Portas!". Cavaco e Marques Mendes ainda vá. Mas Portas, o populista pré-populismo, o homem que no tempo em que os animais falavam até começou o combate à subsidiodependência, hoje bandeira do Chega, como é possível?

Ângela Silva in https://expresso.pt/
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Ângela Silva destaca aqui, inconscientemente, o facto de a direita não pôr a gula pelo poder acima da preocupação com a democracia. Passa-lhe completamente ao lado que a esquerda, quando foi confrontada com a mesma questão, 'pomos a gula pelo poder acima da preocupação com a democracia e vamos juntar-nos à extrema-esquerda e à esquerda radical?', disseram sim sem hesitar a formaram a geringonça à esquerda. Pois agora, a direita, que podia fazer o mesmo -Ventura pede-o constantemente- mesmo aquela direita que a esquerda considera radical, como Portas, recusa-se a vender a democracia à gula pelo poder. Que isto sirva de ponto de partida de reflexão. A esquerda não foi capaz de desistir do poder quando foi a sua vez. Devia reflectir acerca da hipótese de estar comprometida, não com a democracia, mas com a sua narrativa ideológica. É também por isso que se manifesta e chora quando sofrem crianças da sua ideologia e celebra o sofrimento de outras se forem da ideologia de outra facção.

A comissão de cristãos substanciais

 

Queixa-se de Ventura falar contra estas práticas do Islão e não as querer cá. Eu também não quero. Não sei se fazem parte dessa comissão, aqueles que queria inscrever na Constituição (embora agora se insurjam contra mudanças na Constituição) que o lugar natural das mulheres é em casa a tratar dos maridos. Talvez seja por isso que defendem implicitamente, juntamente com a nova esquerda neo-colonialista, o ressurgimento desta cultura medieval. 


Isto é só rir




Comissão Nacional de Justiça e Paz contra “instrumentalização dos valores cristãos para fins políticos”

Organismo responsável pela divulgação da doutrina social da Igreja Católica considera ser “imperioso” rejeitar políticas que “destruam os laços sociais e gerem injustiças”.
(...)
Nesta quarta-feira, um grupo de católicos lançou um manifesto de apoio a António José Seguro nas eleições do dia 7 de Fevereiro, que qualificam como sendo o candidato que melhor responde aos valores cristãos da paz(...)

Natália Faria

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A Comissão Nacional de Justiça e Paz contra “instrumentalização dos valores cristãos para fins políticos” vem por este meio instrumentalizar os valores cristãos para fins políticos exigindo que nenhum cristão vote em Ventura. 

Quem se lembra de Mário Soares, numa campanha eleitoral, acusar Sá Carneiro de não ser um cristão verdadeiro por ser divorciado e andar com uma mulher sem ser casado com ela e, ao mesmo tempo, afirmar sobre si mesmo a virtude de ser casado e ir sempre à missa, todos os domingos, com a sua Maria, ponha a mão no ar 🙋.

Quem não se lembra de alguma vez a Comissão Nacional da Paz e Justiça cristãs ter aberto a boca para denunciar as injustiças e destruição dos laços sociais do governo de Sócrates ou de PPC ponha o braço no ar 🙋.

Quem não se lembra de alguma vez a Comissão Nacional da Paz e Justiça cristãs ter aberto a boca para denunciar as injustiças e destruição dos laços sociais dos padres pedófilos ponha o braço no ar  🙋.

Calculo que esta comissão seja composta dos tais «cristãos substanciais» que comungam à direita do Papi e têm lugar na 1ª plateia quando chegarem ao céu cristão.