September 28, 2026

Testemunhos



England's Seppuku

 

A Inglaterra pede ao povo para ser dócil, para tentar não saber e não falar dos muçulmanos que iam fazer mais um ataque terrorista para não ofender islamitas.

🎯 Os terroristas do Kremlin interpretam isto como um pedido de aproximação às suas exigências

 

Com o encontro entre Lavrov e Wadephul, o governo alemão volta a revelar a sua falta de estratégia e a sua auto-ilusão. O que considera uma iniciativa diplomática é interpretado pelo Kremlin como mais uma prova da fraqueza e da credulidade da Alemanha.

🎯

 

Sou contra terapias de conversão mas a terapia de conversão mais violenta e criminosa de todas é aquela que convence uma criança ou adolescente que está no corpo errado e que para ficar bem no corpo certo tem de mutilar-se, deixar de falar aos aos pais, à família, aos amigos e adoptar novas relações sociais com psiquiatras, médicos que o enchem de medicamentos perigosos ou até pornógrafos e pedófilos. Ao pé destas terapias de conversão, as conversas e rezas são histórias da carochinha.


Tenho a certeza que, se tivesse nascido nesta época andavam pessoas a convencer-me que estava no corpo errado. Em criança era aquilo que se chama maria-rapaz, só gostava de brincadeiras consideradas de rapaz; na escola, enquanto as minhas colegas faziam bolos nas aulas de trabalhos oficiciais eu trabalhava num torno de madeira na oficina dos rapazes, porque gostava muito de trabalhar a madeira. Em minha casa nunca houve bonecas, nem casinhas nem essas coisas. Havia livros e jogos de tabuleiro e, de resto, andávamos à solta, nos anos em que vivemos no campo. Eu e uma das minhas irmãs saíamos de casa de galochas logo de manhã e andávamos quilómetros à solta, subíamos às arvores altas para ver quem conseguia ir mais alto, entrávamos na ribeira e apanhávamos cobras para levar para as aulas de ciências. Íamos para a barragem pescar achigãs. As nossas brincadeiras eram sempre para ver quem era mais forte ou quem tinha mais coragem. 
Lembro-me de achar injusto certas profissões, de que gostava, serem só para rapazes. Tenho a certeza que, se tivesse nascido nesta época andavam pessoas a estragar-me a vida a tentar convencer-me que estava no corpo errado. (Embora com o meu feitio, é provável que os mandasse passear.) 

Muitos rapazes e raparigas crianças e adolescentes que a certa altura se sentem desconfortáveis com o corpo ou percebem que se sentem atraídos por pessoas do mesmo sexo ou que apenas se comportam de um modo que não corresponde ao seu estereótipo, acabam por mutilar-se e ficar com problemas mentais para a vida por causa do assédio de ideólogos trans, muito deles na fronteira com a mentalidade pedofila: médicos, psiquiatras, etc. que forçam as crianças a escolhas sexuais em idades em que a sexualidade é algo difuso e internalizado e adolescentes em idades de experimentação identitária.

Uma mulher iniciou um movimento

 

Este mulher foi barrada de um ginásio por se queixar contra a presença de um homem nos balneários a espreitar mulheres a despirem-se. De cada vez que se queixa de isso acontecer, que é todos os dias, é assediada pela segurança que protege os pervertidos. Agora iniciou um movimento de protesto e pressão para reverter as leis que retiraram segurança às raparigas e mulheres para permitir que pervertidos tenham o seu dia de gratificação sexual nos espaços das mulheres.

As mulheres têm de juntar-se e fazer grupos de pressão e grupos de vigilância. Uns para fazer mudar estas leis misóginas contra as mulheres e outros para impedir que raparigas e mulheres sejam ameaçadas, assediadas e violadas nos seus espaços por pervertidos que dizem ser mulheres.




 

«O género feminino é real e corresponde ao sexo, a feminilidade é irreal e corresponde ao género social»

 

🎯


Anna Maria Junus

Considero chocante que tantas pessoas — incluindo mulheres — pensem que é aceitável que os homens entrem nos vestiários femininos e vejam mulheres e raparigas nuas sem o seu consentimento, e que as mulheres e as raparigas não devam ter o direito de recusar tal situação e tenham de a aceitar.

 

🎯 inclusão

 

Nora Calder

«Inclusão» é uma palavra que estou sinceramente a começar a detestar; é usada como arma para eliminar limites legítimos. As exclusões existem por uma razão

Excluímos os adultos dos espaços infantis. As pessoas embriagadas de conduzir. Os espectadores do campo de jogo. As pessoas não qualificadas de certas profissões. E os homens dos espaços exclusivos para mulheres.

Uma fronteira não é ódio. A privacidade, a dignidade, a segurança e a justiça dependem da exclusão.


Inclusão ou submissão?

 

Se a vossa versão de «inclusão» exige que eu negue a realidade biológica, isso não é inclusão. É uma exigência de submissão. Declino. 

-Alex

 

O que Jeffrey Epstein sabia

 

Os predadores gravitam em torno de meninas de 10 a 16 anos.

As meninas nessa faixa etária são violadas a uma taxa quatro vezes maior do que a população em geral.

MORGAAN SINCLAIR, PH.D.

RAINN significa Rede Nacional contra Violação, Abuso e Incesto. Eles recolhem, analisam e relatam dados sobre abuso sexual de homens e mulheres de todas as idades. A versão resumida de uma enorme base de dados de informações mostra as suas informações, diretamente da RAINN:

Disparidades de género na violência sexual

Os dados da RAINN mostram que as mulheres têm uma taxa mais elevada de violência sexual do que os homens e os rapazes. Uma em cada seis mulheres nos EUA foi vítima de tentativa ou consumação de violação ao longo da vida. Meninas e mulheres jovens entre 10 e 16 anos têm quatro vezes mais chances do que a população em geral de serem vítimas de violência sexual. Um em cada 33 homens já sofreu tentativa ou consumação de violação sexual ao longo da vida, e uma em cada dez vítimas de violação sexual é do sexo masculino.

Então, o que temos aqui? Temos predadores sexuais incentivados a ir para uma ilha, que existe essencialmente fora da lei, onde podem violar mulheres nessa faixa etária — e com todas as pessoas dessa faixa etária, trata-se, no mínimo, de estupro de vulnerável — fora de qualquer alcance possível da lei.

Essa armadilha para extorquir controlo, acesso, dinheiro, influência e possível chantagem russa (Putin quase certamente envolvido) baseava-se no tráfico e exploração de meninas jovens. E Epstein montou o seu «estábulo» de meninas exactamente na faixa etária que mais atrai predadores, que estão interessados em duas coisas: sexo e obediência, exatamente o que Andrew Tate diz que lhe é devido. E Epstein, que controlava totalmente essas meninas, fornecia ambas as coisas.


Testemunhos





Diana Alastair 💚🤍💜 ⚢ ❌❌✡️ 

Em 12 de abril de 2022, uma mulher em crise foi internada na Eden Ward, a unidade psiquiátrica de segurança do Lambeth Hospital, em Londres. Como se identificava como homem, foi colocada numa enfermaria exclusivamente masculina.

Como era evidentemente uma mulher, deveria ter ficado sob observação individual permanente (1:1) para sua própria proteção, mas a unidade tinha falta de pessoal.

A mulher trans foi imediatamente identificada pelos outros doentes da enfermaria, que começaram a questioná-la sobre o seu sexo. Assustada com a atenção e, talvez, apercebendo-se do perigo em que tinha sido colocada, tentou refugiar-se noutra sala. Foi seguida por um homem chamado Davointe Thomas, que a imobilizou e a violou.

Enquanto a agressão estava a decorrer, um membro do pessoal entrou na sala e viu Davointe Thomas com as calças descidas.

Apesar disso, o NHS fez tudo o que estava ao seu alcance para encobrir a agressão, retendo ativamente informações e registos essenciais às autoridades policiais, apesar de ter recebido mais de 30 pedidos diretos de informação.

Como consequência, o principal agressor, Davointe Thomas, só foi interrogado pela polícia em outubro de 2022, seis meses depois do ataque, e um segundo doente, que era inocente, foi levado a julgamento como cúmplice.

A verdadeira dimensão do alegado encobrimento só foi revelada durante o próprio julgamento, realizado em maio de 2026, altura em que o alegado cúmplice foi absolvido de todas as acusações.

Davointe Thomas foi condenado por violação e recebeu do juiz uma ordem de internamento hospitalar por tempo indeterminado.

Nenhum membro do pessoal ou dirigente do NHS foi despedido ou obrigado a demitir-se na sequência do incidente.

No Canadá, 94% dos trans que se dizem mulheres em prisões femininas só ficaram trans depois de condenados


Depois violam as mulheres. O Canadá de Carney é um dos países mais estúpidos e misóginos, depois da Inglaterra e da Austrália, onde a nova-esquerda alinha com homens para apagar mulheres, e a polícia e a justiça estão metidos nisto.

Usar miúdos como cobaias



Perguntei ao INFARMED o que sabe sobre o uso de bloqueadores e hormonas em crianças e adolescentes.

BLOQUEADORES E HORMONAS EM MENORES: O QUE DIZ O INFARMED 

Francisca Silva Zacarias 
Directora da Genspect Portugal 

Portugal está a discutir no Parlamento se menores com incongruência ou disforia de género devem poder receber bloqueadores da puberdade - substâncias que suprimem a produção de hormonas sexuais e que são também utilizadas na castração química de ofensores sexuais - e hormonas do sexo oposto.
Há projetos de lei, pareceres, médicos a defender estas intervenções e médicos a pedir a sua restrição. Há associações que as apresentam como cuidados de saúde indispensáveis e outras que questionam a qualidade da evidência que as sustenta.
No meio de toda esta discussão, resolvi fazer uma pergunta bastante mais elementar: o que sabe o Infarmed sobre a utilização destes medicamentos em menores portugueses para esta finalidade?
Em junho, ao abrigo da Lei de Acesso aos Documentos Administrativos, pedi ao Infarmed os documentos que tivesse na sua posse relativos à utilização, em menores, de análogos da GnRH — os chamados bloqueadores da puberdade —, testosterona e estradiol no contexto da incongruência ou disforia de género. Depois de uma queixa à Comissão de Acesso aos Documentos Administrativos por falta de resposta dentro do prazo, o Infarmed respondeu. E a resposta merece atenção.
O Infarmed informou que não existem medicamentos autorizados em Portugal com indicação específica para incongruência ou disforia de género e que, por esse motivo, não dispõe de pareceres técnicos de avaliação desses medicamentos para essa indicação.
Informou ainda que não foram concedidas autorizações de utilização especial para doentes específicos para esta finalidade.
Mais importante: o Infarmed declarou que não elaborou relatórios de farmacovigilância, relatórios ou notas de segurança, nem outros documentos administrativos específicos sobre a utilização destes medicamentos em menores neste contexto. E também não emitiu orientações clínicas sobre a matéria, remetendo essa competência para a Direção-Geral da Saúde.
A pergunta que se impõe: quando medicamentos são utilizados em menores para uma indicação não autorizada, numa área clínica onde a própria Ordem dos Médicos reconhece limitações importantes na evidência disponível, onde está a avaliação sistemática portuguesa dessa utilização? O Infarmed não a tem.
Isto torna-se ainda mais relevante quando olhamos para aquilo que sabemos sobre a prática clínica portuguesa.
No parecer enviado ao Parlamento, a Ordem dos Médicos refere que, em 2025, existiam 120 adolescentes sob tratamento farmacológico nas três unidades consideradas: 41 recebiam análogos da GnRH, 50 terapêutica hormonal isolada e 29 terapêutica combinada. Portanto, não estamos perante uma discussão hipotética. Há adolescentes portugueses a receber estes medicamentos. No entanto, saber que são 120 não resolve o problema.
Um comentário crítico posteriormente subscrito por 52 médicos chamou precisamente a atenção para aquilo que esses números não nos dizem. O levantamento é agregado. Não fornece, entre outros elementos, a distribuição por idade e sexo, o estádio pubertário, os critérios de indicação terapêutica, as comorbilidades, a duração da avaliação antes do tratamento, os eventos adversos, as descontinuações, o arrependimento ou os resultados clínicos. Como esses médicos resumem de forma bastante simples, contar casos não equivale a avaliar qualidade clínica.
E há ainda outra razão para termos cuidado com estes números. Os 120 casos referem-se aos adolescentes sob tratamento farmacológico em três unidades públicas. Isso não significa necessariamente que correspondam à totalidade da exposição a estas substâncias em Portugal. Ficaram a faltar as restantes unidades públicas não contempladas, além das unidades privadas que também prescrevem estes fármacos. E mais, já existem estudos portugueses que mostram que o percurso real das pessoas que procuram estes tratamentos nem sempre começa dentro dos serviços formais de saúde.
Num estudo português publicado em 2022, realizado numa consulta especializada e envolvendo 114 pessoas com disforia de género, 13,2% encontravam-se automedicadas no momento da primeira consulta. Os autores referiram explicitamente uma proporção elevada de automedicação e indicaram a internet e o mercado paralelo como fontes dos medicamentos.
Um estudo posterior sobre terapêutica hormonal em adultos trans em Portugal encontrou novamente este fenómeno. Entre 142 participantes, 8,5% afirmaram ter obtido inicialmente a terapêutica hormonal sem receita médica; entre os participantes em terapêutica feminizante, a proporção ascendia a 22%. O mesmo estudo encontrou dificuldades importantes no acesso aos cuidados e concluiu que um número relevante de participantes obtinha medicação sem consultar profissionais de saúde.
Estes estudos são sobre populações adultas e não permitem afirmar que adolescentes portugueses estejam a automedicar-se nas mesmas proporções. Mas demonstram uma coisa que não podemos ignorar: em Portugal existe utilização de hormonas relacionada com transição fora dos percursos clínicos formais, como já foi, até, noticiado pelo The Guardian (https://www.theguardian.com/.../cross-sex-hormones...).
Este tema está longe de ser esclarecido. A própria Ordem dos Médicos reconhece no seu parecer que a evidência científica relativa às intervenções médicas em adolescentes com incongruência ou disforia de género tem limitações metodológicas, que a evidência relativa aos benefícios psicológicos dos bloqueadores permanece limitada e de baixa certeza e que a literatura sobre terapêutica hormonal em adolescentes é metodologicamente limitada. Perante elevada certeza de benefício, poderíamos discutir quanto escrutínio adicional seria proporcional. Perante baixa certeza, a conclusão deveria ser precisamente a inversa. precisamos de saber mais sobre aquilo que estamos a fazer:
Quem são os adolescentes tratados em Portugal? Qual a idade de início? Qual o diagnóstico? Que comorbilidades apresentam? Quanto tempo são avaliados antes de iniciar tratamento? Quantos passam dos bloqueadores para hormonas sexuais? Quantos interrompem? Que efeitos adversos são registados? Que acontece à saúde mental? Que acontece à saúde óssea? Como é avaliada a função sexual e reprodutiva a longo prazo? Que resultados justificam considerar a intervenção bem-sucedida? E quantos jovens poderão estar a obter estas substâncias fora das unidades que aparecem nas estatísticas oficiais?
Estas não são perguntas ideológicas. São perguntas de farmacovigilância, medicina baseada na evidência e saúde pública. É precisamente por isso que a Genspect Portugal vai continuar a fazê-las.
https://observador.pt/.../bloqueadores-e-hormonas-em.../

Os homens que dizem ser mulheres são pacíficos e só querem viver em paz

 

Este aqui assaltou o padrasto, tirou-lhe um olho, rasgou-lhe a orelha à dentada, e tentou violá-lo. O padastro atirou-se de um 3º andar para lhe escapar. O homem que diz ser mulher só quer a paz mas o pai não usou o pronome certo... É claro que as raparigas e as mulheres querem muito incluir este homem que diz ser mulher na sua casa-de-banho e nos balneários e, quem sabe, a fazer de babysitter dos seus filhos.

Testemunhos




O suíço Chris Brönimann, que tentou viver como mulher durante cerca de 30 anos:

─ O que não daria eu para recuperar o meu corpo saudável de antes da cirurgia, nem que fosse só por um dia. Um dia assim nunca mais voltará a acontecer.

─ Aos 19 anos, conheci uma mulher «trans» e, influenciado por ela, pensei: «Se me tornar mulher, também serei feliz.» Foi uma ilusão fatal.

─ Primeiro a televisão suíça, depois todas as organizações LGBT começaram a cobrir a minha história dia e noite. Estava quase a ser transformado num «modelo a seguir para a comunidade LGBT».

─ Na altura, acreditava que estava a fazer a coisa certa. Pensava que estava a sensibilizar as pessoas para a tolerância e o respeito pelas pessoas com histórias trans. Acreditava que mostrar ao mundo como ele é colorido e diversificado era a minha missão.

─ Fiz 16 cirurgias, passei por inúmeras complicações, mas isso nunca foi verdadeiramente questionado com um «Porquê?» ou «O que é que correu mal aqui, exatamente?»

─ Na verdade, servi uma ilusão e vendi uma ilusão ao mesmo tempo. Hoje, sinto-me verdadeiramente envergonhada por isso.

─ Em vez da libertação que esperava, senti-me ainda mais presa. Eles compreendiam-me ainda menos e eu lidava ainda pior, mental e psicologicamente, comigo própria. Foi tão extremo que tive de ser hospitalizada várias vezes e, em 2006, pensando que já não aguentava mais, quis pôr fim à minha vida. Tudo isto aconteceu após o processo de transição.

─ A destransição (voltar atrás) é muito mais difícil do que a transição. Temos um sistema médico supostamente bem-sucedido e abrangente que incentiva o processo de transição e oferece às pessoas toda a gama de opções. Mas, quando se trata de voltar atrás, esse mesmo sistema médico desaparece. Os mesmos médicos já não estão lá e não querem ajudar-te.

─ Vivi como «mulher trans» durante quase 30 anos e utilizo hormonas de género há mais de 30 anos. Os jovens não sabem o que isso significa, que tipo de efeitos tem. Estamos a falar de crianças e jovens. Eles precisam de ser protegidos.

─ Não vou ficar calado. Sim, estou a atrair toda a ira dos ativistas «trans». Recebo mensagens de ódio, ameaças de morte. Porquê? Simplesmente porque quero que todos estejamos cientes de todas as consequências desta loucura.


Como é que o Brasil chegou aqui?



Em terreno favorável, campanha de Lula pede vitória já na primeira volta

A uma semana da primeira volta das eleições presidenciais, as sondagens mantêm o cenário de incerteza. Em São Luís, apoiantes do PT quiseram mostrar-se presentes e optimistas na reeleição.
https://www.publico.pt

-------

 Há tantos anos reduzidos a dois candidatos. Um louco da extrema-direita evangelista e um esclerosado de 80 anos, da extrema-esquerda putineira, com uma ganância de poder imensa, que desde 1989 que concorre para ser Presidente, que já lá esteve uma dúzia de anos e ainda quer mais.

O Brasil tem mais de 200 milhões de habitantes e só existem estes dois estafermos para liderar o país? Como é que o Brasil chegou aqui? E o povo aceita este estado do coisas como se fosse normal.


Famílias paquistanesas em sistemas de escravatura desde o século XIX

Os trabalhadores carecem frequentemente de documentos, educação, competências alternativas ou locais seguros para onde ir. As mulheres e as raparigas enfrentam riscos acrescidos de abuso sexual ou casamento forçado como «recompensa».

No Paquistão, poucos se preocupam com estas famílias. Muitas vezes, é preciso que europeus e americanos venham para ajudar a resgatar as famílias da escravatura.

Tal como a Marinha Britânica travou uma guerra contra os traficantes de escravos de todas as nacionalidades após 1808, capturando 1600 navios negreiros e libertando 150 000 escravos.

 

A 'liberdade' do hijab

 

Estás doente e vais ao médico mas não tens a merde do pano na cabeça e ninguém te atende porque a tua submissão é o que importa, não a tua pessoa e a tua vida. 

Um doc. em duas partes dos protestos do Irão entre 28/12/25 e 7 de Janeiro de 26

 

Pezeshkian subiu ao palco na ONU e afirmou que as pessoas que saíram às ruas nos dias 8 e 9 de janeiro eram agentes armados do Mossad. Alguém devia ter passado estes vídeos na cara dele e dos outros pedófilos da República Islamofascista do Irão