July 08, 2026

Palavras que envelheceram muito mal


Ditas seis meses antes da confirmação (porque já o sabíamos) do milhão e trezentos mil imigrantes que Costa fez entrar ilegalmente no país - cerca de 300 mil são islamitas.

 


Desinformação em 2025 centrou-se na imigração e visou sobretudo muçulmanos

Gustavo Cardoso menciona ainda a “ideia de substituição demográfica pelos imigrantes e a consequente perda da identidade portuguesa” enquanto narrativas construídas a partir de episódios reais, como as questões do Martim Moniz.
CNN
------

📷: Filipe Amorim, Agência Lusa

Cerca de cinco mil muçulmanos, vestidos a rigor, reuniram-se este domingo de manhã em Lisboa para celebrar o fim do Ramadão, um momento sagrado, que foi marcado por cânticos, oração, convívio, partilha e muitas fotografias. 

O Eid al-Fitr, a celebração que assinala o fim do mês sagrado islâmico, que durante 30 dias obriga a fazer jejum entre o amanhecer e o anoitecer, começa com uma oração comunitária, realizada em mesquitas ou em espaços abertos, reunindo toda a comunidade. Em Lisboa, onde se estima viverem cerca de 15 mil muçulmanos, estavam previstas orações para a Praça do Martim Moniz e para a Alameda, além das habituais na Mesquita Central.

Para Akiful Hasam, residente em Portugal há alguns anos, este é um país “bom para o islamismo”, onde não sente obstáculos à sua liberdade religiosa e à sua “celebração”, embora reconheça que os espaços existentes são já exíguos para a população residente. A mesma ideia tem Mohammed Chowdhury, presidente da mesquita Alameda Jame Masjid, segundo o qual a comunidade muçulmana é cada vez maior, congregando fiéis de várias partes do mundo residentes em Portugal, do Bangladesh à Índia, passando pelo Paquistão e Marrocos, entre muitos outros países. 👉 


Canadá

 


Maiores destruidores de cultura? Comunistas e islamitas

 

Querem que o mundo comece com eles para que ninguém se lembre de como havia beleza, prosperidade e esperança. Este rapaz chinês comove-se por ver artefactos chineses antigos. durante a Revolução Cultural o partido comunista chinês destrui uma grande parte da História chinesa.

S.P.Q.R. by Mary Beard

 


Mary Beard é uma professora de 71 anos que estuda romanos mortos e recebeu ameaças de violação por falar em público. A sua resposta: Escrever um livro que prova que há 3.000 anos que calam as mulheres.

Mary Beard é professora de clássicos em Cambridge. Passa os dias a estudar o Império Romano – uma civilização que desmoronou há mil e quinhentos anos. Durante a maior parte da sua carreira, isso significou artigos acadêmicos lidos por outros especialistas, palestras para estudantes, pesquisa silenciosa em bibliotecas.

Depois começou a aparecer na televisão.

Nos anos 2000, Mary começou a apresentar documentários da BBC sobre a Roma antiga. Ela era brilhante, acessível, divertida. Fazia a história de dois mil anos atrás relevante e viva.

Mary tinha cinquenta e poucos anos, cabelo comprido e cinzento, um buraco característico entre os dentes e zero interesse em se ajustar aos padrões de beleza. Vestia-se casualmente. Não usava maquilhagem. Parecia professora, não modelo.

E a internet perdeu a cabeça.

Os comentários foram cruéis: era "feia demais" para a TV. Devia "ficar na biblioteca". Um espectador disse que tinha "cara para rádio". Quando Mary falava de política ou de questões contemporâneas — coisas que os intelectuais públicos homens fazem constantemente sem controvérsia — a reacção intensificou-se.

Recebeu ameaças de violação. Ameaças de morte. Descrições gráficas da violência que desconhecidos queriam infligir-lhe por ter opiniões sendo uma mulher visível.

Em 2013, depois que Mary apareceu em um programa da BBC discutindo sobre imigração, um homem tuitou que gostaria de ver seus genitais mutilados. Foi processado, mas o padrão continuou: sempre que Mary falava em público, uma torrente de abuso misógino a seguia.

A maioria das pessoas ter-se-ia aposentado. Teria apagado as redes sociais. Teria parado de aparecer em público.

Mary fez o oposto. Começou a estudar a razão de isso estava acontecendo. Não psicologicamente — não é terapeuta para analisar cada troll — mas historicamente. Estruturalmente. Usando as mesmas ferramentas que tinha aplicado ao estudo da Roma antiga durante décadas.

O que ela descobriu foi que esse padrão de silenciar as mulheres não é moderno. É antigo. Muito antigo.

Em 2014, deu uma palestra intitulada A voz pública das mulheres. Em 2017 expandiu-a num pequeno livro: Mulheres e Poder: Um Manifesto. Apenas 115 páginas. Mas traçam três mil anos de evidências que mostram que as mulheres foram sistematicamente excluídas da autoridade pública desde o início da civilização ocidental.

Mary começa com a Odisseia de Homero — escrita no ano 700 a.C. No início da história, Penélope desce as escadas para pedir a um bardo que pare de cantar uma canção porque a entristece. Seu filho Telémaco — que é um muito jovem um adulto — diz-lhe: "Mãe, volte para cima e cuide das suas próprias tarefas... O discurso será coisa dos homens."
Esta é literalmente uma das primeiras cenas da literatura ocidental: um homem mandando uma mulher calar-se e voltar ao trabalho feminino.

Mary rastreia este padrão por 3 mil anos. Mulheres romanas que falavam em público eram descritas como "latindo" — sons de animais, não linguagem humana. Quando tentavam falar no Fórum, eram retiradas fisicamente.

Mulheres medievais que reclamavam autoridade religiosa eram rotuladas de bruxas.

O padrão é consistente: as mulheres são bem-vindas a ter influência privada, a sussurrar conselhos a homens poderosos, a trabalhar nos bastidores. Mas a autoridade pública — o poder de falar, de mandar, de tomar decisões — foi codificada como masculino desde a Odisseia.

O argumento de Mary não é que as mulheres tenham sido completamente excluídas do poder. É que o próprio poder foi definido de maneiras que fazem a autoridade feminina parecer anti-natural, errada. Mesmo quando as mulheres alcançam posições de autoridade, enfrentam pressão constante para se ajustarem. Líderes homens são apenas líderes. Líderes mulheres navegam por laços duplos impossíveis.

A própria experiência de Mary prova sua tese. É uma das maiores especialistas mundiais na Roma antiga. Publicou dezenas de livros. É professora em Cambridge. As suas credenciais são inquestionáveis, mas quando se tornou publicamente visível, a resposta não foi o debate com suas ideias. Foram ataques à sua aparência, à sua idade, ao seu direito de falar.

Desconhecidos disseram-lhe que era muito feia para a televisão — uma crítica que nunca é feita a historiadores homens com credenciais muito menores. Quando discutia política, recebia ameaças de estupro — ameaças projectadas especificamente para silenciá-la.

Este é o padrão que Mary rastreou durante três mil anos, e experimentou isso na sua própria carne. A sua resposta não foi desistir. Foi demonstrar que esse mecanismo de silenciamento sempre existiu, que antecede a internet por milênios.

Quando você achava que a história não podia ficar mais chocante, Mary Beard descobriu na Roma antiga insultos que a ligam directamente ao que acontece hoje no Twitter - agora X. Descobriu que o discurso político violento da Roma Antiga é muito parecido com o actual X. 

E escreveu um pequeno livro dessa história da Roma Antiga:  S.P.Q.R.


Porque é que alguém chama a isto 'care'?

 

Cirurgia plástica radical não transforma homens em mulheres nem o oposto. Cria uma máscara exterior e uma confusão interna. Os bloqueadores de puberdade não são interruptores que se desligam e depois ligam quando apetece. Outra coisa diferente é a pessoa não se sentir bem na sua pele de homem ou de mulher. Isso é uma coisa do foro psicológico.

O Ex-Muçulmano Jihadi Walid Shoebat em entrevista

 

É bom que Portugal se prepare para isto

 

Agora que temos aqui, de repente, 300 mil islamitas. Em todos os países onde há grandes massas de imigrantes islamitas há gangs etno-religiosos dedicados à violação e à escravidão sexual das raparigas dos países para onde emigram. Inglaterra, Suécia, Áustria, Holanda, Bélgica, França, Austrália, Canadá... São culturas etno-religiosas com uma visão tão opressiva, violenta e degradante das mulheres que não é possível que se integrem nos valores europeus e respeitem a igualdade de direitos entre homens e mulheres. Não podemos seguir a Inglaterra e outros países europeus nesta desgraça que tem sido a assimilação reversa: em vez dos imigrantes islamitas se integrarem nos valores das sociedades europeias, são estas que se deixam islamizar. Por medo de serem chamados racistas. Não podemos deixar que as Naz Shahs do rectângulo digam, como ela disse em tempos, «Essas raparigas vítimas de abuso em Rotherham e noutros locais precisam de calar a boca. A bem da diversidade.» Ora, estes crimes não têm nada que ver com diversidade. Pelo contrário, são uma demonstração, pela força, da intolerância à diversidade por parte dessas culturas etno-religiosas de misogina extrema. E é preciso mudar a lei para podermos expulsar daqui aqueles que vêm para o crime e a assimilação reversa.


Polícia inglesa: bora atacar as vítimas e deixar os atacantes em paz

 


A Inglaterra está perdida e nós somos a seguir

 


E nós somos a seguir. Aqui estes indivíduo, bem ou mal, não interessa para o caso, vai para uma praça denunciar o apartheid típico da religião islâmica que importámos ao deixar entrar essa cultura-etno-religiosa de extrema misoginia. Aparece a polícia a restringir os movimentos dele e apoiar um homem que se lhe dirige em inglês e lhe diz, em inglês, que é proibido ele estar ali e a polícia obedece ao que esse estrangeiro manda e começa a mentir e a dizer que o lugar está vedado.... 

Independentemente do discurso deste Afonso que descamba para a demagogia, ele tem razão em denunciar a situação. Se toleramos isto por ser 'a sua cultura' como grita uma das mulheres, a seguir toleramos a pedofilia que também é a sua cultura. A polícia já começa a fazer cá o que faz em Inglaterra: assedia os nacionais para proteger ideologias totalitárias extremistas. 

 

Impõr-se até à assimilação reversa

 


Assimilação reversa

 


Caso alguém pense que os homens que se dizem mulheres dantes eram menos agressivos

 

Diana Alastair

Caso alguém pense que a comunidade trans costumava ser diferente, permitam-me apresentar esta carta de 1977, escrita por um homem que afirma que ele e outros «transexuais» são superiores às «gennys», um termo pejorativo que ele dirigia às «mulheres genéticas».


 

'Linguagem inclusiva' é o quê?

 

É a imposição de ter de se aceitar substituir a realidade objectiva pelas emoções individuais de outros, sem sequer ter o direito de contestar essa perspectiva. Obrigar alguém a dizer que os homens engravidam porque uma mulher que diz sentir-se homem engravidou é imposição de uma falsa realidade que se apresenta como reduzida à linguagem. 

Na verdade, o facto de uma mulher que diz sentir-se homem engravidar, não prova que os homens engravidam, prova sim que ela é e continua a ser uma mulher. Apesar de ter emoções incongruentes com a realidade biológica do seu corpo.


Geringonças que agora se vendem muito

 

Porque é que há procura? Porque há agressões dentro das casas-de-banho das mulheres desde que os homens têm autorização de lá entrar.

Coisas inacreditáveis



"Testosterone [begun on my 14th birthday] enlarged my clitoris to the point that it constantly chafes against clothing. 

Five years after stopping testosterone, the pain has never subsided. 

"I structure my wardrobe, movement, and daily life around avoiding physical discomfort. My remaining option would be an invasive corrective surgery that carries the risk of permanently destroying sexual sensation altogether. "This was presented to me as healthcare." 
Detransitioner Claire Abernathy. Link below to her full story.


Em Inglaterra o Parlamento aprovou testes de bloqueadores de puberdade usando crianças de 10 anos como cobaias.

A Inglaterra está perdida

 


Se não acreditas em Deus, para quê perder tanto tempo com isso?

 


Penso que não devemos arranjar subterfúgios para proibir burkas, niqabs e mesmo hijabs

 

Sim, é uma questão de segurança, mas é mais do que isso. São modos de desumanizar as mulheres, calá-las, objectificá-las e persegui-las. Não tem nada que ver com tolerância de religião ou de costumes. Não é um costume, uma preferência de moda. É um cartaz e todos percebemos, quando vemos uma mulher com esses instrumentos de subjugação, que aquela mulher é uma pessoa com dono. É como permitir que se use uma coleira de escravo ao pescoço ou proibi-la por pôr em risco a saúde da pessoa, como medo de dizer o óbvio: não toleramos a escravidão nem os seus símbolos. Temos de assumir os nossos valores com clareza e assertividade e repudiar aqueles que são, não uma opção diferente mas a sua negação. Quem não gosta que as mulheres tenham direitos iguais, não venha para cá, escolha um país com essa cultura-ideologia-etno-religiosa de opressão e misoginia.


Coisas que não podiam ser inventadas



@AldousHuxIey

Alemanha: a polícia salva mulher de facadas fatais infligidas por um imigrante. A mulher sobreviveu. O agente foi acusado por ter insultado o agressor enquanto o imobilizava! 
Um esfaqueamento brutal é aceitável, mas Deus nos livre que a cortesia [para com o criminoso] seja prejudicada.

🇩🇪 2026: completamente louco! 🤡

Um 'jornalista' da ONU de Guterres