Agora que temos aqui, de repente, 300 mil islamitas. Em todos os países onde há grandes massas de imigrantes islamitas há gangs etno-religiosos dedicados à violação e à escravidão sexual das raparigas dos países para onde emigram. Inglaterra, Suécia, Áustria, Holanda, Bélgica, França, Austrália, Canadá... São culturas etno-religiosas com uma visão tão opressiva, violenta e degradante das mulheres que não é possível que se integrem nos valores europeus e respeitem a igualdade de direitos entre homens e mulheres. Não podemos seguir a Inglaterra e outros países europeus nesta desgraça que tem sido a assimilação reversa: em vez dos imigrantes islamitas se integrarem nos valores das sociedades europeias, são estas que se deixam islamizar. Por medo de serem chamados racistas. Não podemos deixar que as Naz Shahs do rectângulo digam, como ela disse em tempos, «Essas raparigas vítimas de abuso em Rotherham e noutros locais precisam de calar a boca. A bem da diversidade.» Ora, estes crimes não têm nada que ver com diversidade. Pelo contrário, são uma demonstração, pela força, da intolerância à diversidade por parte dessas culturas etno-religiosas de misogina extrema. E é preciso mudar a lei para podermos expulsar daqui aqueles que vêm para o crime e a assimilação reversa.
Muslim grooming gangs arrested in Australia
— Harris Sultan (@TheHarrisSultan) July 8, 2026
I hope Aussie police don’t go easy on them like their British counterparts did. pic.twitter.com/1Eax0RZQgA
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