May 11, 2026

Assustador

 

A TV russa parece um filme b com baixo orçamento e maus actores

 

Tramp e Hegeth fazem lembrar estes discursos lunáticos embora num modo ainda insipiente.

Olha só a estupidez disto...

 

E quando lhe perguntam a que casa-de-banho vai como não sabe responder sem dizer que é uma mulher ou um homem diz que eles não têm nada a ver com isso. Pois, não. Nem com isso nem com a estupidez dos pronomes. Que têm os miúdos que ver com as suas identificações? E dizer aos alunos que é assim que o mundo funciona é só mentir em cima da estupidez. Isto é o que agora ensinam nas faculdades. Dantes ensinavam matemática ou línguas ou filosofia, agora ensinam a ser estúpidos.


Precisamos da Ucrânia num sistema de defesa europeu (ou na NATO - ou em ambas)

 


Os trabalhadores do século XXI continuam a ser seres humanos como os do séc. XX



No domingo, Luís Montenegro defendeu que o país precisa de "sindicalistas com arrojo” e criticou as “estruturas que funcionam com os enquadramentos do século XX" para resolver os problemas do século XXI. -Público

 

A Rússia vista por um desertor do exército russo

 

Vladimir Bernhardt — um soldado russo, desertor, que abandonou a Rússia.

«Nós, os descendentes, não temos o direito de celebrar o Dia da Vitória, porque nós próprios nos tornámos fascistas. A Rússia está contaminada pelo fascismo. É uma vergonha apoiar o atual regime de Putin.»

 

Os russos não conseguem livrar-se sozinhos da ilusão narcísica de superioridade e controlo

 

Acima de tudo, o que não perdoam é que os ex-colonizados da URSS não reconheçam a Rússia como o grande império que ainda pensam ser.


A RTP África está a passar um programa a dizer mal do governo português

 

Por causa da lei da nacionalidade. Comparam os números totais de atribuição de nacionalidade entre Portugal, Alemanha e Espanha. Não a porcentagem, mas o número total, como se a Espanha com 50 milhões e a Alemanha com 84 milhões de pessoas fossem comparáveis aos nossos 11 milhões. E dão a entender que é tudo inconstitucional e vergonhoso. Ninguém se lembra de dizer que a Constituição tem leis de imigração de um tempo em que os imigrantes eram três gatos pingados que não vinham para cá para violar mulheres ou usar Portugal para tráfico de seres humanos.


Terapias de conversão



Organizações internacionais ligadas à saúde e aos direitos humanos desacreditam e rejeitam a terapia de conversão.

Embora os primeiros passos tenham sido dados na década de 1970, apenas nos anos 80 a homossexualidade foi definitivamente retirada da lista de classificações de doenças mentais do Manual de Diagnóstico e Estatística das Perturbações Mentais (DSM), pela Associação Americana de Psiquiatria (APA).

Volvidas mais de cinco décadas, o persistente estigma à volta da comunidade LGBTQIA+ reflete-se na petição entregue na Assembleia da República em abril do presente ano que visa revogar a lei que proíbe as terapias de conversão da orientação sexual.

Em paralelo, considerando que as terapias de conversão apenas reforçam um estigma social e causam dano emocional nos seus visados, urge investir na educação e na sensibilização da sociedade, promovendo o respeito pela diversidade da orientação sexual e da identidade de género. Ao fazê-lo, contribuímos para reduzir a discriminação, para prevenir situações de exclusão e para garantir que crianças e jovens crescem em ambientes seguros e inclusivos.

Vera Ramalho, Público
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Infelizmente as organizações internacionais ligadas aos direitos humanos estão manipuladas pelo guterrismo que infectou tudo com vírus malignos.

Digo já que sou contra as terapias de conversão, em geral levadas a cabo pelas religiões e fanáticos das religiões, contra homossexuais. Porém, também sou contra, ou ainda mais, as terapias de conversão da esquerda woke que defende a mutilação de crianças e adolescentes, não apenas psicologicamente, mas também fisicamente, fazendo deles deficientes e pessoas com incapacidades para a vida, com a sua obsessão de engenharia social. Defendem ainda que as crianças sejam roubadas aos pais para serem mutiladas por médicos nazis que as usam para experiências às ordens de ideólogos sem respeito pelos direitos das crianças e adolescentes.

Este artigo é cego. Fala do estigma em relação à comunidade LGBTQIA+, mas não fala do estigma da comunidade LGBTQIA+ contra as lésbicas, contras as raparigas e contra as mulheres e nos danos emocionais que lhes causam as políticas ideologia de género. 

Aliás, no fim do artigo o que se diz é que: 
urge investir na educação e na sensibilização da sociedade, promovendo o respeito pela diversidade da orientação sexual e da identidade de género, para prevenir situações de exclusão e para garantir que crianças e jovens crescem em ambientes seguros e inclusivos.
Ou seja, usar a escola para endoutrinar as crianças desde pequenas a pensar que ser mulher é o que cada homem quiser e que as raparigas têm o dever de calar os seus danos físicos e emocionais para acomodar os fetiches dos homens que querem poder invadir os espaços das mulheres. Os transgéneros já têm os direitos humanos assegurados, como todos os outros seres humanos, o que está certo. Não têm que exigir a destruição dos direitos dos outros.

O Islão explica-se a si mesmo

 

O Islão explica-se a si mesmo

 

Quem paga o preço da desonestidade desta narrativa é o povo, não os subvencionados da bolha

 

Sim, precisamos de imigrantes e muitos com baixas qualificações, mas não se pode defender a imigração indiferenciada, onde o único critério que conta é o económico. Na Suécia, por exemplo, há uma 'epidemia' de violações de mulheres com mais de 60 anos, tantos as que vivem sozinhas e têm cuidadores a ir a casa como as que estão em lares de acolhimento. As violações são dos seus cuidadores, não por acaso, imigrantes islamitas de baixas qualificações. Quem paga o preço da desonestidade desta narrativa é o povo, não os subvencionados da bolha. Imigração sim, mas não qualquer imigração a qualquer preço. Melhor seria não deixar os portugueses sair para outros países do que deixá-los ir e contratar gente que traz experiências de vida do século VII ou IX de que não abdica.

A ilusão da substituição: o que acontece quando escasseiam trabalhadores migrantes pouco qualificados


Na construção civil, a escassez de mão de obra já é um bloqueio real. Num contexto de crise habitacional e necessidade de investimento, faltam trabalhadores para responder. Isso traduz-se em atrasos, custos mais elevados e menor capacidade de execução, podendo comprometer projetos do Plano de Recuperação e Resiliência (​PRR) por falta de capacidade produtiva. O impacto recente das tempestades na região centro evidenciou essa limitação.

Nos cuidados a idosos, a dependência é crescente, embora menos visível. Num país envelhecido e com redes familiares fragilizadas, são muitos migrantes que asseguram apoio domiciliário e trabalho em lares. Sem eles, o impacto seria imediato, não apenas económico, mas social, afetando a dignidade do envelhecimento, as famílias e a coesão social.
(...)
Em qualquer cenário, a entrada de trabalhadores estrangeiros continuará a ser relevante. Não para substituir nacionais, mas para assegurar funções essenciais que hoje são pouco atrativas e ainda não foram mecanizadas, nem desapareceram.

Pedro Góis, Público


A Inglaterra está perdida




Harriet Harman acaba de ser nomeada por Keir Starmer como assessora do primeiro-ministro para as questões das mulheres e das raparigas.

Patricia Hewitt, ex-ministra da Saúde do Partido Trabalhista, foi condecorada com o título de Dama (DBE) pelos seus serviços prestados à transformação do sistema de saúde.

A nova esquerda: entre apologistas de pedófilos e de islamitas da sharia (há alguma diferença?) e misóginos trans.




“A pedido de vários órgãos de comunicação social” PCP

 

Miseráveis... até mesmo depois da morte a pessoa é castigada de não ter sido submissa à ditadura da opinião.  


Estes são governos que agora temos

 

Os de direita defendem abertamente a exploração sexual das mulheres, os da nova esquerda defendem-na de modo vicariante, apoiando as ideologias islâmicas e wokes.


J.K. Rowling - citação deste dia

 

J.K. Rowling

O número de homens que não vêem as mulheres como seres humanos de pleno direito pode ser medido pela sua indiferença perante a invasão de espaços femininos por homens que se identificam como trans. «Qual é o mal?», perguntam, encolhendo os ombros. «A quem é que isso faz mal?»

Às mulheres. Isso faz mal às mulheres. E a essência da misoginia é pensar que isso não conta.

 

Fazem falta mulheres nos governos

 

A diferença que faz ter uma mulher esclarecida à frente de um governo em vez de ter governos sempre e só com homens. É capaz de pôr a economia a ultrapassar o Reino Unido na melhoria do custo de vida e ao mesmo tempo progredir na igualdade de direitos entre homens e mulheres, ao contrário da quase totalidade de países que encara os direitos das mulheres como questões não-prioritárias e prejudiciais à economia ou prejudiciais aos direitos dos homens - PPC encarnado o primeiro caso e Rui Tavares e as esquerdistas progressistas defensoras da burka, o segundo. Na Europa as violações subiram 150% e os governos dos homens esquerdistas mandam esconder os números para que não se saiba porque são quase todos obra dos islamitas que se importam às dezenas de milhar.

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A Itália aprovou por unanimidade uma lei que torna o feminicídio punível com prisão perpétua — enviando uma das mensagens jurídicas mais fortes contra a violência contra as mulheres da história moderna.

A lei reconhece especificamente os crimes em que as mulheres são assassinadas por motivos de ódio, controlo ou discriminação baseados no género.

Os defensores da lei afirmam que isto é mais do que uma punição, é uma declaração de que a sociedade já não pode normalizar a violência escondida por trás de relações, ciúmes ou abusos.
Em todo o mundo, milhões de mulheres continuam a enfrentar violência de género todos os anos.