Organizações internacionais ligadas à saúde e aos direitos humanos desacreditam e rejeitam a terapia de conversão.
Embora os primeiros passos tenham sido dados na década de 1970, apenas nos anos 80 a homossexualidade foi definitivamente retirada da lista de classificações de doenças mentais do Manual de Diagnóstico e Estatística das Perturbações Mentais (DSM), pela Associação Americana de Psiquiatria (APA).
Volvidas mais de cinco décadas, o persistente estigma à volta da comunidade LGBTQIA+ reflete-se na petição entregue na Assembleia da República em abril do presente ano que visa revogar a lei que proíbe as terapias de conversão da orientação sexual.
Em paralelo, considerando que as terapias de conversão apenas reforçam um estigma social e causam dano emocional nos seus visados, urge investir na educação e na sensibilização da sociedade, promovendo o respeito pela diversidade da orientação sexual e da identidade de género. Ao fazê-lo, contribuímos para reduzir a discriminação, para prevenir situações de exclusão e para garantir que crianças e jovens crescem em ambientes seguros e inclusivos.Vera Ramalho, Público
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Infelizmente as organizações internacionais ligadas aos direitos humanos estão manipuladas pelo guterrismo que infectou tudo com vírus malignos.
Digo já que sou contra as terapias de conversão, em geral levadas a cabo pelas religiões e fanáticos das religiões, contra homossexuais. Porém, também sou contra, ou ainda mais, as terapias de conversão da esquerda woke que defende a mutilação de crianças e adolescentes, não apenas psicologicamente, mas também fisicamente, fazendo deles deficientes e pessoas com incapacidades para a vida, com a sua obsessão de engenharia social. Defendem ainda que as crianças sejam roubadas aos pais para serem mutiladas por médicos nazis que as usam para experiências às ordens de ideólogos sem respeito pelos direitos das crianças e adolescentes.
Este artigo é cego. Fala do estigma em relação à comunidade LGBTQIA+, mas não fala do estigma da comunidade LGBTQIA+ contra as lésbicas, contras as raparigas e contra as mulheres e nos danos emocionais que lhes causam as políticas ideologia de género.
Aliás, no fim do artigo o que se diz é que:
urge investir na educação e na sensibilização da sociedade, promovendo o respeito pela diversidade da orientação sexual e da identidade de género, para prevenir situações de exclusão e para garantir que crianças e jovens crescem em ambientes seguros e inclusivos.Ou seja, usar a escola para endoutrinar as crianças desde pequenas a pensar que ser mulher é o que cada homem quiser e que as raparigas têm o dever de calar os seus danos físicos e emocionais para acomodar os fetiches dos homens que querem poder invadir os espaços das mulheres. Os transgéneros já têm os direitos humanos assegurados, como todos os outros seres humanos, o que está certo. Não têm que exigir a destruição dos direitos dos outros.
Não generalize. Passa sempre a sensação de que qualquer homem é a favor disto e um potencial agressor. Como professora, sabe o pecadilho que está a cometer.
ReplyDeleteNão falo de todos os homens mas dos homens biológicos trans.
DeleteE sim, aos olhos de uma mulher, um homem desconhecido numa casa-de-banho ou balneário de mulheres, ou numa rua mal iluminada, tem que ser encarado, por prudência, como um potencial agressor.
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