Miseráveis... até mesmo depois da morte a pessoa é castigada de não ter sido submissa à ditadura da opinião.
Miseráveis... até mesmo depois da morte a pessoa é castigada de não ter sido submissa à ditadura da opinião.
Presidente checo assina lei que criminaliza a propaganda comunista
O Presidente checo Petr Pavel assinou uma lei que criminaliza a promoção da ideologia comunista, equiparando-a à propaganda nazi.
A nova legislação pune com uma pena de prisão até cinco anos a criação ou o apoio a movimentos baseados na ideologia comunista.
A lei proíbe a propaganda pública, os símbolos e os apelos associados aos regimes comunistas.
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Aqui não foi preciso. Os comunistas andam há anos a suicidar-se lentamente.
O PCP considera a democracia um "projecto reaccionário" de desvalorização do 25 de Abril. Bate certo, dado que o PCP queria a substituição de uma ditadura por outra. Logo, o 25 de Novembro, dado que interrompeu o processo revolucionário [de instauração de uma ditadura comunista] em curso, é reaccionário. Bate tudo certo. Até a mentalidade e linguagem fossilizadas do SG do PCP, partido petrificado no PREC, de onde nunca mais conseguiu sair.
'Eu não te queria bater, até te disse várias vezes para não passares perto de mim quando estou irritado, mas tu insistes em passar. Agora bati-te mas a culpa foi tua porque avisei-te que isso me irritava e sabes que quando me irrito te bato'.
Sabemos da longa tradição dos comunistas em geral de secretismo, ocultação e adulteração da história para os seus propósitos. Sabemos até que no pós-25 de Abril foram aos arquivos da PIDE e enviaram para Moscovo, sabe-se lá quantos ficheiros e arquivos, por respeitarem a ideologia à frente do país -nisso são como uma religião e o seu beija-mão é devido à figura paterna, neste caso, à abelha-mestra da ideologia soviética.
Por estas razões, é natural que se desconfie das narrativas do PCP quando impedem o acesso aos documentos. Porque os documentos são privados mas dizem respeito à vida pública na medida em que foi influenciada pelo partido. Como só dão acesso a sicofantas, desconfiamos até que haverá lá muitas verdades que não querem que se saiba e sobre as quais têm mentido, nomeadamente quanto às intenções e quanto ao seu papel ao longo da nossa história recente.
A questão é: vivemos e queremos continuar a viver numa democracia. Numa democracia os documentos dos partidos políticos devem ser de acesso público, sem restrição ideológica. Senão, os partidos são seitas como a Opus Dei e a Maçonaria, que influenciam os assuntos públicos mas sempre de modo secreto e nos limites da legalidade ou, até, talvez, para além desse limites, próprios das democracias. O desejável era que estivessem todos digitalizados e acessíveis publicamente. Não estando digitalizados, restringe-se a consulta a estudiosos e pessoas cujo interesse seja relevante, mas sempre sem restrição ideológica.
Se não dão acesso aos documentos que fizeram a nossa vida política pública do passado recente e escolhem quem pode vê-los com base na sicofância, partimos do princípio que devemos desconfiar de todas as suas narrativas.
... e a medo, como se o PCP fosse, não um partido com responsabilidades públicas, mas uma seita que só obedece ao grande líder e faz tudo às escondidas. Ou o PCP tem direito a regras sanitárias especiais e pode ajuntar 30 mil pessoas em concertos de massas? E porque é que são especiais...? São uma espécie de igreja católica da política e têm concordatas secretas? São seres humanos de 1ª categorias e o resto do povo é de 2ª categoria? E, nesse caso, em que é que o PCP é diferente desses partidos demagogos que não respeitam o princípio de direitos iguais, deveres iguais das democracias? Pois, em nada.