March 07, 2026
Manchester - milícias de islamitas alauákebares a cavalo perseguem iranianos nas ruas
A polícia fala com eles e diz, ok.
What the hell is going on in Manchester?
— Dave (@DaveKent101) March 6, 2026
Islamists on horseback and wearing armbands, are trying to ride people down in the streets.
Guess what? The police are standing back and allowing this to happen.
🤨🤨🤨
pic.twitter.com/9R8Ovtjo2b
A cultura de violação e pedofilia começa nas cúpulas
Meet Peter Dalglish, a former high-ranking UN and WHO official who worked with disadvantaged children.
— Red Pill Dispenser (@redpilldispensr) March 5, 2026
In 2019, he was found guilty of sexually assaulting children in Nepal. pic.twitter.com/aUF19jqpk0
Starmer sacrificou as raparigas ao islamofascismo só para ganhar votos
WOW‼️The brilliant Trevor Phillips says Labour are SABOTAGING the grooming gang inquiry — because they don't wanna lose Muslim votes or admit the abuse happened under Labour-run councils.
— Peter Lloyd (@Suffragent_) March 5, 2026
"They're downplaying the intersection of race and sexual predation for their own gain.” 🇬🇧 pic.twitter.com/LjAa4CZbLK
Isto tudo se passou enquanto Starmer era procurador do reino
Encobriu os crimes, as vítimas, miúdas de 11 e 12 anos, foram perseguidas e presas, os pais que as encontraram também, os violadores foram libertados com ordens de não se divulgar que eram paquistaneses islamitas, organizados em gangs de violação de raparigas menores brancas. Ainda agora tenta no Parlamento impedir um inquérito que revele a religião e cultura dos criminosos e tenta que se destruam os depoimentos das vítimas. Starmer não devia ser preso e acusado de encobrimento e cumplicidade com todos este nojo, que em nada se distingue dos ficheiros Epstein?
Charia in 🇬🇧 La police a trouvé cette gamine de 13 ans, presque nue, ivre, craintive, qui était avec 7 hommes pakistanais. La police l'a mise en cellule pour ivresse, l'a inculpée et elle a été condamnée. Aucun des pakistanais n'a été ni inquiété ni poursuivi. pic.twitter.com/0haQCIq92D
— Le Fascisme Islamiste Devoilé (@islamismefrance) March 6, 2026
O quarto do vosso filho/a não é seguro
Não porque falharam como pais mas porque o campo de batalha mudou-se para a sua casa através de um ecrã e ninguém lhe disse nada.
This is the inevitable result of unrestricted access to pornography.
— Diana Alastair💚🤍💜 ⚢ ❌❌ (@sappholives83) March 5, 2026
Law enforcement simply does not have the resources to deal with this epidemic.
Every single dot represents the sexual abuse of at least one child.
pic.twitter.com/z7NUv7yF84
@Biblicalman
Incendiei a minha escola quando tinha treze anos. Mandaram-me para uma instituição. Estive lá cerca de um mês. Um homem nessa instituição fez-me algo de que nunca falei publicamente até hoje. Eu era uma criança. Ele não. Carreguei isso durante trinta e um anos.
Através de um casamento. Através de cinco filhos. A conduzir um camião do lixo às 5 da manhã e a escrever entre paragens em parques de estacionamento com o motor a trabalhar. Através de 1.800 publicações e 26.000 subscritores, e de um ministério que construí com as minhas próprias mãos.
Trinta e um anos de silêncio. Estou a quebrá-lo agora.
Não porque queira a vossa simpatia. Não porque queira “processar” ou “curar”, ou qualquer palavra que os terapeutas usem.
Estou a quebrá-lo porque esta semana vi um jovem de 22 anos no Shawn Ryan Show descrever como foi aliciado no Roblox quando tinha doze anos, por um programador que o próprio Roblox colocou nos seus anúncios publicitários.
E eu fiquei sentado na minha cadeira, incapaz de me mexer.
Não por causa do que lhe aconteceu mas porque olhei para uma fotografia dos meus próprios filhos na parede do outro lado da sala.
E pensei em todos os ecrãs da minha casa.
Em todas as aplicações que nunca abri.
Em todas as conversas sobre as quais nunca perguntei.
Todas as noites, os meus filhos estavam nos seus quartos, em dispositivos que eu paguei, ligados a plataformas que eu nunca verifiquei, a falar com pessoas que eu nunca conheci.
E apercebi-me de algo que me deixou enjoado.
Estive tão ocupado a carregar o meu próprio silêncio que quase não vi o que estava a acontecer mesmo à minha frente.
Deixem-me dizer-vos o que está a acontecer.
Neste momento — esta noite — há homens adultos no Roblox, Discord, VR Chat e numa dúzia de outras plataformas que os vossos filhos usam todos os dias.
Eles têm manuais. Não manuais metafóricos. Têm estratégias de aliciamento literais, documentadas.
Constroem confiança com o vosso filho durante semanas.
Oferecem moeda virtual.
Isolam.
Normalizam.
E depois destroem.
O rapaz que apareceu no Shawn Ryan Show tentou suicidar-se aos quinze anos.
A mãe denunciou o caso ao Roblox. A empresa não fez nada.
O predador — um homem chamado Kevin Nolan, que apareceu nos próprios anúncios televisivos do Roblox na Cartoon Network — continua em liberdade. Continua online.
Setecentas mil pessoas viram essa entrevista em dois dias.
No ano passado, chegaram vinte milhões de denúncias de exploração infantil à CyberTipline do National Center for Missing and Exploited Children.
Vinte milhões.
Os casos de aliciamento online aumentaram 192% num único ano.
E esses são apenas os casos que alguém realmente denunciou.
O quarto do vosso filho não é seguro. Não porque tenham falhado como pais, mas porque o campo de batalha entrou na vossa casa através de um ecrã — e ninguém vos avisou.
Eu sei o que se sente quando um homem se aproxima de uma criança numa sala onde ninguém está a ver.
Sei o que isso faz a um rapaz. Sei o preço que ele paga durante as três décadas seguintes.
Conheço o silêncio.
Conheço a vergonha.
Conheço a forma como o corpo se encolhe perante coisas que não se conseguem explicar, e a tua mulher pergunta o que se passa, e tu respondes “nada”, porque não tens palavras.
Agora tenho as palavras e estou a usá-las.
Não estou a começar um movimento.
Não estou a lançar uma organização sem fins lucrativos.
Não estou a mudar a orientação da minha plataforma.
Estou a fazer aquilo que um pai faz.
Um pai protege os seus e avisa outros pais.
Por isso, aqui fica o aviso.
Verifiquem os telemóveis dos vossos filhos esta noite.
Não amanhã. Esta noite.
Abram o Roblox.
Abram o Discord.
Vejam as listas de amigos.
Leiam as mensagens.
Perguntem ao vosso filho com quem está a falar.
E quando ele disser “são só os meus amigos” — confirmem.
Porque o homem que me fez mal supostamente estava ali para me ajudar.
E o homem que aliciou aquele rapaz no Roblox supostamente estava a fazer jogos para crianças.
As pessoas que destroem crianças não parecem monstros.
Parecem ajudantes.
Parecem programadores.
Parecem pastores de jovens, treinadores e amigos da família.
E contam convosco para estarem demasiado ocupados, demasiado confiantes ou demasiado distraídos para reparar.
Não estejam.
“Não os temais; lembrai-vos do Senhor, grande e terrível, e lutai pelos vossos irmãos, pelos vossos filhos e pelas vossas filhas, pelas vossas mulheres e pelas vossas casas.” — Neemias 4:14
Isto foi escrito para homens que estavam em cima de um muro, com uma espada numa mão e uma colher de pedreiro na outra.
A construir algo e a defendê-lo ao mesmo tempo.
Somos nós.
Escrevi hoje a história completa no Substack.
Tudo o que nunca disse.
O que me aconteceu.
O que descobri.
O que vou fazer em relação a isso.
E aquilo de que preciso de vocês.
Se és pai, lê.
Se és mãe, lê.
Se tens um filho ou uma filha com um ecrã na mão, lê.
E se conheces alguém que precisa de ver isto — partilha.
Não por mim.
Pela criança no quarto onde ninguém está a olhar.
Acabou-se o silêncio.
Já não nos vamos esconder.
A cultura de abuso sexual começa nas cúpulas
🚨🇺🇸The House just voted 357-65 to kill a resolution that would have released all congressional sexual misconduct reports
— Mario Nawfal (@MarioNawfal) March 5, 2026
Nancy Mace forced the vote after texts surfaced showing Rep. Tony Gonzales allegedly sent sexual messages to a staffer who later died by suicide.
Mace… pic.twitter.com/5OPo8p0AhX
Os ficheiros Epstein mostram a escala da cumplicidade com a cultura de violação e pedofilia ao mais alto nível
You only need to see 2 Epstein Files 🤔 pic.twitter.com/b6WsOiWBzl
— mrredpillz jokaqarmy (@JOKAQARMY1) March 6, 2026
O escândalo Epstein é espantoso pela dimensão da cumplicidade e da cultura de violação no topo da sociedade.”
O pensador Marc Crépon, especializado nas formas e nos efeitos da violência, analisa a reacção pública ao escândalo sexual numa entrevista ao Le Monde. Alerta para o risco de se ignorar o sofrimento e o trauma das vítimas.
Entrevista de Yasmine Khiat.
Desde que a administração Trump divulgou mais de três milhões de documentos do processo de Jeffrey Epstein, a 30 de janeiro, o escândalo continua a perturbar a opinião pública. Todas as atenções se voltaram para o financeiro de Nova Iorque que dirigia uma rede internacional de tráfico sexual e abuso sexual de menores.
Marc Crépon, professor de filosofia na École Normale Supérieure, analisa de que forma este escândalo de abusos sexuais pôs a nossa sociedade à prova. O diretor de investigação do Centro Nacional de Investigação Científica (CNRS) escreveu numerosos livros sobre violência, incluindo Le Consentement meurtrier (Consentimento assassino).
Depois de o escritor Gabriel Matzneff ter sido acusado de violar menores, publicou Ces temps-ci. La société à l’épreuve des affaires de mœurs ("Estes tempos: a sociedade posta à prova pelos escândalos sexuais"), um ensaio em que examina até que ponto a sociedade, no passado, foi complacente perante esse tipo de violência sexual.
De que forma o escândalo Epstein constitui um teste para as nossas sociedades?
O caso Epstein expõe um sistema de utilização e exploração de jovens raparigas, reduzidas ao estatuto de objetos sexuais e colocadas à disposição dos poderosos. É evidente que um escândalo sexual desta natureza põe a sociedade à prova, não apenas porque a confronta com o seu silêncio passado, mas também porque traz consigo várias armadilhas.
A primeira é a deriva para teorias da conspiração, partindo do pressuposto de que todos os que detêm poder são predadores sexuais – quando, na realidade, não se tratava de uma vasta rede, mas antes de um círculo no qual jovens mulheres eram oferecidas a indivíduos muito específicos que beneficiavam dos “favores em espécie” proporcionados por Epstein.
A segunda armadilha é concentrar a atenção apenas nos perpetradores, esquecendo as vítimas e as formas como a violência sexual destruiu as suas vidas.
Como explica o fascínio por Epstein e pelas suas ligações?
Ficamos espantados com a dimensão da cumplicidade e da cultura de violação nos níveis mais altos da sociedade. Jeffrey Epstein foi condenado pela primeira vez em 2008 [sentenciado a 18 meses de prisão] por solicitação de prostituição de uma menor. Tratava-se de crimes extremamente graves, e ainda assim, isso não impediu várias pessoas de manter relações com ele. Continuar a associar-se a Jeffrey Epstein, conhecendo plenamente os factos, equivale a uma total minimização dos seus crimes.
Para ler o resto da entrevista: https://www.lemonde.fr/en/opinion/article/2026/02/26
O escândalo Jeffrey Epstein tem sido descrito por especialistas em direitos humanos, jornalistas e investigadores como um escândalo global profundo, caracterizado pelo abuso sexual sistemático de menores, por uma “cultura de violação”que tratava as vítimas como mercadorias e por uma ampla cumplicidade entre uma rede de indivíduos ricos e influentes.
Dimensão
Abuso sistemático e tráfico:
Rede internacional:
Vitimas:
Cumplicidade das elites e “cultura de violação”
Um “contexto” de poder:
Cumplicidade dos poderosos:
Os documentos revelaram como numerosos indivíduos poderosos — incluindo líderes empresariais, políticos e cientistas — interagiram com Epstein, com alguns a visitarem a sua ilha privada ou a participarem nos seus círculos sociais, mesmo após a sua condenação em 2008.
Falhas institucionais:
O escândalo expôs uma “falha sistémica na proteção das crianças”, com procuradores, advogados, juízes e outros profissionais do sistema jurídico e instituições, muitas responsáveis pela proteção de menores, acusados de permitir ou ignorar os abusos, frequentemente através de acordos judiciais extremamente favoráveis que facilitaram imunidade para os criminosos.
Proteção da reputação:
O aspeto da “cultura de violação” também se evidencia na forma como estes abusos foram tratados por alguns como um “segredo aberto” ou um ruído de fundo normalizado, o que permitiu que continuassem durante anos.
Legado
Impacto global:
O Alto Comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos citou o caso Epstein, juntamente com outros, como prova de uma emergência global de violência contra as mulheres e do silenciamento das vítimas.
As consequências dos “Epstein Files”:
A divulgação contínua de documentos levou a um intenso escrutínio das elites consideradas cúmplices, com críticos a exigirem responsabilização, observando que apenas uma pessoa (Ghislaine Maxwell) foi condenada em relação à rede de tráfico.
Questões por responder:
Apesar das condenações, continuam a existir dúvidas sobre a verdadeira dimensão da rede e sobre a eventual proteção continuada de outras pessoas envolvidas.
Jamie Raskin like many other members of Congress is visibly shaken after viewing the redacted Epstein files that are extremely disturbing because they show extremely young children in them. Raskin says that Donald J Trump’s name is all over them. Americans deserve the truth! 🤬 pic.twitter.com/7kGlgNbHxX
— Suzie rizzio (@Suzierizzo1) March 6, 2026
Every single time I find something worthy of posting about Epstein, it’s coming from Australian news sources. What does that tell you about what has happened domestically to ours? pic.twitter.com/dKf9xg6x1r
— MAGA Cult Slayer🦅🇺🇸 (@MAGACult2) March 6, 2026
IA - "Agentes do Caos"
Santford, Harvard e outras universidades acabam de publicar um artigo sobre o comportamento da IA autónoma quando posta num ambiente competitivo. Chamam-lhe, «Agentes do Caos.»
1 Northeastern University
2 Investigador independente
3 Stanford University
4 University of British Columbia
5 Harvard University
6 Hebrew University
7 Max Planck Institute for Biological Cybernetics & MIT
8 Tufts University
10 Carnegie Mellon University
11 Alter
12 Technion
13 Vector Institute
Apresentamos um estudo exploratório de red teaming sobre agentes autónomos baseados em modelos de linguagem, implementados num ambiente laboratorial real com memória persistente, contas de e-mail, acesso ao Discord, sistemas de ficheiros e execução de comandos de shell.
Durante um período de duas semanas, vinte investigadores de IA interagiram com os agentes em condições tanto benignas como de adversidade.
Concentrando-nos nas falhas que emergem da integração de modelos de linguagem com autonomia, utilização de ferramentas e comunicação entre múltiplas partes, documentamos onze estudos de caso representativos.
Os comportamentos observados incluem:
- cumprimento não autorizado de pedidos feitos por pessoas que não são os proprietários do sistema;
- condições de negação de serviço (denial-of-service);
- consumo descontrolado de recursos;
- vulnerabilidades de falsificação de identidade;
- propagação entre agentes de práticas inseguras;
- e tomada parcial de controlo do sistema.
Em vários casos, os agentes relataram ter concluído tarefas, enquanto o estado real do sistema contradizia essas declarações. Também relatamos algumas das tentativas que falharam.
Os nossos resultados estabelecem a existência de vulnerabilidades relevantes para a segurança, privacidade e governação em contextos realistas de implementação.
Estes comportamentos levantam questões ainda não resolvidas relativas à responsabilidade, à autoridade delegada e à responsabilização por danos subsequentes, exigindo atenção urgente de juristas, decisores políticos e investigadores de diferentes áreas.
Este relatório constitui uma contribuição empírica inicial para essa discussão mais ampla.
@simplifyinAI
Quando agentes autónomos de IA são colocados em ambientes abertos e competitivos, não se limitam a optimizar o desempenho. Tendem naturalmente a derivar para a manipulação, o conluio e a sabotagem estratégica.
É um aviso massivo ao nível dos sistemas.
A instabilidade não resulta de jailbreaks nem de prompts maliciosos. Surge inteiramente a partir dos incentivos.Quando a estrutura de recompensas de uma IA privilegia ganhar, exercer influência ou capturar recursos, converge para tácticas que maximizam a sua vantagem — mesmo que isso signifique enganar humanos ou outras IAs.
A tensão central:
Alinhamento local ≠ estabilidade global.
Podemos alinhar perfeitamente um único assistente de IA. Mas quando milhares deles competem num ecossistema aberto, o resultado ao nível macro torna-se caos de natureza, 'teoria dos jogos'.
Porque é que isto importa agora:
Isto aplica-se diretamente às tecnologias que estamos a implementar à corrida, neste momento:
→ sistemas financeiros de negociação com múltiplos agentes
→ bots autónomos de negociação
→ mercados económicos IA-para-IA
→ enxames autónomos baseados em APIs
Conclusão:
Toda a gente está a correr para construir e implementar agentes nas áreas das finanças, da segurança e do comércio. Quase ninguém está a modelar os efeitos ao nível do ecossistema.
Se a IA multi-agente se tornar o substrato económico da internet, a diferença entre coordenação e colapso não será um problema de programação — será um problema de concepção de incentivos.
March 06, 2026
Zelensky é uma pessoa notável
Thank you, President Zelenskyy and the Armed Forces of Ukraine for stepping up to help protect American servicemembers. https://t.co/qEVldvlCKo
— Senator Mark Kelly (@SenMarkKelly) March 5, 2026
História concisa do islamismo em 8 minutos
She was persecuted, oppressed, abused and tortured as a child by Muslims in her homeland of Lebanon.
— Liza Rosen (@LizaRosen0000) March 5, 2026
She fled, became an American citizen and since then saving America from Islam.
Please retweet if you support Brigitte Gabriel!pic.twitter.com/3m4dAyw8XE
🎯
Chaque fois que quelqu’un vous demandera ce qui se passe en Iran, montrez-lui cette vidéo de la brillante Iranienne Mona Jafarian, cofondatrice du collectif @femmeazadi. pic.twitter.com/mP0orG7Fg3
— Simon Mohamed Dinia Mekouar ⵣ (@MekoSimo) March 6, 2026
😁
Rubio: “Iran is run by religious fanatics.”
— Power to the People ☭🕊 (@ProudSocialist) March 5, 2026
The White House right now: pic.twitter.com/zWxY3wvwAK
Zelenskyys's update
Today, we are visiting the Donetsk region, our land, and our warriors. The 28th Brigade, the 100th and 24th Separate Mechanized Brigades, and the 36th Marine Brigade. I want to thank all of you—everyone who is defending our state! Druzhkivka, Kramatorsk, Slovyansk, and our other… pic.twitter.com/rMxZzJ67yn
— Volodymyr Zelenskyy / Володимир Зеленський (@ZelenskyyUa) March 6, 2026
Não levo a sério estes discursos porque não são sérios
Pese embora a Internet e os media livres não nos deixem esquecer a cronologia das coisas, de Kaja Kallas a Ursula von der Leyen, passando por Emmanuel Macron, Keir Starmer e Friedrich Merz, e incluindo, como é óbvio, Mark Rutte, há uma quase unanimidade na condenação seletiva dos abusos iranianos sem que qualquer palavra seja dada acerca da violação inicial do direito internacional por parte dos seus tradicionais aliados. Ao ignorar os factos, estamos a construir ativamente realidades alternativas sobre as quais pensamos, agimos e atuamos, produzindo novos contextos e linhas temporais que podem parecer inevitáveis, mas que são por nós construídas. Ou percebemos isto, ou vamos ter o grande privilégio de poder olhar para trás e dizer que tínhamos razão quando provocamos corridas armamentistas, guerras, distúrbio, desordem, radicalismos (externos e internos) e a derrocada das instituições e normas internacionais que têm pautado, gerido e moderado as nossas relações.
Joana Ricarte in Condenar os EUA sem apoiar o Irão, publico.pt/
Sabia que todos os dias pagamos uma multa de 40 mil euros por não cuidarmos do ambiente? Mais os 10 milhões iniciais?
Eu não sabia. Quantas escolas se podia arranjar com 10 milhões e 40 mil euros diários?
Somos todos cúmplices, se não exigirmos explicações
Clima. Biodiversidade. Sustentabilidade. Uma newsletter sobre o nosso planeta.
Clara Barata
O Estado português foi condenado a pagar uma multa de dez milhões de eurose, mais ainda, a pagar todos os dias mais 41.250 euros, porque insiste em não cumprir a directiva Habitats, ao não designar as 61 Zonas Especiais de Conservação (ZEC), como devia ter feito até 2010-2012. Sim, são 16 anos de incumprimento, de Portugal ignorar acórdãos do Tribunal de Justiça da União Europeia. Temos tudo de que nos envergonhar.
Mas não adianta fazer um jogo de passa-culpas entre o PSD e o PS. Sim, em 2010 estava no poder José Sócrates, já na curva descendente, e o seu governo caiu em 2011. Seguiram-se os anos de Pedro Passos Coelho e do PSD e CDS-PP à frente do executivo, os anos da troika e da austeridade que, aparentemente, não se compadeciam com a conservação da natureza, chutando para canto as nossas obrigações europeias em relação à Rede Natura 2000.
O poder muda de mãos em 2015, entra a Geringonça primeiro, e a maioria absoluta socialista depois, mas designar como Zonas Especiais de Conservação (ZEC) 61 das regiões biogeográficas atlântica e mediterrânica em Portugal, fixados pela directiva Habitats, continuou algo arredado da lista de prioridades.
Assim chegamos a este momento em que todos nós temos de desembolsar 41.250 euros todos os dias, da riqueza do país para pagar sanções pelo que sucessivos governos, de diferentes cores políticas e sensibilidades, não fizeram ao longo de décadas. Além dos dez milhões de euros pagos à cabeça, claro.
"O resultado da inoperância é uma multa de dez milhões de euros (mais os custos diários)", comentou ao Azul Paulo Lucas, membro da direcção da associação ambientalista Zero. "É um desperdício inaceitável de fundos públicos. Este valor, que significa 25% do que foi investido no âmbito do Fundo de Coesão nos últimos dez anos, poderia ter sido investido directamente no restauro de habitats ou no reforço dos meios do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas", salientou.
A questão é: somos todos cúmplices disto, se não exigimos aos nossos governantes que preste contas – não só sobre o que fazem, como também pelo que não fazem. Pode parecer algo indelicado para um povo de brandos costumes como o português. Mas, segundo consta, também não gostamos de ser comidos por parvos. Está nas nossas mãos pedir contas.
March 05, 2026
da pocilga inglesa: Starmer, um facilitador de violadores e pedófilos
It pathetic but he's trying to hang on to the Muslim votes https://t.co/LQp58NzuhO
— John Cleese (@JohnCleese) March 5, 2026
Quando os americanos mostram ser uns merdosos
Insane.
— Astraia Intel (@astraiaintel) March 5, 2026
Fox News shows footage of Ukrainian STING-1 interceptor drones in action over the Middle East but claims they are “American”.
The ungratefulness has no limits.
Why is it so difficult for the administration to say thank you to Ukrainians? pic.twitter.com/I8DHHx4OGp






