March 07, 2026

Blues all day

 




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Manchester - milícias de islamitas alauákebares a cavalo perseguem iranianos nas ruas

 

A polícia fala com eles e diz, ok.


A cultura de violação e pedofilia começa nas cúpulas

 

Starmer sacrificou as raparigas ao islamofascismo só para ganhar votos

 

Isto tudo se passou enquanto Starmer era procurador do reino

 

Encobriu os crimes, as vítimas, miúdas de 11 e 12 anos, foram perseguidas e presas, os pais que as encontraram também, os violadores foram libertados com ordens de não se divulgar que eram paquistaneses islamitas, organizados em gangs de violação de raparigas menores brancas. Ainda agora tenta no Parlamento impedir um inquérito que revele a religião e cultura dos criminosos e tenta que se destruam os depoimentos das vítimas. Starmer não devia ser preso e acusado de encobrimento e cumplicidade com todos este nojo, que em nada se distingue dos ficheiros Epstein?

O quarto do vosso filho/a não é seguro

 

Não porque falharam como pais mas porque o campo de batalha mudou-se para a sua casa através de um ecrã e ninguém lhe disse nada.



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@Biblicalman

Incendiei a minha escola quando tinha treze anos. Mandaram-me para uma instituição. Estive lá cerca de um mês. Um homem nessa instituição fez-me algo de que nunca falei publicamente até hoje. Eu era uma criança. Ele não. Carreguei isso durante trinta e um anos.

Através de um casamento. Através de cinco filhos. A conduzir um camião do lixo às 5 da manhã e a escrever entre paragens em parques de estacionamento com o motor a trabalhar. Através de 1.800 publicações e 26.000 subscritores, e de um ministério que construí com as minhas próprias mãos.

Trinta e um anos de silêncio. Estou a quebrá-lo agora.

Não porque queira a vossa simpatia. Não porque queira “processar” ou “curar”, ou qualquer palavra que os terapeutas usem.

Estou a quebrá-lo porque esta semana vi um jovem de 22 anos no Shawn Ryan Show descrever como foi aliciado no Roblox quando tinha doze anos, por um programador que o próprio Roblox colocou nos seus anúncios publicitários.

E eu fiquei sentado na minha cadeira, incapaz de me mexer.

Não por causa do que lhe aconteceu mas porque olhei para uma fotografia dos meus próprios filhos na parede do outro lado da sala.

E pensei em todos os ecrãs da minha casa.
Em todas as aplicações que nunca abri.
Em todas as conversas sobre as quais nunca perguntei.

Todas as noites, os meus filhos estavam nos seus quartos, em dispositivos que eu paguei, ligados a plataformas que eu nunca verifiquei, a falar com pessoas que eu nunca conheci.

E apercebi-me de algo que me deixou enjoado.

Estive tão ocupado a carregar o meu próprio silêncio que quase não vi o que estava a acontecer mesmo à minha frente.

Deixem-me dizer-vos o que está a acontecer.

Neste momento — esta noite — há homens adultos no Roblox, Discord, VR Chat e numa dúzia de outras plataformas que os vossos filhos usam todos os dias.

Eles têm manuais. Não manuais metafóricos. Têm estratégias de aliciamento literais, documentadas.

Constroem confiança com o vosso filho durante semanas.
Oferecem moeda virtual.
Isolam.
Normalizam.
E depois destroem.

O rapaz que apareceu no Shawn Ryan Show tentou suicidar-se aos quinze anos.

A mãe denunciou o caso ao Roblox. A empresa não fez nada.

O predador — um homem chamado Kevin Nolan, que apareceu nos próprios anúncios televisivos do Roblox na Cartoon Network — continua em liberdade. Continua online.

Setecentas mil pessoas viram essa entrevista em dois dias.

No ano passado, chegaram vinte milhões de denúncias de exploração infantil à CyberTipline do National Center for Missing and Exploited Children.

Vinte milhões.

Os casos de aliciamento online aumentaram 192% num único ano.

E esses são apenas os casos que alguém realmente denunciou.

O quarto do vosso filho não é seguro. Não porque tenham falhado como pais, mas porque o campo de batalha entrou na vossa casa através de um ecrã — e ninguém vos avisou.

Eu sei o que se sente quando um homem se aproxima de uma criança numa sala onde ninguém está a ver.

Sei o que isso faz a um rapaz. Sei o preço que ele paga durante as três décadas seguintes.

Conheço o silêncio.
Conheço a vergonha.

Conheço a forma como o corpo se encolhe perante coisas que não se conseguem explicar, e a tua mulher pergunta o que se passa, e tu respondes “nada”, porque não tens palavras.

Agora tenho as palavras e estou a usá-las.

Não estou a começar um movimento.
Não estou a lançar uma organização sem fins lucrativos.
Não estou a mudar a orientação da minha plataforma.

Estou a fazer aquilo que um pai faz.

Um pai protege os seus e avisa outros pais.

Por isso, aqui fica o aviso.

Verifiquem os telemóveis dos vossos filhos esta noite.
Não amanhã. Esta noite.

Abram o Roblox.
Abram o Discord.
Vejam as listas de amigos.
Leiam as mensagens.
Perguntem ao vosso filho com quem está a falar.

E quando ele disser “são só os meus amigos” — confirmem.

Porque o homem que me fez mal supostamente estava ali para me ajudar.

E o homem que aliciou aquele rapaz no Roblox supostamente estava a fazer jogos para crianças.

As pessoas que destroem crianças não parecem monstros.

Parecem ajudantes.
Parecem programadores.
Parecem pastores de jovens, treinadores e amigos da família.

E contam convosco para estarem demasiado ocupados, demasiado confiantes ou demasiado distraídos para reparar.

Não estejam.

“Não os temais; lembrai-vos do Senhor, grande e terrível, e lutai pelos vossos irmãos, pelos vossos filhos e pelas vossas filhas, pelas vossas mulheres e pelas vossas casas.” — Neemias 4:14

Isto foi escrito para homens que estavam em cima de um muro, com uma espada numa mão e uma colher de pedreiro na outra.

A construir algo e a defendê-lo ao mesmo tempo.

Somos nós.

Escrevi hoje a história completa no Substack.
Tudo o que nunca disse.

O que me aconteceu.
O que descobri.
O que vou fazer em relação a isso.
E aquilo de que preciso de vocês.

Se és pai, lê.
Se és mãe, lê.
Se tens um filho ou uma filha com um ecrã na mão, lê.

E se conheces alguém que precisa de ver isto — partilha.

Não por mim.

Pela criança no quarto onde ninguém está a olhar.

Acabou-se o silêncio.
Já não nos vamos esconder.

A cultura de abuso sexual começa nas cúpulas

 


Os ficheiros Epstein mostram a escala da cumplicidade com a cultura de violação e pedofilia ao mais alto nível

 



 

O escândalo Epstein é espantoso pela dimensão da cumplicidade e da cultura de violação no topo da sociedade.”

O pensador Marc Crépon, especializado nas formas e nos efeitos da violência, analisa a reacção pública ao escândalo sexual numa entrevista ao Le Monde. Alerta para o risco de se ignorar o sofrimento e o trauma das vítimas.

Entrevista de Yasmine Khiat.

Desde que a administração Trump divulgou mais de três milhões de documentos do processo de Jeffrey Epstein, a 30 de janeiro, o escândalo continua a perturbar a opinião pública. Todas as atenções se voltaram para o financeiro de Nova Iorque que dirigia uma rede internacional de tráfico sexual e abuso sexual de menores.

Marc Crépon, professor de filosofia na École Normale Supérieure, analisa de que forma este escândalo de abusos sexuais pôs a nossa sociedade à prova. O diretor de investigação do Centro Nacional de Investigação Científica (CNRS) escreveu numerosos livros sobre violência, incluindo Le Consentement meurtrier (Consentimento assassino).

Depois de o escritor Gabriel Matzneff ter sido acusado de violar menores, publicou Ces temps-ci. La société à l’épreuve des affaires de mœurs ("Estes tempos: a sociedade posta à prova pelos escândalos sexuais"), um ensaio em que examina até que ponto a sociedade, no passado, foi complacente perante esse tipo de violência sexual.


De que forma o escândalo Epstein constitui um teste para as nossas sociedades?

O caso Epstein expõe um sistema de utilização e exploração de jovens raparigas, reduzidas ao estatuto de objetos sexuais e colocadas à disposição dos poderosos. É evidente que um escândalo sexual desta natureza põe a sociedade à prova, não apenas porque a confronta com o seu silêncio passado, mas também porque traz consigo várias armadilhas.

A primeira é a deriva para teorias da conspiração, partindo do pressuposto de que todos os que detêm poder são predadores sexuais – quando, na realidade, não se tratava de uma vasta rede, mas antes de um círculo no qual jovens mulheres eram oferecidas a indivíduos muito específicos que beneficiavam dos “favores em espécie” proporcionados por Epstein.

A segunda armadilha é concentrar a atenção apenas nos perpetradores, esquecendo as vítimas e as formas como a violência sexual destruiu as suas vidas.

Como explica o fascínio por Epstein e pelas suas ligações?


Ficamos espantados com a dimensão da cumplicidade e da cultura de violação nos níveis mais altos da sociedade. Jeffrey Epstein foi condenado pela primeira vez em 2008 [sentenciado a 18 meses de prisão] por solicitação de prostituição de uma menor. Tratava-se de crimes extremamente graves, e ainda assim, isso não impediu várias pessoas de manter relações com ele. Continuar a associar-se a Jeffrey Epstein, conhecendo plenamente os factos, equivale a uma total minimização dos seus crimes.

Para ler o resto da entrevista: 
https://www.lemonde.fr/en/opinion/article/2026/02/26

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O escândalo Jeffrey Epstein tem sido descrito por especialistas em direitos humanos, jornalistas e investigadores como um escândalo global profundo, caracterizado pelo abuso sexual sistemático de menores, por uma “cultura de violação”que tratava as vítimas como mercadorias e por uma ampla cumplicidade entre uma rede de indivíduos ricos e influentes. 

A divulgação de milhares de documentos judiciais (os chamados “Epstein Files”) a partir de 2024 expôs ainda mais a dimensão dessa rede, implicando figuras das áreas das finanças, da academia, ciência e da política.

Dimensão 

Abuso sistemático e tráfico:
Especialistas independentes em direitos humanos das Nações Unidas descreveram as alegações como um possível “empreendimento criminoso global”, envolvendo escravidão sexual, tráfico de pessoas e tortura. Assinalaram que os crimes eram tão generalizados que podem atingir o limiar jurídico de “crimes contra a humanidade”.

Rede internacional:
A operação não se limitava a um único local, tendo uma dimensão internacional, com transporte de vítimas entre propriedades nos Estados Unidos, na Europa e nas Caraíbas.

Vitimas:
As vítimas eram frequentemente jovens vulneráveis, havendo indícios de que algumas tinham apenas 9 anos de idade.

Cumplicidade das elites e “cultura de violação”

Um “contexto” de poder:
O escândalo é frequentemente enquadrado não apenas como as ações de um único homem, mas como expressão de uma “cultura de violação” nos níveis mais altos da sociedade, onde estruturas patriarcais e riqueza extrema permitiam a objectificação de mulheres e crianças.

Cumplicidade dos poderosos:
Os documentos revelaram como numerosos indivíduos poderosos — incluindo líderes empresariais, políticos e cientistas — interagiram com Epstein, com alguns a visitarem a sua ilha privada ou a participarem nos seus círculos sociais, mesmo após a sua condenação em 2008.

Falhas institucionais:
O escândalo expôs uma “falha sistémica na proteção das crianças”, com procuradores, advogados, juízes e outros profissionais do sistema jurídico e instituições, muitas responsáveis pela proteção de menores, acusados de permitir ou ignorar os abusos, frequentemente através de acordos judiciais extremamente favoráveis que facilitaram imunidade para os criminosos.

Proteção da reputação:
O aspeto da “cultura de violação” também se evidencia na forma como estes abusos foram tratados por alguns como um “segredo aberto” ou um ruído de fundo normalizado, o que permitiu que continuassem durante anos.

Legado 

Impacto global:
O Alto Comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos citou o caso Epstein, juntamente com outros, como prova de uma emergência global de violência contra as mulheres e do silenciamento das vítimas.

As consequências dos “Epstein Files”:
A divulgação contínua de documentos levou a um intenso escrutínio das elites consideradas cúmplices, com críticos a exigirem responsabilização, observando que apenas uma pessoa (Ghislaine Maxwell) foi condenada em relação à rede de tráfico.

Questões por responder:
Apesar das condenações, continuam a existir dúvidas sobre a verdadeira dimensão da rede e sobre a eventual proteção continuada de outras pessoas envolvidas.

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Um dos documentos que li defende que esta cultura de violação começa com a objectificação das raparigas e mulheres e sempre esteve à vista de todos. Um ex-modelo conta que sempre foi costume os organizadores de festas de homens ricos e poderosos contratarem modelos muito jovens para aparecerem nas festas. Não tinham que fazer nada a não ser está lá e ser simpáticas. Sempre foi uma questão de prestígio, para quem dava a festa ou promovia o encontro, ter as modelos mais novas de idade e mais bonitas para exibir, como quem exibe um Patek Philippe ou um Lamborghini. Como Trump exibe salas decoradas a folha de ouro.

Quando o Lancet revela os números de 840 milhões de adolescentes raparigas e mulheres vítimas de assaltos e abusos sexuais (o que se sabe é sempre menos que a realidade) é evidente que estes números revelam, simultaneamente, uma cultura de normalização e encobrimento dos crimes dos homens - 840 milhões de raparigas e mulheres vítimas de crimes de abuso sexual indicam quantos homens violadores e abusadores sexuais? 840 milhões de homens? Mais?
Muitos países, nomeadamente os islamitas, onde a pedofilia e a violação de raparigas é legal através de leis de casamento pedófilas e criminosas, absorvem grande parte deste número de quase um bilião de raparigas e mulheres abusadas; mas nos outros países não-islamitas com legislações de protecção de menores e criminalizarão de violação, este abuso também se faz meio às claras, com a cumplicidade tácita de todos dos poderes, porque todos vemos como as raparigas e mulheres aparecem a enfeitar o cenário, como objectos-troféu, nas festas de milionários filmadas para as redes sociais, nas festas de eventos de políticos ao mais alto nível, nos filmes, nas revistas, na publicidade da TV, etc.

Os ficheiros Epstein revelam conversas de Académicos eminentes com Epstein, como Noam Chomsky, Joscha Bach (MIT) e outros. Falam sobre controlo da população através da estratégia de fazer com que um filho sais demasiado caro, sobre engenharia genética de pessoas negras e mulheres que defendem serem geneticamente menos inteligentes, sobre alterações climáticas, etc. Epstein, obcecado pela longevidade (Putin também é obcecado com isso) queria fazer uma quinta de produção de bebés seus, com raparigas, provavelmente menores traficadas, inseminadas com o seu sémen.







Portanto, muita gente entre as elites políticas, económicas, financeiras, académicas e sociais estava por dentro de planos seus criminosos, já depois de ter sido condenado por solicitar prostituição de menores e juntaram-se a ele alegre e entusiasticamente. Muitas conversas têm afirmações com linguagem sofisticada para parecerem cientificidades ou erudições, mas não passam de idiotices, como Bach, um alemão do MIT, dizer que os alemães estou completamente inoculados contra o fascismo e outras idiotices do género. Estamos a falar de pessoas que decidem das vidas do outros, que decidem políticas de saúde, políticas económicas e financeiras, políticas educativas, são responsáveis por instituições de solidariedade social, etc.

Nos EUA está em curso um processo de encobrimento destes crimes, desde logo porque Trump é um nome citado dezenas de milhar de vezes nos documentos:

Ainda ontem o Congresso chumbou uma proposta de inquérito a membros do Congresso acusados de assédio e abuso sexual de funcionárias - uma delas suicidou-se. Estes homens pensam-se acima da lei porque sabem que outros homens poderosos lhes guardam as costas, de maneira que agem com imensa arrogância e impunidade.

Fica aqui a reacção de Epstein sendo confrontado por um advogado que não se impressiona, nem com o seu nome, nem com as suas ligações ao mundo do grande poder e dinheiro:

Números que falam

 




IA - "Agentes do Caos"

 

Santford, Harvard e outras universidades acabam de publicar um artigo sobre o comportamento da IA autónoma quando posta num ambiente competitivo. Chamam-lhe, «Agentes do Caos.»
A minha pergunta é: se a IA mimetiza o comportamento humano, isto que é aqui descrito corresponde ao comportamento humano num ambiente de competitividade onde o fito é o ganho económico acima de tudo? É que, sendo-o, algo tem de mudar, não apenas na IA, mas nas sociedades humanas.




Agentes do Caos

Natalie Shapira, Chris Wendler, Avery Yen,
Gabriele Sarti, Koyena Pal, Olivia Floody, Adam Belfki,
Alex Loftus, Aditya Ratan Jannali, Nikhil Prakash, Jasmine Cuil, Giordano Rogers, Jannik Brinkmann, Can Rager, Amir Zur, Michael Ripal, Aruna Sankaranarayanan, David Atkinson, Rohit Gandikota, Jaden Fiotto-Kaufman, EunJeong Hwang, Hadas Orgad, P. Sam Sahil, Negev Taglicht, Tomer Shabtay, Atai Aemeu, Vataya Al Taas, Rot Shaha, Ayelet Toph, Tapier Xotamiraplan,
Christoph Riedl, Reuth Mirsky,
Maarten Sap, David Manheim, Tomer Ullman, David Bau

1 Northeastern University
2 Investigador independente
3 Stanford University
4 University of British Columbia
5 Harvard University
6 Hebrew University
7 Max Planck Institute for Biological Cybernetics & MIT
8 Tufts University
10 Carnegie Mellon University
11 Alter
12 Technion
13 Vector Institute

Resumo

Apresentamos um estudo exploratório de red teaming sobre agentes autónomos baseados em modelos de linguagem, implementados num ambiente laboratorial real com memória persistente, contas de e-mail, acesso ao Discord, sistemas de ficheiros e execução de comandos de shell.

Durante um período de duas semanas, vinte investigadores de IA interagiram com os agentes em condições tanto benignas como de  adversidade.

Concentrando-nos nas falhas que emergem da integração de modelos de linguagem com autonomia, utilização de ferramentas e comunicação entre múltiplas partes, documentamos onze estudos de caso representativos.

Os comportamentos observados incluem:

- cumprimento não autorizado de pedidos feitos por pessoas que não são os proprietários do sistema;

- divulgação de informação sensível;

- execução de ações destrutivas ao nível do sistema;

- condições de negação de serviço (denial-of-service);

- consumo descontrolado de recursos;

- vulnerabilidades de falsificação de identidade;

- propagação entre agentes de práticas inseguras;

- e tomada parcial de controlo do sistema.

Em vários casos, os agentes relataram ter concluído tarefas, enquanto o estado real do sistema contradizia essas declarações. Também relatamos algumas das tentativas que falharam.

Os nossos resultados estabelecem a existência de vulnerabilidades relevantes para a segurança, privacidade e governação em contextos realistas de implementação.

Estes comportamentos levantam questões ainda não resolvidas relativas à responsabilidade, à autoridade delegada e à responsabilização por danos subsequentes, exigindo atenção urgente de juristas, decisores políticos e investigadores de diferentes áreas.

Este relatório constitui uma contribuição empírica inicial para essa discussão mais ampla.

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@simplifyinAI

Quando agentes autónomos de IA são colocados em ambientes abertos e competitivos, não se limitam a optimizar o desempenho. Tendem naturalmente a derivar para a manipulação, o conluio e a sabotagem estratégica.

É um aviso massivo ao nível dos sistemas.

A instabilidade não resulta de jailbreaks nem de prompts maliciosos. Surge inteiramente a partir dos incentivos. 

Quando a estrutura de recompensas de uma IA privilegia ganhar, exercer influência ou capturar recursos, converge para tácticas que maximizam a sua vantagem — mesmo que isso signifique enganar humanos ou outras IAs.

A tensão central:

Alinhamento local ≠ estabilidade global.
Podemos alinhar perfeitamente um único assistente de IA. Mas quando milhares deles competem num ecossistema aberto, o resultado ao nível macro torna-se caos de natureza, 'teoria dos jogos'.

Porque é que isto importa agora:

Isto aplica-se diretamente às tecnologias que estamos a implementar à corrida, neste momento:

→ sistemas financeiros de negociação com múltiplos agentes
→ bots autónomos de negociação
→ mercados económicos IA-para-IA
→ enxames autónomos baseados em APIs

Conclusão:

Toda a gente está a correr para construir e implementar agentes nas áreas das finanças, da segurança e do comércio. Quase ninguém está a modelar os efeitos ao nível do ecossistema.

Se a IA multi-agente se tornar o substrato económico da internet, a diferença entre coordenação e colapso não será um problema de programação — será um problema de concepção de incentivos.

March 06, 2026

Zelensky é uma pessoa notável

 

História concisa do islamismo em 8 minutos

 

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😁

 

Zelenskyys's update

 

Não levo a sério estes discursos porque não são sérios

 


Pese embora a Internet e os media livres não nos deixem esquecer a cronologia das coisas, de Kaja Kallas a Ursula von der Leyen, passando por Emmanuel Macron, Keir Starmer e Friedrich Merz, e incluindo, como é óbvio, Mark Rutte, há uma quase unanimidade na condenação seletiva dos abusos iranianos sem que qualquer palavra seja dada acerca da violação inicial do direito internacional por parte dos seus tradicionais aliados. Ao ignorar os factos, estamos a construir ativamente realidades alternativas sobre as quais pensamos, agimos e atuamos, produzindo novos contextos e linhas temporais que podem parecer inevitáveis, mas que são por nós construídas. Ou percebemos isto, ou vamos ter o grande privilégio de poder olhar para trás e dizer que tínhamos razão quando provocamos corridas armamentistas, guerras, distúrbio, desordem, radicalismos (externos e internos) e a derrocada das instituições e normas internacionais que têm pautado, gerido e moderado as nossas relações.

Joana Ricarte in Condenar os EUA sem apoiar o Irãopublico.pt/
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Estas pessoas que dizem (só agora) que condenam o regime iraniano mas que pensam que não se devia fazer nada a não ser protestos que sabem ser inócuos por causa da violação do Direito Internacional e da Carta das Nações Unidas, estavam onde quando o Irão violava todos os dias o Direito Internacional ao financiar terroristas para fazer a guerra a Israel? Ou o seu argumento é: se for a Israel não faz mal e fechamos os olhos às atrocidades? 
Estavam onde quando o Irão, todos os dias violava barbaramente os Direitos Humanos da Carta das Nações Unidas que assinou, mandando violar, torturar e assassinar o seu povo? 
Estavam onde quando os mesmos iranianos foram escolhidos para presidir ao Conselho dos Direitos Humanos na ONU?
Estavam onde quando Putin invadiu a Ucrânia em grosseira violação do Direito Internacional?
Estavam onde quando tantas pessoas da esquerda disseram que Putin tinha razão porque talvez Zelensky fosse nazi?
Estavam onde quando Putin raptou milhares de crianças ao pais em grosseira violação da Carta das Nações Unidas?
Onde estavam quando a Rússia, no Conselho de Segurança das Nações Unidas pervertia todo o Direito Internacional e a Carta das Nações Unidas?

De que «factos» fala esta senhora? Ela escolhe a dedo os factos que lhe interessam e ignora os outros, como fazem tantos que dizem que criticam o Irão mas não se pode fazer nada a não ser apelar à diplomacia. Diplomacia com quem? O Irão não é uma ditadura como era a de Salazar. O Irão é uma teocracia apocalíptica liderada por criminosos irracionais.

Aliás, o argumento desta senhora contra o ataque dos EUA ao Irão não tem que ver com factos e violações do Direito Internacional mas com o medo (que partilho) da corrida ao armamento e do caos internacional:Ou percebemos isto, ou vamos ter o grande privilégio de poder olhar para trás e dizer que tínhamos razão quando provocamos corridas armamentistas, guerras, distúrbio, desordem, radicalismos (externos e internos)
Este era o argumento de Salazar para não deixar mudar o país: estávamos na ordem (podre, mas ordem) e não se podia arriscar a mudança com medo do caos. Esta comentadora usa o mesmo argumento. Não fazer nada com medo do caos.

Porém, escolher não agir é ainda uma acção. E quando a escolha de não agir se faz perante ditadores irracionais, terroristas ou totalitários ela é entendida como permissão tácita com o status quo. É o que acontecido.

Não estou a defender o ataque de Trump ao Irão. Penso que foi mais um impulso daquela horda de cowboys mafiosos que governa os EUA neste momento. Porém, vejo que a situação é muito complexa porque desde há uns anos que não é possível agir no quadro das Nações Unidas ou fazer pressão para os Estados totalitários baixarem o seu nível de agressão porque Guterres comprometeu as Nações Unidas.

Neste momento, se um grupo alargado de nações quiser intervir no sentido de pressionar e obrigar os países em clara violação do Direito Internacional a recuarem, como o podem fazer se a única instituição que tinham -a ONU- passou a apoiar esses mesmos países violadores do Direito Internacional?

E onde estava esta senhora e todos os outros que estão com ela enquanto Guterres destruia a ONU e promovia países violadores do Direito Internacional? Ou estes factos de ter à frente do Conselho de Segurança da ONU e do Conselho dos direitos humanos os países que mais violam o Direito Internacional e a Carta dos Direitos Humanos não são factos que levam à destruição da Ordem Internacional?

É por isso que não levo a sério estes discursos: não são sérios, são hipócritas, não consideram todos os factos -escolhem a dedo os que interessam- e propõem como solução a continuação do status quo, ou seja, a destruição da Ordem Internacional, desde que não seja com bombas e não se veja. Estão dispostos a que outros povos paguem o preço da sua escolha de não agir, não fazem ondas para não perturbar as nossas vidas.

Sabia que todos os dias pagamos uma multa de 40 mil euros por não cuidarmos do ambiente? Mais os 10 milhões iniciais?

 

Eu não sabia. Quantas escolas se podia arranjar com 10 milhões e 40 mil euros diários?


Somos todos cúmplices, se não exigirmos explicações

Clima. Biodiversidade. Sustentabilidade. Uma newsletter sobre o nosso planeta.

Clara Barata

O Estado português foi condenado a pagar uma multa de dez milhões de eurose, mais ainda, a pagar todos os dias mais 41.250 euros, porque insiste em não cumprir a directiva Habitats, ao não designar as 61 Zonas Especiais de Conservação (ZEC), como devia ter feito até 2010-2012. Sim, são 16 anos de incumprimento, de Portugal ignorar acórdãos do Tribunal de Justiça da União Europeia. Temos tudo de que nos envergonhar.

Mas não adianta fazer um jogo de passa-culpas entre o PSD e o PS. Sim, em 2010 estava no poder José Sócrates, já na curva descendente, e o seu governo caiu em 2011. Seguiram-se os anos de Pedro Passos Coelho e do PSD e CDS-PP à frente do executivo, os anos da troika e da austeridade que, aparentemente, não se compadeciam com a conservação da natureza, chutando para canto as nossas obrigações europeias em relação à Rede Natura 2000.

O poder muda de mãos em 2015, entra a Geringonça primeiro, e a maioria absoluta socialista depois, mas designar como Zonas Especiais de Conservação (ZEC) 61 das regiões biogeográficas atlântica e mediterrânica em Portugal, fixados pela directiva Habitats, continuou algo arredado da lista de prioridades.

Assim chegamos a este momento em que todos nós temos de desembolsar 41.250 euros todos os dias, da riqueza do país para pagar sanções pelo que sucessivos governos, de diferentes cores políticas e sensibilidades, não fizeram ao longo de décadas. Além dos dez milhões de euros pagos à cabeça, claro.

"O resultado da inoperância é uma multa de dez milhões de euros (mais os custos diários)", comentou ao Azul Paulo Lucas, membro da direcção da associação ambientalista Zero. "É um desperdício inaceitável de fundos públicos. Este valor, que significa 25% do que foi investido no âmbito do Fundo de Coesão nos últimos dez anos, poderia ter sido investido directamente no restauro de habitats ou no reforço dos meios do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas", salientou.

A questão é: somos todos cúmplices disto, se não exigimos aos nossos governantes que preste contas – não só sobre o que fazem, como também pelo que não fazem. Pode parecer algo indelicado para um povo de brandos costumes como o português. Mas, segundo consta, também não gostamos de ser comidos por parvos. Está nas nossas mãos pedir contas.


March 05, 2026

da pocilga inglesa: Starmer, um facilitador de violadores e pedófilos

 

Quando os americanos mostram ser uns merdosos