December 02, 2020

Este é o momento cómico da noite

 


Hongrie : l’anti LGBT József Szájer trouvé dans une orgie… gay



este é o deputado que tentou fugir pela janela...

Ah, valente, Marina Mota! Assim é que é




Esta é cá das minhas. As coisas têm que ser ditas. 


Marina Mota lê Constituição Portuguesa em direto na TVI e deixa apresentadores em silêncio

Marina Mota protagonizou um poderoso momento de protesto na tarde desta terça-feira, 1 de dezembro. A atriz aproveitou a presença no programa "Em Família" para reclamar o direto ao trabalho e defender o setor da cultura.

Marina Mota protagonizou um inesperado momento de protesto esta terça-feira no programa das tardes da TVI "Em Família". A atriz, que será uma das protagonistas da próxima novela da estação, deixou os apresentadores Cláudio Ramos e Maria Cerqueira Gomes sem palavras ao ler a Constituição Portuguesa como forma de protestar contra as medidas que estão a limitar a atividade económica em vários setores.

"O amor à arte levou-me a ler um bocadinho da Constituição Portuguesa e é o que quero partilhar com os portugueses lá em casa", começou por dizer Marina Mota, lendo depois o 58º artigo do mais importante documento jurídico português, que reproduzimos abaixo:

Artigo 58.º - (Direito ao trabalho)

1. Todos têm direito ao trabalho.
2. O dever de trabalhar é inseparável do direito ao trabalho, exceto para aqueles que sofram diminuição de capacidade por razões de idade, doença ou invalidez.
3. Incumbe ao Estado, através da aplicação de planos de política económica e social, garantir o direito ao trabalho, assegurando:

a) A execução de políticas de pleno emprego;

b) A igualdade de oportunidades na escolha da profissão ou género de trabalho e condições para que não seja vedado ou limitado, em função do sexo, o acesso a quaisquer cargos, trabalho ou categorias profissionais;

c) A formação cultural, técnica e profissional dos trabalhadores.

Olha o que chegou hoje aqui a casa

 




Este céu mata-me

 




O nosso jornalismo, em geral, é medíocre

 


Que raio de capa é esta? Isto nem faz jus ao homem que não era pessoa para dizer uma cena destas. Isto do 'enigma português', pode dizer-se num poema como uma figura de estilo, mas não numa peça jornalística que pretende representar, ainda que em síntese, uma figura da nossa cultura. O que é isso do  'enigma português'? Ninguém meter o Salgado e o Socas na choldra? Ninguém ser capaz de travar os 'Novos Bancos'? Termos que ir pedir esmola ao FMI de 10 em 10 anos? Só se é isso, porque de resto não estou a ver... e até nem vejo muito mal...




E quando perguntam qual é o problema do Covid. Bem, é este também...

 


Quarta-feira, dia de trabalho, 9h da manhã, Restauradores, Lisboa


fotografia da Mónica Fonseca



Ver é uma actividade solitária

 


Podemos emprestar os olhos, claro, mas é preciso que os outros estejam dispostos a tirar os óculos do hábito e arrisquem ver o novo, em vez de em tudo procurarem o confortavelmente antigo. Isso é difícil. Pensar é difícil. É preciso ultrapassar as estratégias do hábito. Pensar é um grande desassossego, como bem sabia o Pessoa. E depois há o mundo com a sua materialidade pesada feita de coisas e coisinhas. Ver é difícil: requer experiência, treino, técnica e coragem. Tanto o ver para dentro como o ver para fora são desassossegantes, mas uma vez vendo, já não aceitamos simulacros.

E como fiquei aqui a pastelar estou atrasadíssima numa hora de muito trânsito para entrar em Lisboa, mas como a minha vontade de ir é zerinho não quero saber. Pode ser que me atrase tanto que não chegue lá...



Um artigo muito bem pensado sobre a crise na UE




Gosto particularmente da conclusão: o problema da Polónia e da Hungria já está a acontecer há muito tempo e os seus protagonistas sentam-se no PE no mesmo grupo parlamentar que os outros europeus de modo que a questão é: porque estiveram a observar o progredir do desmantelamento de mecanismos democráticos nesses países sem fazer nada? É que os problemas políticos raramente surgem de um dia para o outro: têm meses, senão anos, de alastramento como as marés quando começam a entrar pelos canais terrestres e os vão inundando aos poucos. É nessa altura que têm que construir-se diques e não quando o mar já invadiu tudo e não se consegue contrariar a força das ondas. Porque a física também está na força das ondas.



Uma lição de Física para a Polónia e a Hungria, cortesia da UE

Charlemagne


As leis de Newton também se aplicam à política


A inércia é a primeira lei do movimento de Isaac Newton. “Todo o corpo mantém o seu estado de repouso, ou de movimento uniforme em linha recta, a menos que seja compelido a mudar esse estado por forças nele impressas”, escreveu Newton em 1687. É também a primeira lei da UE: as coisas permanecem como estão, até que uma força grande o suficiente as empurre para mudar. A pandemia covid-19 e a recessão que se seguiu deram ao bloco um impulso poderoso. Durante o verão, os líderes da ue concordaram em emitir dívida colectiva em grande escala pela primeira vez, no valor de € 750 bilhões (US $ 890 bilhões). Após cinco dias de negociações, todos os 27 chefes de governo concordaram que qualquer pessoa que gaste dinheiro da UE teria que obedecer a alguma forma de estipulação do “estado de Direito”. 

A Hungria e Polónia estão a aprender da maneira mais difícil sobre a introdução à física: uma vez que as coisas começam, é difícil pará-las. Os dois países uniram-se tardiamente para tentar arruinar o esquema, argumentando que o mecanismo do Estado de direito vai longe demais. Eles têm motivos para temer uma repressão. Ambos os governos pisaram as normas democráticas nos últimos anos, nobilitando juízes, frustrando jornalistas e usando o Estado para destruir rivais. A Hungria e a Polónia pouco podem fazer para impedir a entrada em vigor das novas regras, uma vez que podem ser aprovadas por maioria qualificada. Em vez disso, vetaram outras políticas. Ambos se recusaram a aprovar o orçamento da UE, que vale cerca de € 1 trilhão de gastos ao longo de sete anos, e negaram permissão para que a UE continue com o desembolso do fundo de recuperação de € 750 bilhões, até que o regime de Estado de direito seja diluído .

A alavancagem é matéria tanto da política quanto da física. À primeira vista, manter € 1,8 trilhão de reféns de financiamento parece uma alavanca forte a ser puxada. As economias do sul da Europa estão ansiosas por dinheiro. Mas é um ataque kamikaze. Os fundos da UE para a Hungria e a Polónia valiam 4,5% e 3% do PIB desses países, respetivamente, em 2019. São as suas próprias economias que correm o maior risco de prejudicar por causa de uma lei que não podem impedir de ser introduzida. Alguns interpretam o movimento como um tiro de advertência. Se a Hungria e a Polónia forem pisadas, uma guerra suja burocrática começará, com os dois países bloqueando tudo o que podem. 

 Mas a terceira lei de Newton também tem um papel na política da UE: cada acção tem uma reacção igual e oposta. Outros países têm vetos sobre o processo orçamentário. Alguns como a Holanda, que tem a reputação de ser um defensor das regras, podem bloquear o processo se qualquer acordo for longe demais. A legislação do Estado de direito é definida de forma restrita. Alguns países queriam uma ferramenta muito mais abrangente, que afetaria os governos nas suas carteiras se eles desprezassem os direitos das minorias ou dos gays. 

Uma opção nuclear sendo discutida num sussurro de palco por diplomatas envolveria outros países simplesmente contornando os dois países e emitindo a dívida sem eles. Isso baniria a Hungria e a Polónia para um círculo externo do continente. Essas estratégias já foram usadas antes. David Cameron, então primeiro-ministro britânico, viu-se enganado em 2011, quando se recusou a assinar uma mudança no tratado sem garantias regulatórias para a cidade de Londres. Os seus companheiros líderes contornaram-no. O fracasso de Cameron oferece uma lição de como não lidar com Bruxelas, que Varsóvia e Budapeste fariam bem em ter atenção se quiserem garantir o seu lugar no bloco. Curiosamente, os eleitores de ambos os países são fortemente europeus, apesar de elegerem governos que gostam de lutar contra as instituições da UE.

Assim que a ferramenta do Estado de direito da UE entrar em vigor, a inércia pode tornar-se amiga da Hungria e da Polónia, ao invés de sua inimiga. Qualquer punição por atropelo ao Estado de direito teria de ser aprovada por uma maioria qualificada dos Estados-Membros. No papel, isso melhora o sistema atual. Neste momento um país pode ser multado e/ou privado dos seus direitos de voto por violar o Estado de Direito somente se todos os outros 26 governos concordarem. Uma vez que a Hungria e a Polónia se defendem, tal movimento é impossível. Na prática, as novas medidas ainda podem ter dificuldades para serem invocadas. A Hungria e a Polónia estão longe de ser os únicos países preocupados com o facto de os pagamentos do orçamento da UE estarem associados ao bom comportamento. As alegações de corrupção giram em torno da Bulgária. Assassinatos de jornalistas de investigação em Malta e Eslováquia abalaram ambos os países nos últimos anos. Chipre vende passaportes. Autoridades croatas são acusadas de agredir refugiados na fronteira. Não é apenas uma questão de honra entre os ladrões. os líderes da UE têm relutância em interferir nos assuntos internos de terceiros pelo simples motivo de temerem ser os próximos. Em tais circunstâncias, a abstenção é atraente. 

 Ao contrário das regras da física, as regras da política podem ser alteradas. O perigo é que o novo mecanismo se transforme noutro Pacto de Estabilidade e Crescimento, as regras frequentemente difamadas, mas geralmente ignoradas, sobre os gastos do governo. De acordo com o pacto, os países da UE deverão manter seus déficits abaixo de 3% do PIB em qualquer ano e as suas dívidas abaixo de 60% do PIB. Mesmo em tempos bons, esses alvos foram perdidos, mas as consequências foram poucas. Tecnicamente, os países podem ser multados. Nenhum nunca foi. Para os críticos, o mecanismo do Estado de direito é um compromisso bastante europeu: regras estrictas (para aplacar os apoiadores) que nunca são aplicadas (para aplacar os oponentes). 

 Os erros não estão na arte, mas nos artífices 
Os procedimentos para controlar os Estados membros que se comportam mal farão pouco se ninguém tiver coragem de usá-los. Fundamentalmente, lidar com governos desonestos da UE é uma questão de coragem política. Grandes países, como a Alemanha, permitiram que as alianças políticas superassem os princípios. Ao longo da última década, o primeiro-ministro húngaro, Viktor Orban, remodelou o Estado húngaro dentro do conforto do Partido Popular Europeu, do qual também se sentam os democratas-cristãos de Angela Merkel. A acção tardia contra a Polónia - um país muito mais importante para o futuro da Europa - veio somente depois do seu governo já ter montado o seu tribunal constitucional. O fracasso do bloco em agir teve consequências. Outros países estão deslizando numa direção semelhante e não irão parar a menos que alguma força os pressione para isso. Afinal, a inércia é uma coisa poderosa.

(tradução minha, um bocado à pressa)

Here we are...

 



Deixa-me ver o que me preocupa hoje, além da coisa da manhã que é a pior e tem que ver com esta doença e do outro assunto pericárdico ou melhor, intracárdico: os ministros incompetentes, os corruptos às ordens do Estado, a poluição dos rios, o desemprego e a pobreza, o Natal de quem não tem nada, ficar fechada mais não sei quantos meses, a situação da UE, o autoritarismo crescente no mundo, a apatia social, a violência, a decadência da educação, a justiça ser um privilégio de ricos, as famílias não terem dinheiro para pôr os filhos na universidade, o mal no mundo, as desigualdades sociais, a cegueira de quem não vê onde vão dar os caminhos do presente. Por enquanto é isto. Vou olhar para as aves do paraíso para contrabalançar.




É tudo o mesmo lamaçal

 


... só que uns estão mais a Norte e outros mais a Sul. Ordenam restrições que não cumprem (como o PCP) e depois quando são apanhados tentam fugir pela janela. A grande diferença é que no Norte, demitem-se imediatamente assim que são apanhados a infringir as regras que impõem aos outros e aqui no Sul, têm, 'saídas de luxo'. Porque é que Cabrita e todos os outros dirigentes não se demitem? 



O eurodeputado húngaro de extrema-direita, József Szájer, estava entre um grupo de 25 homens detidos pela polícia belga numa festa de sexo, em Bruxelas.

De acordo com a imprensa belga, o eurodeputado tentou fugir por uma janela à chegada da polícia ao local, mas acabou por ficar ferido. Segundo as autoridades, estariam presentes na orgia outros deputados do Parlamento Europeu. No grupo encontrava-se um número não divulgado de diplomatas que invocaram imunidade, que lhes foi negada.

O eurodeputado demitiu-se após estas informações terem sido divulgadas ao público.

Ela fez um péssimo trabalho mas o ministro estava a pensar dar-lhe, 'uma saída de luxo'




Como é que Cabrita não se demitiu imediatamente? A vergonha é uma senhora que não conhecem, nem de longe? E veja-se a sequência da notícia: Gatões fez um trabalho péssimo, mas o ministro estava a pensar dar-lhe uma 'saída de luxo' como dizem, em Londres. Este é o país que temos... assim não vamos lá.


Ministro Cabrita e diretora do SEF debaixo de fogo. PS também quer explicações


O cerco está a apertar para o ministro da Administração Interna e para a diretora do SEF. Vários deputados socialistas vieram a público neste fim de semana repudiar a alegada reiterada violência e tortura nesta polícia e exigir castigo para os responsáveis.

Mas, ao contrário do PS, o deputado não hesita em fazer a sua leitura política: "É incompreensível que, tendo a direção nacional do SEF uma componente política tão forte - um diretor nacional adjunto (ex-chefe de gabinete de Cabrita) com uma forte ligação pessoal e partidária ao ministro da Administração Interna e ao PS - o ministro continue a lavar as mãos como se nada fosse e a ordenar inquéritos atrás de inquéritos, sem tomar decisões. Ninguém percebe porque é que a direção do SEF continua em funções."

Cristina Gatões, inspetora do SEF no topo da carreira, recebeu a posse de Eduardo Cabrita em janeiro de 2019 e ocupava antes o cargo de diretora nacional adjunta, nomeada pela ex-ministra da Administração Interna, Constança Urbano de Sousa, atualmente a coordenadora do grupo parlamentar do PS para esta área.

Gatões tem tido um mandato preenchido com uma sucessão de casos controversos e, conforme o DN já noticiou, o ministro estava a ponderar afastá-la, com uma saída de luxo, nomeando-a oficial de ligação em Londres, para apoiar a comunidade portuguesa em Inglaterra no processo do Brexit.

Directamente do paraíso

 



It does

 




December 01, 2020

A santíssima trindade da ditadura

 


O redentor ao meio pregado na cruz. Em cada um dos lados, os ladrões, porta-vozes indesejados do povo. Ladrões de vidas, de oportunidades, de anseios, de liberdades, de autonomia, de trabalho, de dignidade, de maioridade, de almas, de corpos vergados, de palavras e de voz. Barrabás a monte.



Precisava de um porta-voz. Senhor Costa tem sobras?

 


Precisava alguém que carregasse a minha voz, aqueles sons que têm de sair pela boca ordenados e calmos em certas alturas em que temos a alma pregada à cruz e todos os sons são pedras carregadas no estômago. E precisava já para amanhã. 

O governo tem tanta gente lá sem fazer a ponta de um corno, peço desculpa da expressão, que podia emprestar-me um. Eram só dois dias: amanhã e depois outra vez para a semana.

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~Escrevo como quem dorme, e toda a minha vida é um recibo por assinar.

~Dentro da capoeira de onde irá a matar, o galo canta hinos à liberdade porque lhe deram dois poleiros.

~Os Deuses são a encarnação do que nunca poderemos ser.

~O cansaço de todas as hipóteses...


Bernardo Soares, o Livro do Desassossego

Dói-me o Pessoa

 


... porque ele faz parte da IP.








do Livro do Desassossego

Comove-me o simples

 

... o autêntico.

Autumn Landscape (1900) by Michał Gorstkin Wywiórski (Polish, 1861-1926), oil on canvas - National Museum (Warsaw, Poland)

Hã...?

 


... mas desde há um par de dias que me fazem convites no FB para aderir a grupos monárquicos... que terei dito para que alguém pensasse que sou monárquica? Não faço ideia. Terá sido porque adiro às comemorações do 1º de Dezembro? Se calhar.. sei lá.

E já agora que falamos de 1º de Dezembro: já alguém foi pela janela fora?




1º de Dezembro - mensagem da Sociedade Histórica da Independência de Portugal

 




Estive a ver uma entrevista com a Catarina Martins

 


Liguei a TV e como só estava a dar porcarias, fui andando nos canais e parei num canal chamado 'Q' e apanhei uma entrevista com ela desde a infância até à actividade no Bloco. Infelizmente o programa acabou sem aviso, ainda eles estavam a conversar... não percebi. Muito interessante. Ela é interessante a falar porque fala convicta. Não sabia da história da vida dela. Vê-se que ela pensou nos processos de vida que a trouxeram onde está e que os arrendondou, como nós todos fazemos, para que a nossa história seja consistente connosco e explique a nossa vida presente. O que também ficou mais ou menos percebido é que a ela lhe interessa a resolução de problemas como blocos [pun not intended] tal como fazia quando era miúda na escola, onde via um problema de racismo e organizava uma mini-luta para resolver o assunto com a professora. Ainda é assim: escolhem os problemas e vão à luta por eles. A questão é que se percebe que não há fio condutor teórico por detrás dessas escolhas, não há uma visão o que tem como consequência não haver direcção nem delimitação. Portanto, tanto podem escolher os problemas certos e estar a travar as lutas que interessam como podem estar sempre ao lado dado que não há bússula, é mais navegação à vista, baseada num certo tipo de marear que tem a ver com a área política em que se encontram e instinto, também. Falta alguém, e talvez não apenas neste partido, pensar o sentido, nomeadamente dos anos de democracia. Está na altura de se ultrapassar o medo de falar na ditadura de Salazar e fazê-lo, efectivamente, de um modo alargado. Sem isso não haverá arredondamento, não haverá sentido consistente e as forças do presente não serão capazes de aguentar o choque do passado. 

Estou completamente de acordo com ela na questão das praxes e achei piada ela dizer que nunca foi praxada embora tivessem tentado. Pois, eu nunca fui praxada nem nunca ninguém tentou e andei uns anos no Liceu de Évora, onde hoje é a Universidade e as praxes lá eram uma instituição - isto numa altura em que os finalistas do Liceu pareciam nosso pais. Alguns tinham 23 ou 24 anos, mas no meu bando de amigas e amigos, muitos foram praxados, mas nunca quando estavam comigo :) com 12 para 13 anos anos lembro-me de adultos se intimidarem comigo. Na faculdade a mesma coisa. Andei sempre à vontade por onde quis e nunca ninguém sequer fez aquele movimento de quem está a ponderar praxar-me. E nunca nenhum amigo meu, perto de mim, foi praxado.