It takes a certain kind of person to maintain an open heart after many hurricanes, without being a blind.
artwork by instagram.com/masato_tsuchiya
It takes a certain kind of person to maintain an open heart after many hurricanes, without being a blind.
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Este chegou há bocadinho. O livro foi escrito por este actor que é também um entusiasta fascinado pela etimologia das palavras. Conta os mitos duma maneira acessível e cativante e como tem um índex alfabético funciona como um dicionário. Muito giro para adolescentes treinarem o inglês, aumentarem o vocabulário e, ao mesmo tempo, aprendem alguma coisa dos fundamentos histórico-culturais do seu presente.
Ainda tem páginas de arte alusivas aos mitos. Tudo por 6 libras esterlinas. What's not to like?
Então e aquelas coisas que são muitos melhores com um homem...? Isto é o chamado, egoísmo lésbico?
XXXIII – De que modo, Sócrates?
Vou dizer-te, respondeu. Estão perfeitamente cientes os amigos da Sabedoria, que quando a Filosofia passa a dirigir-lhes a alma, esta se encontra como que ligada e aglutinada ao corpo, por intermédio do qual é forçada a ver a realidade como através das grades de um cárcere, em lugar de o fazer sozinha e por si mesma, porém atolada na mais absoluta ignorância. O que há de terrível nesse liames, reconhece-o a Filosofia, é consentirem nos prazeres e ser o próprio prisioneiro [a alma] quem mais coopera para manietar-se. Como disse, os amigos da Sabedoria estão cientes de que, ao tomar conta de sua alma em tal estado, a Filosofia lhe fala com doçura e procura libertá-la, mostrando-lhe quão cheio de ilusões é o conhecimento adquirido por meio dos olhos, quão enganador o dos ouvidos e dos mais sentidos, aconselhando-a a abandoná-los e a não fazer uso deles, a não ser no necessário, e a recolher-se e concentrar-se em si mesma [a reflectir] e só a acreditar em si própria e no que ela em si mesma aprender da realidade em si e, a não aceitar como verdadeiro tudo o que ela considerar por meios que em cada caso se modificam, [não aceitar como verdadeiro o que constantemente muda, pois não há conhecimento do relativo] pois as coisas desses gênero são sensíveis e visíveis, ao passo que é inteligível e invisível o que ela vê por si mesma. Convencida de que não deve opor-se a semelhante libertação, a alma do verdadeiro filósofo abstém dos prazeres, das paixões e dos temores, tanto quanto possível, certa de que sempre que alguém se alegra em extremo, ou teme, ou deseja, ou sofre, o mal daí resultante não é o que se poderia imaginar, como seria o caso, por exemplo, de adoecer ou vir a arruinar-se por causa das paixões: o maior e o pior dos males é o que não se deixa perceber.
Qual é, Sócrates? perguntou Cebete.
É que toda alma humana, nos casos de prazer ou de sofrimento intensos, é forçosamente levada a crer que o objeto causador de semelhante emoção é o que há de mais claro e verdadeiro, quando, de facto, não é assim. De regra, trata-se de coisas visíveis, não é isso mesmo?
[se nos apegamos muito à matéria e ao mundo dos sentidos somos levados a atribuir-lhe veracidade, portanto, a tomar a aparência por realidade]
Perfeitamente.
E não é quando passa por tudo isso que a alma se encontra mais intimamente presa ao corpo?
Como assim?
Porque os prazeres e os sofrimentos são como que dotados de um cravo com o qual fixam a alma e a prendem ao corpo, deixando-a corpórea e levando-o a acreditar que tudo o que o corpo diz é verdadeiro. Ora, pelo facto de ser da mesma opinião que o corpo e de se comprazer com ele, é obrigada, segundo penso, a adotar os seus costumes e alimentos, sem jamais poder chegar ao Hades em estado de pureza, pois é sempre saturada do corpo que ela o deixa. Resultado: logo depois, volta a cair noutro corpo, onde cria raízes como se tivesse sido semeada nele, ficando de todo alheia da companhia do divino, do que é puro e de uma só forma.
[quanto mais nos afastamos da razão por influência e tentação do corpo mais no afastamos da possibilidade de conhecimentos verdadeiros]
É muito certo o que disseste, observou Cebete.
XXXIV – Essa é a razão, Cebete, de serem temperantes e corajosos os verdadeiros amigos do saber e não pelo que imagina o povo. Ou achas que sim?
Eu? De forma alguma.
Não, de facto; a alma do filósofo não raciocina assim nem pensa que a filosofia deva libertá-la, para, depois de livre, entregar-se de novo aos prazeres e às dores e voltar a acorrentar-se, deixando írrito seu esforço anterior e como que empenhada em fazer o inverso do trabalho de Penélope em sua teia. Ao contrário: alcançando a calmaria das paixões e guiando-se pela razão, sem nunca a abandonar, contempla o que é verdadeiro e divino e que paira acima das opiniões, certa de que precisará viver assim a vida toda, para depois da morte, unir-se ao que lhe for aparentado e da mesma natureza, liberta das misérias humanas. Não é de admirar, Símias e Cebete, que uma alma alimentada desse jeito e com semelhante ocupação não tenha medo de desmembrar-se quando se retirar do corpo, e de ser dispersada pelos ventos, dissipando-se do todo, sem vir a ficar em parte alguma.
XXXV – A essas palavras de Sócrates, seguiu-se prolongado silêncio. Como se poderia observar, o próprio Sócrates meditava no tema desenvolvido na conversação, o que, aliás, acontecia com quase todos os presentes. Cebete e Símias falaram baixinho alguma coisa, o que foi percebido por Sócrates, que lhes disse:
E então? Perguntou: quem sabe se sois de parecer que ainda falta dizer algo? Em verdade, muitas dúvidas e objeções poderiam ser levantadas por quem se dispusesse a aprofundar o tema. Se tratais agora de outro assunto, não digo nada; porém se o nosso mesmo é que vos atrapalha, exponham sem acanhamento o que vos parecer indicado para melhor esclarecimento da questão, ou permiti que eu também tome parte no diálogo, no caso de julgardes que com a minha cooperação podeis vencer mais facilmente as dificuldades.
[a intenção de Platão não é a de fornecer provas irrefutáveis da imortalidade da alma, o que seria pouco ajuízado, mas conseguir chegar a consenso com argumentos não-refutáveis; quer dizer que o método dialéctico de Paltão, aqui exposto, consiste em discutir as questões cooperativamente, ver as hipóteses possíveis de solução e depois escolher -através dos argumentos- a melhor delas, sendo que a melhor será aquela para a qual não se consegue arranjar contra-argumentos e têm o acordo de todos - uma busca conjunta da verdade, discutindo e eliminado hipóteses racionalmente]
Símias, então, falou: Sendo assim, Sócrates, vou dizer-te a verdade. Já faz tempo que estamos em dúvida e procuramos animar-nos reciprocamente a dirigir-te perguntas, pelo desejo de ouvir-te falar, porém temos medo de incomodar-te por causa do presente infortúnio.
Ouvindo-o expressar-se desse modo, respondeu Sócrates, esboçando um sorriso: Ora, Símias! Dificilmente chegarei a convencer os outros homens que não considero nenhuma desgraça a minha situação neste momento, se nem a vós mesmos consigo persuadir. Pelo que vejo, considerais-me inferior aos cisnes, pois quando estes percebem que estão perto de morrer, por terem cantado a vida toda, mais vezes e melhor põem se a cantar, contentes de partirem para junto do deus de que são os servidores. Porém com seu medo característico da morte, os homens caluniam os cisnes, com afirmarem que eles cantam por chorarem a morte, de tristeza, sem refletir e que nenhum ave canta quando tem fome ou frio, ou quando presa de outra angústia, nem mesmo o rouxinol, a andorinha ou a poupa, cujo canto, segundo dizem, serve de alimentar a dor. Porém não creio que nenhum deles cante por estarem tristes, muito menos os cisnes.
Ao contrário: por pertencerem a Apolo, segundo penso, têm o Dom da profecia, e por preverem as delícias do Hades, cantam e se alegram nesse dia muito mais do que antes. Eu, de minha parte, também me considero servidor igual da divindade, como os cisnes, e a ela consagrado, e por ser dotado pelo meu senhor de não menor Dom de profecia, não deixarei a vida com menos coragem do que eles. Por isso, podeis falar à vontade e formular as perguntas que entenderdes todo o tempo que o permitirem os onze cidadãos de Atenas.
E só acredito com números oficiais. Não é que tenha conhecimento dos números, mas das pessoas com quem falo, de várias escolas, o que vejo é o oposto: mesmo quem foi trabalhar pensado que talvez fosse seguro com muito cuidado, já viu que não há condições porque as escolas estão com casos de covid. Eu teria ido trabalhar se me tivessem dado um horário que mo permitisse, o que não aconteceu, mas quando soube, ontem, que na minha escola há alunos do secundário com covid, turmas e professores em isolamento em número plural (sabendo que esses mais de 100 alunos contactaram com outros e os professores com outros professores) e pensei que esses são os alunos e professores com quem trabalho de perto, reforcei a decisão de prudência de não ter ido trabalhar nestas condições tão perigosas para a minha saúde.
O problema é que nas religiões as leis de Deus estão acima das leis humanas. Na religião muçulmana como nas outras. Daí que haja um constante tensão entre as leis do Estado e as da religião - Comum a todas as religiões: as normas de submissão das mulheres aos homens através do controlo do seu corpo; o controlo da existência alheia (eutanásia, o aborto, etc.) a obediência dogmática e acrítica; o controlo da sexualidade (gays, transgéneros, etc.), etc. Como consequência temos que as religiões não respeitam os direitos humanos que são os princípios soberanos nos Estados laicos, democráticos.
Nos Estados autoritários de cariz religioso, de onde são provenientes todos estes terroristas, a questão dos direitos humanos nem sequer se põe. São completamente mitómanos.
O discurso das religiões é um discurso que só por acaso é a favor do Estado e isso acontece quando o Estado é a seu favor. Depois, como nos Estados não-laicos autoritários os crentes são vistos como soldados de Deus e a linguagem que se usa é de guerra, a violência não é um mal em si, mas um instrumento.
E agora, de acordo com o presente argumento e o anterior, com qual dessas duas espécies a alma se mostra semelhante e revela maior afinidade?
No meu modo de pensar, Sócrates, respondeu, não há quem deixe de concordar, por mais obtuso que seja, se te acompanhar o raciocínio, que em tudo e por tudo a alma tem mais semelhança com o que sempre se conserva o mesmo do que com o que varia. [a alma é da mesma natureza que o invisível e o corpo com o visível]
E o corpo?
Com a outra espécie.
XXVIII – Examina agora a questão da seguinte maneira: enquanto se mantêm juntos o corpo e a alma, impõe a natureza a um deles de obedecer [o comportamento do corpo deve ser racional e não o oposto] e servir e ao outro comandar e dominar. Sob esse aspecto, qual deles se assemelha ao divino e qual ao mortal? Não te parece que o divino é naturalmente feito para comandar e dirigir, e o mortal para obedecer e servir? [a realidade sensível, por sê-lo, não serve de demonstração do inteligível]
Acho que sim.
E com qual deles a alma se parece?
Evidentemente, Sócrates, a alma se assemelha ao divino, e o corpo ao mortal .
Considera agora, Cebete, continuou, se de tudo o que dissemos não se conclui que ao que for divino, imortal, inteligível, de uma só forma, indissolúvel, sempre no mesmo estado e semelhante a si próprio é com o que alma mais se parece; e o contrário: ao humano, mortal e ininteligível, multiforme, dissolúvel e jamais igual a si mesmo, com isso é que o corpo se parece? Poderemos, amigo Cebete, argumentar de outro modo e dizer que não é dessa maneira?
Não é possível.
XXIX – E então? Se for assim, não ficará o corpo sujeito a dissolver-se depressa, conservando-se a alma indissolúvel ou num estado que muito disso se aproxima? [1ª conclusão: o corpo, sendo composto, corrompe-se mas como a alma não é composta, antes simples, não se dissolve, pois só os compostos se corrompem, se desagregam]
Sem dúvida.
Observa ainda, continuou, como depois que o homem morre, sua porção visível, o corpo, a que damos o nome de cadáver, colocado também num lugar visível, embora o sujeito a dissolver-se, a desagregar-se, de imediato não revela nenhuma dessas alterações, conservando-se intacto por tempo relativamente longo; e se, no momento da morte, o corpo estiver em boas condições, sendo boa, igualmente, a estação do ano, então conserva-se muito mais tempo. Quando o corpo é descarnado e embalsamado, tal como se faz no Egito, ele permanece quase inteiro por tempo incalculável. Aliás, até mesmo no corpo em decomposição, alguma de suas partes: ossos, tendões; e tudo mais do gênero, são, por assim dizer, imortais. [levam muito tempo a desfazer-se] Não é isso mesmo?
Certo.
Ao passo que a alma, a porção invisível, que vai para um lugar semelhante a ela, nobre, puro e invisível, o verdadeiro Hades, ou seja, o Invisível, para junto de um deus sábio e bom, para onde também, se deus quiser, dentro de pouco irá minha alma: faz sentido que essa alma, com semelhante origem e constituição, ao separar-se do corpo, se dissipasse imediatamente e se destruísse mais depressa que o próprio corpo, conforme crê a maioria dos homens? Nunca, meus caros Símias e Cebete! Pelo contrário; o que se dá é o seguinte: se ela é pura e no momento de sua libertação não arrastar consigo nada corpóreo por durante a vida ter evitado comércio voluntário com o corpo e se ter recolhido em si mesma [ter procurado a sabedoria da alma] e tendo sempre isso como preocupação exclusiva, que outra coisa não é senão filosofar? E, no rigoroso sentido da expressão, preparou-se para morrer facilmente... Pois tudo isso não será um exercício para a morte? [a filosofia é, pois, um exercício de preparação para a morte]
Sem dúvida nenhuma.
Assim constituída, dirigi-se para o que lhe assemelha, [o semelhante atrai o semelhante] para o invisível, divino, imortal e inteligível, onde, ao chegar, vive feliz, liberta do erro, da ignorância, do medo, dos amores selvagens e dos outros males da condição humana, passando tal como se diz dos iniciados, a viver o resto do tempo na companhia dos deuses. Falaremos desse jeito, Cebete, ou de outra forma?
XXX – Assim mesmo, por Zeus, respondeu Cebete.
No caso, porém, conforme penso, de estar manchada e impura ao separar-se do corpo,
por ter convivido sempre com ele, cuidado dele e o ter amado e estar fascinada por ele e por
seus apetites e deleites, a ponto de só aceitar como verdadeiro o que tivesse forma corpórea,
que se pode ver, tocar, beber, comer, ou servir para o amor [ o senso comum que se guia exclusivamente pelo conhecimento sensível na sua vida]; e se ela, que se habituou a odiar, temer e evitar o que é obscuro e invisível para os olhos, porém inteligível e
apreensível com a filosofia: acreditas que uma alma nessas condições esteja recolhida em si
mesma e sem mistura no momento em que deixar o corpo?
De forma alguma, respondeu.
Porém segundo penso, de todo em todo saturada de elementos corpóreos que com ela cresceram como resultado de sua familiaridade e contínua comunicação com o corpo, de que nunca se separou e de que sempre cuidara.
Sem dúvida.
Então, meu caro, terás de admitir que tudo isso é espesso, terreno e visível. A alma, com essa sobrecarga, torna-se pesada e é de novo arrastada para a região visível, de medo do Invisível – o Hades, como e diz – e rola por entre os monumentos e túmulos, na proximidade dos quais têm sido vistos fantasmas tenebrosos, semelhantes aos espectros dessas almas que não se libertaram puras de corpo e que se tornaram visível. [a alma, se passou a vida afastada de si e da sua natureza inteligível, sempre a servir o corpo, fica presa a ele depois de morrer e não sai dali de perto do túmulo onde está o corpo enterrado, o que explica certas luzes que se vêem nos cemitérios]
É muito possível, Sócrates, que seja assim mesmo.
Sim, é muito possível, Cebete, e também que essas almas não sejam dos bons, porém dos maus, que se vêem obrigadas a vagar por esse lugares, como castigo de sua conduta durante a vida, que fora péssima. E assim ficam a vagar, até que o apetite do elemento corporal a que sempre estão ligadas volte a prendê-las noutros corpos. [estas almas estão entre o ser e o não-ser]
XXXI – Como é natural, voltam a ser aprisionadas em naturezas de costumes iguais aos que elas praticaram em vida.
A que a naturezas te referes, Sócrates?
É o seguinte: as que eram dadas à glutonaria, ao orgulho ou à embriaguez desbragada, entram naturalmente nos corpos de asnos e de animais congêneres. Não te parece?
Falas com muita propriedade.
As que cometeram injustiças, a tirania ou a rapina, passam para a geração dos lobos, dos açores e dos abutres. Para onde mais podemos dizer que vão as almas dessa natureza?
[o modo de vida moral é um instrumento de felicidade]
Não há dúvida, respondeu Cebete; é para esses corpos que elas vão.
E não é evidente, continuou, que o mesmo se passa com os demais, por se orientarem todas elas no sentido de suas próprias tendências?
É claro, observou; nem poderia ser de outra maneira.
Logo, disse, os mais felizes e que vão para os melhores lugares são os que praticam a virtude cívica e social que dominamos temperança e justiça, por força apenas do hábito e da disposição própria, sem a participação da filosofia e da inteligência.
Por que serão esses os mais felizes?
Por ser natural que passem para uma raça sociável e mansa, de abelhas, vespas ou formigas, ou até para a mesma raça, a humana, a fim de gerarem homens moderados.
Sem dúvida.
XXXII – Para a raça dos deuses não é permitido passar os que não praticaram a Filosofia nem partiram inteiramente puros, mas apenas os amigos da Sabedoria. É por isso, meus caros Símias e Cebete, que os verdadeiros filósofos se acautelam contra os apetites do corpo, resistem-lhes e não se deixam dominar por eles; não têm medo da pobreza nem da ruína de sua própria casa, como a maioria dos homens, amigos das riquezas, nem temem a falta de honrarias e a vida inglória, como se dá com os amantes do poder e das distinções. Não é essa a razão de se absterem de tudo?
De fato, Sócrates; nada disso lhes ficaria bem, falou Cebete.
Não, por Zeus, retorquiu. Por isso mesmo, Cebete, todos os que cuidam da alma e não
vivem simplesmente para o culto do corpo, dizem adeus a tudo isso e não seguem o
caminho dos que não sabem para onde vão. Convencidos de que não devemos fazer nada
em contrário à Filosofia nem ao que ela prescreve para libertar-nos e purificar-nos, voltam-se para esse lado, seguindo na direção por ela aconselhada.
(continua)
Mas não deixa de chocar.
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Devia haver quatro pontes para Lisboa e só há duas. Como os transportes públicos são maus toda a gente leva o carro para Lisboa -uma pessoa em cada carro- e as filas são infernais. Hoje, por azar, à ida apanhei um acidente no tabuleiro da ponte com três carros enfaixados uns nos outros com bombeiros, ambulâncias e polícia à mistura -só não fiquei stressada porque já me tinham avisado que aquele médico se atrasa horas- e à volta para escapar ao trânsito, ainda para mais porque em Lisboa choviam picaretas, resolvemos vir pela Vasco da Gama e zás! Capotamento. Chiça...
São filas infernais. Nestes anos todos em que se gastaram biliões com bancos e ministérios - no tempo de Sócrates houve um ano em que os ministérios gastaram 12 mil milhões de euros em... cenas... remodelação de gabinetes, viagens, etc.- deixaram o país atrasado.
Um raio que vos parta!