August 18, 2020

Notícias que me fazem rir




Isto parece a Holanda a dizer que vai penalizar as empresas que fogem ao fisco para offshores. 


Empresas privadas vão ter coimas se não tiverem um plano de prevenção contra a corrupção

Estratégia Nacional Contra a Corrupção vai ser analisada pelo Conselho de Ministros. A ministra acaba de receber as propostas do grupo de trabalho e apresenta solução a António Costa em setembro.

Espero que os sindicatos ajam porque isto é uma ilegalidade



Eu e muitos outros como eu estamos em condições de ir trabalhar desde que implementem as recomendações da OMS e da DGS quanto ao distanciamento e medidas de segurança. Cabe às entidades competentes que é o ME assegurar essas condições e não dizer, essas pessoas que se lixem, metam baixa que não queremos saber delas. Então agora somos discriminados e perdemos parte do salário porque o secretário de Estado é um irresponsável e um incompetente que não faz o seu trabalho, juntamente com o ministro? Um e outro não mexem um dedo pela segurança das pessoas que é a sua obrigação legal? 

E os alunos a mesma coisa: não têm direitos porque o secretário de Estado é um incompetente e um cobarde.

E porque é que os directores amocham em tudo como carneiros? Não têm voz própria? Não pensam por si? Não têm coragem de tomar uma posição? Ou também não querem saber dos direitos dos colegas? É por causa do suplemento remuneratório? Têm medo de ser postos a andar?

Este secretário de Estado não tem respeito por ninguém a não ser pelos amigos. E não se vai embora. Um ganancioso de poder que não larga o cargo nem por nada. Ele e o ministro. Tudo o que de pior chega às escolas vem assinado por este indivíduo. 

Isto vem de um governo da esquerda: PS+BE+PCP - retirar direitos aos trabalhadores é com eles. Se isto é a esquerda, que venha um governo da direita.


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do blog do Arlindo


A legislação em vigor, Lei n.º 31/2020 – Diário da República n.º 155/2020, Série I de 2020-08-11, no aet.º 25.º, refere: Os imunodeprimidos e os portadores de doença crónica que, de acordo com as orientações da autoridade de saúde, devam ser considerados de risco, designadamente os hipertensos, os diabéticos, os doentes cardiovasculares, os portadores de doença respiratória crónica, os doentes oncológicos e os portadores de insuficiência renal, podem justificar a falta ao trabalho mediante declaração médica, desde que não possam desempenhar a sua atividade em regime de teletrabalho ou através de outras formas de prestação de atividade.

Mas como já é do vosso conhecimento o SE, em reunião com os diretores, respondeu sempre com “Atestado”…

“Os professores que são de risco precisam pôr atestado médico ou basta a declaração médica?

R: Atestado

“Como se procede à distribuição de serviço a professores que apresentam certificado médico de pessoa de risco?

professores, e não “professores”

R: Se não podem assegurar o serviço, estarão necessariamente de baixa.”

“Como funcionará a aplicação da legislação do teletrabalho na educação.

R: Não se percebe como se concilia teletrabalho com o regime presencial.”

Infere-se por estas perguntas e respostas que a legislação, ainda, em vigor vai ser alterada e os professores de grupos de risco terão que apresentar atestado médico para não exercerem a sua normal atividade docente. Isso levará à sua substituição e nunca a outras formas de prestação do serviço docente.

Dito isto, as declarações médicas entregues até agora e as que estão na forja para ser entregues deixarão de ter o resultado pretendido.

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“Boa tarde, prevê-se para o próximo ano letivo a obrigatoriedade de as escolas ministrarem alternativas à distância para os alunos que pertençam a grupos de risco atestado por um médico?

R: Não. Procede-se como com outros alunos impedidos de frequentar a escola por motivo de doença.”


O que fazia se fosse directora de uma escola

 

Os directores não são especialistas sanitários de modo que seguem as recomendações dos especialistas da DGS e OMS. Se não há autorização política para se poder implementar as medidas recomendadas, a responsabilidade é que quem as impede. 

Face à situação e não tendo funcionários suficientes para garantir a limpeza e desinfecção dos locais, nem condições para assegurar o distanciamento físico entre todos, escrevia uma cartinha ao delegado regional ou ao secretário de Estado (e se escrevessem em conjunto ainda melhor) a comunicar a falta de condições e a necessidade de autorizar a contratação de funcionários, a diisão de turmas e o que fosse preciso e não havendo autorização, remetia-se a responsabilidade do que acontecesse a esses superiores hierárquicos.   

É tempo dos responsáveis começarem a ser responsabilizados pelas suas políticas.



Deve haver alguma explicação para isto

 


... de todos os anos levar uma data de roupa para passar menos de duas semanas num sítio onde já sei que vou para aproveitar as coisas simples da vida -o sol, o mar, um peixe grelhado na brasa, o céu estrelado, a família, os amigos- com os mesmos dois ou três calções, meia dúzia de camisolas, os mesmos chinelos, um par de fatos de banho e duas toalhas de praia. De vez em quando lá se vai jantar fora a um sítio que pede um vestidinho e umas sandálias, mas este ano, com a pandemia, nem isso. De modo que não percebo este arrumar e desarrumar coisas que não precisava de ter levado. Isto deve ter alguma explicação freudiana.


Agosto anormalmente fresco

 

Alentejo abaixo dos 30 graus?


Acabou-se a temporada de praia

 


Hoje a maré estava tão baixa que andávamos 100 metros mar adentro e a água sempre pelo joelhos. Fria. O balanço foi positivo. Excepto hoje e antes de ontem a água esteve sempre quente e limpíssima. Este ano fui à praia como quem vai ao ginásio ou à fisioterapia: cedíssimo para não me cruzar com pessoas, a pé, para fazer exercício e com o plano de nadar uma hora, fosse num banho só ou em dois. Hoje não nadei uma hora. Nem cinco minutos porque não se consegue nadar com água gelada pelos joelhos. Enfim, estamos de malas aviadas para voltar à realidade das secas em hospitais, o que é já amanhã.




imagem da net

Ter de fugir por falar a verdade

 


50 anos de Abraxas

 

Abdul Matias Klarwei, o artista desconhecido mais famoso do mundo

JOSEP MASSOT


Abdul Matias Klarwein (Hamburgo, 1932- Deià, 2002) decía que era el artista desconocido más famoso del mundo. Lo pudo comprobar en los años setenta. La galería Marlborough le había ofrecido exponer en Londres, pero él prefirió mantener su proyecto de filmar en Níger. Su todoterreno se accidentó en el desierto y los ocupantes del camión que se acercó al vehículo averiado no tenían la intención de socorrerle. Le salvó una foto de la portada de Abraxasde Carlos Santana e identificarse como autor de la pintura. El álbum ahora cumple 50 años, como otro cuya imagen es obra también de Klarwein, Bitches Brew, de Miles Davis, un hito que revolucionó para siempre el jazz. Son conocidas sus carátulas de Beck, Buddy Miles, The Last Poets o Jerry Garcia, pero pocos han visto sus pinturas, buena parte de ellas realizadas en Deià, Mallorca. Dos de sus hijos, el cineasta Balthazar y la productora multimedia Sérafine, se han prestado a abrir su archivo, con diarios y dos libros inéditos, collages, dibujos, aforismos, proyectos, reflexiones y el relato de su vida nómada.

Mati Klarwein (derecha), con Stella Starlight y Jimmy Hendrix.
Mati Klarwein (derecha), con Stella Starlight y Jimmy Hendrix.CATERINE MILENAIRE

Mati Klarwein no tuvo que aprender a ser apátrida. Su padre era un arquitecto polaco, refugiado en Alemania tras los pogromos de 1905. En 1934 huyeron de Hamburgo, esta vez de los nazis, para instalarse en la frontera de Palestina con Líbano, donde una sola calle contenía 2.000 años de historia viva de cristianos, judíos y musulmanes. “En la escuela”, dicen Balthazar y Sérafine, “iba con alumnos judíos, pero sus amigos eran palestinos. Durante la guerra de 1948 fue movilizado con 16 años para camuflar carros de combate, una experiencia clave para entender su pacifismo”. Si su padre había cambiado su nombre, Ossip, Josef, Yosef, al hilo de las migraciones, él se añadiría el de Abdul en su creencia de que todos los judíos deberían llevar un nombre árabe y los palestinos un nombre hebreo. No obtuvo su primer pasaporte, francés, hasta 1965, gracias a André Malraux.


'Annunciation', utilizada por Carlos Santana en 1970 como portada de su álbum 'Abraxas'.'Annunciation', utilizada por Carlos Santana en 1970 como portada de su álbum 'Abraxas'.
Tras la creación de Israel, sus padres se trasladaron a París, donde Mati estudió en la Académie Julian con Léger. Conoció a Boris Vian, Tristan Tzara, Dalí y sobre todo al austriaco Ernst Fuchs, quien le enseñó a usar la técnica mixta, adecuada para sus cuadros hiperrealistas con un eco daliniano y una lectura de la negritud que no es ajena a la estética de estrellas del pop actuales como Beyoncé o Erykah Badu. Su pintura se transformó tras visitar India en 1961 con Kitty Lillaz, una coleccionista 20 años mayor que le costeaba sus viajes exóticos. Fue cuando surgió su arte visionario realizado con la minucia de Vermeer o el abigarramiento de un Bosco hindú. Sus obras se erotizaron y se poblaron de colores e iridiscencias, figuras africanas, indias, árabes, occidentales, una religiosidad del conocimiento interior y de la unidad de todos los seres en el mismo cosmos.



KlarweinA finales de los años cincuenta descubrió Deià. “Un día”, dice Sérafine, “le llegó un paquete enviado por Timothy Leary, difusor del LSD, con cuatro pastillas de azúcar. Se las tomó, pero él no pintaba bajo el efecto de las drogas”. En sus idas y venidas a Deià, París y Nueva York pintó dos de sus obras más célebres. Los diarios muestran que en su origen eran una sola. En la primera, La Anunciación (1961), pasa de un ángel castamente arrodillado a un serafín femenino con las congas lascivamente entre las piernas señalando la letra Aleph (el inicio) a una erótica virgen negra. En lugar de los tres reyes, tres danzarines wonaabe, la tribu polígama de Níger en la que los hombres bailan para que las mujeres elijan pareja. Una jungla de frutas y vegetación refuerza la idea de fertilidad. Debajo de las congas aparece la cala de Deià tal como Klarwein (que se autorretrata) la veía. En 1970 Santana descubrió el lienzo en una revista y lo quiso para Abraxas. La segunda obra era La Natividad, una virgen negra rodeada de mandalas psicodélicos y pop.

Grano de arena está basada en un poema de Blake: “Para ver un mundo en un grano de arena/ y un cielo en una flor silvestre/ sostén el infinito / en la palma de tu mano/ y la eternidad en una hora”. “Quería pintar”, dijo Klarwein, “un cuadro que pudiera colgar en la pared de cualquier manera, un universo giratorio sin arriba ni abajo. Lo proyecté como una comedia pintada como una rueda de la vida tibetana con mil personajes: Marilyn Monroe, Anita Ekberg, Ray Charles, Pablo Picasso, Brigitte Bardot, Roland Kirk, Cannonball Adderley, Ahmed Abdul Malik, Wonderwoman, la chica de Delacroix en el cementerio, Litri y sus toreros de mierda, Lawrence de Arabia, Sócrates, Dalí, Rama, Vishnu, Ganesh, el Zork y una Vía Láctea de playmates. Era 1962 y estaba enamorado de Marilyn”. La Crucifixión es una orgía multirracional en el árbol de la vida. Son cuatro de las 69 piezas que formarían su gran proyecto, un reto a su padre arquitecto racionalista, el Aleph Sanctuary, la capilla portátil, un cubo perfecto, que exponía en su loft de la calle 17 de Manhattan. La diseñadora Stella Starlight llevó a Jimmi Hendrix una tarde. Según escribió Klarwein: “Con esa voz que siempre parecía provenir del otro lado del túnel de la conciencia, dijo ‘la pintura con la que más me identifico es la… es la… uh… la que parece un ocho horizontal con dos caras de Picasso fusionadas dentro de los anillos representando la eternidad que siento cuando me expongo demasiado con mi música”. La muerte del guitarrista impidió que viera el retrato para el álbum que grababa con Gil Evans.

Portada del álbum 'Bitches Brew', de Miles Davis de 1970.
Portada del álbum 'Bitches Brew', de Miles Davis de 1970.
El lado del mal

Klarwein recuerda su visita a Miles Davis, gracias a Stella: “Stella es una perra'. La voz de Miles suena como la de alguien barriendo hojas muertas en el patio. Está escuchando una cinta de su próximo álbum Bitches Brew, para el que quiere que pinte una portada. (…) Algún tiempo después, Columbia me encargó una portada para Zonked de Miles. Deseaba a su esposa Betty en la portada. Para cuando le di los toques finales, él también había terminado de tocarla, así que lo archivaron”. También le encargó una carátula para Live/Evil, la luz y el mal. Klarwein recibió una llamada de teléfono: “¡Lo tengo, Miles! Lo acabo de terminar hace una hora, una mujer embarazada del lado oscuro del sol. ‘Muy bien. Pinta ahora el lado del mal, ya sabes, ¡quiero un sapo! Un gran sapo malo’. Así como el tic-tac de un reloj a veces solo se nota una vez que se detiene, también me di cuenta de que había estado mirando al sapo inconscientemente desde que cogí el teléfono. Era el asqueroso rostro de J. Edgar Hoover en la portada de un Newsweek tirado en el suelo a mis pies.”

Klarwein se instaló definitivamente en Deià en 1985. Despreocupado de hacer una carrera como artista, no le importó descuidar la coherencia de su catálogo, financiando su vida libre con retratos de encargo, como el de Kennedy solicitado por Jackie.
Portada de 'Time', del 2 de febrero de 1970, realizada por Mati Klarwein con el retrato del ecologista Barry Commoner.Portada de 'Time', del 2 de febrero de 1970, realizada por Mati Klarwein con el retrato del ecologista Barry Commoner.
Sérafine cuenta que una mañana, unos golpes en la puerta de su torre de Deià despertaron a su padre. Él estaba desnudo, con una chica en la cama. Al abrir la puerta se encontró a la atildada Carmen Polo, la mujer de Franco. Quería que retratara a dos de sus nietos. La mujer del dictador se fijó en unas extrañas plantas. “Son tomateras”, se apresuró a decir Klarwein. En los retratos introdujo una clave antifranquista: la flor del sueño cubriendo el girasol de España.

El artista hizo incursiones por paisajes lisérgicos (“psiconauta”, le llamó Alex Grey) y cambió sus obsesiones por el éxtasis y el sexo por la luz. También se dedicó a buscar en mercadillos pinturas cuanto más malas, mejor, y reciclarlas, sanarlas, logrando obras de gran ironía y humor.

La pintura de Klarwein sigue influyendo en pintores como Alex Grey o músicos como Jon Hassell, que conquista territorios sónicos con sus investigaciones con Brian Eno o el encaje de los medios electrónicos con músicas étnicas, The Fourth World. “Mati era un hermano para mí. Mis experiencias con él en Deiá me inspiraron mi sello discográfico, Ndeya”, comenta Hassell a este diario desde Nueva York. “Le dediqué mi último álbum Listening To Pictures. Allí explico que todo está impregnado de su espíritu. Me enamoré de sus pinturas en Nueva York hace 40 años. Parecían estar vivas y vibrar con una música cuyo momento había llegado, una world music (intenta imaginar que oyes esas dos palabras juntas por primera vez) que era sensual y espiritual, expresada con una impecable técnica de témpera clásica”. Es lo que él busca: “la capacidad de reunir el sonido real de músicas de varias épocas y orígenes geográficos en el mismo marco compositivo”. Como en esta frase del pintor: “Nunca olvidaré la expresión de los indios Sayonara de la cuenca del Amazonas cuando nos escuchaban tocar el Quinto Concierto de Brandenburgo en si bemol de Bach con el arpa judía hecha con astillas extraídas de los clítoris de las ballenas, mientras esperábamos que la rueda de la bicicleta de Duchamp fuera reparada en el taller del Museo del Pueblo de Pekín”.

Documentos y diarios del artista pertenecientes al archivo Klarwein.Documentos y diarios del artista pertenecientes al archivo Klarwein. /

Quando o primeiro-ministro é conivente com as situações e o Presidente só corta-fitas, não se pode fazer nada




A corrupção e o tráfico de influências. O novo secretário de Estado é o antigo aceitador de presentes das grandes corporações.

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Vítor Escária, de 48 anos, economista e professor do Departamento de Economia do ISEG - Lisbon School of Economics and Management, regressa ao gabinete de António Costa, de quem foi assessor económico no executivo anterior. O economista deixou de colaborar com o executivo na sequência do “Galpgate” - viagens oferecidas pela Galp a vários políticos e membros do Governo para assistir a jogos do Euro 2016. Há pouco mais de meio ano, o Ministério Público deu, contudo, o caso por encerrado desde que os titulares de cargos políticos envolvidos pagassem as multas definidas.

Os fretes dos moços de recados: mentiras e mais mentiras


 

Isto é o equivalente a dizer: está tudo óptimo nos hospitais, é tudo estável, a protecção é a melhor porque demos termómetros aos doentes e os lençóis das camas vão todos a lavar, há mais 600 empregados de limpeza no país e mais 1000 médicos (num universo de 100 e tal mil) de modo que está tudo preparado e nas melhores condições para os médicos irem trabalhar com os doentes, sem protecção nem distanciamento físico, a não ser por acaso. 

Onde é que vão desencantar estas pessoas...?


Os Caminhos da Estabilidade

Susana amador


Mais recursos, melhores condições de trabalho, mais estabilidade e maior previsibilidade, significam mais e melhores condições para os docentes apoiarem os seus alunos na recuperação das aprendizagens de modo a que ninguém fique para trás.

O sistema educativo e todos os seus agentes estão agora mais preparados para antecipar possíveis cenários pandémicos, capacitados para encontrar soluções, aptos para assumir novas abordagens e com um capital de experiência para desenvolver os métodos de ensino e aprendizagem diferenciados que se revelem mais ajustados e eficientes para garantir as aprendizagens, promover o sucesso educativo e elevar, cada vez mais, a qualidade da Escola Pública, aquela de onde se vê o mar da igualdade de oportunidades.

Secretária de Estado da Educação

COVID - EUA - testemunhos

 



August 17, 2020

Dormir a olhar para as estrelas?



Está um céu nocturno espectacular, parecido com este aqui, mas muito mais bonito. O céu está daquela cor azul noite, vê-se a via láctea, uma coluna dorsal como açúcar polvilhado e, espalhados por todo o lado astros brilhantes. Já vi duas estrelas cadentes. Infelizmente não tenho câmara capaz de apanhar este céu nocturno. Ainda não estamos, sequer, na lua nova. A minha vontade é arrastar o colchão aqui para a açoteia, trazer uma manta e ficar aqui a dormir sob as estrelas, como já fiz outras vezes em colchões de praia



Playlist IV - Three Queens and a King

 



Playlist III - Roberta Flack

 



Playlist I - Janis Joplin

 



Playlist - Ayanna & The Soulmates

 



Paleta de cores de Verão

 



Wait but what?!




As for you, if you’re 60 or older, you were born closer to the 1800s than today.

Today’s 35-year-olds were born closer to the 1940s than to today. 

There are a lot of options for that kind of calculation, but those two seemed like the most depressing to me. Worth mentioning that my 94-year-old grandmother was born closer to the Andrew Jackson administration than to today.

If you were born in the 1980s like me, a kid today who’s the age you were in 1990 is a full 30-year generation younger than you. They’ll remember Obama’s presidency the way you remember Reagan’s. 9/11 to them is the moon landing for you. The 90s seem as ancient to them as the 60s seem to you. To you, the 70s are just a little before your time—that’s how they think of the 2000s. They see the 70s how you see the 40s. And the hippy 60s seems as old to them as the Great Depression seems to you. 

But the weirdest thing about kids today: most of them will live to see the 2100s.


waitbutwhy.

Eat

 


Thinking Art

Leituras pela tarde (em dia sem praia para curar o ouvido)

 

"You say you had no choice, but you actually had many choices—and you made the choice that would damage the trust between you and Jane and hurt her deeply." Lori Gottlieb advises a reader whose girlfriend won’t speak to him, because he asked her to move out.

THEATLANTIC.COM|POR LORI GOTTLIEB
I do not want to lose her and I miss her terribly, but I believe I had no other choice.