July 09, 2020

Life



Horst Fischer

Becos



E quando pessoas de quem se gosta vão cada uma para seu lado e uma pessoa não quer escolher lados mas é apanhada no meio da situação?

Há muitas maneiras de falar para quem tem olhos para ver e ouvidos para ouvir




As pessoas metem-se nos copos antes de escrever para se inspirarem ou assim? É que se for esse o caso ainda tem desculpa



O vírus, a razão e a emoção
Isabel do Carmo

O vírus anda por aí e as pessoas também. A prevenção com as medidas indicadas e que neste momento mereciam nova campanha é o melhor produto da razão.

Todavia, o ser humano, há uns escassos 300 mil anos, possui um cérebro que dá para raciocinar, transmitir aos outros e sobretudo usar para actuar sobre a realidade. Esta é a razão. Mas como não há razão pura, é acompanhada de emoção. E o medo pode chegar ao alarme e ao pânico. É a condição humana. Porém, usá-lo como arma de arremesso e manobra política excede o campo da luta de ideias para pertencer à área da moral. E é feio.
O medo é o que permite aos animais em geral e ao ser humano sobreviver. Mas há um momento em que a emoção pode transformar o medo em alarme e este conduzir ao pânico. O raciocínio fica bloqueado, a acção descontrola-se e a doença deixa de ser acompanhada da serenidade necessária. Agrava-se.

Ora neste momento precisamos: pensar com clareza, aplicar prevenção e ter esperança. Após o terramoto de 1755, o padre Malagrida percorria as ruas proclamando que era a consequência dos pecados da população e do poder político da altura, o Marquês. Este respondeu cruelmente, mas construiu uma nova cidade. Há sempre Malagridas que esperam por nós... Felizmente não há política cruel, há democracia.
...
Não fosse esta sociedade obesogénica e teriam sido muito menos. Tivesse poder a Direcção-Geral da Saúde e houvesse vontade política dos municípios para além das rotas pedestres e não haveria abertura de grandes estabelecimentos de marca de comida hipercalórica na área das escolas dos ciclos e do secundário, nem com grande evidência ao lado do Estádio Universitário. Não venham com a liberdade de escolha individual, que é argumento que já não colhe em nenhuma investigação científica!


(fala de democracia mas é a favor da eliminação da liberdade de escolha individual)

Citação deste dia



′′ Sentimos que mesmo se todas as questões científicas fossem resolvidas, os nossos problemas de vida ainda estariam intocados."

- Wittgenstein.

Good morning 😀




Carl Sagan - separar o trigo do joio



Carl Sagan proposes a rigorous but comprehensible “baloney detection kit” to separate sense from nonsense in is 1995 book The Demon-Haunted World,
  • Wherever possible there must be independent confirmation of the “facts.”
  • Encourage substantive debate on the evidence by knowledgeable proponents of all points of view.
  • Arguments from authority carry little weight — “authorities” have made mistakes in the past. They will do so again in the future. Perhaps a better way to say it is that in science there are no authorities; at most, there are experts.
  • Spin more than one hypothesis. If there’s something to be explained, think of all the different ways in which it could be explained. Then think of tests by which you might systematically disprove each of the alternatives.
  • Try not to get overly attached to a hypothesis just because it’s yours. It’s only a way station in the pursuit of knowledge. Ask yourself why you like the idea. Compare it fairly with the alternatives. See if you can find reasons for rejecting it. If you don’t, others will.
  • If whatever it is you’re explaining has some measure, some numerical quantity attached to it, you’ll be much better able to discriminate among competing hypotheses. What is vague and qualitative is open to many explanations.
  • If there’s a chain of argument, every link in the chain must work (including the premise) — not just most of them.
  • Occam’s Razor. This convenient rule-of-thumb urges us when faced with two hypotheses that explain the data equally well to choose the simpler. Always ask whether the hypothesis can be, at least in principle, falsified…. You must be able to check assertions out. Inveterate skeptics must be given the chance to follow your reasoning, to duplicate your experiments and see if they get the same result.


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Estou de acordo, excepto com a antepenúltima, que cai no erro da imediatamente anterior.


(ainda de Carl Sagan: Carl Sagan Predicts the Decline of America: Unable to Know “What’s True,” We Will Slide, “Without Noticing, Back into Superstition & Darkness” (1995))

A favor do debate livre e contra a intolerância de ideias



Noam Chomsky, Steven Pinker, Margaret Atwood e Francis Fukuyama apelam ao “debate livre” em carta publicada na Harper’s

No documento, mais de 150 artistas e pensadores aplaudem os apelos à “igualdade e inclusão” nos protestos desencadeados pela morte de George Floyd, mas manifestam preocupação pelo “novo conjunto de atitudes morais e compromissos políticos” que enfraquecem as “normas de debate livre e tolerância”.

O sociólogo Noam Chomsky, as escritoras Margaret Atwood e J.K. Rowling, o ex-campeão mundial de xadrez Garry Kasparov, o psicólogo Steven Pinker, o filósofo Francis Fukuyama e a activista Nadine Strossen, ex-presidente da União Americana pelas Liberdades Civis, são alguns dos signatários, apoiantes de diferentes ideologias políticas e representantes de diversos sectores de acção e pensamento. Argumentando que “o ‘iliberalismo’ está a ganhar força” e que este terá no Presidente Donald Trump “um aliado poderoso”, os autores sustentam que “a inclusão democrática que todos queremos só pode ser conseguida se nos manifestarmos contra o clima intolerante que se instalou nos vários lados da barricada”

Os signatários defendem que “a troca livre de informação e ideias, que é vital numa sociedade liberal”, está cada vez mais em risco, sugerindo que a censura, da “intolerância a visões opostas” ao clima de sede por “humilhação pública e ostracismo” que as redes sociais potenciam, está a “espalhar-se amplamente na nossa cultura”. “Nós defendemos o valor de uma contra-resposta robusta — e às vezes até corrosiva — de todos os quadrantes. Mas agora é demasiado comum ouvirmos exigências de castigos rápidos e severos em resposta a supostas transgressões de discurso ou pensamento”, sublinham.

“Líderes institucionais estão a atribuir castigos precipitados e desproporcionados em vez de aplicarem reformas estruturais com consideração”, salientam. “Editores de publicações estão a ser despedidos por publicarem artigos controversos”, “jornalistas estão a ser impedidos de escrever sobre determinados tópicos” e “responsáveis por organizações estão a ser afastados por incidentes que, às vezes, são apenas erros descuidados”, exemplificam os escritores da carta, concretizando que, “quaisquer que sejam os argumentos em cada incidente particular”, os “limites daquilo que pode ser dito sem a ameaça de represálias” estão a ficar progressivamente mais “estreitos”. “A restrição do debate, quer por um governo repressivo quer por uma sociedade intolerante, invariavelmente prejudica aqueles que não têm poder”, concluem. “Devemos derrotar as más ideias através de exposição e persuasão, não através de silenciamento.”

... O que se passa, sugere, é que “já existe há algum tempo um clima que nos preocupa a todos”.

“Há muitas pessoas que parecem pensar que o debate livre é uma coisa que não é saudável”, complementa, similarmente, Nicholas Lemann, autor na revista New Yorker e um dos signatários da carta que é também citado pelo New York Times. “Eu passei a minha vida inteira a discutir vigorosamente com pessoas que têm visões com que não me identifico, e não quero pensar que estamos a sair dessa realidade.”

P

Soothing




Victoria Crowe - Agapanthus, Changing Light.

July 08, 2020

Well, I think so too





Livros - romances e críticos literários



De vez em quando ponho-me à procura de um romance para ler para desenjoar das outras leituras, mas é difícil encontrar encontrar boa literatura. E hoje-em-dia a maioria dos críticos literários abusa dos adjectivos bombásticos e não sabe guiar-nos na procura de um livro nem abrir-nos o apetite. Pois esta aqui é a excepção à regra e aguçou-me o apetite pela pela invulgaridade da estratégia da escritora. Acho que vou comprá-lo para as férias.
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22 MINUTES OF UNCONDITIONAL LOVE
By Daphne Merkin

“A book is a heart that only beats in the chest of another,” Rebecca Solnit writes of the symbiotic relationship between writers and readers. How, exactly, this transplant works is as mysterious as love itself. But not when the book is Daphne Merkin’s new novel, whose narrator invites us into the operating room to observe the procedure: “So come with me and watch Judith Stone collide with her destiny in the shape of a man named Howard Rose.”

“22 Minutes of Unconditional Love” tracks an unusual episode in the otherwise unremarkable life of Judith Stone, a smart and anxiety-prone young editor in Manhattan. Inexperienced in affairs of the heart, Judith longs to find a good man and start a family. Instead, she chances upon Howard Rose, a charismatic and moody lawyer 13 years her senior, who becomes the object of her desire. Needless to say, Howard is not husband material. If anything, he’s a romantic antihero, skilled in the giving and withholding of sexual pleasure, and able to “turn his interest on and off like a light switch.” Despite initial reluctance, Judith quickly succumbs to Howard’s emotional and sexual manipulations; the details of her erotic compliance are breathtaking. This is not unusual territory for Merkin, a literary critic and novelist known for her revealing personal essays, which have chronicled her sexual fixation on spanking as well as her struggles with depression.




But, dear reader, how do you feel about interruptions? Would it bother you if in the thick of this steamy story of sexual obsession, the narrator butts in to solicit your opinion, discuss a plot decision or opine on some bit of literary trivia? If so, consider yourself forewarned. There are five chapters, each titled “Digression” and numbered one through five, devoted to doing just this, which may challenge your staying power.

“Peekaboo, I see you, out there in the world holding this book,” the narrator calls out cheekily, addressing us for the first time. She drops clues to her identity: “You don’t really believe, do you, that I’m anyone but a writer pretending to invent a character,” adding elsewhere that she “might very well be you.” Seductive one moment (“I stand here … offering you myself in all my guises”) and dismissive the next (“Perhaps you are not the reader I want after all”), our narrator is as skillful an orchestrator of emotion as Howard himself.


If you’re like me, you might not be a fan of metafiction. I follow Hansel and Gretel into the woods because I’m curious about their fate, not to know why the Brothers Grimm chose gingerbread as construction material. Simply put, I read for the transportive magic, not the trick. But here’s the shocker: Thanks to Merkin’s literary legerdemain and stylish prose, her ruminative digressions — about memory, subjectivity and the interplay between reality and fiction — contribute as much to the book’s artistic, emotional and intellectual payoff as her story does. There is delight in each intrusion, of the sort that I experience on a leisurely Sunday morning when I’m able to wake up only to fall back to sleep again, taking pleasure in crossing the boundary of consciousness.

“22 Minutes of Unconditional Love” is an arresting novel that explores the alchemy of contradictions that exist in all great works of literature. Observant and witty, Merkin makes each sentence pack a provocative wallop. So, come for the promise of a compulsively readable novel — “Obsession makes for good copy,” the narrator tells us — and stay for a fascinating lesson on the making of art.


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A Ndrangheta portuguesa?



Novo Banco vendeu activos com 70% de desconto a fundo ao qual o seu chairman esteve ligado

Até ser nomeado chairman do Novo Banco, Byron Haines liderou um banco detido pelo fundo Cerberus. Foi a este fundo que o banco vendeu 200 imóveis com uma perda de 328 milhões de euros. Uma queixa à autoridade europeia denuncia “gestão ruinosa”, “conflito de interesses” e pede uma investigação criminal.

O senhor em causa ainda tinha o descaramento de pedir aos contribuintes os 70% em falta nas contas do Banco!
Foi a este ser humano que Centeno deu milhões e milhões e milhões e milhões e milhões e milhões e milhões e milhões e milhões e milhões e milhões e milhões e milhões e milhões e milhões e milhões e milhões e milhões e milhões e milhões e milhões e milhões e milhões e milhões e milhões e milhões e milhões e milhões e milhões e milhões e milhões e milhões e milhões e milhões e milhões e milhões e milhões e milhões e milhões e milhões e milhões e milhões e milhões e milhões e milhões e milhões e milhões e milhões e milhões e milhões e milhões e milhões e milhões e milhões...



Investidores internacionais compraram títulos de dívida da máfia italiana
Em um dos casos, os bonds lastreados em parte por empresas de fachada que são encarregadas de trabalhar para o grupo da máfia italiana, Calábria ‘Ndrangheta, foram comprados por um dos maiores bancos privados da Europa, o Banca Generali. Nessa transação, os serviços de consultoria eram prestados pelo grupo de contabilidade EY.
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Os Ndranghetos que estão feitos com os dos fundos, que por sua vez estão feitos com os da banca, que por sua vez estão feitos com os políticos e os governantes. E nós pagamos.

Código de conduta dos juízes - uma coisa boa



Se não fosse a UE provavelmente não faziam nenhum código de conduta, mas o importante é que o façam.

Juízes terão de tratar todos com respeito

Um novo código de conduta da magistratura está agora em discussão pública e, caso venha a ser aplicado, vai revolucionar a relação da Justiça com a sociedade civil.
Há muitas novidades, entre as quais, por exemplo, a obrigatoriedade dos juízes terem de tratar todos com respeito e aceitar críticas às suas decisões judiciais.
Os juízes vão ser obrigados a declarar os seus rendimentos, património, interesses, incompatibilidades e impedimentos no prazo de dois meses a partir da tomada de posse como magistrados judiciais. As regras serão semelhantes às aplicadas a titulares de cargos políticos e públicos.
Este código contempla ainda a existência de um conselho de ética autónomo, com duas personalidades da sociedade civil escolhidas por cinco anos e três magistrados com mandato de três anos. Faz “uma separação clara” entre assuntos disciplinares e éticos. Ou seja, o Conselho Superior da Magistratura continuará com o pelouro das questões disciplinares e este novo Conselho apenas com as questões de ética.
Os magistrados judiciais devem ainda evitar participar em atividades extrajudiciais suscetíveis de colocar em causa a sua imparcialidade e que contendam ou possam vir a contender com o exercício da sua função ou com a confiança do cidadão na independência e imparcialidade da sua decisão como, por exemplo, integrarem corpos sociais de clubes desportivos ou partidos políticos.
Entre o conjunto de regras orientadoras, está que “os magistrados judiciais empenham-se ativamente em respeitar e fazer respeitar a dignidade de todos os cidadãos, sem qualquer discriminação, nomeadamente em razão de ascendência, sexo, raça, língua, território de origem, religião, convicções políticas ou ideológicas, instrução, situação económica, condição social ou orientação sexual” e que devem exercer “com prudência e moderação o direito à sua liberdade de expressão, por forma a preservar a confiança dos cidadãos na independência e imparcialidade do poder judicial”.
A adoção de um novo código de conduta é uma imposição da União Europeia.

Acerca do exame de Filosofia



Foi fácil mas desinteressante e com uma pergunta que considero muito mal feita. Perguntar a um aluno, se 'em sua opinião', o fundamento da filosofia de Descartes é um fundamento sólido, não tem sentido. Desde quando um aluno neste nível de ensino tem opiniões filosóficas próprias? Nem os professores têm. Repetem opiniões alheias. É evidente que os alunos vão repetir a argumentação, ou do próprio se quiserem responder que sim, ou de Hume se quiserem responder que não. Depois os professores correctores vão considerar errado porque, dizem, não é a opinião pessoal do aluno e foi isso que foi pedido. Já vi isto acontecer várias vezes.
O problema da fundamentação do conhecimento é tão complexo que são precisos indivíduos da envergadura de Descartes, de Hume, de Kant ou outros do género para lhe pegar, mas um aluno do 11º ano tem uma posição filosófica própria sobre a questão? Uma pessoa leva tantos anos a construir uma posição sobre as questões. Uma opinião com coerência e fundamento e espera-se que miúdos com 17 anos tenham posições próprias sobre estes assuntos?
E qual é a vantagem de perguntar a opinião em vez de pedir reflexão ou problematização que é muito mais importante saber fazer do que dar opiniões?
Lá está... eu devo ser muito burra... se me pedissem a mim uma opinião sobre o fundamento filosófico de Descartes, confesso que o discutia com argumentos alheios, de outros filósofos e que não desenvolvi uma filosofia própria original acerca desse problema tão complexo. Nem sequer tenho uma posição única de ser a favor desta ou daquela teoria porque todas elas têm dificuldades e aporias - ou pelo menos, becos sem saída. No entanto, os fazedores de exames estão à espera que os alunos de 17 anos tenham opinião própria sobre o assunto. Vejo grande demérito nestas perguntas. Um aluno que responda a isto, dizendo, 'em minha opinião Descartes está certo ou errado, mostra nem sequer ter noção da complexidade do problema. Não digo que no meio de tantos alunos não se possa apanhar, de 100 em 100 anos, um Leibniz, mas é muitíssimo improvável. Estas perguntas, quanto a mim, dizem alguma coisa sobre as pessoas que as fazem, o que pensam que da filosofia e do seu ensino.
A última questão é a única que se presta mais à reflexão, mas o mais certo é os alunos despejarem os argumentos que aprenderam sobre a questão da religião.

Se mais provas precisássemos da incompetência de Centeno, é ele próprio que no-las dá



De saída do Eurogrupo, Centeno avisa Europa: não sejam cegos em relação às regras orçamentais


Centeno, um cego dogmático que empobreceu a maioria do país (excepção para os amigos) obcecado, com fervor religioso, pelo défice, confessa, agora que está de saída, ser contra a cegueira relativamente às regras orçamentais... ora, se ele não era a favor da cegueira orçamental, porque insistiu nela? A resposta óbvia é: não soube fazer diferente do que fez o seu antecessor, não teve competência para ajudar o país e a única solução que viu foi a cegueira orçamental. Impõe-se perguntar: como é que alguém que se declara a si mesmo incompetente pode vir a fazer bom trabalho no BDP ou em outro qualquer cargo que implique decidir soluções com dinheiros públicos?

Mascaradas



Esta notícia deve ter como objectivo mascarar a falha política, grave, do governo, em não ter sido capaz de antever esta possibilidade numa área onde apostaram grande parte da nossa actividade económica. Apostam no turismo mas depois deixam-no à sua sorte. É evidente que a decisão do Reino Unido não tem que concordar com a ciência. São um país soberano e decidem politicamente de acordo com os seus interesses e não com os nossos. Aliás, essa parvoíce de invocar a aliança com os ingleses que foi forjada para ser usada em situações bélicas, só mostra a incapacidade do governo em resolver politicamente a situação. Só falta irem fazer queixinhas à Rainha. A situação é política, não científica e o primeiro-ministro mais o ministro do NE, o SS, têm é que meter-se à estrada, como se costuma dizer, e resolver o problema em vez de mandar escrever artigos de mascarada.

Covid-19: exclusão de Portugal pelo Reino Unido “carece de rigor científico”

Análise do Barómetro Covid-19 da Escola Nacional de Saúde Pública conclui que a decisão do Reino Unido “carece de rigor técnico-científico e de transparência”, por desconsiderar outros indicadores de risco epidemiológico.

Os empregados das lojas têm que ter muita paciência




Actualizando o sistema solar



Cátia Mazari 



🤣 🤣 🤣


ÚLTIMA HORA 
No Algarve
já há Restaurantes
com a ementa em Português.
sérgio cobra

ME - sempre a des-ajudar



Não só não anteciparam os problemas das matrículas online (tive pais que descobriram o meu nº de telemóvel, não sei como, e ligaram-me à noite porque estavam em pânico com a plataforma...) como agora prescidiram delas sem acautelar situações: as matrículas têm campo de opção: se se quer ter EMR, se se quer ter transporte escolar, quais as disciplinas de opção no 12º ano... etc. Agora cai para cima das escolas, dos DTs andar a perguntar aos alunos e aos pais, sendo que alguns já estão de férias. Ontem uma mãe desabafava no email dizendo que dia sim, dia não, vinham informações diferentes a perturbar a vida das pessoas: ora são os manuais, ora as matrículas. Como se não bastasse já o distúrbio que foi o terceiro período pandémico.
A especialidade do ME é des-ajudar, embrulhar, criar confusão, desorganizar, não ter consideração pelas pessoas. Ouço aí muitos articulistas gritar com as más condições dos alunos nas escolas. Vejam se entendem: os professores e os funcionários partilham as condições dos alunos nas escolas.