Políticos miseráveis. Mesmo.
July 09, 2026
Políticos miseráveis
Notícias de hoje
Do CM:
578 violações em 2025. Reportadas. Portanto serão muitas mais. Este é um crime que vai crescer em flecha... o que é que o governo pensa fazer para evitar importar para aqui os problemas da Inglaterra, França e outros países com o descalabro dos crimes de violação?
Em quem se inspiraram os russos para raptar as crianças ucranianas e treiná-las contra os seus próprios pais?
Onde é que os russos foram buscar a ideia de raptar os filhos dos ucranianos, levá-los para a Rússia e treiná-los para lutar contra os seus próprios pais e o seu próprio país? Ao sistema otomano do Devshirme.
The Ottoman Devshirme system lasted for 250 years. Muslims forcibly collected Christian boys aged 8-20 from conquered families, converted them to Islam, had their family ties severed, and trained them as Janissaries to terrorize their native communities. pic.twitter.com/Ov4Mpu98dE
— Marina Medvin 🇺🇸 (@MarinaMedvin) July 2, 2026
Ir mais longe?
É falso que no início da guerra tenham poupado civis e tenham apenas atingido equipamentos. Bucha aconteceu logo em Março de 2022. Desde o início que a estratégia russa foi uma estratégia de terra queimada. Terraplanar os sítios por onde passavam para que não houvesse condições de vida. Destruíram uma barragem. O que este russo diz aqui é que agora têm de ir mais longe. O que é ir mais longe? Fazer o impensável de maneira a destruir tudo de uma só vez. Os russos, como se vê nesta conversa, estão plenamente conscientes do que estão a fazer, de estarem a destruir tudo até ao último prédio. A questão que se põe é: porque é que ainda pensam que podem ganhar esta guerra?
“Now, in any city we have captured, there isn’t a single intact building left — not one! Mariupol was the last place where we still left intact buildings.”
— Natalka (@NatalkaKyiv) July 9, 2026
— First Deputy Chairman of the State Duma Defense Committee Alexey Zhuravlev openly admits that Russia’s strategy is to… pic.twitter.com/Gw5U40CtIH
July 08, 2026
🎯
Spanish 🇪🇸 politician Lorena Roldan:
— Azat (@AzatAlsalim) July 8, 2026
“Against the burka and the niqab. If someone gets impure thoughts or doesn’t know how to control his primal instincts: let him cover himself or lock himself up in his house, not us.” pic.twitter.com/qeH7foElGR
🎯
🇬🇷 Greek Prime Minister, responding at the NATO summit to a question on the possible arming of Turkey with F-35 fighter jets:
— Ictinus ®️ (@ictinus_x) July 8, 2026
“An alliance needs to be based on the fundamental principle of good neighbourly relations. At a time when my country is still faced with an open threat… pic.twitter.com/I5qytKQuOj
Palavras que envelheceram muito mal
Ditas seis meses antes da confirmação (porque já o sabíamos) do milhão e trezentos mil imigrantes que Costa fez entrar ilegalmente no país - cerca de 300 mil são islamitas.
Desinformação em 2025 centrou-se na imigração e visou sobretudo muçulmanosGustavo Cardoso menciona ainda a “ideia de substituição demográfica pelos imigrantes e a consequente perda da identidade portuguesa” enquanto narrativas construídas a partir de episódios reais, como as questões do Martim Moniz.CNN
📷: Filipe Amorim, Agência Lusa
Cerca de cinco mil muçulmanos, vestidos a rigor, reuniram-se este domingo de manhã em Lisboa para celebrar o fim do Ramadão, um momento sagrado, que foi marcado por cânticos, oração, convívio, partilha e muitas fotografias.
Para Akiful Hasam, residente em Portugal há alguns anos, este é um país “bom para o islamismo”, onde não sente obstáculos à sua liberdade religiosa e à sua “celebração”, embora reconheça que os espaços existentes são já exíguos para a população residente. A mesma ideia tem Mohammed Chowdhury, presidente da mesquita Alameda Jame Masjid, segundo o qual a comunidade muçulmana é cada vez maior, congregando fiéis de várias partes do mundo residentes em Portugal, do Bangladesh à Índia, passando pelo Paquistão e Marrocos, entre muitos outros países. 👉
Canadá
Perspective
— TheJewishAlly (@TheJewishAlly) July 8, 2026
A conversation with Raheel Raza, Pakistani-Canadian journalist & activist.
Instagram / podcast: People Jew Wanna Know@Raheelraza pic.twitter.com/x8jHnIFN7W
Maiores destruidores de cultura? Comunistas e islamitas
Querem que o mundo comece com eles para que ninguém se lembre de como havia beleza, prosperidade e esperança. Este rapaz chinês comove-se por ver artefactos chineses antigos. durante a Revolução Cultural o partido comunista chinês destrui uma grande parte da História chinesa.
🚩Un Chinois a fondu en larmes en voyant que d’anciens artefacts chinois avaient été préservés par les Britanniques.
— TBnews (@TBNewsFr) July 8, 2026
Durant la Révolution culturelle, le Parti communiste chinois a détruit une grande partie de l'histoire chinoise. Il est très triste que ce soient des non-Chinois… pic.twitter.com/rUfflw6TDY
S.P.Q.R. by Mary Beard
Mary Beard é uma professora de 71 anos que estuda romanos mortos e recebeu ameaças de violação por falar em público. A sua resposta: Escrever um livro que prova que há 3.000 anos que calam as mulheres.
Mary Beard é professora de clássicos em Cambridge. Passa os dias a estudar o Império Romano – uma civilização que desmoronou há mil e quinhentos anos. Durante a maior parte da sua carreira, isso significou artigos acadêmicos lidos por outros especialistas, palestras para estudantes, pesquisa silenciosa em bibliotecas.Depois começou a aparecer na televisão.
Nos anos 2000, Mary começou a apresentar documentários da BBC sobre a Roma antiga. Ela era brilhante, acessível, divertida. Fazia a história de dois mil anos atrás relevante e viva.
Mary tinha cinquenta e poucos anos, cabelo comprido e cinzento, um buraco característico entre os dentes e zero interesse em se ajustar aos padrões de beleza. Vestia-se casualmente. Não usava maquilhagem. Parecia professora, não modelo.
E a internet perdeu a cabeça.
Os comentários foram cruéis: era "feia demais" para a TV. Devia "ficar na biblioteca". Um espectador disse que tinha "cara para rádio". Quando Mary falava de política ou de questões contemporâneas — coisas que os intelectuais públicos homens fazem constantemente sem controvérsia — a reacção intensificou-se.
Recebeu ameaças de violação. Ameaças de morte. Descrições gráficas da violência que desconhecidos queriam infligir-lhe por ter opiniões sendo uma mulher visível.
Em 2013, depois que Mary apareceu em um programa da BBC discutindo sobre imigração, um homem tuitou que gostaria de ver seus genitais mutilados. Foi processado, mas o padrão continuou: sempre que Mary falava em público, uma torrente de abuso misógino a seguia.
A maioria das pessoas ter-se-ia aposentado. Teria apagado as redes sociais. Teria parado de aparecer em público.
Mary fez o oposto. Começou a estudar a razão de isso estava acontecendo. Não psicologicamente — não é terapeuta para analisar cada troll — mas historicamente. Estruturalmente. Usando as mesmas ferramentas que tinha aplicado ao estudo da Roma antiga durante décadas.
O que ela descobriu foi que esse padrão de silenciar as mulheres não é moderno. É antigo. Muito antigo.
Em 2014, deu uma palestra intitulada A voz pública das mulheres. Em 2017 expandiu-a num pequeno livro: Mulheres e Poder: Um Manifesto. Apenas 115 páginas. Mas traçam três mil anos de evidências que mostram que as mulheres foram sistematicamente excluídas da autoridade pública desde o início da civilização ocidental.
Mary começa com a Odisseia de Homero — escrita no ano 700 a.C. No início da história, Penélope desce as escadas para pedir a um bardo que pare de cantar uma canção porque a entristece. Seu filho Telémaco — que é um muito jovem um adulto — diz-lhe: "Mãe, volte para cima e cuide das suas próprias tarefas... O discurso será coisa dos homens."
Esta é literalmente uma das primeiras cenas da literatura ocidental: um homem mandando uma mulher calar-se e voltar ao trabalho feminino.
Mary rastreia este padrão por 3 mil anos. Mulheres romanas que falavam em público eram descritas como "latindo" — sons de animais, não linguagem humana. Quando tentavam falar no Fórum, eram retiradas fisicamente.
Mulheres medievais que reclamavam autoridade religiosa eram rotuladas de bruxas.
O padrão é consistente: as mulheres são bem-vindas a ter influência privada, a sussurrar conselhos a homens poderosos, a trabalhar nos bastidores. Mas a autoridade pública — o poder de falar, de mandar, de tomar decisões — foi codificada como masculino desde a Odisseia.
O argumento de Mary não é que as mulheres tenham sido completamente excluídas do poder. É que o próprio poder foi definido de maneiras que fazem a autoridade feminina parecer anti-natural, errada. Mesmo quando as mulheres alcançam posições de autoridade, enfrentam pressão constante para se ajustarem. Líderes homens são apenas líderes. Líderes mulheres navegam por laços duplos impossíveis.
A própria experiência de Mary prova sua tese. É uma das maiores especialistas mundiais na Roma antiga. Publicou dezenas de livros. É professora em Cambridge. As suas credenciais são inquestionáveis, mas quando se tornou publicamente visível, a resposta não foi o debate com suas ideias. Foram ataques à sua aparência, à sua idade, ao seu direito de falar.
Desconhecidos disseram-lhe que era muito feia para a televisão — uma crítica que nunca é feita a historiadores homens com credenciais muito menores. Quando discutia política, recebia ameaças de estupro — ameaças projectadas especificamente para silenciá-la.
Este é o padrão que Mary rastreou durante três mil anos, e experimentou isso na sua própria carne. A sua resposta não foi desistir. Foi demonstrar que esse mecanismo de silenciamento sempre existiu, que antecede a internet por milênios.
Quando você achava que a história não podia ficar mais chocante, Mary Beard descobriu na Roma antiga insultos que a ligam directamente ao que acontece hoje no Twitter - agora X. Descobriu que o discurso político violento da Roma Antiga é muito parecido com o actual X.
Porque é que alguém chama a isto 'care'?
Cirurgia plástica radical não transforma homens em mulheres nem o oposto. Cria uma máscara exterior e uma confusão interna. Os bloqueadores de puberdade não são interruptores que se desligam e depois ligam quando apetece. Outra coisa diferente é a pessoa não se sentir bem na sua pele de homem ou de mulher. Isso é uma coisa do foro psicológico.
"When I was 12 years old, I sort of got fixated on the idea of being transgender and by the time I turned 14, I was approved for testosterone and double mastectomy... I'll suffer with 'gender-affirming' care for the rest of my life."
— Defiant L’s (@DefiantLs) May 27, 2026
Devastating. pic.twitter.com/MRNENJrdBn
O Ex-Muçulmano Jihadi Walid Shoebat em entrevista
16 Years ago, the Ex-Muslim Jihadi Walid Shoebat explain why we needs to deal with Islam as we dealt with Nazism (6 min) pic.twitter.com/wMQ0eYf3nd
— Bob (@Shariakill) May 23, 2025
É bom que Portugal se prepare para isto
Agora que temos aqui, de repente, 300 mil islamitas. Em todos os países onde há grandes massas de imigrantes islamitas há gangs etno-religiosos dedicados à violação e à escravidão sexual das raparigas dos países para onde emigram. Inglaterra, Suécia, Áustria, Holanda, Bélgica, França, Austrália, Canadá... São culturas etno-religiosas com uma visão tão opressiva, violenta e degradante das mulheres que não é possível que se integrem nos valores europeus e respeitem a igualdade de direitos entre homens e mulheres. Não podemos seguir a Inglaterra e outros países europeus nesta desgraça que tem sido a assimilação reversa: em vez dos imigrantes islamitas se integrarem nos valores das sociedades europeias, são estas que se deixam islamizar. Por medo de serem chamados racistas. Não podemos deixar que as Naz Shahs do rectângulo digam, como ela disse em tempos, «Essas raparigas vítimas de abuso em Rotherham e noutros locais precisam de calar a boca. A bem da diversidade.» Ora, estes crimes não têm nada que ver com diversidade. Pelo contrário, são uma demonstração, pela força, da intolerância à diversidade por parte dessas culturas etno-religiosas de misogina extrema. E é preciso mudar a lei para podermos expulsar daqui aqueles que vêm para o crime e a assimilação reversa.
Muslim grooming gangs arrested in Australia
— Harris Sultan (@TheHarrisSultan) July 8, 2026
I hope Aussie police don’t go easy on them like their British counterparts did. pic.twitter.com/1Eax0RZQgA
Polícia inglesa: bora atacar as vítimas e deixar os atacantes em paz
Birmingham police asked people to not share this video. So I am now sharing it.
— Inevitable West (@Inevitablewest) July 3, 2026
This officer must be named and shamed. pic.twitter.com/3SCtjKxRXo
A Inglaterra está perdida e nós somos a seguir
🇬🇧 UK police now openly threatening to arrest people for “future crime.”
— Mario Nawfal (@MarioNawfal) July 4, 2026
Officer tells a man peacefully filming in public: your presence “might” wind someone up, so we can arrest you to prevent a breach of the peace.
Not for breaking any law. Not for doing anything wrong...…
E nós somos a seguir. Aqui estes indivíduo, bem ou mal, não interessa para o caso, vai para uma praça denunciar o apartheid típico da religião islâmica que importámos ao deixar entrar essa cultura-etno-religiosa de extrema misoginia. Aparece a polícia a restringir os movimentos dele e apoiar um homem que se lhe dirige em inglês e lhe diz, em inglês, que é proibido ele estar ali e a polícia obedece ao que esse estrangeiro manda e começa a mentir e a dizer que o lugar está vedado....
Independentemente do discurso deste Afonso que descamba para a demagogia, ele tem razão em denunciar a situação. Se toleramos isto por ser 'a sua cultura' como grita uma das mulheres, a seguir toleramos a pedofilia que também é a sua cultura. A polícia já começa a fazer cá o que faz em Inglaterra: assedia os nacionais para proteger ideologias totalitárias extremistas.
⚠️ OUTRAGEOUS: Islamic extremists FORBID Afonso Gonçalves from filming and exposing the segregation they enforce between men and women.
— Afonso Gonçalves (@AfonsoJFG) July 1, 2026
👉🏻 The police show up to protect the Muslims and tell Afonso Gonçalves that he is forbidden from walking on the street.
Immigrants are a… pic.twitter.com/R2G3bVaMOJ
Impõr-se até à assimilação reversa
ITALY: Muslims gather for provocative street prayers outside the Vatican.
— Dr. Maalouf (@realMaalouf) July 8, 2026
There are over 60 mosques in Rome, so why do they choose to pray so close to the headquarters of the Catholic Church?! pic.twitter.com/BCQnVlKF1I
Assimilação reversa
Residents in Brooklyn, New York City, are being forced to listen to the amplified Islamic calls to prayer from nearby mosques, starting as early as 5:00 AM.pic.twitter.com/Cq9Uw8A2uv
— Visegrád 24 (@visegrad24) July 8, 2026
Caso alguém pense que os homens que se dizem mulheres dantes eram menos agressivos
Diana Alastair
Caso alguém pense que a comunidade trans costumava ser diferente, permitam-me apresentar esta carta de 1977, escrita por um homem que afirma que ele e outros «transexuais» são superiores às «gennys», um termo pejorativo que ele dirigia às «mulheres genéticas».
'Linguagem inclusiva' é o quê?
É a imposição de ter de se aceitar substituir a realidade objectiva pelas emoções individuais de outros, sem sequer ter o direito de contestar essa perspectiva. Obrigar alguém a dizer que os homens engravidam porque uma mulher que diz sentir-se homem engravidou é imposição de uma falsa realidade que se apresenta como reduzida à linguagem.
Na verdade, o facto de uma mulher que diz sentir-se homem engravidar, não prova que os homens engravidam, prova sim que ela é e continua a ser uma mulher. Apesar de ter emoções incongruentes com a realidade biológica do seu corpo.
Some people need some common sense
— Sophia Rosa (@SophiaRose95749) July 2, 2026
What's wrong with this lady pic.twitter.com/yhRK1Lb21C
Geringonças que agora se vendem muito
Porque é que há procura? Porque há agressões dentro das casas-de-banho das mulheres desde que os homens têm autorização de lá entrar.
In der Schweiz und anderen europäischen Ländern verbreiten sich Videos von Frauen, die in öffentlichen Toiletten portable Türschlösser oder Türkeile verwenden, weil sie Angst vor sexuellen Übergriffen haben.
— Lexa 🇩🇪 (@rebew_lexa) July 7, 2026
Dieser Trend spiegelt eine reale Zunahme von sexueller Gewalt in… pic.twitter.com/1KmgK8CpPR







