June 21, 2026

Montenegro devia considerar que a estratégia de juntar a oposição ao Chega foi um prego no caixão de Costa

 


Ministros atiram aos “empatas” e ao “chego-socialismo”, mas há um desalinhado


Isto assusta-me

 

O efeito dos smarphones no desenvolvimento humano e no direito à privacidade já é mau com imensos problemas, mas podemos sempre desactivar notificações guardá-lo num sítio qualquer onde não nos interrompa constantemente a vida não-digital, agora estes óculos significam ter o smartphone colado à cara com os predadores das Big Tech a verem o que estamos a ver, o que temos ao nosso redor e connosco, o que estamos a fazer, como e com quem e a poderem subverter a realidade projectando nos óculos-ecrã uma realidade qualquer que lhes interessa. É como estarem dentro do nosso cérebro a comandar a construção da realidade em nosso lugar. Isto é o sonho de qualquer Estaline. É assustador e espero que regulem esta nova ferramenta de ditadura do pensamento. Quais são as vantagens destes óculos para a vida das pessoas e para o desenvolvimento humano - ou as vantagens são inteiramente para os trilionários que destroem o mundo com a sua ganância, nas suas reuniões onde juntam políticos, investidores e reguladores que deviam proteger-nos dos abusadores como eles? Isso é que é preciso ver.


A nova vaga de óculos inteligentes

O lançamento de chips da Qualcomm específicos para óculos de realidade virtual e aumentada é mais um sinal de que podemos estar a chegar à era “pós-smartphone”.

Os óculos inteligentes deixaram de ser apenas um ecrã usado na cara. Começam a ser computadores de IA capazes de perceber o espaço em redor.

Isto é grave

 


O MAI, ex-chefe da PJ, não percebeu que um grupo terrorista ter uma lista de indesejáveis [a abater] onde constava o PM, políticos, jornalistas, a própria AR, etc., que seriam alvo de um ataque era um assunto de Estado que tinha de comunicar imediatamente ao PM? Agora desvaloriza dizendo apenas que houve uma falha e que não faz sentido o PM saber isto pelos jornais? Das duas uma: ou há aqui uma justificação do género, sabiam que alguém próximo do PM ia estragar a operação de desmantelamento do grupo ou, não sendo o caso, se eu fosse o PM perdia imediatamente confiança na capacidade deste senhor ajuízar situações.


Ameaça terrorista: Luís Neves diz que “houve uma falha” ao não avisar o gabinete do primeiro-ministro

Gina Pereira, Público

O ministro da Administração Interna, Luís Neves — que era director-nacional da Polícia Judiciária quando os seis elementos do grupo Movimento Armilar Lusitano foram detidos, em Junho do ano passado — admite que "houve uma falha" por parte das autoridades ao não avisarem o gabinete do primeiro-ministro quando se soube que aquele grupo admitia fazer um ataque com uma granada ao apartamento da família de Luís Montenegro em Lisboa.
(...)
Segundo Luís Neves, quando a operação Desarme 3D foi levada a cabo pela Polícia Judiciária, "aquilo que eram ameaças que eram latentes naquele momento foram transmitidas a quem tinham de ser transmitidas".

Contudo, o responsável admite que na parte final da investigação, após a análise de oito terabytes de prova digital, "houve outros elementos que vieram [ao conhecimento das autoridades] por força das perícias informáticas" levadas a cabo ao vasto material apreendido. 

Um dos cabecilhas do grupo era chefe da PSP e estava ao serviço da Polícia Municipal de Lisboa, o que lhe permitiria ter acesso a informação privilegiada.

O agora ministro da Administração Interna admite que, a partir do momento em que as autoridades tiveram conhecimento que o grupo tinha uma "lista de indesejáveis" — que incluía mais de 150 personalidades entre políticos, jornalistas, comentadores e activistas, bem como várias organizações e partidos políticos — e em que se soube que os suspeitos ponderavam um ataque com granada à casa do primeiro-ministro, além de uma invasão do Parlamento, o assunto deveria ter sido tratado "de outra forma".

"De facto, a comunicação poderia e deveria ter sido diferente, porque em matérias de Estado não faz sentido as pessoas serem informadas através da comunicação social. Há uma falha de comunicação", disse o ministro à RTP, garantindo que "sempre que houve ameaças latentes, essas comunicações existiram". Não se sabe até ao momento se o Corpo de Segurança Pessoal da PSP, que é responsável pela segurança do primeiro-ministro, tinha sido informado desta ameaça.

Questionado sobre se tomou alguma iniciativa após ter sido tornada pública esta situação, Luís Neves lembrou que, neste momento, já não tem a tutela da investigação criminal e considerou que a ministra da Justiça, Rita Alarcão Júdice, "fez o que tinha a fazer".

Na sexta-feira, a ministra da Justiça disse que já falou com os responsáveis do Ministério Público e da Polícia Judiciária, sobre o facto de o primeiro-ministro não sido informado das ameaças deste grupo de extrema-direita, o que deixou Luís Montenegro manifestamente incomodado.

A 17 de Junho de 2025, numa operação intitulada Desarme 3D, a Polícia Judiciária deteve seis pessoas ligadas ao grupo de extrema-direita e neonazi MAL, que era descrito como se fosse uma milícia armada e suspeito de actividades terroristas, discriminação e incitamento ao ódio e à violência. Esta semana, o Ministério Público acusou nove membros do MAL de terrorismo, sendo que o núcleo duro deste grupo era constituído por cinco elementos.

Na operação da Unidade Nacional de Contraterrorismo (UNCT) da PJ foram apreendidos explosivos, armas brancas e armas de fogo. Foram ainda encontradas armas desenhadas em impressoras 3D com capacidade para disparar, algo inédito em Portugal, segundo afirmou então a directora da UNCT, Manuela Santos. Foram apreendidas quatro impressoras e material estimado em milhares de euros.


June 20, 2026

Se os ucranianos se enfiassem numa fila de tanques a caminho de Moscovo guardados por drones

 

Os russos ficavam a olhar e Putin fugia.


Well, well, well

 

Espanha: juiz decide que mulher do primeiro-ministro espanhol, Begoña Gómez, terá de ser julgada por acusações de corrupção.

Por Reuters

Foi-lhe proibido sair do país e tem de comparecer em tribunal a cada quinze dias até ao início do julgamento. 
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Os grandes faróis que aqui no burgo citam constante como exemplo superioridade moral...

Porque não se prendem os pedófilos, os violadores, etc.?

 

Porque estão nos governos, nas autarquias, nas instituições e em todo o lado. Ontem li que a Lolita Island de Epstein tinha reservas astronómicas de ácido súlfurico e que se pensa que serviam para dissolver os corpos das raparigas depois de se servirem delas até à morte. Tiravam-lhes os dentes para não poderem ser identificadas e dissolviam tudo em ácido súlfurico e atiravam para o mar. Um dia que tudo se saiba nem se vai acreditar no que fizeram esses homens todos. Excepto Epstein, nem um único foi acusado. O mundo ao contrário...


França: livrarias muçulmanas por todo o lado com livros a apelar à pedofilia, à escravatura sexual, à violência contra gays e a chamar prostitutas às europeias

 

Ninguém os incomoda porque seria islamofobia. Onde estão as feministas? Caladinhas e obedientes a estes machos cujo nome não se pode dizer. Até quando?


De onde vem o anti-semitismo?

 




Lidar com os factos

 

Em França todos os dias há 10 igrejas vandalizadas, algumas incendiadas até ao chão. Destroem as esculturas dos santos. Em Inglaterra e no Canadá e outros países do Norte da Europa não sei quantas são mas sei que há muitas porque aparecem constantemente nas notícias e nas redes socais. Quem vandaliza sistematicamente igrejas de culto diferente do seu são os islamitas radicais. Entraram no Afeganistão e destruíram os Budas de Bamiã, estátuas milenares. Entraram no Iraque, na Síria e destruíram os templos antigos - Palmira, Nínive... em seis anos destruíram tudo, desde templos, sítios arqueológicos e artefactos, decapitaram arqueólogos e outros defensores da cultura. Entraram agora na Europa e destroem igrejas e artefactos. A religião do livro do ódio manda destruir tudo o que não serve a Alá. É a jihad com os seus fachos de caos e morte. É preciso lidar com os factos.


Mais um presente para Putin


Polish president strips Zelensky of honorary title over military unit controversy, as Kyiv calls decision 'strategic mistake'

by Dmytro Basmat, Dominic Culverwell




Aqueles cujo nome não se pode dizer



from the Rape Gang Inquiry Report


Salman Rushdie faz 79 anos


(Em 2022 foi esfaqueado quando defendia publicamente, numa palestra, a liberdade de expressão. Esta é a consequência lógica dos 'colectivos' defensores do lápis azul)


Hoje, Salman Rushdie faz 79 anos. Em 1989, o regime de Teerão condenou-o à morte. O aiatolá Khomeini exortou todos os muçulmanos do mundo a assassinarem um escritor simplesmente porque não gostava do seu romance. Khomeini já faleceu há mais de 35 anos. Mas a sua sentença de morte continua em vigor; ainda em 2017, o seu sucessor, Khamenei, reafirmou o veredicto.

E nunca se tratou apenas de palavras. O tradutor japonês de Rushdie foi assassinado, o seu tradutor italiano esfaqueado e o seu editor norueguês alvejado. O terrorismo islâmico contra um único livro chegou até Tóquio, Milão e Oslo. Em 2022, Rushdie foi finalmente esfaqueado em público, no palco, precisamente durante uma palestra sobre a liberdade de expressão. Perdeu um olho; o agressor venerava um fanático morto há décadas.

Essa é a essência do islamismo. Não tolera nenhuma palavra livre, nem um romance nem sequer uma piada. E enquanto um escritor teme pela sua vida há quase quarenta anos, o Ocidente negocia com os seus perseguidores, corteja o regime e, no final, chega mesmo a transferir-lhe dinheiro.

Quem leva a liberdade a sério não negocia com aqueles que colocam escritores em listas de morte. Chama-lhes pelo nome: inimigos de toda a sociedade livre.


"O colectivo" vitimiza-se

 

Diz que é perseguido por "ações em solidariedade com a Palestina". Calculo que irão acusar a PJ de discurso de ódio, incitamento ao ódio contra a Palestina, etc.

PJ faz buscas a elementos do Coletivo pela Libertação da Palestina por suspeitas de associação criminosa

Os suspeitos são investigados por crimes de associação criminosa, instigação pública a um crime, apologia pública de um crime, dano qualificado e ofensa a pessoa coletiva.

O coletivo confirmou, em comunicado, as buscas na manhã de quinta-feira, adiantando que foram efetuadas "à casa de várias pessoas, alegando o seu envolvimento em ações em solidariedade com a Palestina".
https://sicnoticias.pt

À atenção dos unicelulares: Isto não é racismo e apelo ao ódio?

 

Ou o racismo e discurso de ódio só existem da parte de brancos?


O novo 'lápis azul'

 


A esquerda em geral, por essa Europa fora, onde consegue chegar ao poder distribui logo lápis azuis por todas as instituições e ordena a condenação de pessoas que desobedeçam à ditadura do seu pensamento unicelular. Ao ponto de mandar para a cadeia quem não usa o dicionário das palavras permitidas e tem o despudor de usar palavras não autorizadas. Isto, ao mesmo tempo que incitam ao ódio contra os que não gostam. O caso da professora do politécnico que avalia alunos com textos de insultos contra Ventura foi só mais um exemplo, mas que não motivou a esquerda para o discurso contra o ódio... porque o objecto do discurso de ódio, em sua opinião, é merecido? Pois, estes grupos por detrás destes projectos usam o 'discurso de ódio' e uma interpretação politicamente enviesada de direitos humanos como um míssil dirigido a quem pensa diferentemente para impedir a discussão e a liberdade de expressão. São o novo 'lápis azul'. Como este articulista, também faço parte dos outros.


Criminalizar palavras

Francisco Teixeira da Mota

A necessidade de criminalização da palavra é algo de evidente para uns e de muito lamentável para outros. Faço parte dos outros.

Faço parte dos outros e, por isso, na semana passada, acompanhei com toda a atenção possível os debates na Assembleia da República sobre os vários projectos de legislação à volta da linguagem do ódio.

No essencial, o que está em causa é o art.º 240.º do Código Penal (CP) que criminaliza a “discriminação e incitamento ao ódio e à violência”, e que, na parte que agora interessa, o artigo determine que “quem, publicamente, por qualquer meio destinado a divulgação (…), difamar ou injuriar pessoa ou grupo de pessoas por causa da sua origem étnico-racial, origem nacional ou religiosa, cor, nacionalidade, ascendência, território de origem, religião, língua, sexo, orientação sexual, identidade ou expressão de género ou características sexuais, deficiência física ou psíquica, é punido com pena de prisão de seis meses a cinco anos”.

O projecto apresentado pelo Grupo de Acção Conjunta contra o Racismo e a Xenofobia (GAC) era o mais repressivo: para além de aumentar o máximo da pena de prisão para oito anos, criava no art. 240.º CP um novo crime, punível com a pena de seis meses a oito anos, quanto a “condutas discriminatórias”, tais como recusar o acesso a locais públicos, serviços, saúde, educação, habitação, emprego, que são hoje consideradas contraordenações puníveis com multa. Aproveitavam os 24 mil cidadãos que subscreveram o projecto para agravar as penas de difamação e injúria quando motivadas por discriminação, criando ainda uma agravação adicional quando a difamação e injúria fossem praticadas por titulares de cargos públicos, académicos ou jornalistas, ou através de meios de divulgação. Um arraial censório em nome do “combate cultural e civilizacional contra a discriminação e o racismo” que, em boa hora, foi chumbado pela direita. Como igualmente foi chumbado, também pela direita, o projecto do Livre, realmente bem estruturado, e que procurava separar realidades distintas na criminalização da palavra, mas que, essencialmente, visava alargar, de diversas formas, o âmbito e a gravidade da censura penal ao nosso uso da palavra e à manifestação do pensamento, por muito imbecil que seja.

https://www.publico.pt/ (excerto)


Isto tem alguma coisa a ver com o acordo do estreito de Ormuz?

 

Estão 10 cargueiros amontoados -alguns não consegue ver na fotografia- no Sado, só aqui em frente da minha janela. Em tantos anos a morar aqui nunca tinha visto isto.



Toca a acordar!

 


June 19, 2026

Hola! Asunto: la lluvia

 


O suicídio do Ocidente faz-se através da educação.

Post só para fanáticos de ópera




Parsifal - Siegfried Jerusalem (tenor)
Klingsor - Pamela Coburn (soprano)
Kundry - Waltraud Meier (mezzo-soprano)
Amfortas - José van Dam (baritono)
Maestro - Daniel Barenboim
Berliner Philharmoniker

(esta é a versão que prefiro, embora para ouvir uma Kundry absolutamente superior tem que ir ouvir-se a Jessye Norman numa versão de Levine no MET)



Parsifal foi a última ópera de Wagner e foi também a gota de água que fez ruir a, já frágil, amizade e respeito de Nietzsche por ele. A ópera reflecte sobre o tema da compaixão cristã. Nietzsche, que tinha exultado as óperas de Wagner como uma afirmação de vida com os seus heróis pagãos dionísicos de sentido renovado e uma libertação do cristianismo, que ele considerava uma religião de servos amarrados à culpa e à submissão, viu em Parsifal uma fraqueza e, acima de tudo, uma traição à arte. Ainda por cima, Nietzsche estava convencido que Wagner tinha enfiado no Parsifal mensagens pessoais para si, nada simpáticas. Esta ruptura veio na sequência do seu afastamento geográfico e, por consequência, emocional, bem como de mal entendidos entre ambos e da sua profunda história intelectual e pessoal, que passou de uma relação de mentoria dedicada a uma amarga alienação.

A ópera foi estreada em Bayreuth, a 26 de Julho de 1882, cerca de seis meses antes da morte de Wagner.

O libretto de Parsifal foi escrito pelo próprio Wagner, a partir de 
Três diferentes fontes que narram a mesma Lenda: "Pecival, o Galês, ou O Conde do Graal" de Chrétien de Troyes, "Parsifal" de Wolfram von Eschenbach, e um manuscrito apócrifo do século XIV denominado "Mabinogion".
Esta Lenda conta que o Santo Graal foi confiado à guarda de Titurel e do seu grupo de Cavaleiros Cristãos. Para o defender, contam com a Lança Sagrada, aquela lança com que o Soldado Romano feriu Cristo na Cruz. Para melhor preservar essas relíquias, Titurel ergueu o Castelo de Montsalvat numa montanha selvagem da Espanha Árabe que se ergue como um baluarte cristão contra o mundo pagão, e especialmente contra Klingsor, um Feiticeiro e inimigo do Bem. 
Klingsor mora numa fortaleza próxima de Montsalvat, à qual tem atraído numerosos defensores do Graal através dos encantos das Donzelas das Flores e da perigosa e sedutora Kundry, reduzindo esses Cavaleiros a seus servos, inimigos dos antigos irmãos de armas. 
Nem mesmo Amfortas, filho e herdeiro de Titurel, conseguiu escapar à magia de Klingsor: ao querer marcar o início do seu reinado com a destruição dos poderes do Feiticeiro, acabou por ceder aos encantos de Kundry, e deixou cair a sua Lança. 
É com essa Lança Sagrada que Klingsor o fere – uma ferida que só poderá ser curada com a própria Lança que a provocou. Ao verem o Rei mortalmente ferido, os Cavaleiros sentem-se perdidos. É então que se ouve uma voz vinda do Santuário do Graal – voz que revela a Amfortas que apenas um jovem inocente e ignorante do pecado será capaz de resgatar a Lança. Apenas ele saberá resistir às tentações do Jardim Mágico.
A realização dessa profecia é o tema central da ópera.
Parsifal é esse herói, um jovem inocente e ignorante do pecado.
Quanto a Kundry é uma espécie de Assueros feminina, uma Judia errante. No manuscrito do século XIV, ela não é outra senão Herodías, condenada a vaguear eternamente por ter rido da cabeça de João Baptista. 
Para Wagner, no entanto, ela foi condenada por ter rido de Cristo ao vê-lo passar com a Cruz a caminho do Calvário. Agora, em busca de perdão, ela serve de mensageira aos Cavaleiros do Graal, mas sucumbe periodicamente à maldição que carrega, refugiando-se no jardim de Klingsor, onde se transforma numa mulher duma beleza deslumbrante, perdição dos Cavaleiros que a encontram. 
Kundry só será libertada quando um deles resistir à tentação. Tal como Amfortas, que se esvai em sangue, também o destino de Kundry está ligado ao aparecimento de Parsifal.  
(https://antena2.rtp.pt/parsifal/)


Sanções de longo alcance

 

Quando não houver petróleo acabam-se as bombas.