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October 07, 2026

A pressão da ONU para que os israelitas sejam considerados genocidas



Rosa Juer

🚨Alice Wairimu Nderitu era a funcionária da ONU cujo mandato se centrava especificamente na «Prevenção do Genocídio».

Recusou-se a aceder às «exigências repetidas» para declarar que Israel estava a cometer um genocídio. De acordo com o Wall Street Journal, esta posição levou a ONU a recusar-se a renovar o seu contrato.

Contrariamente ao que tem sido amplamente afirmado, «as Nações Unidas nunca condenaram Israel por genocídio».

-As alegações, que classificam a guerra de Israel contra o Hamas como genocídio, surgiram pouco depois de 7 de Outubro. 

Por exemplo, a 19 de outubro de 2023 — doze dias após o massacre perpetrado pelo Hamas e antes do início da operação terrestre de Israel em Gaza — os Relatores Especiais da ONU já alertavam para o «risco de genocídio». A 28 de outubro, Craig Mokhiber, diretor do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos, conhecido pelas suas inúmeras declarações anti-Israel, foi mais longe ao descrever Gaza como um «caso clássico de genocídio».

- Os crimes já estavam predeterminados!

Com base na sua experiência noutros conflitos, Alice Nderitu revelou que as pressões a que foi sujeita no seio da ONU para acusar Israel de genocídio foram «sem precedentes»:
-Fui assediada e intimidada dia após dia, o que nunca me tinha acontecido em nenhuma outra guerra.
A falsa narrativa do genocídio foi reforçada pela «retórica hiperbólica» dos responsáveis da ONU, em «contradição flagrante com factos objectivos facilmente acessíveis».

- A 22 de Novembro de 2023, o vice-secretário-geral da ONU, Martin Griffiths, afirmou erroneamente à CNN que a situação humanitária em Gaza era «a pior de sempre» e que «morreram mais crianças neste conflito do que em qualquer outro».

-O sucessor de Griffiths, Tom Fletcher, instou o Conselho de Segurança, em Maio de 2025, a «impedir o genocídio» em Gaza. Uma semana depois, numa entrevista à BBC, afirmou que, devido às restrições israelitas, «14 000 bebés em Gaza morreriam nas próximas 48 horas».

- Uma «grosseira distorção das estimativas do IPC», que afirmavam que «seriam registados até 14 100 casos de desnutrição em crianças com idades compreendidas entre os seis meses e os cinco anos no ano seguinte — e não 14 000 bebés a morrer em 48 horas». Esta declaração tornou-se imediatamente viral e, alguns dias depois, após condenação generalizada, Fletcher expressou o seu «pesar» por esta afirmação falsa!!!

A ânsia de certos responsáveis da ONU em validar a acusação de genocídio tornou-se evidente em Janeiro de 2024, quando 23 Relatores Especiais da ONU afirmaram falsamente que «o TIJ considerou que os atos de Israel poderiam constituir genocídio».

-Joan Donoghue, então Presidente do TIJ, esclareceu posteriormente que «o Tribunal não tinha chegado a tal conclusão». Ela salientou que «a interpretação simplista que surge frequentemente, sugerindo que existem elementos plausíveis de genocídio, não reflecte a decisão do Tribunal».

-Em Setembro de 2025, «os meios de comunicação social de todo o mundo anunciaram que a ONU tinha declarado Israel culpado de genocídio». Este anúncio baseou-se num relatório da Comissão de Inquérito da ONU, composta por três membros cuja credibilidade já se encontrava gravemente comprometida devido aos evidentes preconceitos e comentários anti-semitas de alguns deles.

-Este relatório foi «refutado pela UN WATCH», que destacou inúmeras falhas nas provas apresentadas.

November 09, 2025

O anti-semitismo é a [não]nova,moda ocidental

 

Um evento organizado por judeus e para judeus na Universidade de Toronto foi invadido pelos alauakebares do costume que partiram vidros e tentaram atacar os participantes, nomeadamente um soldado do IDF que participava no evento. Tiveram que chamar a polícia. 
Os alauakebares acham que têm o direito de invadir tudo o que não gostam e gritar com as pessoas, chamá-las assassinas e dizer que devem ser mortas. Defendem os pogroms a judeus. Quando querem, recorrem à violência e acham aceitável que o Hamas mate qualquer homem, mulher, criança ou até mesmo bebé, desde que seja israelita. 
No entanto, ao serem aqui expulsos do edifício pelo soldado referido, ouvimo-los gritar que é proibido tocar-lhes. Pensam-se, literalmente, intocáveis.  


September 28, 2025

🎯

 

January 27, 2025

O anti-semitismo em crescendo na Europa


Hoje ouvi na Euronews um judeu dizer que já não há actividade judaicas na Alemanha porque a mais pequena actividade, como um teatrinho, por exemplo, tem de ser fortemente protegida pela polícia, dado os aláuakebares e os seus idiotas seguidores europeus aparecerem para atacar. 

Aqui em baixo, na Irlanda, chegam ao ponto de expulsar os judeus do memorial sobre o Holocausto porque em vez de se falar no Holocausto, o Presidente entendeu que era pertinente falar de Gaza.

 

November 13, 2024

Já se acusam os políticos, na TV, de terem familiares judeus...