June 10, 2026
June 09, 2026
O Afeganistão é um lugar de selvagens
É o islamismo na sua face mais animalesca. Enterraram as mulheres, tratam-nas como cabras, os porcos dos homens vendem as filhas a pedófilos, os pedófilos violam rapazinhos. E a ONU do Guterres em silêncio - só falam dos palestinianos. E outro dia os talibãs foram recebidos em Bruxelas - foram pedir dinheiro por cada afegão recambiado para o seu país. É preciso organizar uma arca de Noé para tirar de lá as raparigas das mãos das bestas. Deixem-nos uns com os outros, ponham um redil à volta deles e que fiquem lá até desaparecerem todos. Só falam de sexo e de matar mulheres. Não são só os talibãs. Aquilo são duas dezenas de milhão de homens que não mexem um dedo para ajudar as raparigas e as mulheres naquela situação de escravidão e tortura. No início do século XX o Afeganistão foi um dos primeiro países onde as mulheres conseguiram o direito ao voto. Agora são um inferno de bárbaros. São selvagens e é preciso tratá-los como tal. Os islamitas podem ser uma maioria de moderados mas o Islão é uma ideologia extremista e é um culto de morte e sexo. Os líderes são debochados. Só falam em sexo, em violar mulheres, as mulheres têm que cobrir-se porque eles são como cães de rua, sem educação e auto-controlo e até depois de morrer a sua grande aspiração são deboches de sexo e violar virgens. A outra aspiração é decapitar pessoas. Aqui é uma gente que ainda não entrou na evolução para sapiens sapiens. É preciso muito cuidado em trazer essa cultura extremamente violenta para aqui.
🚨Herat, Afghanistan: Where are world leaders, European and Islamic countries, and UN officials as innocent women and young people are beaten and injured for demanding freedom, education, and basic rights? Can their voices and cries be ignored? Where is international media?!! pic.twitter.com/6r43gGuv4F
— Jahanzib Wesa (@jahanzibwesa) June 9, 2026
Do it, Zelenskyy
E atira uns para cima do Kremlin. Sem preocupações. É onde está a hidra. É preciso cortar-lhe as cabeças e queimar os cotos.
ZELENSKYY: Russia attacks us with more than 650 drones and 35 to 100 missiles per day. We respond with 300 to 350 drones, it’s not a competitive number. But, when we will have 600-plus drones and missiles, Russians will feel this war the way we do, but they will feel it at home. pic.twitter.com/ZPsQpk0wG2
— Kate from Kharkiv (@BohuslavskaKate) June 9, 2026
A Inglaterra tem pessoas que pensam mas... estão fora dos governos
Brilliant from @KemiBadenoch who only gets more impressive 🔥 pic.twitter.com/14XjyTvO9e
— Jake Wallis Simons (@JakeWSimons) June 9, 2026
Biologia sexual III
There is no third sex.
— Zachary Elliott (@zaelefty) June 3, 2026
Biologists have never found more than two sexes. Here is my scientific explanation for why. pic.twitter.com/pjhGlUAzZ6
Biologia sexual II
While females are born with all the eggs they will ever have, these eggs must be matured selectively after puberty.
— Zachary Elliott (@zaelefty) June 2, 2026
See how I respond to a commenter who claimed otherwise. pic.twitter.com/8e4xdf2aeB
Biologia sexual
About the sex binary, one commenter asked me, "Why can't you accept that not everyone fits into neat boxes?"
— Zachary Elliott (@zaelefty) May 23, 2026
Here is my response. pic.twitter.com/TN0bLXFJ3D
Consequências lógicas do subjectivismo valorativo incentivado pelos adultos que não pensam
O bastonário dos veterinários assinou um comunicado em que proíbe que qualquer médico de animais possa tratar pessoas que acreditam ser gatos, cavalos, cães, raposas ou cágados.
Pedro Fabrica, doutorando em Comunicação Clínica, conquistou a Ordem com o maior número de votos de sempre e gosta de se antecipar às tendências. Em Portugal, as modas chegam tarde, mas acabam por nos bater ao portão. É possível que os therians estejam aí a rebentar. Já há vídeos malucos, miúdos em escolas que miam e ladram, e psicólogos que começaram, timidamente, a ler acerca do assunto para que as respostas sejam fluídas e façam sentido.
Ainda ninguém marcou consulta no veterinário, ao contrário do que sucedeu em Londres, Paris, Estocolmo ou Oslo. Nessas capitais do primeiro mundo já se fazem corridas entre jovens que utilizam os pés e as mãos como se fossem patas – provas de velocidade e de salto ou até de resistência. Há também os que comem ração, usam desparasitante ou têm orgasmos antecipando o dia em que perderão a virgindade com alguém da “sua” espécie.
(...)A insegurança perante o futuro, a necessidade absoluta de ser notado e aceite, o medo que tal não aconteça. Eis uma tempestade perfeita.
Luís Osório, https://www.dn.pt/opiniao
À atenção dos sindicatos de professores
Depois disto nenhum professor pode dizer que está confuso, ou que "não é claro". Nada impede a contratação privada, individual, e nada garante contratação pública, mesmo em Câmaras Municipais. E sim, os que já estão na carreira, vão passar para o SIADAP, que significa - cumprindo o trabalho todo sem liberdade alguma - chegar ao fim da carreira daqui a 88 anos! Estão informados, têm toda a força para derrotar esta lei, mas têm de se mobilizar, organizar e lutar.
Em tal coro convergiram na altura vozes quer do Governo (claro), quer de alguns menos esclarecidos e informados, que por vezes nem se deram ao trabalho de ler as observações críticas e de pensar sobre elas, mas logo decretando a sua pretensa improcedência, quer até de associações sindicais, umas mais preocupadas em defender o Executivo de Montenegro e os acordos com ele já então celebrados, e outras em fazer esquecer a ausência de reacção antecipada e, sobretudo, de mobilização, a tempo e horas e de forma decisiva, dos professores contra esta verdadeira barbaridade anti-educativa, anti-cultural e também anti-laboral.
Porém, passados cerca de cinco meses, praticamente para todos, incluindo muitos desses críticos do Maio, é hoje já impossível negar ou ocultar os principais pontos negativos dessa mesma barbaridade, que a cada dia que passa menos esconde o seu propósito de extinguir a carreira própria dos docentes, diluindo o regime laboral destes no regime geral e negando-lhe as especificidades próprias de habilitações, selecção, recrutamento, critérios e meios de vinculação permanente e de graduação que deveriam ser-lhes garantidas. E fazendo-o, aliás, pelo método tão conhecido como próprio de má fé negocial do “conta-gotas”, ou seja, primeiro atirando para o ar umas quantas declarações vagas e genéricas, cujo exacto sentido e alcance ninguém então esclarece, mas frequente e pomposamente apresentadas em “power point” para assim entorpecer e enganar incautos; depois, apresentando uns quantos pontos concretos e escondendo outros, mas sempre sem apresentar textos escritos dos exactos preceitos legais que se pretendem fazer aprovar; e só no final, e depois de assim propositamente cansados, desmotivados e desmobilizados os professores e as suas associações, tornando enfim conhecidos os exactos textos das medidas que se querem fazer aprovar.
Em suma, também aqui o Governo utiliza uma “técnica” patronal de pseudo-negociação, tão velha e tão conhecida dos trabalhadores que não pode deixar de se salientar e criticar como e porque é que os sindicatos dos professores, de uma forma geral, se deixaram levar por ela, e só em Março ou Abril deste ano é que alguns começaram finalmente a criticar mais abertamente a actuação do Ministéio da Educação e esta sua forma de agir.
Vejamos então o que já se conhece desta “reforma” e verifiquemos que, com ela:
1º – Acabam os quadros de pessoal docente – previstos no actual ECD – e que são substituídos por “mapas de pessoal” das escolas, os quais abrangem os diversos “postos de trabalho”.
2º – Acabam a carreira (como carreira de corpo especial) e o concurso único nacionais, sendo estes substituídos por “procedimentos concursais” (que ninguém sabe exactamente o que sejam, e esta não é, seguramente, uma mera questão semântica), de dois tipos, um para preencher necessidades permanentes de docentes e outro, dito “contínuo”, para preenchimento de necessidades supostamente temporárias, com colocações diárias e por sistemas ditos “automáticos” de selecção,
3º – Acaba-se assim, e por todas estas vias, o conceito de carreira propriamente dita para os professores; ela só existe para os professores gestores e directores, sucedendo ainda que, com estas novas regras, a esmagadora maioria dos professores, e por maior que seja o seu tempo de actividade, jamais chegará ao nível remuneratório de topo,
4º – Sendo o recrutamento feito ao nível da escola – e onde não só os directores como até os municípios têm um papel decisivo na escolha de quem é recrutado (e também de como é avaliado e, logo, de quem progride de nível, segundo os já mais do que conhecidos e discutíveis e arbitrários “critérios” e procedimentos do SIADAP). Mais,
5º – Em vez do requisito da habilitação profissional própria, passa a exigir-se apenas uma “formação científica e pedagógica”, conceito este suficientemente vago e difuso para nele caber praticamente tudo e que é objectivamente facilitador da degradação do nível de qualidade dos docentes.
6º – Fiel à sua técnica negocial golpista e de má fé, mas coerente com ela, só mesmo muito recentemente é que o Governo revelou afinal e explicitamente que pretende mesmo extinguir o actual “mecanismo de vinculação dinâmica” (que permite a entrada nos quadros de professores contratados, com base nas necessidades permanentes do sistema e é aquele pelo qual, até aqui e de longe, mais professores adquiriam o seu vínculo).
7º – Embora o Governo refira que o recrutamento de docentes se faz mediante a celebração de contrato de trabalho em funções públicas por tempo indeterminado, a verdade é que institui desde logo e também aqui a precariedade contratual, já que, por um lado, mesmo esse contrato terá sempre um período experimental pelo alargado período de um ano e, por outro, e mais grave ainda do que isso, os docentes considerados sem a dita formação são sempre contratados a prazo por um período de até três anos, findo o qual, se for entendido que não adquiriram essa formação pedagógica, o respectivo contrato caduca e o professor é lançado no desemprego.
8º – Em vez de um “corpo especial”, como o criado em 1989, ou mesmo de uma carreira especial, mas com estatuto próprio, como sucedeu com a Lei n.º 12-A/2008, passa agora a haver uma mera “carreira de regime especial” com “o grau de complexidade funcional 3” – que é coisa bem diferente – e, em vez de um quadro nacional em que existem lugares, passam a existir – aliás num significativo recurso à nomenclatura da gestão privada – “mapas de pessoal” e “postos de trabalho”. Assim,
9º – Com a imposição e funcionamento da lógica desses “mapas de pessoal” e “postos de trabalho”, está definitivamente aberta a porta à admissão por procedimento concursal a nível de escola, com base na mais do que subjectiva apreciação da referida “formação científica e pedagógica”, e com a avaliação dos docentes a ser operada através do sistema geral do famigerado SIADAP, ficando assim os professores em absoluto nas mãos dos directores e facilitando-se deste modo a contratação e promoção dos “amigos” e dos “obedientes” e a desvalorização e exclusão dos críticos e dos “contestatários”.
10º – Mais ainda, com este novo regime e com a inexistência – pelo menos, até agora – de normas que expressamente excluam ou proíbam tal resultado, corre-se o sério risco de virem depois a surgir entendimentos de que, com o regime de mobilidade entre escolas de concelhos diferentes que agora igualmente se institui, o tempo de actividade não contaria para a progressão dos níveis remuneratórios quando os professores mudem de escola, ou pelo menos de concelho, passando não só para um diferente “posto de trabalho” mas para um distinto “mapa de pessoal” e, logo, que de cada vez que ocorresse uma tal mudança ou mobilidade, os mesmos docentes voltariam ao seu nível inicial.
Assim, e perante tudo isto, é de enorme gravidade, e não pode ser mais escondido ou disfarçado, o “pecado original” cometido pela generalidade dos sindicatos (mesmo por alguns que agora se dizem críticos dessa solução legislativa) – e consistente em terem embarcado no “golpe” do Governo de não se ver logo, e antes aceitar não analisar nem combater o diploma legislativo que destruiu o Ministério da Educação para, em seu lugar, criar a “agência” AGSE, IP, e de ter assim deixado todos estes pontos para uma discussão muito posterior, relativa à negociação da sinistra e propositadamente ocultada proposta governamental de revisão do Estatuto da Carreira Docente, o que desmobilizou e desarmou em larga escala os professores e abriu por completo o campo a estes outros pontos, que se passam a expor:
Primeiro: relativamente aos actuais professores – a quem alguns dos sindicatos pretendem fazer crer erradamente que estas alterações em nada os afectarão – o certo é que todos os atrás indicados aspectos e normativos (de carreira e de progressão na mesma, de plena aplicação do SIADAP para a avaliação, de mapas de pessoal e postos de trabalho, etc.), lhes são directa e imediatamente aplicáveis, até porque, do que se conheça das propostas do Governo, não existe nenhuma norma que consagre o oposto e salvaguarde os actuais direitos daqueles.
Segundo: deve ainda notar-se que, segundo a lei já em vigor (art.º 21º do diploma legal que criou a AGSE,IP, o Dec.-lei nº 99/2025, de 28/8), mesmo a aplicação da Lei Geral de Trabalho em Funções Públicas é meramente subsidiária, ou seja, se naquele diploma existirem – como de facto existem – normas expressas sobre certas matérias como as relativas aos mapas de pessoal, aos critérios de selecção, às listas nominativas, à reafectação de pessoal e às comissões de serviço (art.os 7º a 18º do citado Dec.-lei nº 99/25), são essas normas que se aplicam – e desde logo, e por força do art.º 21º do mesmo diploma, também aos professores já actualmente contratados –, e não as da Lei Geral de Trabalho em Funções Públicas
Terceiro: relativamente aos novos professores que venham a ser contratados na vigência da nova lei, é indiscutível o risco de que, a todo o momento (logo que tal se mostre conforme aos interesses do governo), possa ser invocado, e em força, o entendimento de que, afinal, a lei que alterou o regime-regra laboral dos trabalhadores dos institutos públicos (que era o privado) para o regime laboral público próprio dos trabalhadores que exercem funções públicas (o artigo 30.º da Lei do Orçamento do Estado de 2009, Lei n.º 64-A/2008, de 31/12) é mesmo inconstitucional, por se tratar quer de matéria obviamente estranha ao orçamento, quer de uma lei de vigência anual, e, deste modo e nessa hipótese, logo se venha invocar e pretender que assim se deve regressar ao regime-regra anterior (artigos 34.º, 46.º e sobretudo 6.º, n.º 1, alínea b), da Lei n.º 3/2004, de 15/01), e que assim tal regime-regra de contratação de docentes e de outros profissionais da educação passava a ser de novo o do contrato individual de trabalho (privado). Sendo ainda certo que mesmo o actual regime formalmente em vigor, introduzido pela lei de 2008, também não proíbe de todo a possibilidade da existência, nos institutos públicos, de contratos de trabalho de direito privado.
Quarto: afigura-se óbvia a possibilidade – própria deste tipo de “agências” e que só os incautos e os que estejam de má-fé não querem considerar — de a referida agência, a AGSE,IP, designadamente sob o pretexto da falta de professores, vir a celebrar contratos ditos de prestação de serviços de educação com entidades ou empresas privadas que assim disponibilizam às entidades públicas tais serviços, mas prestados por trabalhadores contratados por essas mesmas empresas (subcontratadas, prestadoras de serviços educacionais, empresas de trabalho temporário, etc.), ao abrigo de mais do que precários contratos de trabalho privados ou até mediante o conhecido estratagema, ilegal mas quase sempre impune, dos “falsos recibos verdes”. Isto, precisamente tal como já hoje sucede, e em escala astronómica, na saúde, por exemplo, e também e de forma generalizada em todos os sectores, em especial nos das entidades ditas “de gestão indiferenciada”, para funções como as de apoio técnico ou informático, telecomunicações e/ou manutenção. E a experiência, infelizmente já muito conhecida, do que se passou com os enfermeiros do Serviço Nacional de Saúde – que passaram a ser praticamente todos contratados em regime de contrato individual de trabalho – é mais que suficiente para se perceber que é esta autêntica “caixa de Pandora” privatista que o Governo quer abrir com esta criação da “agência” e a revisão/destruição do Estatuto da Carreira Docente.
Quinto: sendo os tribunais administrativos e fiscais o foro próprio para decidir de questões laborais dos trabalhadores da administração pública em regime de contrato de trabalho em funções públicas e constituindo esses mesmos tribunais um autêntico “poço sem fundo”, com processos a arrastarem-se por cinco, dez ou mesmo 15 anos, torna-se evidente que não deixar agora absolutamente claras todas as soluções normativas e, perante “interpretações” e “entendimentos” contrários aos seus interesses, empurrar os professores, quer os actuais, quer os novos, para processos judiciais de duração, êxito e custos mais que incertos constituiria uma gritante e inadmissível falácia.
Sexto: para além de tudo o que antecede, o certo também é que a mesma LGTFP já hoje, no seu art.º 4º, remete directamente todo um grande conjunto de matérias (nomeadamente, direitos de personalidade, assédio moral, parentalidade, organização e tempo de trabalho, tempos de não trabalho, promoção da segurança e saúde no trabalho, greve e lock-out) para aquilo que está estabelecido no Código do Trabalho privado, pelo que todas as alterações que nessas matérias o Governo pretende vir a introduzir com o chamado “pacote laboral” se aplicarão também, e inevitavelmente, aos professores e demais trabalhadores em funções públicas, quer aos que já se encontram contratados hoje em dia, quer aos novos contratados.
Tudo isto são, pois, razões mais que suficientes para que se tenha de concluir que, se já foi grave não ter logo, em Agosto do ano passado, denunciado o que era e sobretudo o que visava e permitia o diploma legal (o referido Decreto-Lei n.º 99/2025) que criou a citada AGSE, IP e iniciou todo este processo de completa destruição e privatização da escola pública e das carreiras de quem nela trabalha, em especial dos professores, ainda mais grave é continuar agora a negar a enorme gravidade não só do que o Governo já faz e diz abertamente — por exemplo, no supracitado projeto de revisão do Estatuto da Carreira Docente — como também de tudo aquilo que o Executivo de Montenegro, por agora porventura até continuando a negá-lo ou a iludi-lo, se prepara, porém e com todos os meios que esta dolosa e engenhosa operação legislativa lhe viabiliza, para fazer num futuro mais ou menos próximo.
É por isso que, relativamente à maior parte dos sindicatos do sector da educação que, depois de terem injustamente apodado o Maio de autor de alarmismos e injustificados exageros, só agora começam a aperceber-se e até a referir a enorme gravidade desta malévola operação anti-educação e anti-professores, ou mesmo quanto àqueles que, inacreditavelmente e contra todas as evidências, continuam a repetir as mesmas falsidades, se não pode deixar de dizer que, na verdade, não há pior cego do que aquele que não quer ver!
Raquel Varela -FB-, Associação Maio em Movimento
Cada cavadela, uma minhoca
Tribunal responsabiliza administradores pela falência da dona da revista Visão
Decisão condena Luís Delgado, Filipe Passadouro e Cláudia Serra Campos a indemnizar os credores em até 23,6 milhões de euros e inibe-os de exercer cargos de administração durante seis anos.
O Tribunal Judicial da Comarca de Lisboa Oeste qualificou como culposa a insolvência da Trust in News (TiN), dona da revista Visão, e responsabilizou os administradores da empresa por irregularidades contabilísticas. A sentença, proferida no passado sábado, 6 de junho, determina que Luís Delgado, Filipe Passadouro e Cláudia Serra Campos ficam proibidos, durante seis anos, de gerir empresas, negócios ou patrimónios de terceiros.
A decisão judicial, a que o +M teve acesso, dita ainda outras duas sanções: a perda do direito a reaver qualquer crédito que tivessem sobre a empresa; e a condenação ao pagamento, de forma solidária entre si, dos créditos não satisfeitos aos credores, até um limite máximo de 23.606.524 euros.
No centro desta condenação está aquilo que a juíza descreveu como a “criação de uma situação patrimonial ilusória”. O tribunal deu como provado que a empresa apresentava uma contabilidade com irregularidades, registando dezenas de milhões de euros sem qualquer documento de suporte ou justificação fidedigna.
As práticas ficaram patentes no testemunho da ex-diretora financeira da insolvente, Dora Maria Silva Rodrigues, que confirmou em tribunal que a gerência dava “ordens verbais” para efetuar lançamentos contabilísticos sem ter qualquer documentação de suporte, para “transparecer essa realidade”.
A falta de documentação esteve também na origem das reservas levantadas pelo Revisor Oficial de Contas às contas da TiN. Em 2021 emitiu uma opinião com reservas e no ano seguinte avançou mesmo com uma “escusa de opinião”, acabando por renunciar ao contrato no início de 2023 por falta de informação.
Entre as irregularidades apontadas destacam-se negócios na ordem dos milhões de euros sem suporte documental. Em 2021, a empresa registou 3,3 milhões de euros a receber pela venda de marcas — como Visão Saúde e Exame — sem que fosse disponibilizada informação suficiente para validar a transação. No ano seguinte, os montantes sem justificação aumentaram. O ativo da empresa incluía mais de 10 milhões de euros em “valores a receber” e quase 12 milhões de euros (11.836.524 euros) em vendas e serviços prestados, sem que os auditores conseguissem obter “informação suficiente para concluir quanto à razoabilidade e valor de realização do montante”, entre outras situações apontadas.
“Tratando-se de factos objetivos que obstam à perceção da realidade económica da devedora”, a justiça concluiu que estas omissões “terão, pelo menos, agravado a situação de insolvência da mesma (agravamento esse que sempre se presumiria)”.
A decisão de fixar a inibição em 6 anos deve-se a “tudo ponderado e considerando também o montante do prejuízo potencial para os credores – correspondente ao valor dos créditos reclamados (superior a 41 milhões de euros) – entende-se que se tratou de uma conduta significativamente grave”.
Esta decisão ocorre num momento em que se aguardam novidades sobre o plano de insolvência, que foi homologado pelo Supremo Tribunal de Justiça em março deste ano.
June 08, 2026
Unidade e força
Ninguém escolhe a guerra quando pensa que há grandes probabilidades de perder.
ZELENSKYY: We want to share our security expertise with all allies who helped us from very beginning and with everyone who wants to get it. When you show crazy people like Russians that you're strong, can defend yourself and respond to any kind of attacks, they don’t choose war. pic.twitter.com/NpGH0Yy7sq
— Kate from Kharkiv (@BohuslavskaKate) June 8, 2026
Respeito por todas as religiões?
«As prisioneiras virgens devem ser violadas antes da execução, para que não possam ir para o céu.» — Ayatollah Khomeini (líder fundador do regime islâmico no Irão).
Aqui está um exemplo de como por vezes se tem de combater a guerra com armas
Armas que alguém vende e com as quais lucra. A alternativa é aceitar a aniquilação.
5,000 tons of Russia’s Navy ammunition near St. Petersburg is gone.
— Tymofiy Mylovanov (@Mylovanov) June 8, 2026
Eight Ukrainian deep strike drones got through air defenses and triggered a massive secondary detonation — United24. 1/ pic.twitter.com/tRH8Uhb2Pq
Isto da parte de quem descrimina as mulheres é lindo...
Aliás reparo que ele fala na discriminação "pela sua origem nacional, étnica, religiosa, linguística ou pela sua condição económica ou social". Nem uma palavra na descriminação por género, porque discriminar mulheres como menores mentais é especialidade milenar da Igreja Católico. Logo a seguir vem o apelo a que as mulheres não possam ser donas do seu corpo. “Ninguém pode ajoelhar-se diante do Senhor e desprezar o seu irmão”. Já se for a sua irmã... E como o milhão de migrantes que Sanchez chamou para Espanha foram sobretudo homens islamitas, infere-se que está aqui a fazer a apologia do islamismo - o que aliás bate certo com o desprezo da Igreja Católica pelas mulheres. E isto enquanto a política do Vaticano tem sido a de não deixar entrar imigrantes ilegais... E falou na defesa das crianças... Cada vez tenho menos respeito por instituições hipócritas que dizem uma coisa e fazem outra e que têm na sua cartilha a obsessão pela discriminação das mulheres.
Depois manda bocas: “a paz exige valentia diplomática” e que o respeito pelo direito internacional “está acima dos interesses que beneficiam com a guerra”. Isto quer dizer o quê, estas meias-palavras? São 'valentia diplomática'?Este Papa é mais um exemplo dos 'intelectuais' de esquerda que defendem direitos em abstracto e criminosos em concreto.
Elegeram este Papa por ser americano e contra Trump e o resultado desses jogos políticos está à vista. Um regressivo em vez de progressivo.Papa critica a discriminação dos migrantes em discurso no Congresso em Espanha
Reforçou que o “estrangeiro deve ser acolhido conforme a sua dignidade”, e que “onde uma pessoa é discriminada pela sua origem nacional, étnica, religiosa, linguística ou pela sua condição económica ou social, vulnera-se gravemente o princípio universal que dá igual dignidade a todos os seres humanos.
E até o Governo foi visado, com críticas ao direito ao aborto e à eutanásia e em defesa da família e dos mais fracos (“Pode dizer-se plenamente justa uma comunidade que deixa à sombra a criança que ainda não nasceu, o idoso, o doente, quem sofre em silêncio ou quem depende inteiramente do cuidado dos outros?”), mas coincidiu na mensagem internacional. Leão XIV foi directo ao defender que “a paz exige valentia diplomática” e que o respeito pelo direito internacional “está acima dos interesses que beneficiam com a guerra”. Público
Putin pôs os russos a viver numa realidade fantasiosa
E os russos aceitam a sua situação de menores mentais. O Iluminismo não chegou lá e ainda estão às escuras.
ZELENSKYY: I sent Putin a letter — an open letter — because I don’t know whether he will read it or not. An open letter means he has to answer to us, and — more importantly — to his own society.
— Kate from Kharkiv (@BohuslavskaKate) June 7, 2026
Russian society lives in a fantasy world where they believe they didn’t attack… pic.twitter.com/30VyxCCWoG
Mais um conseguimento de Putin
Arménia. Bullying e ameaças só funcionam até serem desmascarados. Depois perdem o poder. Há muito tempo que Zelenskyy e os ucranianos desmascararam Putin. Agora, só um cego ou um corrupto não vê.
Armenia chooses to say fuck Russia pic.twitter.com/S69fGLlPMu
— Lesia Dubenko 🇺🇦🇪🇺🇮🇱 (@LesiaLVD) June 7, 2026
June 07, 2026
Dicionário da guerra dos drones: 'Dronar' - acto de expulsar os russos da Ucrânia com drones
Ukrainische Drohnen nehmen auf der Krim mittlerweile alles ins Visier was sich bewegt – einschließlich Straßenbaumaschinen. Das Ziel ist klar: Russland soll die Straßen nicht mehr reparieren können die Ukraine systematisch zerstört.
— Anna (@AnnaDeMilanese) June 7, 2026
Das 3. Sonderoperationsregiment hat die… pic.twitter.com/TKNESS4Ldn
A guerra dos drones
Total collapse at russia's Sochi airport. Thousands of passengers have been stuck there ever since Friday's drone attack.
— Kate from Kharkiv (@BohuslavskaKate) June 7, 2026
What’s the matter? Is your own little war getting in the way of your travel plans? 😏 pic.twitter.com/x1koUEcgdI
