June 08, 2026

Isto da parte de quem descrimina as mulheres é lindo...

 


Aliás reparo que ele fala na discriminação "pela sua origem nacional, étnica, religiosa, linguística ou pela sua condição económica ou social". Nem uma palavra na descriminação por género, porque discriminar mulheres como menores mentais é especialidade milenar da Igreja Católico. Logo a seguir vem o apelo a que as mulheres não possam ser donas do seu corpo. “Ninguém pode ajoelhar-se diante do Senhor e desprezar o seu irmão”. Já se for a sua irmã... E como o milhão de migrantes que Sanchez chamou para Espanha foram sobretudo homens islamitas, infere-se que está aqui a fazer a apologia do islamismo - o que aliás bate certo com o desprezo da Igreja Católica pelas mulheres. E isto enquanto a política do Vaticano tem sido a de não deixar entrar imigrantes ilegais... E falou na defesa das crianças... Cada vez tenho menos respeito por instituições hipócritas que dizem uma coisa e fazem outra e que têm na sua cartilha a obsessão pela discriminação das mulheres. 

Depois manda bocas: “a paz exige valentia diplomática” e que o respeito pelo direito internacional “está acima dos interesses que beneficiam com a guerra”. Isto quer dizer o quê, estas meias-palavras? São 'valentia diplomática'?

Este Papa é mais um exemplo dos 'intelectuais' de esquerda que defendem direitos em abstracto e criminosos em concreto.

Elegeram este Papa por ser americano e contra Trump e o resultado desses jogos políticos está à vista. Um regressivo em vez de progressivo.

Papa critica a discriminação dos migrantes em discurso no Congresso em Espanha


Reforçou que o “estrangeiro deve ser acolhido conforme a sua dignidade”, e que “onde uma pessoa é discriminada pela sua origem nacional, étnica, religiosa, linguística ou pela sua condição económica ou social, vulnera-se gravemente o princípio universal que dá igual dignidade a todos os seres humanos.

E até o Governo foi visado, com críticas ao direito ao aborto e à eutanásia e em defesa da família e dos mais fracos (“Pode dizer-se plenamente justa uma comunidade que deixa à sombra a criança que ainda não nasceu, o idoso, o doente, quem sofre em silêncio ou quem depende inteiramente do cuidado dos outros?”), mas coincidiu na mensagem internacional. Leão XIV foi directo ao defender que “a paz exige valentia diplomática” e que o respeito pelo direito internacional “está acima dos interesses que beneficiam com a guerra”.      Público


No comments:

Post a Comment